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História Fix You - Capítulo 1


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Notas do Autor


Ai gente, vocês não sabem a minha felicidade em postar essa fanfic hoje.
Esperei muito tempo e finalmente estamos aqui, então dêem muito amor por favor a

Boa leitura

Capítulo 1 - Sehun era um depravado.



Oh Sehun era um homem amargurado, misterioso e repleto de beleza, dotado de uma imaginação traiçoeira e um temperamento excitante. Detalhes de um homem que fazia qualquer pessoa ficar louca de tesão só de olhar em seus olhos por um mísero segundo, não era atoa a sua fama de galanteador. Apesar disso, Sehun não possuía autoestima suficiente para convencer a si mesmo de suas qualidades e de seu auto poder de sedução, era um homem confuso e infeliz que, no fim das contas só queria ser amado e aprender a se amar.


Além disso, naquela manhã tão monótona de Outono, o garoto brevemente descobriu que o mundo não estava ao seu favor, tudo devido a um incidente, que, o deixou sem lar graças a um trágico acidente com um trator desgovernado, e por sua demissão após agir de forma desagradável com seus clientes. Sehun havia perdido tudo em um dia só, apenas três horas  foram precisas para que sua vida se transformasse em um desastre absurdo. A partir de tantas desventuras, o rapaz encontrou-se acolhido por seu melhor amigo que quando soube dos acontecimentos não exitou em abriga-lo em seu apartamento. O garoto insistiu tanto para que seu amigo fosse morar consigo que, diante de sua situação, Oh não teve outra alternativa além de aceitar.

[...]

Fix you.

Capítulo I: "Sehun era um depravado"

[...]

— Faz tempo que eu não como panquecas tão boas como essas, Hyung — Sehun confessou ao levar a colher até sua boca. O garoto comia como um esfomeado, Kai era famoso por suas panquecas deliciosas e Oh amava quando seu amigo preparava refeições tão saborosas como aquelas.


Kai sorriu, sentia-se afortunado ao ser elogiado pelo mais novo. — coma devagar, você vai acabar engasgando… — intercedeu. Embora a convivência dos dois tivesse sucedido por conta de um evento nefasto, Sehun não parecia sentir-se abalado por sua situação. Mesmo preocupado com seu amigo, Kai estava contente por tê-lo em sua casa, a muito tempo não ficavam tão próximos, acreditava que talvez todo esse acaso tivesse sido um plano do universo para unir-los mais uma vez. De fato, por trás de tanta generosidade vinda da parte do mais velho, havia certos sentimentos que naquele momento não tinham necessidade de serem revelados.


— Já fazem séculos desde que tomamos um café da manhã como esse, juntos… — Declamou Sehun pondo os talheres sobre a mesa, sua expressão humorada logo tomou um tom amargo de desolação. Inclusive, havia parado para pensar o quanto ambos tinham tornado-se completos estranhos, ficar sem contato com alguém por um ano pode ser bastante assustador quando você pára pra pensar em como a vida dessa pessoa pode mudar. — mas vejo que diferente de tudo, você continua o mesmo. —, admitiu.


Kai pôde perceber que ele não era o único que sentia-se incômodo com o distanciamento entre um e outro. Sendo sincero, naquele ponto,  o garoto sentiu-se tão exultante ao entender os sentimentos de seu amigo que por um segundo quase pulou em cima dele de tanto álacre. — fico feliz que pense isso de mim, mas colocando as cartas sobre a mesa...—, ansiou. — Quando eu soube o que tinha te acontecido, eu exitei em falar com você, não sabia como você ia reagir e o que você poderia pensar de mim… —, Decerto Kai por fim criou coragem suficiente para se abrir, e aquelas palavras saíram de sua boca como música, tirando um peso de suas costas.


— De fato… —, Sehun suprimiu. — quando você chegou oferecendo ajuda, eu tive um leve temor de aceitar. —, Oh ergueu a cabeça, contemplou uma minúscula rachadura existente no teto e umedeceu seus lábios. — mas, quando você sorriu pra mim… —, cessou. — eu me senti seguro. —, riu. 


Kai ficou apático, diante de tantas palavras não havia uma sequer que pudesse definir o que estava sentindo. Contudo, sem consciência de seus atos, levantou-se acometido e seguiu tácito em direção ao mais novo, que logo sentiu-se surpreso ao ser abraçado vigorosamente pelo mais velho. Naquele instante, Sehun vivenciou toda a sua infância e os bons momentos que aqueles dois compartilharam juntos, o cheiro brando do perfume de Kai trouxe todos aqueles sentimentos e  todas as sensações que tanto ansiou recuperar. Oh sentiu que finalmente havia encontrado o que faltava em sua vida, foi na amizade e no abraço de Jong-in que ele sentiu a sua alma se aquecer e voltar a reluzir como antigamente.


.


Ao entardecer, Kai despediu-se de Sehun, deixando um passe livre para que o garoto explorasse o seu novo lar. Oh sempre foi muito bisbilhoteiro, era uma de suas características mais ostensivas, do tipo que por um lado seria tratado como um defeito e por outro fora o que o tornou um dos jornalistas mais famosos de toda a Ásia, pelo menos antes de sua demissão. De cômodo em cômodo, a decoração invulgar fazia o mais novo soltar suspiros de fascínio. Sehun sentia os toques do Jong-in em cada detalhe nas dobras presente na mesa de mármore que presumivelmente tinham sido feitas pelas suas próprias mãos, isso o fazia ficar preso em delírios e êxtases que o moviam a ter grandes especulações de toda uma história que poderia existir por cada objeto e móvel presente naquele ambiente.


Espontaneamente, Sehun deu-se dentro dos aposentos de Kai, onde por um curto período de tempo exitou em entrar, no entanto a figura graciosa do carpete de veludo o sugou para dentro. Sim, o cheiro de Jongin estava impregnado em todo o lugar, do guarda-roupa ao closet até a bancada de madeira maciça que ficava próxima a sua cama,logo não pôde deixar de reparar na camiseta azul marinho, jogada sobre a mesma, provavelmente o mais velho estava apressado demais para colocá-la pra lavar. 


— Jongin é tão distraído… —  exprimiu aproximando da peça, apanhou-a e prensou o tecido sob a palma da sua mão. Eventualmente, Sehun encontrou-se de olhos cravados no tecido aveludado. "Ele usou isso", pensou e sorriu, transportou o objeto até a superfície de sua narinas e fungou docemente, o aroma instigador deixou até os minúsculos fios de cabelo do seu corpo arrepiados, fazia com que ele quisesse sentir mais daquele fervor, e em pouco minutos àquele ato se repetiu várias vezes, de diversas formas diferentes, o deixando cada vez mais frenético, transformando aquilo em tesão. 


No fim das contas, Oh sehun era um completo depravado, sedento por Jongin como um cachorro no cio pedindo pela atenção de um dono. Esse era o lado que não poderia deixar que o mais velho descobrisse, provavelmente o acharia louco, afinal, além de amigos, se tratavam de dois garotos, como explicaria isso?


Acirrado, adormeceu sob a cama com o tecido prensado em seu corpo, estava tão esgotado que nem mesmo um pau duro conseguiu lhe manter lúcido o bastante.

 


Notas Finais


Ai gente, espero que tenham gostado do início dessa obra que foi feita com muito amor para vocês...
Vejo vocês em breve aaa

Créditos a @Myo_ por ter me ajudado a bolar esse enredo incrível!


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