História Lucky 3 - Joah - Capítulo 10


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Categorias It: A Coisa, Stranger Things
Personagens Personagens Originais
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Jack Grazer, Jaeden Lieberher, Joah, Jyatt, Lucky, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Wyatt Oleff
Visualizações 60
Palavras 1.073
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A música do capitulo é First - SoMo, se for ouvir enquanto lê, ela deve ser tocada desde o começo da leitura.

Capítulo 10 - I got some things on my mind


Noah

A única iluminação vinha do LED vermelho no meu antigo quarto na casa do meu pai, que hoje em dia não funcionava mais. 

First, de SoMo, tocava baixo na caixinha de som. Já não havia mais roupas em meu corpo  e no corpo de Jack, somente uma boxer branca. 

A música estava bem no começo. Não era a primeira vez que ia transar por puro tesão, sem clima algum.

Havíamos acabado de voltar de uma festa no Sink Space. E também não era a primeira festa que eu passei quase todo o tempo beijando Jack. Por isso, ambos estávamos com um fogo inexplicável. Como sempre.

Jack estava por cima de mim, me beijando com desejo e paixão, o pingente de pizza dele bateu contra a minha pele, o toque frio me fez sorrir. 

- Noah eu te amo. - Jack sussurrou.

- Também te amo. - sussurrei de volta, sentindo a mão esquerda de Jack deslizar pela minha cintura. 

Jack começou a beijar meu pescoço. Beijos molhados e mordidas fortes, que provavelmente deixariam marcas depois. 

Passei as mãos pelas costas do meu namorado, sentindo a pele quente até encontrar a última e maldita peça que ainda se fazia presente. 

Jack sorriu ao perceber que puxava a peça, a deslizando pelas coxas dele. 

- Alguém está animado. - zombou. 

- Eu quero que você me foda logo. - bufei.

- Você e álcool não é uma boa combinação Lover. - Jack me beijou no maxilar. - e outra coisa, eu tenho outro trabalho além de te fazer gozar?

Tremi com isso, sei que ele  não falou essa baixaria de forma tão descarada porque também estava com álcool no corpo, mas ele super falava essas coisas sóbrio. 

Nenhum de nós tinha filtro mesmo.

Jack se firmou mais no braço direito para alcançar a gaveta onde o lubrificante estava guardado. 

Jack abriu o frasco e aplicou o lubrificante olhando para mim, com um sorriso de canto malicioso.

Me apoiei nos cotovelos, me aproximando mais dele e sentindo sua respiração pesada. 

- Noah, fica de quatro para mim, sim? - sorriu. - Por favor?

Fiz o que ele pediu. A sensação de sentir Jack entrar aos poucos me fez sorrir e morder o lábio, logo senti as mãos dele segurarem a minha cintura para o ajudar a ir mais fundo. 

- Jack... - gemi enquanto empinava mais. - Puta que pariu...

- Shhh, só sente Noah. Só sente. - Jack gemeu.

Gemi baixinho, sentindo o ritmo lento. Molhei os lábios, que estavam secos por conta da respiração pesada. Suspirei.

Senti a mão direita de Jack deslizar acompanhando a minha coluna, para em seguida envolver meu pescoço e me puxar.

Meu corpo encontrou o de Jack. O som de nossos corpos se chocando aumentou um pouco. 

Encostei minha cabeça no ombro dele e gemi baixo e arrastado, isso fez Jack morder meu ombro para abafar um gemido alto. 

- Jack... porra... - gemi quando ele aumentou a velocidade. 

- Quer acordar seu pai Lover? - Jack sussurrou e eu neguei. - Então geme só para mim. 

Molhei os lábios novamente, gemendo e suspirando baixinho. 

Os lábios dele passaram pelo meu pescoço, me arrepiando. Jack me enlouquecia dessa forma.

- Jack... eu... - gemi.

- Shh... - ele passou o polegar esquerdo pelos meus lábios. - Vai realmente fazer isso? - senti a mão direita dele descer até minha coxa. Tremi.

- Aham. - concordei.

Jack sorriu. Eu estava tão vulnerável a ele, ao toque dele. 

Senti o suor escorrer pelo meu corpo e um arrepio tomou conta de mim quando ele beijou meu pescoço. Estava tenso e fiquei mais ainda quando ele colocou as duas mãos na minha cintura e apertou. 

Por impulso, voltei a ficar de quatro. Meu coração corria rápido demais para estocadas tão lentas. Tentei relaxar, mas a excitação deixava esse trabalho difícil. Queria gritar de prazer, queria deixar tudo sair, não queria segurar. Me deixava louco o fato de não poder fazer nada do que queria. 

- Jack... mais rápido,  por favor... - implorei, enquanto ele só riu.

- Calado Noah. - Jack garrou meu cabelo. - Noah... - gemeu.

- Jack... - gemi. 

Senti o líquido morno de Jack me preencher, e eu atingi o limite em seguida. Todo o meu corpo relaxou nesse momento.

Jack saiu de dentro de mim e se deitou ao meu lado. 

- Vem aqui. - ele me puxou para perto, me abraçando pela cintura. 

- Jackie, calma. - puxei as cobertas e as coloquei por cima de nós. - Eu te amo. - me aninhei no abraço dele. - Te amo demais Boo.

- Eu também te amo demais Lover. Até demais inclusive.

Beijei o peito dele e fechei os olhos, sentindo a paz dentro de mim. 

Subi no colo dele, apenas para o beijar mais. Não queria um segundo round, mas também não queria que a sensação do meu coração batendo forte por conta dele se cessasse. Ainda o queria.

As mãos de Jack pegaram meu rosto, me segurando daquela forma. Enquanto os meus braços o abraçavam forte dele. Era esse o nosso estilo, ele me segurava perto e eu agarrava no pescoço dele. Sabia que apenas o toque já o mantinha perto, mas isso não me impedia de pedir mais. Assim como sabia que a pegada firme dele era o que me fazia o desejar.

Eu amava Jack demais, era um amor que não cabia em mim. Me consumia como o fogo consome o oxigênio e me derretia como o fogo também derretia a parafina de uma vela. 

Jack era a melhor das drogas, a minha droga. Apenas um toque me deixava louco e desejando mais. Eu era viciado nele. Fixo no amor dele. 

Não havia ninguém que pudesse o amar mais do que eu. Ninguém mesmo, ele era somente meu, assim como eu era somente dele. Pertenciamos um ao outro. 

A música já estava no finalzinho quando terminei o beijo e voltei a me deitar ao lado dele. Ficamos em silêncio ouvindo as últimas batidas.

Sequei uma lágrima solitária que conseguiu escapar.

Estava na sacada do meu quarto no apartamento, vendo a chuva fina cair. Já passava das duas horas da madrugada e a taça de vinho já estava vazia, assim como a garrafa

- Com o pé preso em um penhasco. É a maneira que você começa seus pontapés Jack. - sussurrei para mim mesmo, antes de voltar para dentro e dormir.



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