História Flames In The Heart. - Capítulo 48


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7, Mamamoo
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Kim Namjoon (RM), Mark, Min Hyuk, Moonbyul, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Jackson Uke, Mark Seme! Markson
Visualizações 68
Palavras 2.717
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi perdoem a demora a :)

Capítulo 48 - Quadragésimo oitavo.


— E você acha que não haverá problemas maiores? — Jinyoung resmungou baixo, ajeitando a gravata no pescoço do americano, que encarou-o com as sombrancelhas suspensas. — O quê? Yujin aceitou muito fácil essa derrota, Mark.

— Você acha? — Tuan resmungou, saindo da frente do espelho ao que caminhava até a porta. O Park o seguiu. — É loucura ela querer fazer algo, Jinyoung.

— Você disse que ela ameaçou. — o outro revirou o olhar, caminhando pelo extenso corredor com o irmão, que mantinha-se pensativo. — Veja, ela perdeu a guarda da filha e logo depois, fez uma ameaça. Jackson encontrou uma boneca completamente suja de sangue a frente do apartamento na semana passada e você, recebeu mensagens anônimas. Não são sinais o suficiente para você?

— Talvez sejam. — Mark passou a mão pelos cabelos, parando a frente da porta em que Jackson estava com Jaehyung, Youngjae e Bambam. — Todavia, o que me garante que isto está diretamente ligado à ela? Sei lá, podem ser coincidências.

— Não, Mark. — o moreno exasperou, mexendo as mãos. Um suspiro entrecortado rasgou-lhe a garganta ao que lentamente, ele respirava fundo, tentando manter a calma. — Pensa comigo, pelo amor. Ela ameaçou! Você recebeu coisas bizarras em seu apartamento e tem uma porção de seguranças acompanhando Jackson porra você recebeu a porra de uma ameaça. Keith disse que Yujin estava envolvida com um cara que mexia com coisa perigosa, mas você simplesmente não acredita que ela realmente perdeu o juízo!

— E o que ela ganharia fazendo algum mal para mim? É loucura! A ameaça foi para Jackson, não há necessidade alguma de eu andar por aí com seguranças. — torceu a boca, chateado pelo rumo daquela conversa.

— Você é um porre. — o resmungo soou cansado. Mark sorriu. — Eu vou descendo, apresse os meninos.

— Certo.

O loiro suspirou, tombando minimamente a cabeça para o lado. Haviam retornado haviam alguns dias e desde então, Mark sentia que havia perdido completamente o controle das coisas. Se não fosse por Jackson ao seu lado, certamente teria enlouquecido com a intensidade dos acontecimentos. Embora estivesse feliz por ter Claire consigo, havia uma grande parte que ainda nublava-se completamente, mexendo com seu humor diariamente.

Dias após terem retornado, Yujin havia ligado e desferido diversas ameaças. Ao que parecia, a mulher não se conformava com a perda da guarda de Claire e havia adquirido uma obsessão sem qual por si. Tuan não sabia ao certo o quê, mas algo na forma como ela falara, fizera com que o sentimento de proteção para com Jackson crescesse completamente e desde a última semana que o chinês era acompanhado por seguranças aonde quer que fosse.

De certo, não fora fácil para si explicar ao noivo o motivo pelo qual fazia tais coisas, portanto, resolveu falar a verdade e agradecia pelo Wang ter lhe entendido naquele quesito e não mais continuasse se negando a nova posição. Entendia em parte o lado dele, não devia de ser legal ter alguém seguindo-lhe todos os dias, por mais que fosse por proteção. Era um tanto desconfortável e por esse motivo, Tuan negava-se a andar com os seguranças também. Não via necessidade.

Na última semana, coisas incomuns aconteciam. Jackson havia encontrado uma boneca ensanguentada na porta do apartamento, mensagens com frases estúpidas chegavam ao celular do acastanhado e diariamente, Mark tinha de ouvir o baixo chorar por medo e insegurança. Para si, era ruim acompanhar aquilo e sua vontade maior era apenas ir atrás do autor das brincadeiras mal intencionadas e enchê-lo de porrada.

Era cansativo para si e tanto Jinyoung quanto Jaebum, diziam que Yujin era a pessoa quem fazia tais coisas. Mas, como poderia ter certeza quando a mulher parecia tão fora de si? Talvez, devesse levar aquele motivo em conta, como os coreanos faziam. Mas, era estranho aceitar.

Bom, não exatamente aceitar e sim perceber o que era tão claro. Sentia raiva. Raiva por cogitar a possibilidade e perceber que novamente, Yujin atrapalhava a sua felicidade. O que ela ganharia com aquilo? Colocar medo em alguém ou praticar o mal em prol de uma causa fracassada lhe serviria de consolo?

Passou as mãos pelos cabelos, tendo a atenção atraída para a porta, que era aberta por Jaehyung, o namorado de Jinyoung. Era um rapaz alto, bonito e risonho. Mark gostara dele no instante em que o conhecera e após alguns curtos minutos de tensão - no qual passara alertando o rapaz sobre o que lhe "aconteceria" caso magoasse o moreno - tornaram-se bons amigos. Suspirou, sorrindo curto ao se desencostava da parede, tentando ao todo não deixar transparecer que algo lhe afligia.

— O que faz aqui? — o também loiro questionou-o, baixo. Mark sorriu.

— Apenas me distrai com qualquer coisa. — deu de ombros, enfiando as mãos nos bolsos da calça jeans. — Jackson não vem?

— Bom... — Jaehyung apoiou o peso do corpo em uma perna só, suspirando. Tuan encarou-o com as sombrancelhas erguidas, estranhando. — Jackson falou que não era para falar, mas eu o ignorei completamente, porquê né, é preciso.

— Aconteceu algo? — a pergunta soara preocupada. Jaehyung moveu a cabeça em um sim mudo.

— Sim. Seu noivo está passando mal. Não mal. Muito mal. — o rapaz fez uma pausa, tentando expressar o que dizia. Mark mostrou-se ainda mais preocupado. — Ele disse para nós que está com uma dor imensa no estômago e vomitou umas onze vezes nas últimas duas horas.

Mark concordou lentamente com a cabeça, dando a volta no corpo magricela de Jaehyung e seguidamente, adentrando o quarto. Youngjae encontrava-se sentado na cama com a expressão preocupada e o tailandês, encontrava-se próximo a porta do banheiro e suspirou em um misto de alívio e preocupação ao avistar-lhe. Não havia sinal do acastanhado no quarto, o que o fizera suspirar pesadamente.

— Ele está no banheiro? — perguntou baixo. Youngjae e Bambam acenaram lento. Caminhou até estar diante a porta, dando sutis batidas nela. — Jackson? Abre a porta. Sou eu, o Mark.

Demorou alguns minutos até que o Tuan pudesse ouvir o barulho da fechadura e posteriormente, ver o rostinho pálido do chinês, que sorriu minimamente a si. Mark passou o braço ao redor da cintura fina, o levando até a cama e sentando-se ali, com o baixinho ao seu lado. Ninguém precisaria lhe dizer que o outro estava mal, visando que a própria expressão chorosa de Jackson entregava seu mal estar. O loiro segurou o rosto do namorado, acariciando-lhe as bochechas.

— São os remédios novamente? — perguntou, cauteloso. O chinês concordou lentamente. — Você comeu?

— Pela manhã. — Jackson fechou os olhos ao falar, encostando a cabeça em seu ombro. Mark o abraçou.

— Quando acabam? — novamente, a pergunta soou baixa. O chinês maneou a cabeça para o lado. — Você quer remédios para enjôo novamente?

— Estou farto de tantos remédios. — rebateu, agoniado. Os dentes prenderam-se nos lábios e o chinês suspirou. 

— Já já acabam. — Mark beijou as bochechas alheias, sorrindo ao final. — A tontura passou?

— Espere alguns minutos. Ainda não totalmente. — Jackson resmungou baixo, emburrado. Fixou o olhar no rosto do Tuan. — Aconteceu algo?

— Não. — Tuan negou, envolvendo os braços ao redor do corpo alheio. O chinês franziu as sombrancelhas. — Nada que precise ser citado, uhh? Youngjae, não iremos ao ensaio de padrinhos hoje, tudo bem?

O Choi concordou sorridente e após deixar beijos sobre ambas as testas, puxou o tailandês para sair do quarto, deixando um Mark pensativo para trás e um Jackson emburrado. Havia sim acontecido algo, todavia, Mark não desejava preocupar o chinês com coisas tão visivelmente banais. Era melhor previni-lo.

(…)

Os dias passavam com uma calma extrema, o que de certo, causava estranhamento por parte do Tuan, que sentia que algo não corria bem ou de forma certa. Todavia, por mais que pensasse, não conseguia imaginar nada. Talvez, estivesse esperando algum ataque? 

Talvez.

O verão havia retornado com tudo, trazendo o sol escaldante no encalço. O abafado cercava tudo ao redor e mesmo que tentasse, Jackson não conseguia sentir-se plenamente confortável dentro do termo azul que usava. Bambam andava de um lado para o outro, sacudindo um leque próximo ao rosto enquanto murmurava palavrões baixinhos. Jaebum, parado próximo a mulher que faria o casamento, mostrava-se impaciente e os demais convidados, frustrados.


Não que houvesse algo fora de ordem, era apenas o calor em demanda que causava o mal humor. O sol brilhava no ponto mais alto do céu, queimando as peles tão pálidas dos presentes. O terno apenas servia para fazer com que a frustração fosse maior, devido ao suor que acumulava-se na região das costas, axilas e pescoçodo acastanhado, que mexia as mãos incansavelmente, tentando fazer da vestimenta, mais confortável. Impossível.

O casamento de Youngjae e Jaebum não seria devidamente lembrado pelos momentos bons e sim, pelo calor em excesso. A casa na qual a cerimônia seria realizada, tinha um vasto campo e gramado verdinho, todavia, era todo e completamente aberto. As árvores que cercavam o complexo eram vastas, mas ainda não o suficiente para trazer vento ou algo que refrescasse. Mark fora o primeiro a livrar-se do paletó e gravata e mesmo que desaprovasse o ato do noivo, o baixo desejava imenso fazer o mesmo.

— Você está vermelho. — Tuan pontuou, encarando as orbes castanhas do namorado, que resmungou irritado. — Jaebum não irá se importar se formos para a sombra.

— Mas, eu irei, Mark. — Jackson suspirou, levando o olhar a Claire, que dormia no colo de Jinyoung. — É o casamento do Jae, poxa. Ele já está chateado o suficiente com o calor, imagina o que pensará se chegar aqui e não encontrar os padrinhos em seus respectivos lugares?

— Ele entenderá. — o mais velho ditou baixo, puxando as mangas da camisa social para cima. — Não está tudo perdido.

— Devíamos ter ficado ao lado de dentro. — o tailandês murmurou baixo, afrouxando o nó da gravata. — Esse calor está demais.

— Não é melhor adiantar o Jae? — Jinyoung sugeriu, ajeitando a pequena que dormia com a cabeça encostada em seu ombro.

— Você gostaria que adiantassem você quando estivesse se preparando para o dia mais importante da sua vida? — Jackson resmungou, cruzando os braços. Bambam riu da expressão irritada do amigo. — Que espécie de amigos vocês são? É só um sol! Vocês não irão morrer por esperar alguns minutos.

— Eu estou derretendo dentro deste terno. — Jaehyung falou, suspirando ao final. — Mas, ainda penso igual ao Jackson.

— Vocês estão malucos, só pode. — Bambam soprou, jogando as madeixas molhadas pelo suor para trás. — O sol está um absurdo de quente. Se Youngjae não vier logo, eu irei ter de procurar por uma sombra.

— Saíam vocês, eu não irei sair. — o chinês resmungou por fim, cruzando os braços seguidamente. Jaehyung o imitou.

Mark revirou o olhar, caminhando para o lado de Jaebum, que encontrava-se parado em uma área coberta. Sorriu pequeno, levando o olhar rapidamente ao namorado, que encontrava-se parado no mesmo lugar, com as mãos nos bolsos. As bochechas imensamente rubras contrastando com a expressão cansada que não lhe abandonava o rosto. Suspirou, encarando o Im.

— Youngjae demora muito? — perguntou baixo, encarando o rosto alheio. Jaebum deu de ombros, passando as mãos pelos cabelos molhados pelo suor.

— Esse calor está fazendo mal a muita gente e eu espero que o Jae não demore. — suspirou desgostoso, cruzando os braços seguidamente. Mark concordou. — Mande Jackson sair do sol, Mark.

— Ele não quer. — suspirou ao falar, passando as mãos pelas madeixas claras. — Diz que é um desrespeito com Youngjae.

— Ele pode passar mal. — Jaebum alertou, torcendo a boca. Mark suspirou desgostoso. — Olha, Youngjae está vindo.

Mark acenou e moveu-se lentamente até estar junto ao namorado, que mantinha a expressão emburrada. Tratou de ignorar aquele fato ao passar os braços ao redor dele, livrando-o do paletó que aquela altura, ninguém exceto os noivos usavam. Jackson tentou fugir do toque, todavia, o mais velho o prendeu e sorriu ao segurar o objeto, colocando-o sobre a cadeira junto do seu.

— Você está suando demais. — resmungou, fazendo uma careta ao receber um tapa no braço. Encarou o acastanhado. — Terminará o casamento parecendo um camarão.

— Pelo menos terei sido um bom padrinho. — o Wang retrucou, aborrecido. Mark suspirou.

— Todos estamos sendo bons padrinhos, seu chato. — beliscou a cintura do chinês, que mexeu-se, afastando-se de si. — Ande, saía deste sol.

— Mark! Youngjae e Jaebum irão fazer seus votos! — Mark sorriu, puxando o mais novo para si. — O que você tem, hein?

— Eu quero que você saía do sol. — resmungou, ajeitando a franja do outro. — Sol é bom, mas demais faz mal.

— Mas, Mark. — o chinês fez bico, cruzando os braços sobre o peito. 

— Sem "mas". — sorriu ao falar, apertando a ponta do nariz alheio.

Jackson revirou o olhar e se afastou, indo para a área coberta. Youngjae e Jaebum cochichavam algo baixinho e logo após algumas palavras da mulher de cabelos pretos, os padrinhos foram chamados para assinar. Mark acompanhou com o olhar o baixo caminhar saltitante e riu, agarrando-o a mão ao que o acompanhava. Nem todo calor era capaz de tirar o bom humor do chinês, que sorria largo.

Minutos mais tarde, quando já estavam livres para fugir do calor, Bambam suspendeu as mangas e tirou a camisa que usava, repetindo o processo com a calça. Jackson, Youngjae e Jaehyung os acompanharam e logo após darem as mãos, desceram correndo até a área da piscina, pulando dentro dela. 

Mark torceu a boca, dando atenção a filha em seu colo, que encarava os rapazes divertindo-se na piscina com curiosidade.

— Você quer ir? — perguntou baixo e após o acenar lento da pequena, levantou-se da cadeira e tirou as roupas, ficando apenas com a boxer. 

Logo, entraram na piscina e enquanto observava Jackson brincar com Claire, Bambam e Jinyoung - que também havia rendido-se a água geladinha - pensava no quão sortudo era por tê-los e no quanto estava disposto a protegê-los de tudo. Era seu dever. Por mais que as coisas estivessem correndo bem, o Tuan tinha a leve impressão de que aquilo logo mudaria e torcia para estar enganado.

— Mark? — Jinyoung chamou-lhe baixo, atraindo sua atenção. Resmungou um "hum" arrastado. — Está tudo bem?

— Está. — fora simples ao falar, sorrindo ao ouvir o som da gargalhada de Jackson. O moreno encarou-lhe com as sombrancelhas arqueadas. — É só que...é errado sentir que essa calmaria logo passará?

— Como assim? — o Park piscou confuso, sentando-se ao seu lado, próximo a borda da piscina.

— Uma sensação ruim. — confessou baixo, estalando a língua. — Como se isso fosse o antes de uma enorme tempestade.

— Apenas, não pense, uhh? Pode ser que seja errado, nunca se sabe.

— É. — sorriu ao falar, voltando a atenção a Jackson e Claire ao que suspirava. Jinyoung encarou-lhe alguns segundos mais, logo se afastando a seguir. Queria acreditar no moreno, todavia, algo em si, sabia que não corria tudo bem e que a tempestade logo viria. E bom, Mark temia imensamente ter de enfrentá-lá.

Maik! — Claire o chamou, agitada. Mark sorriu diante à expressão risonha da filha e a encarou. — Vem blincar com a gente.

— Claro. — sorriu ao dizer, embora ainda mostrasse-se visivelmente perdido.

Sentia-se estranho, pois sabia que deveria estar feliz por Youngjae e Jaebum que haviam acabado de casar. Entretanto, seu pesar interno o privava. As palavras de Jinyoung ecoavam em sua cabeça e sua sensação estranha apenas crescia. Interiormente torcia para que não fosse nada, mas do que aquilo valeria? Ela não viria à toa. Suspirou, abraçando fortemente o corpo do chinês ao estar junto dele, o beijando nos lábios antes de dar atenção a Claire. 

Tinha de ser apenas mais uma sensação ruim. Ela não poderia significar algo, não queria que significasse, pois, não valia. Yujin havia ameaçado-lhe, mas, ela realmente seria capaz de algo? Era incomum, pois não sabia o que pensar. Se sim, qual seria o sentido? E se não, qual a finalidade da sensação chata que tirava-lhe suspiros zangados?

Suspirou, tentando se desprender daqueles pensamentos. Estar com Jackson o distraía, mas a bagunça dentro de si ainda continuava. Quem sabe, conversasse com o chinês em outro momento. Sentia falta dele mais para si e naquela noite, só desejava dormir agarrado a ele e ainda tê-lo consigo ao acordar. Não era pedir demais, certo?


Notas Finais


até


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