História Fix You - Capítulo 34


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Categorias Adrien Rabiot, Edinson Cavani, Julian Draxler, Kevin Trapp
Personagens Adrien Rabiot, Edinson Cavani, Julian Draxler, Kevin Trapp
Tags Draxler, Esporte, Fisioterapeuta, Julian Draxler, Paris Saintgermain, Psg, Romance
Visualizações 417
Palavras 1.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, nenês! Sei que demorei um bom tempo pra atualizar, mas a vida voltou a ser corrida, me desculpem. Espero que gostem, e peço desculpas por qualquer erro.

Ps: RABIOT FICAA! Szz
Ps2: MAIS DE 140 FAVORITOSSS!!! Eu amo vocês!

Capítulo 34 - Natal


Fanfic / Fanfiction Fix You - Capítulo 34 - Natal

O relógio branco e prateado da sala de Julian indicava dez para a meia noite, e ele, juntamente de Maia e seus pais, se encontrava sentado no sofá bege, aguardando o momento em que finalmente poderiam trocar os presentes que jaziam sobre a árvore enfeitada e iluminada, a qual o próprio atacante havia montado, com o auxílio de sua fisioterapeuta. 

Depois da chegada de Monika e  Hans-Jürgen na capital francesa, Maia mal saía da casa de seu paciente, e depois que recebera o convite para celebrar o Natal com a família alemã, não pensou duas vezes em aceitar. Além de qualquer opção lhe parecer mais agradável do que ter de ver novamente membros da sua família com os quais não se dava muito bem, Monika e Julian insistiram tanto, que negar se tornou impossível. E agora ela estava ali novamente, com um cropped amarelo listrado, uma saia preta com estrelas em sua coxa, e um casaco também preto para aquecer, enquanto segurava a mão de Julian. 

Quando o relógio finalmente indicou meia-noite, e várias mensagens começaram a aparecer nos celulares do casal mais novo, Maia sentiu sua mão ser deixada, e viu Draxler subir as escadas rapidamente. Sem saber ao certo o que ele havia ido fazer, Thonks tratou de cumprimentar Monika e Hans-Jürgen. Depois de receber abraços calorosos dos pais do atacante, a mulher lhes entregou os presentes que tinha comprado para eles, e logo viu Julian desceu as escadas cuidadosamente, enquanto segurava uma grande caixa de papelão nas mãos. 

Já com a sobrancelha arqueada, sem saber o que era aquilo, Maia parecia ter sido a única que notara o alemão, já que os dois mais velhos admiravam contentes os presentes que ganharam. 

 

— Julian... 

— Maia - sorriu inocente. — Seu presente - lhe estendeu a caixa. 

Sem saber ao certo o que havia ali dentro, a inglesa teve receio em segurar o objeto. Mas quando finalmente o tomou em suas mãos, sentiu-o pensado, e após também perceber que o conteúdo podia se mexer, ela quase soltou a caixa no chão. 

 

— Sugiro que se sente - Julian disse ao notar o susto que sua fisioterapeuta tomara, e logo a empurrou com cuidado para o sofá. 

Assim que se chocou com o assento macio, Maia sequer teve tempo para raciocinar o que estava acontecendo, quando viu sair da caixa um filhote de basset. 

A primeira reação da inglesa fora de choque. Talvez porque ainda não processara os últimos minutos; mas assim que pareceu finalmente acordar de um submundo, Maia gritou feliz. 

 

— Julian! - Sorriu largamente, e tratou de ajeitar o cachorro em seu colo, logo que se livrou da caixa de papelão. 

— Ei... - Julian se pronunciou sorridente. — O quê achou? 

— O quê eu achei? - Questionou irônica, ainda sem desviar o olhar do pequeno basset. — Eu amei, Julian. - Levantou os olhos, e quando o jogador encarou suas íris verdes, viu-as marejadas. — O-obrigada - sussurrou embargada, e deixou algumas lágrimas rolarem. 

— Oh meu Deus - disse e foi sobre a mulher, envolvendo ela e o filhote num abraço. 

— Julian, se me dissesse que ela choraria, não teria deixado você dar o cachorro! - Monika se pronunciou, parecendo ter finalmente notado a cena. 

— Então a senhora sabia? - Perguntou fingindo-se de brava, mas logo riu devido à tamanha alegria que sentia. — Eu amei, dona Monika - defendeu o loiro, alisando a cabeça do cachorrinho. — É que tem um significado gigante para mim, e Julian sabe disso. 

— Sim... ele sabe. - Concluiu encarando o filho com um olhar admirado. — Ei, Hans, quero ver os fogos. Vamos lá fora comigo, querido - segurou na mão do marido, e sem esperar por uma resposta, começou a caminhar para o quintal da imensa casa de Draxler. 

Quando a mais velha passou perto do filho, beijou sua cabeça e sussurrou um “feliz Natal”, que também foi ouvido do pai do rapaz, após este ter dado tapinhas nas costas do atacante. 

 

— Você gostou mesmo? - Julian questionou assim que ficara sozinho com a morena. 

Como era acostumada a fazer, Maia não emitiu nenhuma resposta, apenas virou-se com cuidado, e selou o seus lábios com os do alemão, esperando que ele próprio chegasse numa conclusão após aquele ato. Ao se separarem após o  cachorrinho ter emitido uma espécie de latido, o casal encarou-o completamente pela primeira vez. 

O cachorrinho era branco, e possuía algumas manchas pretas pelo seu corpo peludo. Além disso, longas orelhas caiam pelo seu rosto, e seu tamanho era minúsculo. 

Maia sentiu seu coração se apertar mais ao ver como o filhote era semelhante ao que um mísero dia tivera em sua infância. E não se conteve para o jogador. 

 

— Você é maravilhoso. 

— Não... - sussurrou passando a mão pelo cabelo da mulher, e puxando-o completamente para trás. — Você quem é. - Concluiu alisando a sua mandíbula. — E é por isso, e por saber que estou sentindo algo por você muito maior do que posso conter - começou, afastando sua mão do rosto de Maia e descendo-a na altura de sua própria cintura. — que preciso saber se você quer namorar comigo - terminou, e tirou do bolso do seu casaco uma caixinha aveludada de jóias, que ao ser aberta, revelou guardar uma simples, porém linda aliança. 

Julian subiu os olhos para a face de Thonks, e num esforço de transmitir sinceridade, sentiu que poderia vomitar ali mesmo pelo nervosismo. E quando Maia demorou para responder, ele achou, pela vigésima vez desde que tivera a ideia de pedi-la em namoro, que ela não aceitaria. Mas, internamente, a mulher sentia que um vulcão havia entrado em erupção, e tudo o que saia dele era doses e doses de alegria, que era tanta, que a impedia de falar. Só que após mais alguns instantes, a morena finalmente se pronunciou, e murmurando um emocionado “sim”, avançou novamente sobre o alemão. 

Depois que a troca de carícias fora feita, e a aliança já se encontrava enfeitando o dedo anelar direito de Maia, o casal se juntou aos pais de Draxler no quintal, e apreciaram o final do espetáculo de fogos que acontecia naquela noite. 

 

— Hey, Maia. 

— Uhn. 

— Qual será o nome dele? - Apontou para o basset que dormia tranquilamente nos braços da sua nova namorada. 

— Não sei, na verdade... estava pensando em Alex - sorriu animada. 

— Alex...? 

— Bem, Arctic Monkeys, sabe? - Respondeu contida, e gargalhou quando viu o loiro bufar. 

E mais uma vez naquela noite incrível, Maia selou seus lábios nos de Julian, e sentiu o gosto do verdadeiro amor e da verdadeira felicidade. 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, um beijo e um cheiro!!! Szz


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