História Five Nights At Freddys: Nightmare Begins: A New Job - Capítulo 6


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Fritz Smith, Personagens Originais, Springtrap
Tags Fazbear Fright, Fnaf, Fnaf 3, Horror, Terror
Visualizações 12
Palavras 777
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, espero que gostem! O último capitulo DESSA história.

Capítulo 6 - Memórias de um passado sangrento...


Fanfic / Fanfiction Five Nights At Freddys: Nightmare Begins: A New Job - Capítulo 6 - Memórias de um passado sangrento...

Eu não sabia o que fazer... conforme eu tentava manter o desgraçado longe algumas... assombrações... apareciam... quando eram 3:00 eu vi no vidro, uma coisa, uma boneca, mas... parecia um... fantasma...

Aquilo falou comigo... “Nos ajude... eu sei que... é... capaz... Fritz Smith... nos lembramos de você...” eu fiquei pasmo, não sei por que mas eu acho que sabia de quem aquilo estava falando, meus velhos amigos... que... foram assassinados. Eu falei “Como?” nisso outros... fantasmas apareceram, um daquele Foxy diferente, toy... acho que assim que chamavam, não sei por que... eu me sentia mal por eles... A puppet me disse junto com os outros “Faça-o queimar...” Eu acho que tinha entendido... eu peguei meu isqueiro, liguei e usei a luz pra ir até o armazém... quando estava indo eu ouvi aquela coisa no corredor do meu lado... quando dei uma espiada eu vi aquela coisa batendo a cabeça na parede... eu não entendia por que... parecia... triste.

Eu peguei o primeiro tijolo que vi no chão e joguei no outro lado do corredor, me escondendo em seguida. Quando notei que aquilo estava correndo pra ver o que fez o barulho eu corri até o outro lado e continuei meu caminho até o armazém. O problema foi que aquilo me notou e veio atrás de mim... eu corri o mais rápido que pude! Quando cheguei na porta do armazém, adivinha, TRANCADA! Eu olho pra trás pra ver aquele demônio enfurecido correndo atrás de mim e me desespero, tento arrombar a porta com toda a minha força, não consigo, porém, eu tenho uma ideia... Eu desviei dele no último segundo e deixei com que ele arrombasse a porta pra mim, quando olho lá dentro está escuro demais pra ver bem, então eu pego meu isqueiro e aponto pra todos os lados procurando ele, sem sucesso... mas completei meu principal objetivo, dou um sorrisinho leve e pego o galão de gasolina que achei... quando olho pro lado, no escuro eu vejo apenas a silhueta da face daquela coisa e seus dois olhos brilhando no escuro com aquela cor que me traumatizou... Púrpuras.

Ele começa a lentamente abrir a boca enquanto faz um som bizarro de predador... ele vem mancando até mim devagar, enquanto isso eu abro o galão o mais rápido que posso e saio correndo de lá, derramando gasolina numa mão e com o isqueiro na outra... passo por todo o restaurante. 

Quando chego na entrada... sou surpreendido, ele aparece do nada e me da um golpe, o isqueiro cai perto da porta de o galão do meu lado, agora ele já cumpriu seu proposito. Eu tento me esgueirar por ele pra chegar no isqueiro, mas ele me da outro golpe, me jogando pra trás... eu vou me rastejando pra trás apavorado, enquanto lentamente ele se aproxima de mim. Eu percebo que poderia chegar na sala de segurança e pegar um cano que tinha naquela caixa de peças e sucata... eu rapidamente me levanto e me preparo pra ir, é quando uma garra atravessa o peito dele... é a puppet... ela fala “Vááá...” eu corro pra sala enquanto os dois lutam no corredor pego o cano pra me defender e vou até o isqueiro, do lado da porta de saída...

Ele desligou, então eu desesperadamente tento liga-lo, uma, duas, três vezes, nada... é quando eu sou agarrado no pescoço, começo a me debater e ele fala... “EUU... N-NÃ-O... QU-ER-ERRO... ... QUE-ERRO-O... FERI-RI-LO!” eu não consegui entende-lo muito bem... parecia triste no inicio, mas então virou uma ameaça... Eu usei o cano pra acertar uma em cheio na boca dele... com isso ele me derrubou... mas não antes de eu ver ele... William Afton, sua face dentro do animatronic, ele... ele... estava... chorando...

Depois do momento de hesitação, eu preparo o isqueiro, me levanto, jogo ele em direção da gasolina e corro pra porta... BOOOOOMMM, tudo explode em chamas e eu sou arremessado pra fora, o lugar queima, eu desmaio por alguns minutos e só acordo com os wiu wiu e piu piu da policia bombeiros e ambulância, conforme dois paramédicos me botavam numa maca, eu olhava pras janelas do prédio e via lá, no meio das chamas eles, olhando de volta... meus amigos de longa data... sorrindo e chorando. Os bombeiros apagavam o fogo... eu tentei colocar a minha mão pra frente para alcança-los, porém, um paramédico colocou um daqueles negócios de anestesia em mim e me fez desmaiar... eu... eu ACHEI que tinha salvo eles...

 

 

Eu acordo com ela, a CEO da Afton Robotics... Kathya Afton, sentada do meu lado no hospital e perto da porta, dois seguranças... minha história tinha acabado... mas não foi o fim.


Notas Finais


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