História First love - Capítulo 4


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hansol, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Chensung, Doeil, Dois Beijos, Jaenomin, Jaeyong, Johnten, Luwoo, Markhyuck, Menção De Outros Ships, Nct, Nomin, Noren, Norenmin, Outros Grupos, Renmin, Renomin, Sexo Sim, Vários Ships, Winkun, Yaoi, Yuri, Yusol
Visualizações 65
Palavras 2.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capitulo 3


P.O.V Jeno 

Quatro anos se passaram desde que eu entrei para aquela escola. Continuo sendo amigo das mesmas pessoas, mas tenho alguns a mais.
Agora tenho 12 anos, enquanto meu irmão esta com 17 anos.

E por falar em Taeyong, ele mudou muito nos últimos anos, ficou muito bonito, tenho que admitir. O único problema com ele é que ele é lindo demais! E não, não me incomodo que a beleza dele ofusque a minha, até porque eu sou mil vezes mais lindo que ele. O problema é que ele não tem namorada!

Isso é motivo para eu rir. Porque, vejamos; 17 anos, nunca teve uma namorada, e é bonito para um caralho! Tem algo de errado, não?

Até amanhã, Mark. - disse enquanto pegava a chave do meu bolso para abrir a porta.

Tchau, Jeno. - disse ele abanando para mim e se arrastou até sua casa. Que fica ao lado da minha.

Mark e eu tínhamos ido ao centro da cidade pagar uma conta que o pai dele tinha esquecido. Eu estava morto, porque né, o centro não fica ali na esquina né? E Seoul não é nada pequena, juntando ao fato de que eu moro numa região de Seoul que, só não é uma 'cidade fantasma', porque tem gente que mora aqui. Além de que tive que ouvir Mark xingando aos quatro ventos todos os palavrões possíveis, amaldiçoado o pobre o Donghyuck, sendo que o coitado não fez nada!

Mãe, cheguei! - falei assim que coloquei os pés dentro de casa. Olhei para meu relógio de pulso, era quatro e meia da tarde, acho que minha mãe já deve ter chegado do trabalho.
Obs; eu saio da escola as duas e quarenta e cinco da tarde. Essa caminhada até o centro de Seoul me rendeu quase duas horas que eu poderia estar fazendo absolutamente nada! Maldito seja Mark Lee!

Andei até a sala e vi que minha mãe não estava lá, fui até a sala de jantar e vi a mesma coisa: nada. Exceto por duas mochilas na mesa. Uma era do Taeyong, a outra eu acho que é do Jaehyun Hyung. Pois tem o nome dele em um papel grudado na mochila. 

Fui até o quarto aos saltos para poder das um abraço no hyung. Fazia tempos que eu não o via, ele passou as férias na Tailândia, com o primo, Chittaphon. Agora eu sei o nome dele. Lembro-me que ele - Chittaphon - implorava, de joelhos, que eu aprendesse o nome dele. Mas eu, como a criança má que era, o chamava de Chittapurrrr, como se fosse um pombo. Mas, de uns tempos para cá, ele veio com essa história de quer que o chamem de Ten. Mas agora que eu aprendi o nome dele é que eu não o chamo de mais nada.

Quanto a Jaehyun hyung, ele é dois anos mais novo que o Tae, mas é mais alto e mais forte. É uma das criaturas mais lindas da face da terra, e tem uma namorada. Mas acontece que eu nunca vi ela na vida, e Tae disse que nunca a viu também. Isso é estranho, pois os dois são inseparáveis. Parece até que nasceram juntos! É meio impossível o Tae não conhecer a namorada de Jaehyun hyung.
Começo a achar que é tudo invenção da cabeça dele.

Assim que cheguei a porta do quarto, ouvi uma risada abafada. Era Taeyong.

Abri a porta devagar, a fim de os assustar. Mas, quem acabou assustado fui eu.

Taeyong estava sentado em cima do Jaehyun hyung, bem exatamente onde fica seu.. Vocês sabem. E OS DOIS ESTAVAM SEM CAMISA!!!! ENQUANTO TAEYONG DAVA UM BEIJÃO NO HYUNG!

Eles ainda não tinham percebido a minha presença, mas eu acabei soltando um gemido de horror quando vi que Taeyong desceu os beijos e deu um chupão no pescoço do Jaehyun.

Os dois olharam para mim e arrelagaram os olhos. Taeyong pulou do colo de Jaehyun e os dois começaram a vestir as camisas. Eu fiquei paralisado vendo os dois se vestirem. Taeyong foi o primeiro a se vestir e tentou se aproximar de mim, foi ai que meu cérebro reagiu. E mandou eu correr. E foi o que eu fiz.

Corri até o meu quarto e me tranquei. Taeyong bateu na porta logo em seguida.

Jeno! Jeno, abre a porta! Por favor! - ele disse, com o tom desesperado, enquanto batia na porta.

Não! - gritei e ouvi outra batida, mais suave, na porta.

Jeno-ah. Abra a porta, a gente precisa conversar. - pediu o Jaehyun.

Vão embora! - pedi. Sentia que meu coração ia saltar pela boca a qualquer minuto.

Parei, de repente. Ouvi um carro parando em frente de casa. Só podia ser a mãe que chegou do trabalho!

Abri a porta e empurrei ambos que ainda estavam parados à frente da minha porta e corri até a sala, a abri e abracei o corpo magrinho a minha frente.

J-Jeno? O que está fazendo? - abri os olhos e vi que, o corpo a qual eu estava abraçado, não era minha mãe, era o Jaemin.

Ja-Ja-Jaemin? - perguntei, o soltando, sentindo minhas bochechas queimarem. - O que está fazendo aqui?

Esqueceu que nós vamos fazer um trabalho? - ele perguntou, rindo. Suas bochechas estavam tão vermelhas quanto as minhas. Se não, mais.

É. S-Sim. - ri, nervoso. - Eu esqueci. Desculpa.

Tudo bem. - disse e um silêncio se fez presente. - V-vamos entrar?

Claro! - falei e dei passagem para ele entrar e logo entrei atrás dele. 

- Taeyong!

Parei. Com aquela vergonha que eu passei, acabei esquecendo completamente dos dois. E agora como faço para correr para o meu quarto sem ter que olhar para a cara deles.

Cheguei na sala e vi que Jaemin conversava animadamente com Jaehyun e Taeyong. O mesmo (Taeyong) estava abraçado a Jaemin.

Faz bastante tempo que não vejo vocês! - Jaemin disse. - Estava com saudades!

Também estávamos, baixinho! - Jaehyun acariciou seus cabelos.

Jaemin, - o chamei. - temos que fazer o trabalho.

Jaemin soltou meu irmão e veio até o meu lado. Taeyong se aproximou devagar e eu estava pronto para sair correndo.

Jeno, - ele começou e esticou o braço. - a gente pode conversar depois?

Encarei sua mão, estava perto demais do meu braço. Ele aproximou sua destra mais um pouco, mas eu puxei meu braço e peguei na mão de Jaemin e corri com ele até meu quarto, fechei a porta e a tranquei.

Por que trancou a porta? - Jaemin perguntou.

Para eles não nos atrapalharem. - respondi. - Sobre o que é o tema mesmo?

É um tema de inglês. Recapitulando o verbo To Be. - relembrou Jaemin.

Aish, inglês. - reclamei me jogando na cama. - Eu não quero! Inglês é tão difícil.

Não exagere. Nem é tão difícil assim. - Jaemin riu.

Como não vai ser difícil, acabamos de voltar das férias! Estamos no meio de março! E a professora já da dever de casa? Vontade de rir é grande mas a de chorar é maior.

— É você que diz. Como vamos fazer isso? 

— Você não prestou mesmo atenção no que o professor disse, certo?

— Como você queria que eu entendesse se ele estava falando em inglês? 

Jaemin revirou os olhos, rindo.

— Só temos que fazer uma mini conversa com o verbo To Be. É moleza.

— Mas eu não sei falar inglês! Como vou fazer para criar um diálogo em inglês!

— Eu vou te ajudar.

Ele disse colocando a mão em cima da minha, e eu fiquei como? Isso mesmo! Corado!

Eu não sei o que há de errado comigo. Desde que eu conheço o Jaemin, eu fico corado e gaguejo quando ele fica muito próximo, ou me elogia. Até o simples fato dele respirar perto de mim me deixa sem palavras!
No início, achei que fosse porque eu não o conhecia direito. E que com o tempo isso mudaria. Mas acabou ficando pior à cada ano que passava! Me sinto preocupado em relação a isso. Não sinto isso por mais ninguém. Nem quando conheço alguém novo isso acontece. Somente com Na Jaemin.

[...] 

Eu não estava conseguindo me concentrar. Não sei se estava ficando louco ou algo do tipo, mas eu não consigo parar de olhar para os lábios do Jaemin. Ele fica tão.. tão.. Não sei explicar. Mas sei lá. Tipo, ele fica mordendo o lábios e colocando o lápis nos mesmos sempre que fica com alguma dúvida. E eu tento, mas não consigo parar meus pensamentos.

— Jaemin, — ele retirou os olhos do caderno e focou em mim. — você já beijou alguém?

Não sei. Os lábios dele são bem chamativos, sem falar que é uma das pessoas mais lindas que eu já conheci. Impossível ele ainda ser BV. Várias meninas da nossa sala chegam nele.

— Eu? Já. — senti uma pontada no peito. — E você?

Corei. 

— Com quem foi? 

— O que?

— Com quem você perdeu o BV?

— Por que está falando assim? 

Foi então que eu percebi que estava com o tom de voz meio (muito) alterado.

— Desculpe. — abaixei a cabeça. — Não sei o que aconteceu.

— Isso não seria... ciúmes? — ele apoiou a mão no queixo e arqueou as sobrancelhas.

— Ciúmes? De que? De você? Haha!

— Não de mim. Ciúmes pelo fato de eu já ter beijado e você, não.

— Como você sabe?

— Mark.

— Eu mato aquele canadense! Era segredo! — suspirei. — Você deve tá querendo rir da minha cara, não? Pode rir, eu também riria.

— Eu não estou com vontade de rir. Acho até que é, fofo.

— Fofo? Que bizarro!

— Eu sei, mas, — ele deixou o caderno de lado e se aproximou mais de mim, perto de mais! — não consigo não achar fofo. Eu sei que é coisa de menina.

— Eu não acho que é coisa de menina.

Sorrimos. O sorriso dele é lindo! Quando ele sorri, por mais que eu estivesse triste, bravo, ou até mesmo chateado, não consigo evitar sorrir também. O sorriso dele é angelical.

— Seu sorriso é bem bonito.

Ele corou e se aproximou um pouco mais, estávamos a centrimentos de distância. Vi que seu sorriso ficou meio malicioso e logo ele mordeu o lábio inferior. Confesso que aquilo foi meio -muito- sexy.

Estávamos muito próximos. Eu analisava cada parte do seu rosto perfeito. Poderia olhar para aquele rosto o dia inteiro e nunca me cansaria de o encarar.

Jaemin se aproximou devagar de mim. Ele fechou seus olhos e, automaticamente, fechei os meus. Podia sentir sua respiração muito próxima a minha.

"Espera aí! Você vai mesmo beijar um menino, Lee Jeno?"

De repente, a imagem de Taeyong e Jaehyun se beijando surgiu em minha mente. Aquilo parecia tão errado. E eu não queria estar errado.

Abri meus olhos e vi que Jaemin estava à um milímetro de encostar nossos lábios!

Saltei para trás e ele também.

Peguei meu caderno e abaixei a cabeça, começando a copiar o que Jaemin tinha escrito. Vi, pelo canto do olho, pegar seu caderno e abaixou a cabeça.

"Íamos mesmo nos beijar? Sério isso, Jeno? Um menino? Tu esta ficando louco! Só pode!"

Bateram na porta, ouvi a voz da minha mãe.

— Jeno, o jantar está servido. Taeyong me disse que você trouxe um amigo.

— Já estamos indo, mãe.

— Ok.

Eu e Jaemin nos encaramos, nos levantamos e colocamos nossos tênis. E fomos até a cozinha em silêncio.

Mãe e Taeyong já estavam pondo a mesa.

— Tia Soon, posso ajudar?

— Obrigada, Nana. Mas eu e o Tae já pusemos a mesa. Sentem-se.

Eu e Jaemin nos sentamos lado-a-lado. Taeyong se sentou à minha frente e a mãe sentou no meio da mesa. 

Eu abaixei a cabeça e comecei a comer. E a conversa fluiu entre a minha mãe e o Jaemin. E agradeço por eles não me incluírem. Sentia Taeyong me encarando durante todo o jantar. Mas eu não consegui encara-ló de volta. As lembranças do que vi, eram como um pesadelo.
Tipo, de um momento para outro, meu irmão, para mim, era BV, nunca havia saído com qualquer pessoa. Era um perfeito virgão. E de repente, o peguei quase transando com o seu, até então, melhor amigo! É muita coisa para um garoto de 12 anos, quase treze, entrando na puberdade.

Depois que terminamos, Jaemin e mãe começaram a limpar as coisas. Jaemin pediu para mim, sem me olhar diretamente, para pegar suas coisas, pois sua mãe, logo o viria buscar.

— Volte mais vezes, Nana. 

— Vou sim, Tia.

Mãe deu um beijo em sua testa e fechou a porta assim que o Jaemin entrou no carro da mãe, a tia Haeryung.

Mãe foi em direção ao corredor onde levava nossos quartos e o banheiro. Disse que iria tomar banho e voltaria para assistirmos um filme. Eu e Taeyong acentimos e ela subiu as escadas.

Fiquei olhando para a TV sem parar. Via que Taeyong estava em uma guerra interna consigo mesmo em falar comigo ou não.

— Jeno. — Taeyong me chamou, e eu fingi que não ouvi. — A gente realmente precisa conversar.

— Não precisa. Eu sei muito bem o que é sexo. E lamento por ter atrapalhado sua..

— Não é sobre isso! É sobre eu e o Jaehyun.

— Também não precisa. Eu sei o que é a comunidade LGBT e tudo mais. Não o julgo por gostar de meninos.

— Eu sei que não esta se sentindo confortável comigo. Só queria pedir para não agir assim comigo na frente da mãe.

— Você não vai contar para ela?

— Vou, mas, na hora certa.

— E quando vai ser a hora certa? A mãe vive falando sobre você arranjar uma namorada. Já te falou sobre as filhas das amigas dela e tudo mais. Quando irá contar? Quando estiver casado e com filhos?

Taeyong ficou calado. As lágrimas começaram a cair de seu rosto. Eu nunca soube o que fazer quando pessoas choravam na minha frente. Sinto-me em pânico quando começam a chorar perto de mim. Mesmo que eu não tenha nada a ver com a pessoa, nunca a tenha visto. Se tal pessoa começa a chorar, minha única solução é correr. Mas não tinha como fugir do meu próprio irmão.

— Você tem que contar. A mãe pode não entender no início, mas ela irá te apoiar. Ela só quer a nossa felicidade.

— Eu tenho medo, Jeno. Medo de não me aceitarem do jeito que eu sou.

Medo. Esse é o grande problema dos seres humanos.

— Eu te aceito do jeito que você é. Mãe também irá te aceitar.

— Me abraça? Por favor.

Meio hesitante, o abracei. Não poderia negar um abraço ao meu irmão. Sempre o vi como um cara durão, que não se abala por nada. E, vendo ele chorando, me deixou meio emotivo.

— Você vai contar para ela.

— Vou.

— Tem que ser hoje.

— Hoje? Mas... eu queria que o Jaehyun falasse junto comigo.

— Acho melhor você dar essa notícia para ela, hum.. sozinho.

— Você acha?

— Acho.

— Então tá.

Ele me soltou eu o ajudei a limpar suas lágrimas.

— Eu vou me deitar. — avisei. — Depois que você conversar com a mãe, vá lá para o quarto. 

— Ok.

Me levantei e fui em direção ao corredor que me levaria ao meu quarto, mas parei, me virei e encarei o Tae.

— Tae. — O chamei, ele limpou algumas lágrimas antes de me encarar. — A quanto tempo você e o Jaehyun hyung estão...?

— .... Há-á um ano. — Ele me respondeu.

Assenti e me virei para ir para meu quarto.

Um ano. Era o tempo em que Jaehyun dizia que estava namorando. 
E todo esse tempo era o Tae.

[...]

Naquela noite Tae não veio até meu quarto. Podia ouvir o choro de minha mãe e de Tae da sala. 

O clima nos próximos dias não foram os melhores do mundo. Minha mãe não conseguia encarar Tae, e ele também não era diferente. Muitas vezes, passei pelo quarto dela, a noite, para ir no banheiro, ou beber água, e a ouvia chorando, se perguntando onde ela tinha errado. Implorando que queria que meu pai tivesse ali, para ajudá-la. Ela dizia que, se ele estivesse ali, os dois poderiam ajudar Tae, juntos. Soluçava que sozinha ela não iria conseguir.

Tae também chorava, e não atendia as ligações de Jaehyun hyung.
Uma vez ele veio aqui e conversou com Tae. Os dois se abraçaram, choraram e se beijaram. Jaehyun prometeu para Tae que os dois iriam conseguir, pois ele amava meu irmão. E lutaria pelos dois.

Nesses dias, meu pensamento só rondava no dia em que quase beijei Jaemin. Minha cabeça estava em conflito.
Uma parte dela, dizia que eu fiz muito bem em recusar o beijo dele. Que talvez eu gostasse e virasse gay. Uma decepção para minha mãe.
Mas a outra se perguntava como seriam o gosto daqueles lábios finos e muito atraentes. Me peguei pensando neles várias vezes ao dia. Algumas vezes até me amaldiçoava por ter me afastando.

Mas logo me vinha o olhar de decepção de minha mãe. A tristeza dela me fazia pensar que, sim, fiz a melhor escolha em não ter beijado Jaemin. 

 

 

 

 

 

 

Ou será que não fiz?



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