História Five Nights at Freddy's: Bem-Vindo Ao Seu Pesadelo - Capítulo 1


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Bonnie the Bunny, Chica the Chicken, Dave, Foxy the Pirate, Freddy Fazbear, Golden Freddy, Marionette, Personagens Originais, Purple Guy, Shadow Freddy, Springtrap
Visualizações 118
Palavras 1.339
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Mutilação
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo 1


***Laya***

Olhava para a janela do carro observando a chuva que caia no asfalto. Estava com minha família e íamos para a festa de aniversário do meu primo Lucas. Ele alugou a Freddy Fazbear's Pizzaria. Em vários lugares que meus tios tinham para escolher, por que tinha que ser esta maldita pizzaria?

Já fui lá quando era pequena e sei de uma história que dá arrepios, vou contar à vocês: Numa sexta-feira, quando deu a hora de fechar as portas da pizzaria, os animatronics arrancaram o lombo frontal de um menino que ficou preso no lugar, depois disso eu nunca mais ouvi nada sobre esse lugar, sem contar que é daqueles lugares em que os animatronics tem um fedor do hall, não só eles, mas também os cômodos.

Enfim, eu estava indo em direção a pizzaria. Nick, Allan e Alice estavam expremidos ao meu lado no banco do estofado do carro, pareciam estar mais animados que eu, afinal falavam da sua infância no local.

                          *****

A festa estava animada para as crianças. Meus amigos e eu passamos a festa inteira na nossa mesa comendo pizza. Já que não tinha nada para fazermos.

Sinto alguém tocar no meu ombro e fico desconfiada ao ver que era minha tia Fernanda, ela tinha um sorriso de orelha a orelha no seu rosto.

- Lá vem minha tia pedir alguma coisa. - susurro para Alice, disfarçando.

- Olá - Comprimenta ela se sentando na mesa ao nosso redor.

- Oi. - Falamos em uníssono um pouco desanimados.

- Vocês podem fazer um favor para mim?

- Huhum. - Respondo seca.

- Quero que vocês limpem a pizzaria quando a festa acabar. Eu dou um pagamento à vocês.

- Sério? - Reclama Allan - Quantos?

- Dou cem dólares para cada um - Implora ela. Nos entreolhamos.

- É, dá pro gasto - Debochamos.

Minha tia se vira e vai até o seu filho Lucas ajudando ele subir no brinquedo Pirat Cove.

                           *****

Eu e a Alice limpavamos o salão de festa enquanto os meninos limpavam a cozinha.

- Este lugar dá medo de noite. - Diz Alice observando os animatronics que estavam ligados, os olhos deles esvam fixo em nós.

- Sério que você está com medos deles? - Debocho de Alice gargalhando.

Quando termino de rir dela fico atônita quando as luzes se apagam e acendem novamente, sentia olhos nos vigiando e então percebo duas figuras com roupas pretas usando as máscaras de Bonnie e Freddy (animatronics). Eu e Alice apressamo-nos e nos abraçamos escondendo nossos rostos.

- Vocês tinham que ver suas caras, estavam hilárias - Escutamos a gargalhada de Allan. Olhamos para onde vinha o som e eles tiraram as máscaras de seus rostos.

- É verdade, nós somos de mais Allan - Gargalha Nick. Eles estavam com as máscaras em suas mãos.

- Hahaha que engraçado - Forço a risada em ironia - Se as mocinhas pararem de rir podemos ir para casa. - Bufei.

Girava a maçaneta fria, como a sala estava ficando. Droga, a porta estava trancada!

- Gente... - Chamei todos - Ficamos presos.

- A porta está trancada? - Indagou Alice.

- Não está, é só fazer força - Nick se aproximou da porta e forçou-lhe, mas sua tentativa falhou - É, está fechada - Bufou acompanhando-me.

Nos assustamos com a luz piscando, procurei meu celular para iluminar o local que estava congelando-nos.

- Alice... - Chamei-a com medo.

- Vocês querem mesmo sair daqui? - Escutamos uma voz sussurrando.

Caramba, que medo, será que só eu escutei?

Uma risada maldosa que provavelmente estava se vangloriando do momento em que estávamos.

Alice grita de repente, olhamos assustados para ela até que vimos pares de olhos brilhantes nos observando. Eles estão vivos?!

- Gente - Sussurra Allan. - Precisamos sair daqui! - Ele fala ao perceber que o animatrônic se aproximava.

- Vamos por aqui, andem! -Apressei-os até o duto de ventilação. Não sabia aonde iríamos chegar, mas podia ser uma saída.

O duto estava quente, era para estar frio como os outros cômodos. Mas com nós quatro de joelhos seguindo um o outro apressados, a temperatura aqueceu e dava-se para escutar o nossos batimentos cardíacos. O que iríamos fazer?

A ventilação acabou na sala de segurança. Nick e Allan ficaram nas portas observando se nada iria aparecer nelas, sabíamos que a qualquer hora um animatronic poderia aparecer, pois escutamos que os animatronics deste lugar matavam os guardas noturnos.

O computador se liga revelando as câmeras, vou para perto do computador e começo a observar as câmeras. Alice me ajudava prestando atenção nos movimentos constantes dos corredores, nas salas, banheiros, cozinha e o resto da pizzaria.

Como aquilo poderia estar acontecendo? Os rumores são verdadeiros então, não devíamos ter vindo aqui quando sabíamos o que estava por vim.

Observava o local que estávamos, parecia abandonado e sujo. Havia cartazes dos animatronics pelas paredes, restos de batatas fritas podres estavam jogadas no chão ao lado da mesa que aguentava o computador e um ventilador que girava lentamente suas elises. Toquei no mouse arrastando-o, olhei a câmera 4B que filmava o corredor perto da sala onde estavamos. Assustei-me quando escutei um grito vindo direto da porta. Allan e Nick não estavam mais aqui, então sobrava apenas eu e Alice...

Alice chorava atônita, com a cabeça apoiada em cima de sua perna e eu não sabia o que fazer. Gritei por Allan e Nick, o local estava quieto, apenas escutava o choro abafado de Alice e minha respiração acelerada. Ainda bem que só a Chica e o Bonnie estavam se mexendo, mas mesmo assim tínhamos que ter cuidado e eu tinha que saber aonde estava meus dois amigos. Para onde eles foram? O que fizeram com eles? Não podia sair dessa sala, se não acabaria como os meninos, não podia deixa-los nos pegar. Então eu agi voltando minha atenção para as câmeras.

Era estranho o que eu via, Chica e Bonnie estavam nos seus repentinos lugares, mas ainda se moviam prontos para atacarem, pelas câmeras pude ver o salão sendo clareado por raios de sol, um homem entrou logo perguntando:

- O que vocês ainda fazem acordados?

Não entendi o porque dele ter perguntado quando não tinha ninguém no local em que ele estava. Ele era alto, tinha cabelos roxos e seus olhos era prateados, vestia o uniforme da Fezber e em seu chapéu estava escrito "segurança".

Vi sua sombra se aproximar da porta, fiquei com medo quando não o vi na câmera. Ele acabará de entrar na sala.

- O que vocês fazem aqui? - O homem indaga confuso.

- Uma longa história. - Respondi aliviada.

                            *****

- Nick, Allan! - Corri para abraça-los.

O segurança nos salvou. Não sei como ele conseguiu achar os dois, mas logo que eu os vi alegria e despreocupação era que presenciava meu olhar, ao contrário do segurança que nos olhava um pouco sincero, não conseguia distinguir seu olhar, mas dava-me desconfiança e medo.

                           *****


Finalmente cheguei em casa, meus pais ficaram preocupados comigo e eu contei-lhes o ocorrido, mas não em detalhes sobre os animatronics, eles não entenderião mesmo, no máximo me internarião em algum hospício achando que eu estou ficanto louca. Depois do jantar tomei um banho fresco e dormi pensando no que aconteceu com a gente.

Sonho on

Estava tudo escuro no local em que eu estava, não conseguia distingui-lo. Uma luz se ascendeu e cinco crianças saíram dela. Nos seus rostos pálidos haviam manchas de que informava que estavam chorando, lágrimas escorriam sem parar.
Eles olhavam para mim como se quisessem falar alguma coisa. Uma das crianças apontou o dedo indicador para uma porta que havia aparecido do nada. Fui até a porta e abri-a devagar.

-Não pode ser! - Falei com os olhos cheios de lágrimas.

Atrás da porta estavam cinco crianças mortas no chão e ao lado um homem usando um terno roxo, não dava para ver seus cabelos ou seu rosto, mas dava para ver seu sorriso estampado em seu rosto, ele segurava uma faca ensanguentada que respingava no chão.

Sonho off

Acordo chorando por causa do meu sonho, não conseguia tirar a imagem da minha cabeça, mas meu pensamento foi interrompido quando alguém atrás de mim me chamou, olhei para trás vendo um papel escrito: "nos ajude".



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