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História Five Years After Freddy's (FNAF) - Capítulo 2


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Notas do Autor


mais um capítulo, fiquem ligados ;)

Capítulo 2 - Contra-Corrente


Fanfic / Fanfiction Five Years After Freddy's (FNAF) - Capítulo 2 - Contra-Corrente


O buraco indicava uma única coisa a seus olhos, liberdade, a criatura esverdeada queria respostas das quais não conseguiu ali dentro, portanto sua primeira reação foi seguir a outra criatura esverdeada que abriu o buraco, mas isso se tornou impossível pois a criatura havia sumido logo depois de sair, o que deixou uma criatura muito confusa

"Yarrrr, ele não foi longe" Esta criatura foi seguindo tudo que conseguia encontrar com a cor verde, uma árvore, um arbusto, e então se viu em meio a uma floresta

Enquanto andava por estas terras desconhecidas, um barulho nas copas das árvores o deixa em modo de alerta, mudando as cores de seus olhos, ele abaixa o tapa-olho com o gancho 

"Eu tenho uma mão de pirata e não tenho medo de usar-" A criatura para ver um olho entre as folhas, o que causa uma reação de medo e urgência

A criatura corre o mais rápido que pode para fora da floresta, ouvindo os passos e barulhos de folhas de seja la o que seguia com tanta velocidade, a criatura em si não era lenta, mas também não era rápida o bastante pra correr mais rápido, sua esperança estava no limite quando as árvores acabaram, os troncos revelaram uma paisagem praiana de litoral, a criatura se encontrava em um precipício extremamente alto, encarando o mar da praia a vários metros abaixo, na beirada, e sem saída

"Não.....Eu não vou morrer aqui" Uma imagem de um homem segurando uma faca e encurralando uma criança aparece em sua cabeça, este ser se desequilibra, o seu perseguidor sai das árvores prestes a agarra-lo, mas não consegue, a criatura cai de pelo menos três dezenas de metros, sendo engolido por uma onda que provavelmente o destruiria e arruinaria suas peças

"..........Não" O perseguidor olha pra baixo esperando algo, como não vê nada sair da água além de crianças, decide apenas descer até la embaixo, escalando o precipício como uma aranha, sua mente presa em dois nomes bem similares, Mingle e Monxy

Embaixo das águas, um ser composto de resíduos, metal, e claro, defeitos de fabricação, se encontra afundando a vários níveis por segundo, não mostrando sinal de vida, até que seu olho se abre, seu metal é revestido por uma substância ou material impermeável, impedindo que água o arruinasse, uma ideia surge na cabeça do ser, ele tenta nadar com sua mão e gancho de metal, falhando por ser muito pesado

"Eu não posso....Não vou morrer aqui" Sua voz abafada pela substância ou material implora a si mesmo por ajuda "NÃO ANTES DE DOMINAR TODO O AZUL" 

Uma memória de um menino ruivo brincando com seus pais na praia veem a sua mente, e logo depois uma deste mesmo garoto se afogando, a criatura sente uma parte sua se movendo la embaixo, suas patas metálicas por baixo, pedaços de plástico tornam suas patas em uma espécie de pé de pato, enquanto na sola ele sentia algo girando, não sabendo que se tratavam de hélices de motores aquáticos, seu corpo de metal pesado não demorou muito para subir a superfície

"YARRRR HARRR" O ser anuncia, em sua visão este havia saltado de forma épica pra fora, igual a criança ruiva usando pés de patos e seguída de um salva-vidas, mas a verdade era que este tinha saído igual um tubarão, o gancho aparecendo e assustando banhistas, então quando este saiu da água por completo, todos começaram a sair correndo "P-P-Por que correm?? Venham nadar marujos, a água está ótima"

Nem o próprio ser sabia o por que falava essas frases, mas nem se importava, seu corpo metálico sobreviveu o afogamento e ele é imune a maior fraqueza do metal, água, então faíscas de felicidade saiam de seu endo-esqueleto enquanto ele saboreava sua vitória sobre um dos maiores perigos que já encarou

"....Monxy, da pra parar? Você ta com cara de estúpido" Uma voz feminina chama

"Huh? Quem-" A criatura nota outra, rosa e vermelha, ela também tinha um rosto parecido com o seu, mas algo era diferente, ela tinha um braço nas costas "Quem é você?"

"Mingle, e você é Monxy......Meu irmão gêmeo?"

"O que é um irmão gêmeo? Eu só tenho as águas de amigos, você devia ir embora antes que aquela coisa que me seguiu te encontre"

"Eu era a coisa que te seguiu.......E você também é uma coisa, você esta tendo aquelas memórias também?"

"Do garoto ruivo?" Monxy se vira, encarando-a

"Da albina" Ela se aproxima

"Não faço a mínima ideia de quem essa seja, mas não deve ser importante, agora por que não vai embora?"

"Por que não posso te deixar sozinho" Ela pega a mão de Monxy, ele levanta o gancho e coloca no pescoço metálico da raposa

"Você pode e vai, ou te faço andar na prancha, esse é meu território-"

"MONXY ACORDA!!! Somos humanos, não animais ou piratas! Você saiu rápido demais e ninguém te explicou nada, você não é uma maquina, não devia ser, nenhum de nós devíamos.....E o pior de tudo é que eu não tenho memórias de nada antes disso"

"Escuta aqui!.......Eu sou sim um pirata, é tudo que eu sei, e dai que já fomos de carne e osso? Não somos, e eu-" Mingle o puxa antes que ele se afastasse, interrompendo seu monólogo

"Não! Você me escuta, assustou todas aquelas pessoas com essa sua cara de maquina viva, escuta, não sei se notou, mas não somos normais pra essas pessoas, elas tem tanto medo de você quanto de um tubarão, e todos atacam o que tem medo, ou correm que nem você" Ela ri de canto, olhando preocupada para seu irmão gêmeo

"Eu estou bem, vou ficar bem, e se alguém quiser me derrubar, vão ter que tentar muito, a água é meu território, eu não vou ser parado tão fácil, e se me temem? Muito bom, esses seres de carne são peixe no meu-" Monxy para vendo a cara de Mingle, abaixando a cabeça e dando meia volta, se afastando aos poucos "Mas por outro lado, eu não posso deixar uma garotinha indefesa que acha que é minha irmã por ai sozinha"

"Então você vem?" Mingle se vira surpresa

".........Não, vou guiar você até onde precisa voltar e depois seguímos caminhos diferentes, meu lugar não é andando, é nadando" Mingle o da um tapa no rosto, amassando seu focinho de metal "AAAARGH!! Isso dói pra sua-"

"Eu sei que dói, eu bati em vários galhos e furei essa......Pele de animal que esconde o que somos" Ela puxa Monxy pelo gancho usando o braço em suas costas, ele tenta resistir mas é surpreendentemente arrastado, talvez por ser mais leve, talvez porque se deixou ser arrastado "Vamos, temos que nós esconder"

Mingle o leva pra longe da praia bem na hora que barcos da marinha costeira chegam em volta, encontrando pegadas especificamente grandes de patas de animais bem pesadas, algumas delas tinham o formato de uma hélice no meio, o que confirma algumas suspeitas sobre o trote de um tubarão diferenciado que falava

"Acho que estamos bem aqui......Então, como sabe de tanta coisa sobre nós?" Monxy pergunta, sentado em uma cadeira de madeira dentro do que parecia um bar abandonado, ele tenta beber um whiskey mas o liquido passa direto pelo seu corpo "Mexilhões"

"Por causa disso" Mingle, pendurada no teto usando seus 5 membros para não cair, lança um livro na mesa para Monxy, ele o abre com o gancho, observando a primeira página "Esse é o diário de William Afton, seja la quem ele é, ele criou todos nós, e por algum motivo ele precisou de crianças ou outras maquinas pra isso, ai tem vários experimentos que ele anotou, eu li os meus, sou como uma aranha, eu escalo bem rápido, você foi feito pra nadar mesmo, imune a ferrugem do ar e da água, turbinas nos pés-"

"Chato! Eu não ligo, eu quero saber como passamos de carne pra metal" Monxy joga o livro de volta a Mingle, parecendo chateado "Até la, eu....Eu vou....Eu não sei" 

A raposa esverdeada observa de uma janela do bar abandonado as ondas, enquanto Mingle continua lendo o diário

 


Notas Finais


E mais um capítulo feito, fiquem ligados ;)


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