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História Five ways to find out if she likes me - Capítulo 17


Escrita por: e Diamonds_Proj


Notas do Autor


HEEEEEEEEEEY EVERYBODYYYYYYYY
Sentiram saudades? Eu sim. Hehe.
Mano, eu tô tão feliz, depois de um tempão sem putaria nessa merda, finalmente uma gota de criatividade brotou no meu cérebro. Isso merece ser comemorado, churrasco na minha casa domingo. Ah é verdade, não vai dar. CORONGAVIRUS impede esse evento KKK
Ah falando no Tio Coronga, graças a ele tô sem aula durante quinze dias MAS VAI TER CAPÍTULO MAIS RÁPIDO!!!! hehe. Ou não, porque sou mó preguiçosa.
QUEM AI TÁ EMPOLGADO PRA FESTINHA DA CONNIE? Euuuuuu.

Capítulo 17 - It's almost all ready.


Fanfic / Fanfiction Five ways to find out if she likes me - Capítulo 17 - It's almost all ready.

Chapter sixteen:

It's almost all ready.


Connie Maheswaran

No momento, eu estava me preparando para sair de casa.

Faltava apenas 24 horas para a minha festa de aniversário (atrasada). Eu estava tão empolgada que quase esqueci o que tinha que fazer. Ah sim, me lembrei.

Ontem havia combinado com o Steven de finalizarmos os preparativos da festa, ele concordou numa boa, dizendo que ia me ajudar sim.

Assim que terminei de arrumar o cabelo, calcei os sapatos e desci as escadas rapidamente, quase caindo quando vi minha mãe.

— Não está se esquecendo de nada? — Ela arqueou as sombrancelhas, escondendo algo atrás de si.

— Bom, eu acho que não.

— A lista do que tem que fazer hoje. — Ela me entregou um pequeno papel acompanhado de uma caneta azul.

— Ai minha nossa! Eu estava esquecendo da coisa mais importante! Valeu mãe, não sei o que seria de mim sem você. — Beijei sua bochecha, saindo de casa. Lá fora, o dondai de Steven aguardava próximo a calçada. Entrei no carro, super ansiosa.

— Oi Steven! — Fechei a porta do carro e abracei ele.

— Oi Connie. — Ele se assustou com o ação repentina.

— Como sempre sou ignorada. — Uma voz sarcástica pode ser ouvida vinda do banco de trás do carro.

— Amy? — Não esperava que a gem estivesse ali.

— Olha, a Amy insistiu em vir junto, eu disse que você não ia gostar e tal, mas ela ignorou. — Steven ligou o carro dando partida.

— Claro que não. Tudo bem a Amy vir junto. — Coloquei o cinto de segurança, enquanto me direcionava a Ametista pelo retrovisor. — Vai ser bom que ela me ajuda com o vestido que vou usar na festa.

— Eita, acho que devia ter ficado em casa. — Ametista falou, também colocando o cinto.

— Bom Connie, o que vamos fazer hoje? — Steven perguntou, parando o carro no sinal de trânsito.

— Deixa eu ver na minha lista... — Peguei o pequeno papel que estava no meu bolso, onde havia anotado as principais coisas que precisava fazer. — Primeiro nos vamos ver se as comidas estão prontas.

— Hum falou em comida eu já me animo! — Amy disse, se empolgando. — Steven, coloca uma música ai!

Steven então esticou o braço e ligou o som do carro. Onde estava tocando Pillowtalk, na rádio local.

Aah! — Um gritinho estérico foi reproduzido pela quartzo, que começou a movimentar os braços. Um tipo de dança contagiante. — Eu adoro essa música! Vocês já escutaram?

— Por acaso é aquela que... Fala sobre batatas? — Steven deu partida no carro assim que o sinal ficou verde.

— Que batatas o que, criatura! — Ametista revirou os olhos. — Essa música é bem mais intensa que isso.

Comecei a prestar atenção na música e me recordei que já tinha ouvido ela em algum lugar.

— Eu já escutei essa música! — Não sei por que gritei.

— Sério Connie? Que foda! Vai canta comigo! — Ametista ficou ainda mais exultante. — Climb on board, we'll go slow and high tempo, vai sua vez!

— Light and dark, hold me hard and mellow, i'm seeing the pain, seeing the pleasure.

Nobody but you, 'body but me, 'body but us, bodies together, i'd love to hold you close, tonight and always... i'd love to wake up next to you! Vai Connie, nós duas juntas! Canta também Steven!

— Se eu pelo menos soubesse a letra...

— Claro que sabe a letra dessa música, você sempre escutava quando estava triste sem a Connie. — Amy revelou, olhei para Steven e vi o seu rosto inteiro ficar vermelho.

— Err... Eu... Precisava escutar algo novo... Não tem nada a haver com você, Connie. Nada a haver. — Steven gaguejou, me olhando envergonhado.

— Tá chegando na melhor parte! Os dois cantem juntos! AGORA!

— So we'll piss off the neighbours, in the place that feels the tears, the place to lose your fears! — Steven então começou a me acompanhar. Fazia um tempo que eu não escutava a voz dele, ele canta tão bem.

Yeah, reckless behavior.

Nossa ele cantou de um jeito tão sexy...

— A place that is so pure, so dirty and raw — Enquanto cantávamos, Ametista observava tudo admirada. — Be in the bed all day, bed all day, bed all day...

— Fucking in and fighting on!!!! — Amy se juntou a nós, três malucos cantando uma música safada dentro de um carro.

...

— Pode parar aqui Steven. — Steven estacionou o carro ao lado da calçada próximo a uma casa vermelha.

Desci do carro, acompanhada por Steven e Ametista.

— É aqui que você encomendou todos as comidas da festa? — Ametista questionou, apalpando a grama verde com suas botas brancas.

— Acertou Ametista. A mãe de uma amiga minha do acampamento espacial encomenda bolos, doces e bebidas. Falei com a Julie e ela disse que a mãe dela adoraria fazer isso por mim. — Comentei, enquanto me preparava para tocar a campainha.

Segundos depois, uma garota de cabelos loiros surgiu na porta, sorridente ao me ver.

— Connie! — Julie pulou em meus braços, apertando meu corpo num abraço. — Que bom que veio.

— Calma Ju. — Me separei do enlace, meio desnorteada. — Parece que não nos vemos há anos.

— Ah me desculpa, é que você é tão legal que ficar sem te ver é uma tortura. — Mostrou os dentes esbranquiçados, enquanto observava os seres atrás de mim, paralisados.

— Concordo plenamente com você. — Steven se pronunciou, sem ter uma noção mínima do que havia dito.

— Oh, esse é o Steven Universe? Ou em outras palavras o amor da vida da minha amiga?

— Julie!

— Prazer, sou Juliane. Meu apelido é Julie, mas só os mais íntimos me chama de Ju. — Ela me ignorou, se aproximando do Steven. — Você é tão incrível, todo mundo fala de você aqui em Empire City.

— Sério? Fico feliz. — Julie estendeu a mão, para um aperto entre ela e Steven.

— E essa coisinha fofa é uma gem? — Se aproximou de Ametista, abaixando-se.

— Coisinha fofa não, Julie. Essa é Ametista.

— Prazer Ametista. — Ela estendeu a mão para Amy também. — Sabia que você é a minha Crystal Gem favorita?

— Claro todo mundo me ama.

— Convencida. — Julie voltou a ficar perto de mim. — Então, não querem entrar?

— Eu gostaria Ju, mas só vim mesmo saber se as comidas já estão prontas.

— Ah sim, minha mãe está quase terminando o seu bolo de aniversário.

— Jura? Deixa eu ver, deixa eu ver. — Implorei, recebendo um não da loira.

— Connie, claro que não. Falta apenas um dia pra sua festa, quieta esse fogo no rabo.

— Ah é assim? Também não arrumo garoto pra você na festa! — Chantagiei Juliane, que bufou em resposta.

— Quem disse que eu preciso? Hum.

— Sei...

— Ah brincadeira amiga. — Julie me abraçou novamente.

— Te vejo na festa amanhã?

— Não perco por nada, fofa. Sua festa vai ser um arraso! — Ela saltitou de alegria, enquanto me afastava indo em direção ao dondai.

— Tchau Julie, adorei te conhecer. — Steven se despediu, entrando no carro.

...

Steven Universe

Até que a amiga da Connie é legal.

Connie me disse que assim que saiu do acampamento espacial tinha feito alguns amigos, não sabia que um deles incluía a Juliane. Por que ela não fez questão de dizer os nomes, mas a Julie me parece gente boa e deixa a Connie bem feliz. Isso me deixa feliz também.

Já se passava das três da tarde quando ainda estávamos rodando por Empire City.

Connie tinha acabado de ligar para o Creme Azedo confirmando que ele seria o DJ da festa dela.

— Finalmente chegamos a última tarefa de hoje: roupas e sapatos. — Connie riscou as outras duas tarefas da lista, encarando a letra cursiva feita a caneta no papel. — Steven essa vai ser a tarefa mais demorada de hoje, preciso que seja compreensivo e aguarde um pouco.

— Claro Connie, você sabe que eu sou super paciente. Só não sei a Ametista, ela perde o controle as vezes.

— Tudo bem, se eu perceber que estou atrasando demais, escolho o vestido logo e a gente vai embora. Minha mãe ne deu o prazo de chegar em casa até as oito. Ela disse que Empire City é uma cidade perigosa e tal, que ficar transitando durante a noite é arriscado.

...

— Ah que droga! — Ametista gritou para o teto da terceira loja que tínhamos entrado naquela tarde. — Por que a Connie tá demorando tanto?

— Ametista! — Olhei, a repreendendo. — As mulheres gostam de vestir aquilo que as faz se sentir bem. Talvez tudo que a Connie experimentou até agora não tenha agradado ela totalmente.

— Por que os humanos simplesmente não pensam naquilo que desejam e se transformam na roupa? Seria bem mais fácil.

— Talvez por que os humanos não possuem pedras preciosas localizadas em alguma parte do seu corpo? — Disse, sarcástico. — Olha Amy, eu prometi a Connie que seria paciente caso ela demorasse demais. Isso inclui você também ok?

— Ah tá bom, tá bom. Vou tentar esperar mais um pouco.

Sentado no banco próximo ao vestiário, observei Connie se aproximar mais uma vez com dois vestidos sobre seus braços, prestes a entrar em um dos provadores.

— Ah gente, eu preciso escolher logo... — Ela pareceu preocupada. — Vou vestir os dois e mostrar pra vocês, quero saber suas opiniões.

— Claro Connie, pode vestir. Vamos esperar.

Ela entrou no provador e outro suspiro longo foi solto por Ametista.

— Ah... Ela sempre pede nossa opinião mas nunca se importa.

— Ela se importa sim, só não concorda. Estamos sendo falsos, ela já provou cinco vestidos e sempre que pergunta nossa opinião falamos que ela está linda e que aquele é o perfeito. O problema é que ela tem seu gosto, diferente do nosso.

— Caguei pra isso. — Amy jogou a franja do cabelo violeta para trás. — E se a gente animasse isso?

— Como assim animar?

— Steven, desde o suco de laranja você e a Connie não estão mais safados como antes. Isso está sem graça.

— Ótimo, lá vem você falar de putaria.

— Não é putaria, só quero que você e a Connie voltem a ser cínicos um com o outro.

— O que tem em mente?

Espera, acho que estou me interessando fácil por isso.

— Que bom que perguntou. — Ela sorriu, sacana. — Se você entrasse no provador junto com a Connie?

— Quer que eu entre no provador? Tá louca?

— Por favor Steven! A morena tá lá sozinha, precisa que alguém ajude-a a se vestir.

— Eu não vou fazer isso.

— Vou contar pra Connie que você batia punheta pensando nela.

— Tá, tá eu faço. Também não precisa agredir.

Me levantei do banco indo em direção ao vestuário, sem bater na porta eu entrei, ah estava no paraíso de novo.

Connie olhava algo atentamente em seu vestido e assim que levantou o olhar para o espelho do provador me viu atrás dela, suando frio.

— Steven?! — Se virou para mim, rapidamente. — O que faz aqui?

— Ametista quer que eu... Fique com você.

— Você já está comigo, Steven.

— Não nesse sentido Nini, no outro. Ela quer que eu.. transe com você.

— No vestiário de uma loja?! — Connie se chocou com a última frase, mudando sua expressão. — Ah.. Se você quer assim, vai Universe, sou toda sua. — Ela tirou o vestido ficando apenas de calcinha e sutiã em minha frente. Ai meu deus! O que eu faço?

— Não Connie! Não mesmo! — Me abaixei para pegar o vestido, cobrindo o corpo da morena novamente. — Não quero fazer isso com você, não dessa maneira. Seria impuro. Quer saber, eu vou embora. — Já ia tocando na maçaneta da porta, quando a Maheswaran me impediu.

— Antes de ir Steven, será que pode fechar o zíper do meu vestido aqui atrás. Eu não alcanço com a mão.

— Tudo bem. — Me aproximei das suas costas, pegando no zíper do vestido branco. Se eu fechasse o zíper ficaria sem aquela visão maravilhosa das costas morenas da Connie, ah eu tento me controlar mas é tão difícil. — Desculpa Connie... — Disse próximo ao seu ouvido. Logo depois, tirei o vestido, jogando no chão. Minha mão se direcionou lépida a calcinha da Connie, enfiei a mão lá dentro e com apenas o meu dedo indicador penetrei a morena, que gemeu baixinho com a ação.

Steven... — Ela sentiu meu dedo lá dentro e se esforçou para falar. — Porque faz isso comigo?

— Eu tento me controlar, mas você é tão sexy...

Aah — Ela gemeu um pouco mais alto, me excitando. — Steven... Isso não era errado?

— Errado seria eu te fuder forte contra essa parede.

— Dá na mesma... ah... Você tá enfiando seu dedo dentro de mim.

— Estou te poupando de um prazer maravilhoso, Nini.

Ah... Eu acho que eu vou... — Ela segurou forte no meu braço direito, procurando apoio.

— STEVEN! — Ametista bateu na porta desesperada. — Sai logo dai, a mãe da Connie acabou de chegar na recepção da loja!

— Mãe? — Retirei lentamente o dedo de dentro da morena, vendo a mesma choramingar.

— A sua mãe acabou de chegar na loja. Preciso ir.

— Sério? Tava tão bom... — Ela me olhou piedosa.

Beijei a bochecha dela e sussurrei em seu ouvido:

— Eu sei.. Mas preciso ir... — Sai do vestuário, onde encontrei Ametista sentada na cadeira e na recepção a Sra. Maheswaran se aproximando.

— Steven, seu maluco. — Ametista sussurrou, assim que sentei na cadeira. — O que você fez lá dentro?

— Ajudei a Connie a se vestir. — Menti.

— Sei... Fala a verdade.

— Enfiei um dedo nela. — Ametista deu um soco no meu ombro logo em seguida.

— Cara isso é errado!

— Desculpa eu não consegui resistir.

— Tá fica quieto que a mãe da Connie tá vindo.

— Olá! — A mulher saudou. — Onde a Connie está?

— No vestiário. — Respondi, no fundo eu estava me sentindo culpado. Mas, a Connie tinha gostado, ela até pediu por mais.

Priyanka olhou para a porta sendo aberta logo em seguida. Connie estava vestida com o vestido branco de antes, com um sorriso nos lábios.

— Então o que acharam? — Fechou a face, ao ver a postura feminina, estática próximo à mim. — Mamãe?

— Oi filha, desculpa não ter avisado que iria vir. Você demorou tanto que isso acabou sendo necessário. — Priyanka observou a vestimenta da filha, balançando a cabeça negativamente. — Meu deus, isso está horrível. Ainda bem que eu vim a tempo de você comprar isso.

— Mas mãe, eu gostei. — Connie retrucou. — Steven e Ametista também. Não é?

— Claro Connie, tá lindo! — Ametista hesitou em dizer, com medo da mãe da Connie. — Né Steven?

— Claro que está. Tá incrível Connie, na verdade qualquer coisa fica incrível em você, até você nua fica incrível. — Deixa eu deixar claro que sussurrei isso no ouvido dela.

— Sinto muito, mas o meu gosto é diferente do de vocês. Connie tire esse vestido, vamos procurar outro. Que tal um vermelho? Já lhe disse que branco não combina com o seu tom de pele.

— Ah tá! — Connie fechou a porta, irritada.

— Desculpem pela Connie, ela anda estressada ultimamente. Steven muito obrigado por ter ajudado ela com os últimos preparativos. Recomendo que vão embora, precisam descansar pra festa amanhã.

— Sim Sra. Maheswaran. Sabe, eu encontrei esse vestido vermelho ali, sei que vai ficar lindo na Connie. — Entreguei o vestido para minha futura sogra, quer dizer, pra Priyanka.

— Interessante. Vou mostrar pra ela. Até mais. — Ela pegou o vestido, se despedindo.

— Tchau. — Eu e Amy saímos da loja, entrando no carro.

...

— Steven você tá bem? — Ametista me olhou, preocupada.

— Não muito. Ah... Eu não sei o que fazer pra pedir a Connie em namoro.

— Você quer pedi-lá em namoro! Aaaah! Vou surtar!!

— É Amy, eu quero sim. Desde que voltamos a nos ver eu tô pensando nessa possibilidade.

— Então coloca em prática.

— Eu tenho medo.

— Ah pelo amor de White diamond! Faz o seguinte. Deixa eu te ajudar.

— Você sabe a merda que deu quando você tentou me ajudar com as cinco maneiras?

— Ah mas foi tão legal! Por favor!

— ...Ok, Ametista. O que tem em mente?

— Ainda não sei, mas uma coisa eu te prometo: essa vai ser a melhor festa de aniversário da Connie... E minha melhor vigarice hehe.


Notas Finais


PILLOWTALK É MUITO BOMMMM!

PORRA STEVEN, seu filho da vaca rosa, dentro do vestiário de uma loja, que falta de vergonha. mano, esse dois são muitos gostosos juntos hehehehehehe

o que a Amy está aprontando? Teorias nos comentários eu quero muito ler. Hehe

vou tirar um cochilo, adeus.


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