História Flame of Desire - Capítulo 34


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Albert Spencer (Rei George), August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Daniel, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Fa Mulan, Henry Mills, Lacey (Belle), Liam Jones, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sidney Glass, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell, Vovó (Granny), Xerife Graham Humbert (Caçador)
Tags Swanqueen
Visualizações 626
Palavras 2.108
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 34 - Capítulo 33


Fanfic / Fanfiction Flame of Desire - Capítulo 34 - Capítulo 33

Emma e Regina desciam do carro, estacionado em frente ao restaurante de seu filho, Henry. Os Swan's haviam combinado de todos irem almoçar no lugar, para prestigiar o novo designer do local.

Regina havia colocado um vestido justo preto, de mangas longas, com um decote generoso, deixando-a ainda mais atraente. Caminhava de mãos dadas com Emma, que usava um blazer bege, com calça social branca. As duas adentraram o restaurante e logo foram direcionadas à mesa Swan, onde já estavam todos à espera.

— Até que enfim... — disse Mary, levantando-se para cumprimentá-las.

Regina e Emma a beijaram e cumprimentaram todos com um "Olá". Antes de sentar à mesa, a advogada deu a volta até Andrew, beijando a neta que dormia em seu colo.

Emma puxou a cadeira ao lado de Mary para a morena, que agradeceu antes de se sentar.

— O que acharam do restaurante? — perguntou Henry, aparecendo atrás de Regina, apoiando as mãos nos ombros da mãe.

Ela virou o rosto para olhá-lo, beijando sua bochecha.

— Oi, meu amor! — disse, limpando a marca do batom na pele de Henry.

— Está tudo perfeito, filho. — elogiou Emma, sorrindo.

— Emma tem razão. Você fez uma boa escolha, Henry. — concordou George.

O filho mais novo do casal, sorriu, agradecendo-os.

— Vocês já decidiram o que vão pedir? — perguntou, enquanto a família entrava em um consenso.

Regina se ajeitou na cadeira, soltando um resmungo baixo. Cruzou as pernas, sentindo uma leve dor em sua intimidade.

Emma a olhou de soslaio ao mesmo tempo que Mary. Se inclinou até o seu ouvido, passando uma mão em sua perna. 

— Você está bem? — perguntou, acariciando a coxa.

Ela assentiu.

— Sim. Estou. 

Emma virou-se para pedir ao garçom, uma taça de vinho, deixando sua mão apoiada sobre a coxa da morena. Mary se inclinou até Regina.

— O que houve?

— Ontem à noite... — sussurrou Regina, para que ninguém ouvisse, enquanto todos conversavam — Emma...

— Ela te bateu? — perguntou Mary, interrompendo-a.

— Não! Fizemos... — a advogada baixou mais ainda o tom — Anal.

Mary arregalou os olhos, pegando uma taça de água para beber. Regina fez o mesmo, pegando a taça ao sentir a loira apertar sua coxa.

— E como você está conseguindo andar? Deve estar toda assada — disse Mary, segurando o riso.

— Não seja idiota — disse Regina, desviando o olhar para seu filho, o vendo levantar-se.

— Gostaria de propor um brinde — começou Andrew, se virando para Henry — Estou muito orgulhoso de você, meu irmão. Desejo-lhe todo sucesso ao seu restaurante. — levantou a taça em direção à Henry — À Henry.

Henry sorriu, agradecido, indo em direção do irmão para abraçá-lo. Regina puxou sua cadeira para mais perto de Emma, sendo enlaçada pelo braço da loira em sua cintura.

Os garçons trouxeram os pratos da família e Henry fez questão de trazer os de Emma e Regina. As duas haviam optado por lagosta grelhada com molho de limão siciliano e purê de wasabi.

Emma cortou a lagosta, retirando um pedaço e levando o garfo à boca de Regina. A morena mastigou, soltando um gemido de satisfação.

Ela sorriu para o filho que estava de pé, aguardando a aprovação da mãe.

— Está maravilhoso! 

Emma provou, concordando com Regina.

— Dos deuses!

O filho sorriu contente, retirando-se.

— Vocês já marcaram a data do casamento? — perguntou Rose, que estava sentada de frente para Emma.

George e Ruth se atentaram à pergunta e olharam para Emma e Regina. A morena engoliu em seco e olhou para a loira.

— Não decidim...

— Em menos de um mês — interrompeu Emma.

A advogada olhou surpresa para ela, esboçando um sorriso. Emma retribuiu, lhe dando um selinho.

— Uau! — disse Graham.

— Quanto antes melhor — disse Emma, olhando para a irmã.

Rose sorriu, levando a taça aos lábios.

— Eu não vejo a hora disso acontecer. E o bebê nascer, e... Vocês já pensaram nos nomes? Se for menina ou menino?

Emma negou com a cabeça.

— Não decidimos nada ainda... — foi a vez de Regina responder, tomando água.

— Eu acho que a menina deveria chamar-se Mary. É um bom nome — disse Mary Margaret.

Todos riram.

— Obviamente — disse Regina, sorrindo para a cunhada.

A pequena Lucy despertou, abrindo os olhinhos cor de chocolate e fazendo beiço para choramingar. Jacinda deu o peito para ela, segurando-a em seus braços. Regina as olhava encantada, imaginando quando chegasse a sua vez. Será que já havia perdido o jeito? 

Emma lhe interrompeu os pensamentos, sussurrando em seu ouvido.

— Um beijo pelos seus pensamentos. 

Regina sorriu de leve, passando a mão carinhosamente sobre a barriga.

— Estava pensando em nosso filho. Eu sinto saudades de amamentar... — disse, sem tirar os olhos de Jacinda.

— Eu posso resolver essa sua saudade... — respondeu Emma, maliciosa — Eles estão implorando pela minha boca... — sussurrou em seu ouvido.

Regina mordeu o lábio, empurrando-a.

— Contenha-se. Por favor.

A loira sorriu, aproximando-se novamente e dando-lhe um selinho.

O almoço correu harmônico e até surpreendente, para Regina. George conversava amigavelmente e de forma simpática com ela e os filhos. A advogada podia sentir sinceridade na vontade do homem em mudar. Resolveu lhe dar essa chance. Por Emma. Pela família.

Os Swan's despediram-se na saída do restaurante e cada um seguiu para o seu carro. 

A morena soltou um gemido baixo, sentindo uma ardência em sua intimidade ao sentar no banco do carro.

Emma a olhou, com expressão confusa, enquanto ligava o carro.

— O que você tem? Pareceu desconfortável durante o almoço todo.

Regina se ajeitou no banco.

— Eu acho que... — ela suspirou —, pegamos pesado ontem à noite. — olhou de soslaio para a loira.

Emma desceu os olhos pelo corpo da morena, até a sua intimidade.

— Você... — ela parecia tensa — Eu lhe machuquei? — alcançou a coxa de Regina, deixando a mão apoiada sobre a pele.

— Não, meu amor... — Regina acariciou a mão dela — Só temos que procurar não exagerar muito durante alguns meses... — segurou o riso, olhando para a janela.

— Você está com a boceta ardendo? — perguntou, observando as feições da advogada e esboçou um sorriso ao vê-la concordar com a cabeça.

— Não fala dessa forma... — se ajeitou, excitada — Não poderemos fazer sexo tão cedo... — respondeu, voltando a olhá-la — Até passar.

A loira acariciou sua coxa, desviando o olhar da direção para observar o decote com os seios de Regina praticamente esmagados.

— Mas pelo menos vou poder mamar...

A morena sorriu, empurrando a mão da loira que tentou agarrar um de seus seios.

— Emma, presta atenção! 

— Eu estou prestando atenção. Deixa eu fazer um carinho... — disse, levando a mão até um dos seios da advogada, que relutante, acabou deixando-se levar.

Emma parou no semáforo e se virou para Regina, abaixando o decote de um lado, fazendo um dos seios saltar para fora. Abocanhou-o, chupando com vontade. 

Regina soltou um gemido, segurando o cabelo de Emma. Olhou para o lado e sentiu-se aliviada por ter uma película escura no vidro do carro.

A loira segurou o seio em sua boca e o soltou, fazendo um estalo. Passou a língua no bico enrijecido, chupando-o e roçando os dentes de leve, fazendo Regina se contorcer.

Os carros buzinavam, chamando a atenção de Emma. Ela bufou, voltando a dirigir.

— Eu estava tão louca para te chupar no meio daquele restaurante... Aí quando posso, não deixam! — resmungou.

A advogada riu, fazendo um gesto para arrumar o decote, mas foi impedida por Emma.

— Não faça isso... — disse, levando a mão até o seio babado, roçando o dedo no bico, enquanto dirigia.

— Emma... — gemeu Regina, virando o rosto para olhá-la.

A loira sorriu, olhando-a rapidamente.

— Tá gostoso? — perguntou, circulando o bico carinhosamente.

Regina assentiu, mordendo o lábio.

Emma a olhou novamente e a advogada fechou os olhos, contorcendo-se no banco. A loira aproveitou que o trânsito havia acalmado e se inclinou rapidamente, chupando o bico do seio. Subiu os lábios pelo pescoço e deu-lhe um selinho.

Voltou a dirigir, acelerando o carro, enquanto Regina se ajeitava.

— Vou lhe deixar em seu escritório e depo...

— Não, meu bem — ela interrompeu — Eu marquei consulta com a obstetra hoje, irei para casa e depois vou para a Clínica.

Emma a olhou.

— Qual obstetra?

— Ingrid. A obstetra que acompanhou as gestações de Andrew e Henry. 

— Tem certeza? 

— Claro que eu tenho. Não poderia ser outra pessoa. Confio nela.

— Tudo bem.

— Por quê? Não gosta dela?

— Por nada. Apenas quero que se consulte com a melhor — a loira olhou rapidamente para ela.

Regina acariciou seu rosto.

— Ela é a melhor...

Emma suspirou.

— Então ótimo. Eu vou com você.

A advogada sorriu. Inclinou-se até ela e beijou seu pescoço.

— Qual o horário marcado?

— Às 15hrs.

— Só preciso dar uma passada na Editora antes. Tenho que assinar alguns documentos pendentes.

— Uhum... — murmurou Regina, a enchendo de beijos pelo pescoço.

Emma estacionou o carro e abriu a porta para a morena.

— Amor, vou passar no bistrô para comprar um sanduíche...

— Você ainda está com fome? Depois daquela lagosta? — a loira perguntou surpresa.

Regina lhe deu um tapa.

— Eu estou com desejo. Aliás, estou comendo por dois agora...  

— Eu peço para Belle comprar e lhe trazer — disse, se direcionando à entrada.

— Não, amor. Não precisa. Eu quero agora. Compro e te encontro lá... Não demoro! — soltou a mão de Emma, dando-lhe um selinho.

— Tudo bem — concordou, observando a morena atravessar a rua e entrar no bistrô.

***

Emma saiu do elevador e Belle correu em sua direção.

— Senhora, preciso lhe dizer qu...

— Belle! Eu que preciso lhe dizer uma coisa, na verdade, te fazer um convite... — a loira dizia sem deixá-la lhe interromper — Mas preciso esperar Regina chegar... — colocou a mão na maçaneta da porta.

— Sim, mas Senhora... 

— Ela foi ao bistrô. Nunca vi uma mulher com... — Emma levou um susto ao abrir a porta.

Ariel estava sentada em uma das poltronas giratórias em frente à sua mesa. Virou-se para Emma e esboçou um sorriso.

Emma a olhava confusa.

— O que... 

— Eu tentei lhe avisar, Sra. Swan... — Belle a interrompeu, fuzilando Ariel com o olhar.

— Boa tarde, Emma — Ariel disse, dobrando as pernas propositalmente, fazendo a saia social preta subir.

Belle revirou os olhos.

— Tudo bem, Belle — disse Emma.

A secretária fechou a porta, inconformada.

A loira caminhou até a sua poltrona, ignorando totalmente as coxas à mostra da ex-mulher.

— O que você quer, Ariel? — perguntou impaciente, sentando-se.

— Apenas conversar.

Emma cruzou as mãos sobre a barriga, recostando-se na poltrona, olhando-a seriamente.

— Pois, diga. Estou ouvindo.

Ariel se ajeitou, fazendo a saia subir mais ainda.

— Emma... Regina não é mulher pra você. — ela foi curta e reta.

A loira sorriu ironicamente.

— Você se prestou em vir aqui, para me dizer isso? 

— Ela não é, Emma. 

— Ariel, por favor. Você é muito melhor do que esse papel ridículo que está fazendo...

— Me dê um motivo para ela ser a mulher certa para você — ela balançava o pé, nervosa.

Emma levantou-se, correndo os olhos rapidamente pelas pernas da ruiva, voltando a olhá-la. Apoiou as mãos na mesa, curvando-se para frente.

— Eu a amo. E ela é a mãe dos meus filhos. 

Ariel sustentou seu olhar, levantando-se e aproximando o corpo da loira.

— Você esqueceu que a amava quando estava trepando comigo! — ela aumentou o tom.

Emma a olhou, confusa.

— O que está acontecendo com você?

Ariel se recompôs. 

— Estou me controlando para não tornar a sua vida um inferno... 

A loira deu a volta na mesa, aproximando-se dela.

— Por quê?

Ela ajeitou o cabelo.

— Você não sente falta disso? — apontou para o próprio corpo — Não sente falta do nosso sexo?

Emma riu, debochada.

— Você acha que um casamento se baseia somente em sexo...

Ariel segurou em seus ombros.

— A Regina...

— Regina está grávida. Eu a pedi em casamento. E nós vamos nos casar. E vamos ser muito felizes. Porque nos amamos. — ela olhava para a ex-mulher que se encontrava chocada — Eu espero que você ache algum homem interessante daquela sua listinha medíocre e seja muito feliz. 

Ariel a olhava pasma.

— Regina está grávida? Seu pai concordou com isso? — ela perguntava, apertando suas mãos nos ombros de Emma.

— Eu acho que está na hora de encerrarmos isso. 

Ariel suspirou, assentindo.

— Acho que eu não deveria ter vindo — disse ela.

— Eu acho que você tem razão.

***

— Boa tarde, Belle... — disse Regina, passando reto com seus saltos na frente da mesa da secretária, com um café na mão e um pacote.

— Senhora... — Belle levantou-se para impedi-la.

— Não precisa... — Regina a interrompeu — Emma sabe que eu viria... — disse sorridente, abrindo a porta.

A advogada congelou. 

Ariel estava inclinada sobre o corpo de Emma, agarrada em seus ombros.

As duas viraram o rosto imediatamente para a porta.

— Eu atrapalho alguma coisa? — perguntou Regina, fuzilando Emma com os olhos.



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