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História Fix my heart. - Spideypool. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Espero que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Fix my heart. - Spideypool. - Capítulo 1 - Capítulo Único

Peter Parker se encolheu todo por debaixo de suas cobertas grossas, enrolando-se como uma criança pequena e indefesa. O corpo miúdo do adolescente tremia, enquanto ele amaldiçoava á si mesmo por ser tão estúpido.

O menino deveria saber há muito tempo que Harry Osborn NÃO era para ele. Nunca foi e nunca seria. O adolescente deveria saber que seu melhor amigo NUNCA iria o olhar de outro modo, mas parecia que o coração de Peter gostava de lhe pregar peças, gostava de fazê-lo sofrer por quem não merecia.

O melhor a se fazer seria ir embora para sempre da vida do garoto de sorriso travesso e olhos tão claros quanto os do Parker. Mas o adolescente não ia conseguir falar adeus.

Peter havia se apegado de um jeito muito profundo ao Osborn. Os dois eram unidos como se fossem irmãos de sangue. A amizade dos dois era forte. Mas para o moreno, nunca foi apenas um sentimento de irmão... Era mais, mais do que ele realmente queria que fosse.

Sentindo os olhos arderem com novas lágrimas, Peter abraçou seu travesseiro fofo com força, permitindo-se chorar em voz baixa. As lágrimas quentes e salgadas escorriam de modo livre por suas bochechas, marcando sua pele macia e pálida com um rastro úmido, enquanto soluços altos faziam os seus ombros sacudirem com violência.

Idiota, estúpido, burro... Peter dizia á si mesmo, dando socos fortes no travesseiro com seus pulsos brancos e finos. Seus dedos delgados e compridos estavam fechados. Ele sentiu que iria morrer aos poucos. Mas que merda! Merda! Merda!

Em um ato de fúria, o Parker pegou o abajur que havia em cima de seu criado mudo e o arremessou contra a parede, fazendo o objeto se desmontar com o impacto furioso, fazendo os cacos de vidro se espalharem pelo chão como pequenas cascatas azuis e afiadas. Merda mais uma vez. Agora ele teria de limpar a sujeira que fez, ou sua tia o mataria.

Aquele dia estava sendo o pior possível! O moreno sentia que o Universo estava contra ele. Por que havia saído da cama? Por que? Deveria ter ficado dormindo e jogando vídeo-game com Wade, seu melhor e único amigo. Ah, Wade... O mais velho saberia como consolar o menor com toda certeza.

Peter desejou que o garoto de roupas vermelhas, sorriso sexy e que vivia usando boné chegasse logo em casa. O Parker precisava do Wilson mais do que nunca. Secando o rosto, o moreno decidiu que era melhor se acalmar ou acabaria passando mal.

O garoto respirou fundo e fechou os olhos, enxergando a escuridão por trás das pálpebras e tentou se livrar de seus pensamentos negativos. Então, em apenas alguns segundos, o moreno adormeceu, esquecendo-se de seus problemas por pelo menos algumas horas.

-X-

Toc, toc, toc... O barulho se repetia de modo insistente, fazendo Peter acordar bem lentamente, soltando uma série de palavrões em voz baixa. Mas que inferno! Ele estava se sentindo tão bem...

O menino ia matar quem quer que tivesse o despertado. Resmungado, o garoto abriu os olhos, encarando o teto branco acima de si, esfregando os olhos. O barulho ecoou mais uma vez por seu quarto e só então Peter se tocou de que estavam batendo á porta. Ele esperava que não fosse May. Ela não precisava ver os olhos vermelhos e inchados do menino.

Chutando as cobertas, o moreno se arrastou como um zumbi até a porta, bocejando alto. O menino trajava apenas uma cueca, pois o calor o matava aos poucos, fazendo o suor brotar em sua testa, pingando por seu queixo. Ele deveria estar com uma cara péssima, mas que se danasse. Um tanto zangado, o adolescente abriu a porta e deu de cara com Wade.

O homem sorriu de um modo que faria qualquer pessoa no mundo cair de joelhos por ele. O Wilson tinha um sorriso sensual demais e cheio de dentes brancos e bem alinhados. E o que mais tornava aquilo irresistível era sua boca bem vermelha e bem definida e carnuda – não que Peter reparasse naquilo, claro que não! Que bobagem.

- Bom dia, Bela Adormecida. – O maior disse, apoiando-se contra o batente da porta, cruzando os braços acima do peito, olhando para seu amigo de cima a baixo, notando que Peter se encontrava semi-nu.

A visão do corpo alto, esguio e pálido do Parker fez com que Wade sentisse uma pulsação muito forte na região abaixo de seu ventre. O moreno sempre gostara de observar o mais novo, ainda mais quando ele estava quase sem roupas, pois aquilo alimentava mais fantasias proibidas.

Ele sabia que era errado desejar o próprio melhor amigo, mas não conseguia evitar. Se Peter deixasse, o Wilson iria pegá-lo de jeito e fazer com que ele implorasse por cada vez mais e mais. O moreno sempre pensou em como seria ouvir os gemidos de Peter, enquanto ele se contorcia de prazer, suando e ofegando, ficando corado.

Porém, os olhos injetados e do menor o arrancou das fantasias eróticas, lançando-o em um estado grave de preocupação. Peter não era de chorar, então, algo grave deveria ter acontecido á ele. Wade sentiu seu próprio coração afundar.

- Quem foi que te machucou? – O maior perguntou em tom sério, estreitando ligeiramente os olhos, formando pequenas rugas em torno dos mesmos, enquanto franzia o nariz.

O moreno engoliu em seco, mordendo o lábio inferior com força, fazendo seus dentes machucarem a carne macia. Ele sabia que a hora de contar tudo ao amigo havia chego. O garoto abriu mais espaço, permitindo que o maior entrasse no cômodo e assim que Wade o fez, Peter fechou e trancou a porta.

O Wilson se sentou na cama de Peter, sentiu o colchão afundar por sob seu peso. O adolescente se postou ao lado do outro, encarando as mãos. Ele estava muito desajeitado. Não sabia por onde começar. O garoto soltou um suspiro alto, abraçando a si mesmo como se quisesse se proteger de algo invisível.

- Lembra... Lembra que eu disse que gostava do Harry? – Peter perguntou com a voz baixa e teve de se controlar para não cair no choro mais uma vez.

- Sim. Lembro-me perfeitamente bem... – O WIlson arqueou ligeiramente as sobrancelhas.

- Bem... O Haary... O Harry...

Wade franziu o cenho, temendo o possível rumo daquela conversa. Se Harrt machucou seu pequeno garotinho, o Osborn iria se arrepender. Ninguém tinha o direito de magoar o doce Peter. O instinto do Wilson gritava para que ele tomasse seu amigo nos braços e o mimasse até que ele se sentisse melhor, mas o moreno tinha mais coisas para falar.

- O Harry nunca me amou como eu o amei. Hoje mesmo eu o vi com outra pessoa. Aquilo quebrou meu coração. É como se tivessem me dado facadas nas costas. Eu apenas queria esquecer isso. – O menino estava chorando mais uma vez e se odiava por aquilo. Ele escondeu o rosto fino e bem esculpido por entre as mãos.

- Peter, por favor, não chore. – Wade falou, colocando um de seus braços ao redor dos ombros miúdos do adolescente, puxando-o com cuidado para perto de si, abraçando-o com força como se quisesse que seus corpos se unissem em apenas um.

O moreno encostou sua cabeça no ombro do maior, sentindo o cheiro do perfume dele. O corpo do Wilson era quente e maciço contra o seu. Se Peter não gostasse tanto de Harry, até teria pensado em dar uma chance á Wade, por que lá no fundo, o adolescente sentia uma pequena chama pelo mais velho.

Quando Peter era um pouco mais novo, o Parker até mesmo chegara á amar Wade, mas desistira daquilo, pois pensava que o maior nunca iria querê-lo e passou a nutrir sentimentos pelo Osborn.

- Queria poder me esquecer de tudo. – Peter falou entre soluços.

- Eu posso te ajudar. – Era como se Wade estivesse fazendo uma promessa muito séria mesmo. O Parker encarou o amigo.

O homem sorriu e com as pontas dos dedos, secou o rosto do mais novo com afeto e carinho, fazendo com que Peter sentisse um arrepio muito profundo se apossar de cada uma das partes de seu corpo, eriçando seus pelos e fazendo seu coração disparar furiosamente, esmagando-se por entre suas costelas.

- E como irá fazer isso? – Peter perguntou de modo curioso, olhando Wade dentro de seus olhos como se quisesse ler sua alma.

- Apenas relaxe e confie em mim.

Peter queria perguntar o que seu amigo queria dizer com aquilo, mas as palavras pareciam não chegar á seu cérebro. Era como se ele tivesse se esquecido de tudo de uma hora para a outra.

Wade se inclinou para mais perto dele e o moreno podia sentir a respiração pesada e quente do maior contra a sua pele. O garoto viu o homem se aproximar bem devagar como se quisesse lhe contar um segredo.

- Fecha os olhos. - O Wilson disse de modo autoritário, fazendo o menor sentir as pernas ficarem bambas.

- Mas para que?! - Peter perguntou sem entender nada. O que Wade pretendia fazer?!

O Wilson apenas soltou uma risada baixa e curta, tocando com gentileza no rosto de seu doce Parker.

- Fecha os olhos. - Tornou a falar com o tom autoritário, fazendo Peter tremer ligeiramente.

O moreno obedeceu ao outro e cerrou as pálpebras, respirando fundo e sentiu que Wade estava prestes á tocá-lo mais uma vez. Peter esperou, sentindo as batidas frenéticas de seu coração nas pontas dos dedos.

Então, alguns segundos depois, os lábios macios do Wilson tocaram os seus, exercendo uma pressão quente e suave. A boca de ambos se tocava em todos os pontos e logo a língua de Wade deslizou com habilidade por sob a de Peter.

O moreno sentiu os dedos grandes do maior se enroscar com cuidado em seus cabelos, puxando-os com leveza, enquanto Wade tornava o beijo mais urgente. Os dois se movimentavam em perfeita sincronia. O hálito quente de Peter invadia Wade, fazendo o homem suspirar alto enquanto as pontas dos narizes dos dois se tocavam.

O Wilson passou lentamente as suas mãos por toda a extensão das costas de seu Peter, traçando a linha de sua coluna com as pontas dos dedos. De modo lento, fazendo o menor se contorcer de prazer. O maior então prensou o lábio inferior do moreno por entre seus dentes, puxando-o com cuidado e leveza.

Peter soltou um arquejo alto quanto Wade chupou seu lábio de modo luxurioso, como se quisesse provar seu sabor e sentiu ondas intensas de libido vagar em seu corpo, fazendo seu sangue ferver dentro de suas veias. O moreno sentiu que o homem o deitava lentamente no colchão, cobrindo seu corpo com o dele.

Wade parou de beijar o outro e levou seus lábios ao pescoço fino e branco do moreno, sentindo o gosto doce de sua pele. Então, os dentes do maior rasparam contra aquela área de Peter, fazendo o menino arquear as costas, enquanto o Wilson lhe dava chupões fortes, deixando-o roxo e todo marcado.

Peter arranhou lentamente a nuca do mais velho, arrancando um gemido alto do Wilson, que se afastou do moreno para poder tirar sua própria camisa, arremessando-a do outro lado do quarto. Wade viu os olhos de seu Peter passear muito lentamente por seu tronco largo e bem definido e as bochechas do Parker queimaram adquiriram um tom forte de vermelho.

O menor mordeu o lábio inferior, passando uma de suas mãos grandes e finas pelo peitoral esculpido do Wilson, sentindo as batidas do coração do outro. Wade era bonito demais para ser real. O moreno levou a mão de modo direto á calça do menino, retirando-a por suas longas pernas.

O Parker espalmou suas mãos contra as coxas grandes de Wade, fazendo o maior morder o lábio inferior bem lentamente, enquanto Peter cravava suas unhas compridas contra a carne macia do homem. O Wilson se inclinou e distribuiu beijos longos e demorados em todo o rosto do mais novo.

Peter fechou os olhos, sentindo os lábios quentes do homem contra seu rosto, explorando suas bochechas, queixo e pescoço. Era como se ele fosse entrar em erupção. O prazer estava o tirando do chão lentamente, fazendo-o flutuar.

E então, Wade o beijou com força mais uma vez, pressionando lentamente os lábios contra os do moreno, fazendo sua língua invadir a boca de Peter, acariciando-o por dentro, enquanto ambos se moviam em sincronia.

Os dedos ágeis de o maior deslizarem pela cintura fina de seu doce garotinho, contornando a estrela que ele possuía muito próxima á sua virilha e por fim chegou ao elástico de sua cueca, abaixando aquela peça íntima pelas pernas pálidas de Peter, fazendo-a voar até o chão com um arremesso impaciente.

Wade gostou de constatar que seu pequeno estava totalmente excitado. O membro do moreno se achava completamente duro, inchado e ereto e o Wilson sorriu de modo sapeca, agarrando-o com ambas as mãos.

O maior observou com safadeza o seu Peter tombar lentamente a cabeça para trás, soltando um gemido alto de prazer enquanto fechava os olhos e apertava o lençol. Wade amou aquilo. Amou de mais.

Ainda sorrindo de modo safado, o Wilson começou a fazer movimentos rápidos de vai e vem, escutando atentamente cada um dos gemidos roucos e manhosos que o adolescente soltava, mexendo lentamente os quadris para acompanhar o ritmo de Wade.

O homem mordeu um dos mamilos rosados de Peter, prendendo-o entre seus dentes, lambendo bem lentamente aquela área enquanto masturbava o garoto, fazendo-o suar, arqueando lentamente as costas e quando Wade acelerou o movimento tanto das mãos quanto da língua, o adolescente atingiu o ápice, gritando desesperadamente pelo nome do mais velho.

O Wilson sentiu o líquido quente e pegajoso de Peter escorrer lentamente por seus dedos e ele simplesmente os lambeu sem nenhum pudor, fazendo o menor adquirir a cor de um tomate maduro ao ver aquela cena. O homem lambeu o último dos dedos e disse sem um pingo de receio:

- Tem um bom gosto. – E então, separou ainda mais as pernas de seu garoto.

- Wade, por favor... Eu... Preciso de você. – Peter falou como uma criança e seus olhos pareciam brilhar como milhares de estrelas.

- Eu sei. – O maior afagou o rosto do moreno com carinho e lhe deu um pequeno selinho, fazendo Peter sentir o próprio gosto. – E logo terá.

Peter sorriu diante daquela promessa e observou Wade se inclinar mais uma vez por sob ele, abocanhando seu membro. O Wilson tornou a apertar o lençol ao sentir a língua de seu irmão explorar toda sua extensão.

O garoto enterrou seus dedos nos cabelos do homem, puxando com cuidado, enquanto Wade mordia seu membro com cuidado, chupando com mais força, enquanto apertava suas coxas.

- Wade... Isso é... AHHHHHH! – Peter precisou tapar a boca para conter os gritos. Ele sentiu seu ventre se repuxar bem lentamente, enquanto o outro ia mais rápido.

O mais velho agarrou a bunda do garoto com força, apertando-a e dando um tapa forte, deixando sua pele marcada. Peter cerrou os dentes, sentindo o traseiro arder, mas não havia sido nada ruim e aquilo apenas o estimulara ainda mais, fazendo-o ter seu segundo orgasmo arrebatador.

Wade engoliu cada gota do sêmen quente de Peter e passou a ponta de sua língua pela entrada do irmão, fazendo-o sentir arrepios intensos na espinha. O maior era realmente bom em tudo o que fazia. O Wilson lambeu vagarosamente aquela parte do irmão, deixando-a bem úmida.

O moreno sentia o coração disparado quando Wade se posicionou entre suas pernas, segurando sua cintura com cuidado e o puxou em sua direção. Peter mordeu as bochechas por dentro, preparando-se para ser invadido pelo membro do outro.

Aquilo seria doloroso com toda certeza,pois era a primeira vez em que Peter se deitava com alguém e seria tocado de modo íntimo. Ele precisava ficar calmo. Respirou fundo, tentando controlar os nervos.

- Eu tentarei ser o mais delicado possível. – Wade falou com carinho, fazendo o coração do Parker se derreter.

- Confio totalmente em você. – O moreno disse de modo sincero, arrancando um sorriso do maior.

Wade puxou Peter para ainda mais perto e o garoto mordeu as bochechas por dentro, esperando pelo momento em que finalmente deixaria de ser um menino para virar um verdadeiro homem. Aquilo parecia tão irreal...

E então de um momento para o outro, Peter foi invadido, sentindo uma dor estranha que fez com que ele arquejasse de surpresa e de dor. O moreno prendeu a respiração, tentando se acostumar com a sensação de preenchimento enquanto o Wilson avaliava suas expressões faciais.

- Está tudo bem?! – O homem parecia preocupado. Se ele machucasse seu garotinho, nunca iria se perdoar.

- Sim... – Peter disse com a voz trêmula e se mexeu lentamente em Wade, fazendo-o gemer.

O mais velho investiu lentamente em Peter, fazendo o moreno gemer de dor e prazer. Aos poucos, os movimentos foram se tornando menos dolorosos. O moreno arranhou as costas de Wade, enquanto rebolava em seu membro, gemendo contra o pé de seu ouvido, enquanto o maior mordia seu ombro devagar, indo mais fundo.

A cintura dos dois se colidia, enquanto seus peitos se colavam e os dois se agarravam como se quisessem se unir em um só corpo, o suor ia escorrendo lentamente por suas peles e a respiração deles se tornava mais pesada e densa, a cama rangia baixinho.

Peter foi o primeiro á chegar ao ápice, enterrando seu rosto contra o pescoço de Wade, sujando seu abdome, enquanto o mais velho se libertava dentro do adolescente, o preenchendo com seu líquido branco e quente.

Sorrindo, o Wilson saiu com cuidado de seu garotinho, deitando-se ao seu lado na cama. Ambos estavam suando e ofegantes e com os rostos vermelhos. Peter se aninhou contra Wade, que o envolveu em seus braços de modo protetor e beijou sua testa com carinho.

- Eu te amo. – Peter sussurrou, encostando a cabeça contra o peito nu do outro.

- Eu também te amo, pequeno.

O Parker sorriu de modo sincero. Ele sabia que teria de seguir em frente. Que teria que ser forte e talvez até enfrentasse preconceitos por ser gay. Mas a verdade era que Peter era de Wade desde o primeiro dia em que ambos se viram e sempre seria daquele modo. Nada podia mudar aquele amor. Nada...

Com o coração mais leve, Peter acabou por dormir abraçado á pessoa que mais amava na vida. Nada poderia separá-los, afinal Peter e Wade eram amigos e amantes. Os dois viviam juntos o tempo todo e nunca escondiam nada um do outro.

O amor que havia entre eles era algo forte, sincero e puro. Era como se nada e ninguém pudesse se meter entre ambos. E Peter sabia que esqueceria Harry aos poucos, esqueceria o amor que nutria pelo Osborn.

E Peter e Wade sempre juraram um ao outro que iriam permanecer unidos até o dia em que a morte os separasse...



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