História Flame of Desire - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Albert Spencer (Rei George), August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Daniel, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Fa Mulan, Henry Mills, Lacey (Belle), Liam Jones, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sidney Glass, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell, Vovó (Granny), Xerife Graham Humbert (Caçador)
Tags Swanqueen
Visualizações 1.091
Palavras 1.300
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde ❤

Capítulo 12 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction Flame of Desire - Capítulo 12 - Capítulo 11

Regina olhou para o pequeno envelope que acompanhava um buquê de rosas vermelhas.

"Parabéns!"

Confusa, ela o abriu.

"Eu a vi na Corte hoje. Você será a primeira pessoa para quem ligarei, se eu roubar um banco.

E."

— São da sra. Delícia? — perguntou Ruby, entrando na sala com uma pilha de arquivos nas mãos.

— São de Emma — confirmou Regina.

Ruby cheirou as rosas.

— Agora você vai ter que transar com ela em cima da sua mesa.

Regina sorriu com a irreverência de Ruby.

— Emma não é esse tipo de mulher.

— Está mais do que provado que a mulher que envia rosas vermelhas para o escritório de uma outra mulher, quer transar com ela em cima da mesa de trabalho.

— De onde é que você tira essas coisas? 

— Você não leu a última Cosmo?

— Acho que perdi essa.

— Eu empresto a minha.

— E o que significa rosas amarelas?

— Amarelas significam que ela quer transar em cima da mesa de trabalho também. Todas as mulheres querem.

— Não a Emma.

Regina não podia imaginá-la nessa situação. Ela encararia isso como um verdadeiro sacrilégio.

— Faça um teste — aconselhou Ruby.

— Emma não é afeita a surpresas.

— Você por acaso estava esperando essas rosas?

Regina se deteve.

— Tenho de admitir que isso foi uma surpresa — confessou a advogada.

— Viu?

— Ela é minha ex-mulher.

Ela não ia transar com Emma em cima de mesas, nem em nenhum outro lugar. Já bastava tê-la beijado.

— Mas ela é muito charmosa.

Ela era charmosa, cheirosa e beijava muito bem, a menos que ela estivesse redondamente enganada, havia correspondido àquele beijo, o que significava que estava interessada na loira. Ou seja: encrenca à vista.

— Regina?

— Hum?

— Você também a acha charmosa...

— Eu acho é que estou atrasada para a reunião.

***

Sua reunião, na verdade, era uma visita à sua querida amiga Mary. Regina a encontrou no terraço da mansão, rodeada de álbuns e panfletos.

— Que bom que chegou! — disse Mary — Tenho que me decidir entre a pedicure e o reflexologista.

— O que é que você está fazendo?

— Já fiz nossas reservas no Court's, mas temos de comparecer a uma entrevista antes.

Ela já estava ficando animada com a perspectiva de passar um fim de semana em um spa.

Mary apontou para a jarra de chá gelado.

— Está com sede?

— Hum, isso seria ótimo. Quer também?

— Por favor — respondeu Mary — Conte-me o que está acontecendo no mundo.

— No mundo todo? — perguntou a morena confusa.

— No seu mundo.

— Eu ganhei um caso esta manhã — contou Regina, enchendo os copos.

— Parabéns.

— Ainda não é oficial. O juiz vai decidir na quinta-feira, mas eu ameacei mover uma ação contra a Construtora Westlake pelo não-pagamento de férias e horas extras. Eles vão acabar aceitando um acordo.

— Esse era o caso de uma tal de Ashley, acusada de fraude, não era?

— Sim, uma mulher muito doce. Mãe solteira de três filhos. Não falou uma vez sequer com um advogado nesses seis meses de prisão.

— Mas ela roubou mesmo o dinheiro, não roubou?

— Digamos que ela se apropriou dos atrasados que a construtora estava lhe devendo.

Mary sorriu.

— Quer ser a minha advogada?

— Você não precisa de uma.

— Quem sabe? Ando muito entediada. Pensei em seqüestrar alguém ou coisa parecida.

— Você tem falado com a Emma? — perguntou, mudando de assunto.

Os olhos de Mary brilharam.

— Não e você?

Regina arrependeu-se. Fugir do assunto, só atiçaria mais Mary.

— Emma me mandou flores — admitiu.

— Que tipo de flores?

— Rosas.

— Vermelhas?

— Sim.

— Meu Deus!

— Não é o que você está pensando.

— E o que mais poderia ser? — perguntou Mary — Quantas rosas? Uma dúzia?

Regina hesitou.

— Duas.

— Duas dúzias de rosas!

— Eram para me parabenizar.

— Pelo quê? — perguntou Mary — O que é que vocês duas andaram fazendo?

— Não é nada disso. Emma foi me ver na Corte. Eu ganhei o caso e ela me mandou flores.

— Ela foi vê-la na Corte?

— Sim.

— Por quê?

— Não tenho a menor ideia — Regina tomou um gole de chá gelado — Isso está me deixando nervosa. Ela tinha prometido que ia me deixar em paz depois daquela história com Robin Locksley.

— Que história com Robin Locksley?

— Emma convidou Robin para jantar conosco e me introduzir no culto ao "Dólar Todo-Poderoso" .

— Bem, Robin é definitivamente o cara certo para esse tipo de coisa. Já viu a casa nova dele?

— Não.

Mary folheou um dos álbuns.

— Aqui está.

Regina foi até ela.

— Bonita.

— Fica na praia. Tem uma quadra de tênis ótima.

Era mesmo uma bela casa, mas Regina não era do tipo que se impressionava com riqueza.

— Foi tirada ano passado.

— E quem é esta aqui com Neal?

— Alguém com quem meu irmão saía antes de Tamara.

— Você tem fotos do casamento deles?

— Claro!

Mary pegou o álbum oficial da cerimônia.

— Que vestido lindo! — comentou Regina.

— Ela é uma mulher maravilhosa. Está fazendo muito bem ao Neal.

Na página seguinte, havia uma foto de toda a família. O olhar de Regina se deteve em Emma. Ela estava deslumbrante em um vestido escuro.

Foi então que ela viu a mulher ao lado de Emma.

— Opa! — exclamou Mary.

Era Ariel. Ela era magra e tinha o cabelo tingido de ruivo, milimetricamente arrumado. Parecia ter menos de quarenta anos. A maquiagem estava perfeita e o vestido era maravilhoso.

— Não me pareço em nada com ela, não é? — perguntou Regina, sentindo-se repentinamente mal.

— Graças a Deus — respondeu Mary, virando-se para encarar a amiga — Você sabe muito bem que Emma se divorciou dela.

— Mas se casou com ela.

— Ela amava você, Regina.

Regina balançou a cabeça.

— Eu estava grávida.

Mary apertou o braço da amiga.

— Você é gentil, solidária, inteligente, doce...

— E ela é linda, magra, fica divina em roupas de grife e sabe conversar em várias línguas.

— Ela é cruel e frágil.

— Mas fica maravilhosa em um vestido de noite.

— Você também. Arrasa com essa sua bunda!

A advogada sorriu.

— Você não me vê em um vestido de noite há mais de uma década. Na verdade, eu mesma não me vejo em um vestido de noite há anos.

— Pois talvez esteja na hora de mudar isso.

— Eu uso corpete, às vezes... — confessou Regina.

Mary riu.

— Bom, pelo menos eu não preciso mais disso.

Regina congelou, horrorizada.

— Muito obrigada. Essa foi a minha primeira piada sobre o câncer.

A advogada ficou embaraçada.

— Mas eu...

— Não se atreva a me pedir desculpas. Eu sei que você só trouxe esse assunto à tona, porque esqueceu completamente da minha cirurgia.

Era verdade. Regina não se lembrava da mastectomia quando pensava em Mary, mas sim, da maravilhosa amiga que ela era.

— É por isso que eu adoro você — disse Mary, apertando-lhe o braço — Essas questões estéticas não fazem a menor diferença para você.

Regina olhou de novo para Mary.

— Mas é óbvio que isso não vale o mesmo para Emma.

— Não creio que isso seja verdade.

— A única coisa que Ariel tem de bom, é a aparência, certo?

— Certo — concordou Mary, segurando o riso ao notar que a advogada não parava de pensar em Emma.

— Pois então. Foi isso que atraiu Emma — disse Regina, olhando para as suas calças jeans e sua blusa branca simples.

— Você se importa com o que ela pensa?

Boa pergunta. Regina não deveria se importar com isso. Mas o beijo, as flores, as lembranças...



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...