História Fix You - Capítulo 23


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Categorias Adrien Rabiot, Edinson Cavani, Julian Draxler, Kevin Trapp
Personagens Adrien Rabiot, Edinson Cavani, Julian Draxler, Kevin Trapp
Tags Draxler, Esporte, Fisioterapeuta, Julian Draxler, Paris Saintgermain, Psg, Romance
Visualizações 363
Palavras 656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá olá!
Deus iluminou minha mente, e a criatividade veio (capítulo pitico mesmo) - UHULES!
Antes de lerem, eu gostaria de agradecer de coraçãozito todas as pessoas iluminadas que comentaram no último cap. Eu fiquei muitíssimo feliz, e espero que saibam o quão foi importante para mim!
Agora, sem mais delongas, boa leitura, e perdão pelos erros!

Capítulo 23 - Companhia intrusa


Fanfic / Fanfiction Fix You - Capítulo 23 - Companhia intrusa

“Graças a Deus” foi o que Maia sussurrou após finalmente ter seu vôo anunciado. É verdade que ela chegara ali bem mais cedo que o necessário, mas o nervosismo fora o culpado de fazê-la perder o sono às cinco da matina, e após tomar café e se arrumar, vestindo roupas quentes e confortáveis, Maia não hesitou em ir para o aeroporto, e ficar encarando seu relógio digital, enquanto sua bunda ficava quadrada naqueles bancos desconfortáveis. Além disso, também já havia notado uma série de coisas que deveria ter feito consigo mesma antes da viagem, e não os fez por esquecimento ou falta de tempo mesmo. Afinal, já era dia nove, e no dia anterior, depois de treinar com Julian, conversar com a diretoria, Maia passou o resto da noite fazendo sua mala, e decidindo o que realmente era necessário levar nos quatro dias em que ficaria em Manchester. 

Adentrou o avião e viu que ainda não havia nenhuma pessoa sentada ao lado de sua poltrona incrivelmente branca, e, o que lhe fez agradecer aos céus novamente, muito bem acolchoada. Suspirou aliviada, e torceu por alguém simpático, se não, mudo. Não tivera boas companhias nas últimas viagens que fizera, e seus nervos já estavam exaltados demais. 

Ficou batendo o pé esquerdo freneticamente, enquanto o avião ia se enchendo por completo. Virou o rosto para a janela, e encarou a pista, vendo pessoas que mais pareciam formigas a seres humanos. 

 

— E aí, Maia, gatinha - uma pessoa dissera ao seu lado. 


“A não. Nem por uma foda!” Foi o que a inglesa pensara ao reconhecer a voz do indivíduo. 

 

— Julian. - Suspirou pesadamente enquanto se virava, e encontrava o alemão com um sorriso maroto nos lábios. — O que faz aqui? 

— Ué, não é óbvio? Estou indo para Manchester! - Respondeu animado, e Maia desejou poder tirar o sorriso de sua face com socos, enquanto o homem fazia barulhos heróicos.

— Não, não está não. Você vai ficar aqui. Em Paris. - Disse de forma autoritária. 

— Sinto lhe decepcionar, querida. Mas você é minha fisioterapeuta, e não minha mãe. Além disso, eles não reembolsam - expandiu seu sorriso ao ver que apresentou bons argumentos. 

— Suponho que tenha vasculhado meu notebook - Draxler concordou animado, como se estivesse orgulhoso de si próprio. — Certo. Mas me explica, por que quer ir, Julian? - O tom de voz da morena era desesperado, para ela, o alemão ir junto só tornaria tudo pior, e tudo o que ela menos precisava era de complicações. 

— Porque, além de eu não ter nada para fazer com você longe de mim, eu não gostei nada dessa situação, Maia. Achei que foi muita cachorrada da parte de todos, e acredito que será melhor para você ir acompanhada de seu namorado. 

— Namorado... que namorado, Draxler? - Questionou desesperada, e viu Julian apontar para si mesmo, como se a mulher tivesse feito a pergunta mais besta do mundo. 

Maia soltou uma gargalhada, e teve sua boca tapada por Julian, após este ver os vários olhares que atraíram. 

 

— Tira essa mão de mim - disse abafado, enquanto estapeava a mão do loiro. 

— Você está louca? Se eles me reconhecem... 

— Eu é quem pergunto se VOCÊ está louco, Julian - interrompeu-o, e esbravejou novamente. — Ainda que você vá, minha família te conhece. Sem chances. 

— Maia, primeiro, eu vou. E depois, assim como não te contaram do romance de sua irmãzinha, você também não deveria ter essa obrigação - piscou entusiasmado. 

— Sem chances! Quer ir para Manchester? Vá. Mas seremos só amigos. - Maia disse após se dar por vencida. 

— Gah. Foda-me - Thonks o encarou com uma expressão indignada. — Quer dizer, - raspou a garganta se recompondo. — combinado. 

— Ótimo. - Maia deu a última palavra, colocou seus fones de ouvido, e permaneceu ignorando Julian pelo resto das uma hora e meia que passariam dentro do avião. 

Seria uma longa viagem, a qual, infelizmente - na visão da mulher - só acabara de começar. 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, um beijo e um cheiro!!! Szz


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