História Five Nights at Freddy's: Bem-Vindo Ao Seu Pesadelo - Capítulo 2


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Bonnie the Bunny, Chica the Chicken, Dave, Foxy the Pirate, Freddy Fazbear, Golden Freddy, Marionette, Personagens Originais, Purple Guy, Shadow Freddy, Springtrap
Visualizações 15
Palavras 1.494
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Mutilação
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 2


***Nick***

Acordo todo dolorido. Me levanto e caminho até o quarto da minha irmãzinha.

- Angel, acorda. - Chamei tentando fazer com que ela acorde.

- Só mais cinco minutinhos, Nick. - A pequena puxou a coberta e virou para o lado oposto.

- Se você não levantar agora, vou chamar o Bicho Papão! - Brinquei chamando sua atenção.

- Já levantei! - Minha irmã levantou-se da pequena cama.

Gargalhei ao perceber que ela ainda acredita nessas lendas de crianças.

- Só porque a gente não o viu, não significa que ele existe ou não.

- Tanto faz, todos sabem que são só folclore. - Revirei os olhos. - Se apressa para se arrumar se não vamos chegar atrasados!

Desci as escadas caminhando até a cozinha, e me deparei com a bagunça. Havia garrafas de cerveja vazias em cima das bancadas e da mesa. Suspirei esforçando-me para não limpar a bagunça que ele fez, e faz, a anos.

- Pelo visto meu pai dormiu em casa essa noite. - Rosnei.

Coçei meu olho esquerdo sentindo a cicatriz que fora feita pelo meu pai, no dia em que ele tentou me cegar enquanto estava embriagdo. Eu odeio meu pai! Desde dos seis anos que sou culpado por tudo o que acontece nessa casa, que eu sou o que fez ele ficar assim. Sendo que é o próprio é que se transforma cada dia mais nessa pessoa sem alma.

Depois de relembrar os momentos mais horríveis que tive com meu pai até então, perdi a fome, então resolvi ir para a sala de estar. O cômodo estava frio, não ascendi a luz, pois os vidros das janelas estavam abertos clareando um pouco o local. Sentei-me na poltrona perto da janela e envolvi nos braços da escuridão que me reconfortava fazendo-me lembrar de minha mãe, quando ela contava histórias sentada nesse sofá e eu apressiava o momento deitado no chão, apenas escutando-a.

- Por que não está entre nós, mãe? - Perguntei para mim mesmo chorando.

Abri lentamente meus olhos secando as lágrimas teimosas que caíam sem eu mesmo permitir. Foi quando eu senti um toque em meu ombro, e me assustei com uma sombra. Ela era de Freddy. Um animatronic que me recordo de ter visto na pizzaria, mas este aprencentava uma cor roxa e olhos negros.

Comecei a me afastar movido pelo medo e a milhões de perguntas passavam  em minha cabeça: como ele havia entrado aqui? O que ele quer? Esfreguei os olhos tentando enxerga-lo melhor, mas ele tinha desaparecido no mesmo instante que abri meus olhos.

O que está acontecendo comigo!?, Pensei voltando ao meu quarto para pegar minha mochila e o celular.

***Angel***

Meu irmão estava estranho hoje de manhã. Acho que Nick não percebe que não sou mais uma criança, mas acabo gostando da sensação e entro na brincadeira.

Gosto desses momentos com meu irmão, ele é minha família apesar das dificuldades que passamos. Todas as manhãs temos que nos levantar para irmos à escola, temos que estudar para arrumar emprego e nos sustentar sozinhos - já que nosso pai não para em nenhum emprego - O único tipo de alimento que ele sobrevive todos os dias são as bebidas. Uma vez eu estava sozinha em casa meu irmão tinha ido trabalhar e eu estava com tanta fome que bebi uma garrafa com cerveja, mas era ruin de mais, não sei como meu pai consegue beber tanto algo tão ruin. As vezes fico brava com meu pai, mas ele é uma boa pessoa. Acho que ele só está passando por um período ruim. As vezes falo isso pro meu irmão para ver se ele se acalma, mas ele acaba gritando comigo coisas como: "Um período ruim!Um período ruim! Sabe a quanto tempo que ele é assim? São CATORZE anos, CATORZE anos Angel!" .Mas no fim ele me pede desculpas e diz que não devia estar enchendo minha cabeça com isso, e eu sou muito nova para entender certas coisas. Muito nova, sei. Eu tenho nove anos e ele ainda acha que sou um bebê!

Enfim, como não temos comida em casa ele trabalha depois da escola entregando folhetos, jornais, revistas ou o que quiserem por ai. Ele ganha pouco, mas parece um emprego legal. Já pedi pra ele que eu fosse trabalhar junto com ele, mas ele sempre diz com aquele jeito de "macho-alfa": "enquanto eu estiver vivo você nunca vai ter que trabalhar, além do mais, esse não é um trabalho fácil, tenho que andar quilômetros, faça sol ou faça chuva. Além de que tem casas de que tem cachorros bravos..." blá blá blá é tudo conversa dele, só para eu não sair de casa por conta daquele seu jeito protetor. Acho que ele se sente meio que responsável por mim, graças a situação precária na qual se encontra nosso pai.

Todas as manhãs passamos na padaria e, com o pouco dinheiro que ganha, ele compra chocolate quente e pão de leite para nós. Sempre vamos a escola conversando, contando piadas ou falando dos professores. Mas essa manhã todo o caminho foi silencioso. Tentei puxar assunto, mas acabei falando sozinha. Na padaria, ele me comprou um copo de vitamina e alguns pãezinhos de queijo, mas ele não quis comer.

***Nick***

A minha cabeça tava uma confusão. Antes de a gente vim para a padaria, recebi uma notícia no meu celular que dizia que eu tinha sido demitido.


- Droga. - Penso olhando para fora da padaria, como se em algum lugar lá estivesse escrito o motivo da minha demissão.

- Nick, você ta bem? - Angel me cutuca. Desvio meu olhar para ela, tentando dar um sorriso tranquilo.

- To sim não se preocupe, é melhor agente ir se não agente chega atrasado na escola. - Saio do banco onde estava sentado e ando um pouco para perto da saída. Angel faz o mesmo.

Todo o dia na ida para a escola passamos perto da Freddy Fezbear's Pizzaria e hoje não foi diferente, mas o local estava fechado e na porta estava um papel. Por curiosidade resolvo parar e ler o papel:

" Procuramos ajudantes, que sejam maiores de 13 anos. Pagaremos 100 dólares e o turno começa da meia noite e termina às seis.
Interessados por favor ligue para: 81226400."

Pego o meu celular do bolso e tiro uma foto do bilhete, depois me viro e continuo o meu caminho.

                            *****

- Tédio. - Escuto Allan reclamar na mesa atrás de mim.

Hoje eu concordo com ele a aula de matemática ta um tédio. Bem, não que eu não tenha concordado com qualquer coisa relacionada a desânimo quando estamos falando de matemática. Coloco os fones de ouvido e começo a escutar a minha música favorita.

Ponho a minha cabeça encostada na mesa, os meus olhos começam a ficar pesados. Não tinha dormido direto na noite anterior, fecho os meus olhos e acabo dormindo.

- Nick ACORDA! - Abro os meus os olhos devagar e me assusto ao me deparar com uma Laya impaciente na minha frente.

- Laya, não me acorde desse jeito, pra que a pressa? - pergunto sem esperar uma resposta, esfrego as mãos em meus olhos tentando afastar o sono. - O que foi que perdi?

- Uma explicação bem chata. - Allan aparece ao meu lado junto a Alice.

- Gente tenho uma coisa para mostrar para vocês. - Pego a minha bolsa e retiro o meu celular de dentro dela. - olha estão contratando na Freddy Fazbear's pizzaria. - mostro para eles a foto que tirei.

- Deixa eu ver isso. - Alice tira o celular de minhas mãos. - Quem vai ser o louco que vai trabalhar naque-lê hospício?

- Eu. - Pego o celular e guardo dentro da bolsa.

- VOCÊ! - Eles falarem em perfeita sincronia.

- Não precisa gritar. Sim, eu vou trabalhar lá, eu preciso.

- Mas você já trabalha como entregador de jornais, não é? - Pergunta Alice.

- Não mais, fui demitido. - Falo ficando cabisbaixo.

- Oh! - ela começa a coçar a nuca. Ela sempre fazia isso quando estava tendo uma de duas idéias malucas. - Então conta com a gente para de ajudar no trabalho. - Fala Laya tendo um pequeno sorriso.

Dou um sorriso de canto meio nervoso, ao perceber que a maioria olhou para ela de um jeito reprovador. Não saía da minha mente o que aconteceu comigo naquele lugar, lembro de estar na porta da sala de segurança de costas para o corredor, logo em seguida escuto uma respiração atrás de mim, me viro de vagar e me deparo com Bonnie, um animatronic muito parecido com um coelho, só que era roxo, tinha uma gravata vermelha e não tinha nada de fofo. Seus olhos estavam pretos com uma pequena bolinha branca no meio, ele estava tão perto de mim que dava para sentir o cheiro podre que saia dele, fiquei paralisado, não conseguia fugir nem gritar, mas depois de um tempo, quando achei que ele não se mexeria, ele deu um soco em mim me fazendo ficar inconsciente. Depois disso só lembro de estar sendo acordado por um dos funcionários.



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