História Five Nights at School - Capítulo 41


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Balloon Boy, Bonnie the Bunny, Chica the Chicken, Foxy the Pirate, Freddy Fazbear, Golden Freddy, Mangle, Marionette, Nightmare, Nightmare Bonnie, Nightmare Chica, Nightmare Foxy, Nightmare Freddy, Springtrap, Toy Bonnie, Toy Chica, Toy Freddy
Tags Bonnica, Bonniexchica, Comedia, Fangle, Foxyxmangle, Freddica, Freddyxchica, Goldentrap, Goldenxspring
Visualizações 45
Palavras 1.297
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Tudo bem com vocês? Pois bem, vou ser breve, não gosto de postar capítulo muito tarde, MAS DEVIDO À MERDA DA MINHA INTERNET (desculpa, to muito bravo com esse lixo desgraçado) e a saídas que eu tive que dar durante o dia, eu só pude postar agora... não queria atrasar pra sábado porque... sei lá?

Enfim, boa leitura! Divirtam-se! Avisem qualquer erro e é "nóis"! o/

Capítulo 41 - O passado e o futuro.


Fanfic / Fanfiction Five Nights at School - Capítulo 41 - O passado e o futuro.

~Ponto de vista do Freddy~

 – Que tédio. – Meu irmão resmungou. Estávamos em nosso quarto conversando, Plush e Shaddy saíram juntos para divertirem-se pela cidade, restando apenas nós dois no quarto.

– Eu estou com fome. – Esfreguei minha mão na minha barriga. – O que faremos? – Perguntei preocupado, Golden ficou pensativo.

– Por que não fritamos batatas? – Golden perguntou sorrindo.

– Batata frita?! Amo! Minha comida favorita! – Abri a porta do quarto com toda a força do mundo. – Vamos! – Fui correndo até a cozinha, mas quando cheguei ao meu destino pude ver o Shadow Bonnie e o Toy Bonnie mexendo no fogão.

– Isso é ruim. – Golden percebeu o que se passava.

– Deixa comigo. – Falei calmamente e entrei na cozinha. – Liberam o fogão! Queremos fritar batatas! – Os dois olharam-me confusos.

– Nós chegamos aqui primeiro! – Toy Bonnie retrucou sério. – Só há um pequeno problema: não sabemos como usar isto. – Apontou para o fogão e forçou um sorriso. Isso que dá ter cozinheiros que fazem tudo por você, quando tem que fazer comida por conta própria não consegue.

– Com licença! – Empurrei os dois. – Deixem eu fazer minha refeição primeiro então! Golden, óleo! – Exclamei sério, meu irmão deu-me uma garrafa de óleo.

– Olha o gás! – A parede da cozinha simplesmente foi demolida, a poeira do chão levantou-se, dificultando minha visão.

– Não é possível! Eu só queria fritar batata. – Falei descontente, havia caído no chão por causa do susto. – Por que sempre tem que acontecer algo bizarro comigo? – Perguntei frustrado.

– Caras, a mãe de vocês está furiosa . – Era o Puppet, aquele personagens que todos amam. – Ela falou que vai deixar vocês de... – Interrompi sua fala.

– Imbecil, isso não justifica a parede quebrada! Por que fez isso? – Levantei-me rapidamente, peguei o óleo e coloquei na panela.

– Freddy, isto não é óleo! Desculpe! – Quando olhei para panela pude ver um líquido alaranjado.

– Suco de laranja? – Li o rótulo da embalagem.

– Eu fiquei desesperado quando me pediu para pegar o óleo! Acabei pegando a primeira garrafa amarelada. – Forçou um sorriso, suspirei com sua explicação.

– Esta garrafa é alaranjada. – Disse sério. – Tanto faz! Fodeu a panela! – Arremessei a garrafa de suco pela janela.

– Otários, também não sabem fazer nada no fogão aparentemente. – Toy Bonnie debochou.

– Vamos ver quem são os otários aqui, seu idiota! – Selecionei para a máquina voltar três minutos no tempo, mas o botão emperrou. – Vai logo! – Gritei desesperado, Golden começou a pressionar o botão diversas vezes.

– O que é isso? – Shadow Bonnie perguntou curioso.

– Interessa-te? – Perguntei irritado enquanto meu irmão tentava desemperrar o botão, mas a situação apenas piorava. – Golden, para! Vai quebrar mais ainda! – O botão desemperrou, mas Golden continuou apertando.

– Pare de apertar! Porra! A tela já está dizendo que iremos voltar ao tempo dos dinossauros! – Puppet exclamou desesperado, Golden finalmente parou.

– O que você disse? – Meu irmão perguntou confuso e, de repente, o clarão cegou-nos.

– Meus olhos! – Ouvi um grito do Puppet, em seguida, o barulho de algo afundando na água. – Socorro! Não sei nadar! – Quando recuperei minha visão, avistei Puppet afogando-se num lago.

– Onde estamos? – Golden perguntou confuso. Olhei ao meu redor e percebi que estávamos em um campo aberto rodeado de árvores.

– O Puppet, desgraça! – Gritei e lancei-me contra o lago, perdi alguns segundos procurando-o debaixo d’água, mas consegui achá-lo. – Peguei! – Agarrei o braço dele, essa era a vantagem de ter seus braços e pernas compridas.

– Vai, Freddy! – Golden incentivou-me a nadar mais rápido, tentava levar Puppet à terra firme.

– Meus braços! – Deitei o Puppet no chão assim que saí do lago. – Que azar! – Deitei-me ao lado dele, eu estava exausto.

– Espere. – Golden pressionou suas mãos contra o abdômen do Puppet, que cuspiu um monte de água. – Pronto. – Falou sorrindo, Puppet, lentamente, abriu os olhos.

– Eu morri? Estou no céu? – Puppet perguntou confuso.

– Não, mas a máquina do tempo sim! – Exclamei vendo que o botão superior (botão que confirma o comando de voltar ou saltar no tempo) havia caído da máquina. – Eu preciso consertar. – Comecei a tentar encaixar o botão.

– Eu só lembro de cair no lago e tentar, desesperadamente, voltar, mas, no final das contas, desmaiei tentando. – Puppet falou enquanto observava as nuvens no céu.

– É, o Freddy salvou-te e... – O chão começou a tremer. – Terremoto? – Golden perguntou caído no chão, eu ainda estava tentando encaixar o botão.

– Algo me diz que... – Puppet falou assustado, quando nos viramos vimos um enorme dinossauro, parecia ser um tiranossauro. – É A ERA DOS... – Golden colocou sua mão sobre a boca do Puppet.

– Não grita, caralho. – Golden sussurrou e escondeu-se numa grama alta, Puppet e eu fizemos o mesmo. – Freddy, arrume isto logo. – Enquanto eu tentava consertar o botão, Golden selecionava para saltarmos no tempo.

– Ele vai nos descobrir. – Puppet falou segurando o choro. – Eu não quero morrer assim. – Uma lágrima escorreu. – Esperem! Eu sou semi-imortal, mas vai doer muito! – Animou-se por um momento, mas voltou a chorar em seguida.

– Pare de chorar, idiota. – Golden murmurou.

– Isso se chama drama, babaca! – Puppet retrucou, os dois ficaram em silêncio.

– Encaixei! – Gritei animado, olhei para eles e percebi que o dinossauro estava encarando-nos. – Fodeu. – Falei assustado e apertei o botão diversas vezes.

– Vai afundar o botão novamente, caralho! – Golden gritou e saiu correndo.

– É um burro mesmo! – Nós três corríamos enquanto esperávamos que a máquina respondesse ao comando.

– Eu... – Um clarão cegou-me, tropecei em alguma coisa e caí no chão. – Ai! – Gritei.

– O que é isso que eu caí? Um buraco? – Golden perguntou perplexo, minha visão ainda estava recuperando-se.

Após alguns segundos com a visão embaçada, ela recuperou-se. Pude ver uma cidade pegando fogo, estava totalmente devastada!

– É uma cratera! – Nós três tínhamos caído numa cratera que se localizava no meio da rua.

– Que desgraça aconteceu aqui? Parece um mundo pós-apocalíptico! – Puppet perguntou assustado, resolvi ver a data em que estávamos.

– Dois mil e vinte. – Vi os números na tela da máquina. – Esperem! Dois mil e vinte?! – Gritamos juntos.

– Isso é daqui três meses então? – Puppet perguntou em choque.

– Ou quinze meses! Pode acontecer em dezembro do ano que vem! – Golden falou enquanto saíamos da cratera, havia diversas casas e prédios pegando fogo. Estava tudo em ruínas! – Eu realmente gostaria de saber o que houve. – Falou preocupado.

– Querendo ou não, saberemos em breve. – Falei assustado. – Bizarro.

– Vamos ver como está a mansão? – Meu irmão sugeriu, Puppet e eu assentimos. No caminho até a mansão, pudemos ver várias paredes demolidas e quebradas no chão, além de, obviamente, fogo nas moradias.

– Caralho! Aqui tem a maior cratera! – Assim que chegamos à mansão, Puppet comentou o fato de haver uma cratera de, aproximadamente, trezentos metros no chão.

– Estou ficando com medo. – Golden falou trêmulo.

– Essa é a primeira vez que vejo um céu vermelho com nuvens pretas. – Olhei para o céu. – Parece que Satanás tornou-se prefeito desta cidade. – Observei a cidade novamente, até o horizonte estava destruído. Não havia nenhuma casa intacta!

– Não vejo pessoas na rua. – Puppet comentou. – Parece que somos as únicas pessoas vivas por aqui. – Disse assustado. – Além do mais, este lugar me dá calafrios.

– Melhor voltarmos ao dia que estávamos. – Golden falou e eu assenti, selecionei para voltarmos ao ano de dois mil e dezenove.

– Bem, iremos ter que encarar as consequências futuramente. – Falei sério e apertei o botão, o clarão de luz cegou-nos como de costume.

– De novo! Não aguento mais essa luz! – Puppet exclamou irritado.

– Espera! Estamos em nosso quarto? – Perguntei confuso, estávamos realmente no meu quarto. – Enfim, vocês dois, não contem isso a ninguém! Não queremos causar pânico nas pessoas, sinto que eles espalharão isso para o mundo inteiro! – Exclamei. – Podem até acreditar na gente pois temos a máquina do tempo, mas ainda acho que alguns seres não acreditarão em nossa palavra. – Falei sério.

– Então não é para contarmos? – Puppet perguntou desconfiado.

– Isso! – Respondi.

– Tudo bem. – Puppet abriu um largo sorriso.

– Ótimo. – Golden disse.

– Agora vamos fritar batatas! – Disse animado e saí do quarto.


Notas Finais


Opinião do capítulo 41: eeh, era um capítulo substituto, pensei bem rápido no contexto dele e, como outros vários, poderia dar facilmente 5000 palavras, na época, além de eu estar na pressa, eu não conseguia desenvolver 100% uma ideia. Dava pra fazer uma fanfic inteira só com viagens no tempo... seria legal... quem sabe no futuro?

Pergunta do capítulo (TO SEM CRIATIVIDADED KJAEKDS DSCP):
Vocês tem bichinho de estimação? Se sim, quais?


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