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História Five ways to find out if she likes me - Capítulo 25


Escrita por: e Diamonds_Proj


Notas do Autor


SE VOCÊ QUER SORRIR É A COM SABRIX, SE VOCÊ QUER BRINCAR É SÓ IR CAGAR
SE VOCÊ QUER SORRIR E BRINCAR É SÓ COMENTAR, SE VOCÊ QUER SORRIR E BRINCAR É SÓ LER ESSA PORRA AQUI AAA
olá e desculpe, eu me exaltei um pouco. patati e patata fez minha infância e, eu sou mó retardada.
o capítulo de hoje é definido por uma palavra só: HILÁRIO!!!

Capítulo 25 - Way 3: prevention.


Fanfic / Fanfiction Five ways to find out if she likes me - Capítulo 25 - Way 3: prevention.

Chapter twenty four:

Way 3: prevention by garnet.


Steven Universe

— Porquê me seguiu até a casa da Connie? Aconteceu algo?

— Está tudo ótimo comigo e com elas. — Se referiu a Pérola e Amy. — O que me preocupa é você. Pérola enlouqueceu ao saber sobre você buscando ajuda a respeito de problemas sexuais com a Ametista. E convenhamos, eu também não confio na Pérola. — Garnet comentou, concentrada na estrada à sua frente. As mãos grossas agarravam com força o volante do automóvel e em nenhum momento os olhos por detrás dos óculos me encararam.

Eu achei estranho seu comentário. Ouvir Garnet dizendo que não confiava em Pérola me deixou intrigado, mas ela tinha seus motivos; a esbranquiçada já usou a fusão para seu bem próprio e ainda escondeu um segredo importantíssimo para o futuro do casal que compõe a fusão por muito tempo. Na minha opinião, esses motivos já bastavam.

— Não concordo com os ensinamentos da Pérola e creio que Bismuto e Lápis também não. — Continuou, me olhando brevemente. — Por isso, decidi que vou ensiná-lo também, por mais que seja apenas uma maneira rápida.

— Vai me ensinar sobre sexo também?

— O assunto é delicado e achei que um casal poderia saber mais do que uma gem que fica vendo pornô e outra que carrega um trauma envolvendo sexo. — Ela disse e percebi que o carro estava perdendo força. Estávamos parando em cima de uma colina, com uma vista incrível para Beach City inteira. — Mas se você aceitar, é claro.

— Eu... Aceito. — Minha voz tremulou por um instante e hesitei em aceitar, mas o fiz.

Garnet agarrou a maçaneta da porta do carro e me olhou rápido, antes de sair dali.

— Vamos nos sentar ali.

Saí do carro junto com a fusão bicolor. Garnet se sentou na beirada da colina e apalpou a grama fofinha; uma menção para sentar-me ao seu lado.

— E então... — Criei um assunto, para que não mergulhasse num silêncio mortal com ela. — Qual será a maneira?

— Sei que tem problemas com sexo e tem medo de fazer errado. Mas não vou focar a minha única aula com você nisso. Quando os humanos fazem sexo eles se preocupam além do normal - pelo menos os mais responsáveis - numa questão bem importante: prevenção. Existem doenças sexualmente transmissíveis, sem contar o fato que se não usar o preservativo, pode acabar indo em direção à uma maternidade.

— Porquê me sinto numa aula da Sunstone?— Questionei e Garnet sorriu.

— Talvez por quê ela é responsável, assim como você deve ser Steven.

— Devo usar o preservativo quando transar com a Connie?

— Exatamente.

— Ah isso é besteira. — Dei os ombros e Garnet me olhou indignada.

— Tem certeza? Vou te dizer se é besteira ou não. Quando transar com a Connie e não usar a camisinha, é isso que eu vejo no seu futuro...

...

“Aaaaaaaaaaa” o bebê chorou pela trigésima vez, arrebentando os ouvidos dos adultos sentados ao sofá.

“Não me olhe assim Steven. Você vai limpar o côco daquela criança” A garota morena advertiu, olhando fixamente no garoto que se escondia entre os travesseiros, na intenção de sumir do recinto.

“Eu não quero limpar côco. É fedido!” Steven comentou, mostrando o rosto no meio das almofadas.

“Você faz côco idiota!” Connie deu um leve tapa na nuca do Universe, o fazendo gemer.

“E você também. Ou seja, você também pode ir limpar o côco ou sei lá o que, a Spinel fez na fralda” Steven sentou-se no sofá, coçando os cabelos escuros no topo da cabeça; a mesma latejava de dor pelo barulho feito pela criança.

“Eu não vou lavar a bunda da Spinel de novo. Agora você vai pegar ela, levá-lá ao banheiro e trocar a fralda, antes que eu me irrite e faça uma besteira...” A voz de Connie se elevou e Steven soube que a morena logo soltaria fogo pelas narinas. Sem hesitar outra vez, o garoto que havia se tornado pai há dois meses, levantou-se do sofá e foi em direção ao bebê, que por ironia do destino, fechou a boca quando viu o pai se aproximando.

“Papai... bunda suja” a garotinha de cabelos magenta resmungou, levando os braços ao alto, assim que Steven a pegou no colo.

“Eu sei, eu sei pequena. Sua mãe me obrigou a te limpar” Comentou olhando para a bebezinha, que sorriu.

“se ferrou...pa-papai” Spinel falou com certa dificuldade, por pronunciar palavras nunca ditas antes.

“Obrigado por ser tão compreensiva Spinel” O Universe proferiu, sarcástico.

“de nada, retardado” a garotinha de rabo de cavalo murmurou, com medo do mais alto ouvi-lá.

Steven colocou Spinel calmamente sobre a pia do banheiro e começou a despi-lá, e logo a pequena estava nua, apenas esperando sua bunda ser livrada daquele cheiro horrível.

“Bem que você poderia parar de cagar toda vez que eu quero transar com a mamãe” Steven disse e Spinel fez uma cara ruim.

“por quê eu pararia? pra escutar os gemidos repetitivos da mamãe ou aguardar a chegada de um irmãozinho?” Spinel retrucou, observando Steven abrir a torneira da banheira.

“ah sei lá, você só precisava ficar quieta e limpa Spinel!” Steven se irritou, olhando bravo para a garota.

“você devia ter pensado nisso há um ano, quando engravidou a mamãe por ter se recusado a usar camisinha!” Spinel também se irritou, subindo seu tom de voz.

“oh deus... o que eu fiz pra merecer isso?! eu só queria transar, não ter uma filha que parece um filhote de cruz credo” O garoto se jogou ao chão, lamentando-se.

“cruz credo é minha mão na sua cara, retardado! sente o cheiro do meu xixi!” Spinel apontou sua genital para o garoto, depositando todo o líquido nele.

“AAAAA” Tentou escapar do líquido, todavia foi inútil. “Por quê eu não ouvi a Garnet, que porra! ESSA MERDA É NOGENTA, SPINEL!”

“porquê o meu pai tinha que ser esse maluco?” Spinel perguntou a si mesma, observando um garoto todo molhado de xixi.

...

Tempo atual.

— Meu deus Garnet! — Exclamei, assustado pela visão proferida pela fusão. — Pensando bem, acho que vou usar camisinha sim. Não 'tô afim de ter uma Spinel como filha... Espera ai, por que a Spinel é minha filha?

— Não sei... Só sei que é engraçado imaginar você e a Connie pais da Spinel. — Gargalhou. — Sabe, meu tempo aqui acabou. Mas antes quero te mostrar uma outra visão que tive.

— E que visão seria essa? — Perguntei, receoso.

— Segure seus braços e prepare a garganta.

— Porque exatamente?

— Porquê você vai gritar muito Steven. — E então Garnet me empurrou da colina, que só fui perceber depois, que era uma penhasco que dava acesso a Little Homeworld. — AAAAAAAA SOCORRO! — Gritei enquanto caía rapidamente, em rumo ao chão da cidade das gems.

Me vi encurralado e tudo indicava que a morte ia me levar. Ô se ia. Porém, algo ou melhor, alguém me segurou. Os braços fortes e musculosos enrolados ao redor do meu corpinho espremido e trêmulo.

Devo minha vida a essa pessoa, literalmente. Mas antes deixa eu recuperar o fôlego.


Notas Finais


baby spinel = tudo pra mim.


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