História FLANA - Desde sempre para sempre - Capítulo 29


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Categorias Once Upon a Time
Tags Flana, Fred Di Blasio, Lana Parrilla
Visualizações 109
Palavras 9.919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei!
Desculpem a demora! Bom, espero que gostem e boa leitura! :)

Capítulo 29 - Uma nova experiência


Fanfic / Fanfiction FLANA - Desde sempre para sempre - Capítulo 29 - Uma nova experiência

 

Acordei com o primeiro barulho do alarme e como o celular estava perto eu rapidamente o desativei. Fiquei mais dez minutos enrolando nos braços de Fred, mas a responsabilidade me chamava. Levantei com muito cuidado deixando o travesseiro em meu lugar para ele não acordar. Havia decidido deixar ele dormir até um pouquinho mais tarde, pois estava realmente cansado ultimamente. Corri para o banheiro para fazer minha higiene e depois me troquei rápido. Peguei meu celular e saí do quarto indo até a cozinha e preparando uma omelete com queijo. Depois de feito sento e como rápido com um suco. Quando dei a última garfada uma voz rouca ecoa:

F: Lana? – olho para Fred que estava na porta da cozinha só de cueca, com o cabelo bagunçado, segurando um travesseiro e com olhos entreabertos pela claridade que ainda não havia se acostumado

L: Ai, meu amor – dou uma risadinha pela cena que me deu uma ponta de pena e me levanto deixando o prato na pia – Volte a dormir, Baby cakes – vou até ele abraçando sua cintura e ele me esmaga contra o travesseiro e seu peito – O que fez você acordar?

F: Tive vontade de fazer xixi e quando notei que não era você em meus braços, vim te procurar – o olho e sorriu – Saiba que ter você em meus braços é bem diferente que ter um travesseiro – ganho o dia com aquele elogio simples, mas eficaz. Me estico beijando seus lábios

L: Te amo, Edward – brinquei resgatando o apelido e começamos a gargalhar. Quando nossa crise de risos passou dei mais um ou dois beijos de despedida, avisando que hoje também ficaria sem celular, então arrumaria carona com alguém. Ficou feliz que dormiria mais um pouco e logo voltou para o quarto enquanto eu desci pegando um taxi, pois vi que até eu arrumar um trajeto para chegar no set e ainda por cima nesse horário, chegaria somente horas depois.

Dentro de meia hora cheguei agradecendo que estava atrasada somente cinco minutos. Paguei a corrida e parti para o trailer deixando minhas coisas e me apressando para fazer a maquiagem e cabelo. Dei bom dia a todos, sentei na cadeira e dentro de uma hora não era mais Lana. Corri para o locar do figurino e fiquei definitivamente pronta. Sorri ao me ver no espelho e sentei no sofá para esperar o horário da cena.

Quando deram quinze minutos de espera Jeremy bate em minha porta avisando que todos temos que correr para o estúdio, pois marcaríamos a próxima cena. Dessa vez tentei ser mais esperta levando dinheiro e meu celular desligado. Quando estava pronta, corri para o local marcado, encontrando Matt que também estava indo para a cena. Adiantamos o paço e chegamos no horário. Nos posicionamos e começamos a fazer a marcação. Horas se passaram e depois de tudo pronto começamos a gravar. Foram takes, atrás de takes, mas depois de praticamente uma luz divina cair do céu e iluminar o diretor que gritou: “Essa cena ficou boa. Obrigada pessoal!”. Respirei mais uma vez aliviada e antes que pudesse perguntar Matt me disse:

M: São meio dia e meia, Lana – nos olhamos e demos risadas

L: Obrigada, Matt – ficamos mais um pouco conversando até que somos liberados por dez minutos. Convido Matt para comermos no mesmo lugar e fomos correndo. Pedimos as mesmas coisas de ontem, mas dessa vez paguei. Voltamos comendo e conversando até que tivemos que voltar ao personagem. Quando pararam para reformular um trecho da cena com outro dois dos meus colegas, corri para perto do meu celular, ligando-o para mandar uma mensagem para Fred:

 

Baby cakes! Vou acabar saindo tarde do trabalho de novo. Pode ir para casa que eu consigo uma carona

Te amo

 

Volto a desligar meu celular e corro para cena novamente. Depois de mais algumas horas acabamos a cena e ficamos esperando para ver se havia ficado boa. Quando alertam estar em ordem comemoramos, mas logo a alegria foi cortada, pois teríamos mais uma cena para gravar. Nos deram quinze minutos para relaxar e aproveitei para ir ao banheiro e tomar uma água. Voltei para o local da cena e voltei a ligar meu celular que logo me entregou a mensagem de Fred:

 

Se cuida, baixinha. Te vejo amanhã e bom trabalho

Também te amo, Baby cakes

 

Sorriu ao ler e desligo o aparelho. Vou até Matt que estava revisando as falas:

L: Matt – chamo sua atenção e ele me olha – Tem como você me dar uma carona para casa? – sorriu

M: Claro, Lana – sorri. Agradeço e logo começamos a marcação da cena que demorou menos que das outras vezes. Foi então que começamos com as filmagens. Não sei se já estava cansada de mais, mas terminamos rápido. Depois de todo o ritual recebemos a confirmação que estava boa e que o expediente estava acabado. Respiro aliviada querendo minha cama e logo ouço os diretores avisando que por ser tarde, começaríamos a gravar somente às onze.

Abro o maior sorriso até que começamos a nos despedir do elenco para cada um ir ao seu trailer. Me arrumei rápido e quando saio percebo que Matt estava me esperando. Sorrimos e fomos para o seu carro. Confesso que achei engraçado ele ser mais novo e ter um carro, mas fazer o quê. A sorte é minha que vou poder comprar um.

Fomos conversando sem compromisso até minha casa e logo nos despedimos. Agradeci a gentileza e subi para o apartamento. Enquanto estava no elevador liguei meu celular e me deparei com um horário que nunca imaginaria ser: Quatro e quarenta e cinco da manhã. Dou uma risada, pois não estava acreditando e logo chego em casa.

Abro a porta com minha chave me deparando com tudo escuro. Ascendo a luz da sala e depois da cozinha. Como um queijo quente com leite e vou para meu quarto. Deixo minha roupa em algum lugar, arrumo o despertador e vou para o banho. Depois de uma água quente relaxante volto para o quarto, coloco o celular para carregar enquanto mando uma última mensagem para Fred:

 

Baby cakes! Acabei de chegar em casa e estou indo dormir. Te amo

 

Quando acabei de escrever o SMS mandei e vi que já eram cinco. Sem mais demoras foi para minha cama e assim que coloquei a cabeça no travesseiro dormi.

 

(...)

 

Acordei com meu celular tocando. Levantei confusa e tentei desligar o alarme. Percebi que era uma ligação e atendi:

L: Alô – falei rouca

F: Boa tarde, minha atriz – era Fred. Voltei a deitar na cama com o celular em cima do rosto

L: Oi, amor – falo não raciocinando

F: Você não tinha que estar no set, Lana? – estranhou – Parece que acabou de acordar

L: Eles nos deram mais horas de sono. Vai começar só às onze

F: Lana! – se altera – São onze e vinte – desperto na mesma hora e me levanto

L: Você deve estar mentindo, Alfredo! – me altero enquanto vou para o meu guarda roupa pegar peças coringas para vestir, como calça jeans e blusa básica – Amor! Tenho que desligar. Te amo – sem ouvir resposta desligo a ligação e corro para o banheiro. Me arrumo o mais rápido possível, pego minhas coisas, um pão para comer no caminho e desço para chamar um taxi.

Chego super atrasada e corro para o me trailer. Deixo minhas coisas e vou fazer o cabelo e maquiagem. Dentro e meia hora estou pronta para a cena. Corro para o local marcado e levo uma pequena bronca. Me desculpo e vou para a posição e marcação. Assim se foi o resto da semana. Terminando de madrugada, indo para minha casa e sem ver mais minha mãe, irmã e Fred.

Mas hoje é diferente. É sexta feira. Já avisei para minha mãe que não dormiria em casa e que saindo daqui iria direto para casa do Fred para aproveitar que não teríamos trabalho no dia seguinte. Dito e feito, estou dentro de um taxi indo para casa de Fred que me deixou a chave debaixo do tapete. Chego no endereço pago o motorista e subo para o apartamento abrindo a porta com cuidado. Deixo minhas coisas em algum lugar e vejo um bilhetinho na maçaneta:

 

Deixei uma surpresa para você na cozinha. Faça bom proveito, Baby cakes!

 

Sorriu e tiro os sapatos. Ascendo a luz e encontro um sanduíche apetitoso. Sem pensar duas vezes o devoro. Satisfeita vou até minha bolsa, pego o celular vendo que eram cinco e dez. Com sono me dirijo ao quarto de Fred e encontro outro bilhetinho na maçaneta de sua porta que ainda estava fechada:

 

Deixei suas coisas no banheiro. Bom banho, baixinha

 

Mais um sorriso meu foi arrancado. Com cuidado entro no cômodo e o vejo dormindo pesado embaixo das cobertas. Vou até o banheiro, fecho a porta e ascendo a luz que releva minha bolça com as coisas que precisava. Ligo o chuveiro, fico nua e, depois de todo o ritual de trocar o absorvente, entro no box. Tomo um banho rápido e me visto com a calcinha e um pijama curto. Escovo os dentes e depois apago a luz para sair do banheiro. Vou para a cama para desarrumar o local e poder deitar. Assim que me acomodo vou para perto de Fred que estava de costas para mim e o abraço por trás:

F: Baby cakes? – fala quase como reflexo e sorriu por ele ter percebido minha presença. Ele pega minha mão e a beija – Estava com saudades – puxa meu braço para perto, entrelaça nossos dedos nos colando em um abraço

L: Boa noite, baby cakes – desejo e logo em seguida caiu no sono.

 

(...)

 

Sou acordada com vários beijinhos em meu rosto e sorriu sem abrir os olhos:

F: Que saudade desse sorrisão – afirma e abro meus olhos deparando com sorriso igualmente grande

L: Também estava com saudade desse seu sorriso – falo rouca e levo minha mão ao seu rosto para fazer carinho enquanto ele ficava observando minha preguiça. Recebo mais um beijo e ele deita em cima de mim colocando sua cabeça em meu pescoço – Vou morrer esmagada – brinco e levo minhas mãos para suas costas para poder dar um abraço

F: Prometo não te deixar esmagada – brinca com a voz abafada pela minha pele e damos risada

L: Amor, deixa eu dormir mais um pouquinho – faço manha

F: Sabe que horas são, baixinha? – fala irônico – Onze da manhã

L: Tudo bem...só me deixa dormir mais um pouquinho – ele ri e nos troca de posição, deixando com que eu ficasse com as penas de cada lado de seu corpo e minha cabeça enterrada em seu pescoço – Melhor assim – brinco e me acomodo melhor para voltar a dormir. Ele leva sua mão para minha cabeça e começa a fazer cafuné até que eu dormisse novamente.

 

(...)

 

Acordo sem rumo e vejo que ainda está claro. Fecho o olho e em poucos segundos durmo novamente

 

(...)

 

Volto a acordar e dessa vez começo a me enterrar mais meu rosto em Fred. Quando vejo que não consigo mais dormir começo a dar pequenos beijos na pele do pescoço de Fred que acorda:

F: Olha só que acordou bem-humorada – damos risada e ele acaricia minhas costas

L: Não tinha acordado mal-humorada antes, Baby cakes – desço meu corpo para conseguir apoiar minha cabeça em seu peito e assim nos olharmos

F: Você mal havia acordado e já queria dormir – brinca

L: Cheguei tarde, sabia! – damos risadas – Fui dormir era mais ou menos cinco e meia – dou uma pausa – E se não fosse pelos seus bilhetinhos e sanduíche estaria perdida – rimos e ele me aperta contra seu corpo

F: Agora que a minha rainha dormiu mais que a Branca de Neve podemos levantar para comer alguma coisa – damos risadas

L: Como uma rainha, eu ordeno que o meu rei me leve no colo – falo com uma voz engraçada enquanto aproveito a brincadeira para abusar de Fred

F: Seu desejo é uma ordem – responde e antes que me desse conta ele se senta comigo em seu colo e depois nos levanta comigo encaixada em seu corpo

L: Não acredito que você realmente fez isso – dou risada enquanto ele abre a porta para sairmos do quarto

F: Você quem ordenou, minha rainha – brinca e agarro seu rosto para poder dar um selinho demorado. Nesse meio tempo ele nos leva para cozinha e me coloca sentada na bancada da pia

L: Está frio – me reviro a bancada e rimos. Ele pega uma frigideira e alguns ovos – Omelete?

F: Omelete! – rimos e ele me dá uma tigela para eu bater os ovos enquanto ele prepara o resto dos ingredientes para incrementar a comida. Depois que não aguentava mais mexer, ele jogou toda a mistura na panela e esperamos

L: Ai... – entorto a cara e mexo o braço que estava doendo pelos movimentos repetitivos

F: Pelo visto você consegue ficar batendo durante muito tempo – me olha de canto de olho e com um sorriso safado – O ovo – completa e mordo o lábio

L: Bato o que você quiser – entro na brincadeira do duplo sentido

F: Então mais tarde me mostra esse seu dom... – completa e começamos a rir

L: Você não tem jeito, Fred – damos risadas – Falando em jeito, o senhor fez os exames que a Doutora pediu? – pergunto e ele vira o lado do omelete para que ele começasse a pegar uma cor

F: Sim, dona Lana – brinca – Fiz na terça e peguei o resultado ontem – deu uma pausa – Estou com a saúde em perfeito estado e sem riscos de infecção urinária – alerta e vai buscar um prato para a omelete. Deliga o fogo e coloca na louça a comida. Me entrega o prato e pega dois garfos na gaveta para depois se aproximar para ficar entre minhas pernas:

F: Esse é seu – me entrega o garfo e eu pego o mesmo com a mão livre. Começamos a comer como se fosse a última comida do Mundo. Quando acabamos, ele lava a pequena louça suja:

L: Amor... – o chamo enquanto ele enxugava as mãos

F: Vish – brinca – Quando você só me chama desse jeito significa que tem problema vindo por aí – começamos a rir e ele volta a ficar entre minhas pernas colocando as mãos geladas em minhas coxas

L: Na verdade não é um problema e sim um convite... – envolvo sua nuca com meus braços – Queria saber se você topa ir agora à concessionária para começar a ver o meu carro – falo olhando em seus olhos e mordendo os lábios de ansiedade

F: Claro, baixinha – vejo seus olhos brilharem e um sorriso surgir – Seu pedido é uma ordem – brinca e suas mãos correm minhas coxas para chegar em meu quadril para depois me levantar. Fomos assim para o quarto e chegando lá ele vai soltando minhas pernas para me deixar delicadamente no chão.

Sem demorar começamos a nos trocar e em vinte minutos trancamos a porta de casa. Fomos para o estacionamento e entramos no carro com destino à várias lojas de carro para poder avaliar preços e estilos. Quando foi na quinta parada avistei um carro preto, de cinco lugares cobertos com couro da mesma cor, de um porte não muito grande, mas espaçoso e para minha alegria: não fora do meu orçamento:

L: É esse! – olhei sorrindo para Fred que estava ao meu lado

F: Também gostei dele – sorriu. Depois dessa decisão fomos para uma sala com um dos vendedores para poder acertar todas as papeladas. Depois de longas conversas e negociações o vendedor me disse que na próxima sexta-feira o meu carro estaria nessa loja a partir das nove da manhã. Eu e Alfredo agradecemos e juntos voltamos para casa. Quando estamos no meio do caminho escolhemos comer um hambúrguer no nosso restaurante de sempre. Paramos lá e por ser sete e meia da noite de um sábado estava lotado. Ficamos esperando um pouquinho, mas logo uma mesa se fez livre e sentamos um de frente para o outro. Fizemos nossos pedidos que chegaram mais rápido que esperávamos e enquanto jogávamos conversa fora nos deliciávamos com a comida. Depois de mais ou menos uma hora e meia voltamos para casa de Fred. Ele abriu a porta do apartamento e eu joguei minha bolça em algum lugar:

L: Obrigada por ter ido me ajudar, meu amor – declarei meiga enquanto fechava a porta e via ele que estava em minha frente tirando os sapatos

F: Não tem do que – respondeu e também tirei os sapatos

L: E sabe de uma coisa... – cerrei meus olhos em uma tentativa de ser sexy e me aproximei dele para envolver seu pescoço com meus braços – Acho que tenho uma coisa melhor para poder te agradecer – virei minha cabeça para o lado deixando o meu cabelo balançar provocando seu instinto que o levou a agarrar minha cintura

F: Seja qual for o seu agradecimento envolve algo que não podemos fazer, mocinha – nos lembrou e mordeu os lábios se amaldiçoando por ter ouvido sua voz da razão

L: Talvez eu não possa fazer – dei um selinho rápido – Mas você pode – provoquei baixo e ele me olhou entendendo o que estava me referindo

F: Mas a pergunta é se você vai conseguir se controlar – começou a andar para me encostar em uma parede

L: Acho que eu quem tinha que fazer essa pergunta... – arqueei as sobrancelhas e como resposta recebi um beijo avassalador. Nossas línguas se provocavam e sua mão passou para dentro de minha blusa me fazendo lembrar a sensação e gemer baixo em sua boca

F: Você nunca vai se controlar – falou rouco passando a beijar meu pescoço

L: Com você assim... – levei minhas mãos para seu cabelo e revirei os olhos – Nunca – deslizou a mão para minha bunda e aproveitei a hora para poder pular em seu colo. Minha cabeça ficou na altura da sua e ofegantes encostamos nossas testas para nos olhar

F: Onde minha rainha vai querer ficar? – brincou e mordi os lábios

L: Sofá – falei malandra e vi ele sorrir pela novidade. Fomos caminhando e ele sentou comigo. No mesmo instante levantei de seu colo e vi ele me encarar com seus olhos iluminados pela noite estrelada que transparecia pela janela aberta

L: Deita – ordenei sorrindo de lado enquanto empurrava seu obro

F: Isso foi uma ordem? – brincou, se virou e passou a deitar devagar enquanto me encarava

L: Sim – arqueei novamente as sobrancelhas – Hoje vou ser sua rainha – me aproximei do sofá e sentei em cima de seu membro fazendo ele levar as mãos para minha cintura – E como primeira ordem... – coloquei minhas mãos por cima das suas – Ordeno que não me toque – tirei suas mãos de mim e reclinei meu corpo para frente para jogar suas mãos para cima de sua cabeça

F: Com você assim eu com certeza não vou conseguir... – me encarou com desejo

L: Então eu faço você conseguir – me levantei e dei as costas para ele

F: Lana! – me chamou alto e confuso – Você ficou brava... – saí da sala apressada e corri para o quarto

L: Não, Baby cakes! – gritei enquanto dava uma risada baixo e abri seu armário achando uma gravata. Peguei rápido e voltei correndo vendo ele sentado e confuso

F: Por um minuto achei que estav... – olhou para minha mão e sorriu – Você só pode estar brincando

L: Não estou – falei sorrindo de canto – Deite! – falei me aproximando enquanto deixava a gravata no braço do sofá e ele me puxou pela cintura

F: O que você vai fazer? – levei minha mão para seu rosto que estava apoiado em minha barriga e comecei a acariciar sua bochecha

L: Não vou te machucar – dei risada – Prometo – ficamos nos olhando – Agora confia em mim que você vai gostar – falei tentando voltar ao clima e vi ele beijar minha barriga como um voto de confiança para depois voltar a deitar. Passei a me posicionar como antes, mas agora sentindo seu membro com um sinal de vida. Coloquei novamente minhas mãos nas suas que, por reflexo, estavam em minha cintura. Ele me soltou e entrelaçamos nossos dedos, me fazendo sorrir e passamos a nos encarrar

L: Te amo – ele abriu um lindo sorriso e reclinei meu corpo para frente para deixar sua mão a cima de sua cabeça

F: Te amo – declarou quando estávamos com os olhos frente a frente e roubei um beijo que foi muito bem recebido por ele que passou a se entregar ao mesmo. Em poucos instantes passei minha mão para dentro de sua blusa e consegui notar sua pele se arrepiar com esse feito. Comecei a subir as mãos até que interrompi o beijo para poder tirar a blusa com a ajuda dele

F: Tira a blusa – pediu ofegante e dei uma risada

L: Eu quem mando aqui. Não vou tirar a blusa – falei desafiadora e provocando seu instinto que ameaçou levantar as mãos – E antes que me esqueça... – dei risada e peguei a gravata amarrando suas mãos

F: Agora eu quero te tocar mais que nunca – declarou e decidi não facilitar o jogo, pois mesmo com um pouco de dificuldade consegui tirar meu sutiã, deixando com que transparecesse o bico rígido dos meus peitos pela blusa – Puta que pariu, Lana – fez saltar o olhar sobre meus seios

L: Melhor sem o sutiã – provoquei e apoiei próxima minhas mãos em cima de seu peito para poder inflar o busto e com os braços apertar meus seios para ganhar um volume nos mesmos

F: Isso é tortura, Lana Maria

L: Quer pegar? – provoquei

F: Quero

L: Mas não vai – dei uma risada alto e enterrei minha cabeça em seu pescoço

F: Vai ter volta, Lana – não liguei pelo que ele disse e comecei a beijar seu pescoço

L: Isso porque nem comecei... – falei baixo e passei a fazer uma trilha de beijos até a barra de sua bermuda. Sem enrolar muito comecei a tirar a peça junto com a cueca que revelou seu membro ereto. Acabei de tirar e joguei a peça longe – Preparado? – nos olhamos

F: Não – rimos e passei a deitar entre suas pernas de modo que minha cabeça ficou de frente para seu membro. Com o dedo delineei seu pênis delicadamente fazendo ele pulsar. Agarrei com uma mão para lamber toda aquela extensão. No momento que minha boca encostou sua glande senti ele jogar sua cabeça para trás e ficar ofegante. Aproveitei para abrir mais minha boca e deixar toda sua cabeça entrar.

F: Lana... – falou alto e passei a colocar um pouco mais de seu membro em mim e fazer pequenos movimentos de entra e sai. Acelerei um pouco e reparei que aquilo o deixava louco. Para cumprir com a promessa de hoje mais cedo, tiro minha boca, mas faço movimentos rápido com a mão. Não demorou muito para sentir que aquilo era seu ápice, então deixei meus dedos na saída de sua uretra esperando ele explodir em prazer. Não passou um segundo e seus gemidos eram ouvidos enquanto seu esperma passava pelo meu dedo e escorria pelo seu membro.

Assim que seu ápice passou mordi meus lábios vendo Fred de olhos fechados e respirando rápido

L: Disse que gostaria... – brinquei e sentei em sua coxa vendo ele me olhar

F: Da próxima vez que duvidar pode me provar – gargalhamos por essa frase remeter ao nosso passado

L: Vou te provar muito ainda, Alfredo – dei risada – Mas no momento vou tomar um banho – falei rápido me levantando

F: Vai me deixar aqui? – me olhou rindo

L: A vossa majestade mandou falar: Já que só você foi provado, se vira – dei risada e corri para o quarto para pegar minhas coisas

F: Porra Lana! – gritou rindo – Quero tomar banho com você!

L: Se vira meu rei – gritei rindo e entrando no banheiro. Liguei a luz e o chuveiro – Vou até deixar a porta aberta! – exclamei e ouvi do corredor

F: Não tenho ideia de como você fez esse nó – o vi se aproximando do quarto e tirei a blusa

L: Só dei um nó – ri enquanto tirava o short e sentava no vaso para tirar o absorvente

F: Um nó de marinheiro, Lana – falou do quarto e depois de eu já ter feito toda a burocracia antes do banho fui até o cômodo vendo ele sentado na cama tentando desfazer o nó com a boca

L: Deixa eu te ajudar, peladão – brinquei indo até ele que estendeu a mão e comecei a desfazer o nó. Com poucos movimentos o liberto e jogo gravata na cama – Pronto – beijo sua testa e saio andando para o banheiro – De nada, Fred – não tenho resposta e entro no banheiro indo direto para o box. Quando molho mina cabeça com a água quente exclamo – Não vai entrar? – não obtenho resposta, mas logo em seguida ele entra com uma cueca na mão

L: Impressão minha ou você ficou bravo? – nos encaramos

F: Não estou bravo, Lana – falou direto e tentei relevar

L: Então entra aqui comigo... – pedi meiga

F: Vai deixar eu tocar em você? – dei risada

L: Você ficou bravo! – falei surpresa

F: Não fiquei! Só acho que poderia ter me soltado no final – falou abrindo o box com uma cara amarrada

L: Vem cá, meu marrentinho – brinquei e o puxei pelo braço fazendo ele entrar rápido e me abraçar – Você já está liberto, tá! – falei olhando em seus olhos e depois fechando o box

F: Não estou marrento, Lana – entortei minha cabeça para o lado com um sorriso tímido e levemente provocador para tentar fazer ele ficar menos irritado

L: Te amo – declarei relevando tudo o que ele estava falando e fiquei nas pontas dos pés encarando seus lábios

F: Também te amo – ele me beijou e me entreguei em seus braços. Nossas línguas se amavam assim como sua mão que acabara de descer para a pele de minha bunda

L: Vamos deixar isso para quando eu estiver liberada – cochichei entre o beijo e ele riu

F: Só deixo para depois, porque são orientações médicas – brincou e roubou um selinho. Desci da ponta dos pés e logo começamos a tomar banho. Em torno de vinte minutos saímos, nos secamos e depois de ele se trocar com apenas uma cueca e ir para o quarto, coloquei minha calcinha com a proteção e meu pijama. Apague a luz e saí do cômodo balançando o cabelo para secar:

F: Baby cakes... – me chamou já por baixo da coberta e agarrado em um travesseiro – Esqueci de apagar a luz... – dei risada e fiz o que ele falou, sendo que depois fui até a janela para fechá-la. Quando tive certeza que estava tudo certo me juntei a ele

L: Boa noite, Baby cakes – declarei enquanto me arrumava e do nada ele me puxa para perto e eu coloquei minha cabeça em seu peito

F: Boa noite, Baixinha – falou meigo e abracei seu corpo sentindo seu cafuné em minha cabeça. Não demorou muito e meus olhos foram fechando para dormir.

 

(...)

 

Acordei com um cheiro delicioso na casa. Antes de abrir os olhos utilizei do meu tato que me deu a informação de que não estava mais abraçando Fred e sim um travesseiro. Com preguiça abro meus olhos vendo que o quarto estava com algumas frechas de luz do dia que parecia estar lindo. Respirei fundo me espreguiçando e levantei da cama me direcionando ao cômodo que eu tinha certeza que meu amor estava: a cozinha.

Ceguei lá e vi ele concentrado na sua frigideira. Ele parecia alegre como uma criança que fazia arte. Com o cabelo bagunçado e a barba crescendo não desgrudava os olhos do que tinha na panela:

L: Bom dia, amor da minha vida – declarei rouca e apoiada no batente da porta

F: Bom dia, amor da minha vida – me olhou alegre e seus olhos brilharam junto aos meus – A minha Menina Mulher acordou cedo hoje – brincou tirando do fogo as torradas e deixando-as em um prato

L: Ela sentiu o cheiro bom de comida – rimos e, depois de desligar o fogo, veio até mim para me abraçar – O que o Edward fez para o café da manhã? – falei baixo na pele de seu pescoço e começamos a rir

F: O Edward queria comer uma outra coisa agora de manhã, mas como não pode, o próprio Fred preparou torradas com geleia e omelete – voltamos a gargalhar e dei um beijo rápido em seu pescoço

L: Então podemos comer o que o Fred preparou?

F: Sempre – beijou minha bochecha e deu um tapa de leve em minha bunda para depois desgrudarmos

L: Você não tem jeito, Alfredo – dei risada enquanto o via dar as costas para mim e ir até a frigideira. Aproveitei e dei um tapa de leve em sua bunda – Não é para ficar batendo toda hora na minha bunda, Mr. Cueca! – andei para ficarmos lado a lado e nos olharmos de canto um para o outro e com um pequeno sorriso sínico de cada um

F: Não consigo resistir – deu uma pausa – Sua bunda é maravilhosa

L: Bom saber que você não vê minhas celulites – brinco e ele vira a cabeça olhando para mim confuso

F: Como celulite, Lana? – fala em tom engraçado e viro de frente para ele

L: Vai me dizer que nunca notou as celulites e estrias? – cerrei os olho fazendo uma cara engraçada de quem julgava

F: Impossível, Lana! – arregalou os olhos surpreso – Eu nunca vi celulite e nem estria em você! Eu juro! – foi minha vez de ficar espantada

L: Como não! – ri

F: Olha para essa bunda, Baby cakes! – riu apontando para baixo mais ao menos em sua altura – Eu não tenho problema algum com isso e falaria que sabia de estrias ou algo assim – nos olhamos com um sorriso na cara – Mas eu nunca vi estria ou algo semelhante – o encarei com um sorriso preso entre os dentes

L: Bom, então está aí uma das minhas revelações que você não sabia. Eu tenho celulite e estrias – sorriu e no mesmo instante minhas bochechas são apertadas por Fred que fala com uma voz fofa

F: Eu te amo, amor da minha vida – dou risada e ele dá vários beijinhos que logo são retribuídos

L: Também te amo, amor da minha vida – falo com as bochechas espremidas – Mas agora podemos tomar o café da manhã? – ele me solta e sorri

F: Boa ideia, baixinha! – seguimos para perto da comida e, depois de arrumarmos a mesa, comemos e ficamos conversando. Fomos para a cozinha e juntos organizamos a louça. Ouço meu telefone tocar e corro para o quarto enquanto via ele acabar de enxugar a mão. Assim que entro no cômodo localizo meu aparelho telefônico e atendo:

L: Alô?

D: Filha? – ouço a voz de minha mãe e sento na cama – Bom dia! – falou doce e sorri

L: Bom dia, mama – deito no colchão – Dormiram bem?

D: Sim, minha querida – responde meiga e eu me viro de lado para abraçar um travesseiro

L: Mãe – dou uma pausa respirando fundo – Lembra que havia falado que estava guardando dinheiro para um carro? – dou uma pausa rápida e antes que ela comente concluo a ideia – Eu e Fred fomos pesquisar preço e achei um que além de ser um lindo é dentro do meu orçamento

D: Que bom, Lana – fala ainda meu confusa com toda essa ideia – Está pensando em comprá-lo?

L: Na verdade já comprei e ele chega na sexta – falo rápido e percebo Fred entrar no quarto e vir em minha direção

D: Mas minha filha... – fala surpresa com a notícia enquanto Fred deita ao meu lado e me abraça, deixando minhas costas coladas em seu peito

L: Mãe foi um bom negócio e finalmente não vou mais depender dos outros para corona

F: Já disse que faço isso com o maior prazer – Alfredo reforça sua fala e damos risadas

D: Viu, filha. Fred disse que te fornece carona! Eu entendo e concordo da independência, Lana. Mas... – fala afobada e respira fundo

L: Mama... – tento ser meiga – Já conversamos sobre isso quando fomos ao assunto carro – sorriu e logo percebo a mão de Fred fazendo carinho em minha coxa. Se bem o conheço, ele já deveria estar prestes a dormir

D: Sim, Lana – assumiu menos preocupada com a situação e convida – Por que vocês não vêm para o almoço? Estou com saudade de você – sorriu

L: Eu também estou com saudades. Estava pensando em ir mais de tarde, mas já que a senhora convidou nós iremos

D: Então está combinado! – fala alegre

L: Chegaremos às duas, pode ser?

D: Pode! – em seguida nos despedimos e sabendo que iria voltar a dormir, coloquei o despertador do celular para nos acordar ao meio dia. Feito isso, me viro de frente para Fred que, como eu previa, estava dormindo. Me encolho para ficar com o rosto em seu peito e em seguida ele em abraçada nos deixando confortáveis para dormir. Fui fechando os olhos e logo dormi

 

(...)

 

F: Baby cakes! – ouço longe e logo em seguida percebo o meu celular tocando com um som alto. Me viro pegando o mesmo do criado mundo e desligo o alarme:

L: Vamos levantar? – falei voltando aos seus braços

F: Agora sou em quem está com preguiça – fala manhoso e dou risada

L: Ah não, Baby cakes! – descolo um pouco com o rosto e fico o encarando – Falei que iriamos almoçar em casa – dei um beijo na ponta de seu nariz ele, ainda com os olhos fechados faz um grunhido de manha – Vou tomar um banho e depois te acordo de novo, combinado? – beijo sua bochecha e saio de perto para sentar na cama

F: Combinado – abraça meu travesseiro e dou um sorrio de canto por achar aquilo fofo. Me coloco de pé e sigo para o banheiro. Deixo a porta encostada, ligo o chuveiro e deixo meu corpo livre de roupas.

Após quinze minutos saiu do banho, já com o cabelo lavado, me secando e enrolando a toalha em volta do meu corpo. Saio do cômodo e me dirijo até a cama, sendo que sento na mesma e levo uma mão ao rosto de Fred para fazer carinho:

L: Baby cakes? – falo suave enquanto meus dedos faziam cafuné – Levanta... – falo mais alto e ele faz um barulho

F: Tem mesmo? – fala rouco e dou risada

L: Tem sim, pequeno homem – me reclino dando um beijo em sua testa e me levantando. Tiro a toalha do meu corpo e dou a volta na cama, deixando o pano na mesma – Vamos, Fred! – vou até a bolsa que continha minhas coisas e pego uma calcinha

F: Bela bunda, baixinha – mordo os lábios e viro o rosto olhando para ele

L: Bom saber que gosta – vejo um sorriso enorme surgir em meio de seu cabelo bagunçado e cara amassada

F: Eu não gosto, eu amo! –afirma e damos risada. Ele se levanta e aproveito para colocar minha calcinha. Nos aproximamos e envolvo seu pescoço em meus braços enquanto ele aproveitava para nos colar e colocar as mãos em minha bunda

L: Te amo – olho em seus olhos e fico nas pontas dos pés arrancando um selinho –Mesmo você sendo Edward mãos de tesoura – ele começa a rir seguido de mim

F: Você não perdoa, né – aperta os olhos fazendo uma cara engraçada me fazendo rir novamente

L: Enquanto você não cortar essas unhas não irei perdoar – assumi – Se quiser faço isso para você hoje

F: O que me serve unhas cortadas se não vou usá-las?! – brinca e entendo

L: Quem disse que não irá usar? Quero sua mão impecável hoje! – olhos em seus olhos com um sorriso brincalhão

F: Lana, Lana.... – dou risada – Não se brinca com coisas assim! – aperta minha bunda levemente

L: Quem disse que estou brincando?

F: Eu, porque você não pode fazer nada, mocinha!

L: Falta só mais um dia – falo malandra – Que diferença faz? – olho em seus olhos – Amanhã já é segunda!

F: Nem pense nisso, mocinha! – dá risada – Sua saúde em primeiro lugar – jogo minha cabeça para o lado

L: Um dia não faz diferença, amor! Não estou pedindo para transarmos, mas sim para ter um orgasmo – falo direta enquanto faço biquinho e volto a colocar meu pé no chão

F: Quantos você quiser, mas só depois de segunda – afirma e eu descolo nossos corpos, fazendo ele tirar a mão de mim e eu ir até a mala – Ei...você ficou brava por isso? – fala estranhando

L: Não estou brava, Fred – afirmei e coloquei meu sutiã

F: Baby cakes...quero o seu bem – se aproximou e me virei de frente

L: Não vou te ver a semana toda, amor! – falei mais alto e um grande nó na minha garganta se formou. No mesmo instante ele me abraçou e meu olho ficou marejado – E pelo visto estou de TPM – ele deu risada e fiz o mesmo

F: Vamos fazer coisas legais enquanto não chega amanhã e enquanto você tem sua TPM, ok? – brinca me fazendo rir. Abraçada a ele olho para seu rosto apoiando meu queixo ao seu peito

L: Ok! – sorri acanhada – Desculpa

F: Pelo quê?

L: Por ter te respondido mal – ele beija minha testa. Nos desgrudamos e ouço o telefone tocar – É minha mãe, amor! Se troca rápido! – vejo ele se afastar para isso e eu sigo para o celular atentando:

L: Alô?

D: Filha? – sorriu enquanto corro para minha mala

L: Olá mama! – pego uma calça e jogo na cama – Já estamos indo – falo tentando procurar alguma blusa

D: Sem problemas, meu amor! – acho uma estampada e regata e agarro a mesma para tirar da mala – Só queria pedir para trazerem a sobremesa

L: Sem problemas... – corro até a cama e prendo o celular entre minha orelha e meu ombro, de modo que consiga usar as duas mãos

D: Está tudo bem, Lana? – pergunta quase rindo

L: Está sim, mama. Estou acabando de me trocar – aviso e ela ri

D: Então está bom, filha. Espero vocês – nos despedimos e desligo celular para poder me trocar o mais rápido possível. Quando acabo vou até o banheiro encontrando Fred já vestido e acabando de ajeitar os últimos detalhes. Faço o mesmo e dentro de dez minutos saímos do apartamento rumo ao estacionamento.

No meio do caminho paramos em uma padaria e compramos um cheese cake de frutas vermelhas. Com mais alguns minutos chegamos ao meu prédio e logo ao andar. Toquei a campainha e logo minha irmã atendeu:

D: Olá, maninha! – nos abraçamos e eu fui entrando enquanto ela cumprimentava Alfredo. Passei um olho pela casa e achei minha mãe saindo da cozinha:

L: Mama! – sorri verdadeira e corri para um abraço que foi retribuído na mesma intensidade

D: Está tudo bem, Lana? Nos falamos pelo telefone a pouco tempo! – demos risadas

L: Está sim! Só que não nos vimos essa semana e estava morrendo de saudade – nesse instante ela me abraça mais apertado

D: Também estava com saudades, minha filha! – sorri e meus olhos marejaram. Nos desgrudamos e ela foi abraçar Fred. Infelizmente ela viu minha pequena fraqueza – Você está chorando, minha filha! – acaba o abraço e todos olham para mim me fazendo dar uma risada e com os dedos limpar a única lágrima que caiu

L: Para mãe! – rimos – Estava com saudades mesmo! – respirei fundo – Queria poder trabalhar no que mais amo, mas também ficar com vocês – sorriu fraco e minha mãe se aproxima

D: Você está no caminho certo, filha! – coloca meu cabelo atrás da orelha e respiro fundo mais uma vez

L: Eu estou onde preciso estar – sorriu e tento desviar do assunto – Mas e aí? Onde está essa comida!

D: Já deve estar pronta! – exclama e partimos para cozinha. Ela olhava a comida no forno e nós preparamos a mesa. Depois de tudo pronto, sentamos nas cadeiras e ela trouxe uma lasanha com a cara mais que apetitosa.

Comemos e ficamos conversando sobre assuntos aleatórios para passar o tempo. Por fim, tomamos uma taça de sorvete cada um e depois arrumamos toda a bagunça. Quando estava tudo em seu lugar, minha mãe falou que iria dormir um pouco e minha irmã se desculpou, mas teria que encontrar com seu namorado na casa dele. Nos despedimos e eu e Fred seguimos para meu quarto.

Entramos no cômodo e me joguei na cama, abraçando um travesseiro enquanto ele sentou ao meu lado e colocou a mão em minha coxa:

F: Sabe o que estava pensando? – de costas para ele resmungo – É fim de tarde... – joga no ar e me viro de barriga para cima, encarando o mesmo – Pensei de assistirmos algum filme – sorri

L: Topo! – abro um grande sorriso – Que filme quer ver?

F: Não sei...pensei de irmos e vemos por lá o que é melhor! – no mesmo instante me sento na cama

L: Vou me trocar! – levanto indo até a porta, fechando a mesma, enquanto ouço uma risada dele. Caminho até meu armário abrindo o mesmo e tirando minha blusa e depois minha calça deixando em algum lugar

F: Nem precisa se trocar...Está linda assim! – falou rouco e sorriu no canto dos lábios

L: Não provoca, Alfredo! – dou risada seguida dele e começo a procurar uma roupa que tinha em mente. Achei o vestido que era levemente curto, de alcinhas e soltinho. No mesmo instante o vesti e passei a procurar uma meia calça preta. Achei e vesti. Sapato: abri um outro armário e peguei meu coturno preto que servia para todas as ocasiões.

Fechei as portas dos armários, abria a do quarto e corri para o banheiro, arrumando metade do meu cabelo em um rabo de cavalo enquanto a outra metade, por ser curto, ficava em minha nuca. Coloquei um perfume, escovei os dentes e passei uma base com um batom mais escuro. Me olhei no espelho e falei baixo:

L: Brincos! – apaguei as luzes e voltei para o quarto. Enquanto procurava um brinco específico ouvi

F: Mas que gata essa minha namorada. Acho que estou mal arrumado para sair com ela! – dou risada e acho meu brinco. Me viro colocando os mesmos

L: Bobo – sorriu e ele levanta da cama – Eu tenho que me arrumar para ficar bonita – o vejo se aproximando – Você não precisa disso! – sorrimos e ele pega em minha nuca para beijar minha bochecha

F: Adoro seu cheiro – fala baixo e me arrepio

L: Não provoca, Fred – ele dá risada

F: Você quem está me provocando – diz se afastando enquanto mordo os lábios

L: Vamos para o cinema, então? – desvio de assunto e damos risada.

Não demorou muito e saímos de casa. Dentro de trinta minutos chegamos no cinema e escolhemos um filme de comédia. Em aproximadamente uma hora e meia saímos da sessão e recebi uma mensagem que amanhã teria que estar no set às oito da manhã. Na tentativa de me alegrar, Alfredo se dispõe a dormir em casa e eu obviamente aceito.

No dia seguinte, com o maior sono levantamos e nos arrumamos depressa. Fred me deixou no set pontualmente e seguiu para o trabalho. Assim se foi mais uma semana, com as gravações acabando de madrugada e eu me cobrando a perfeição no trabalho.

Por fim sábado chega e estou capotada na minha cama. São duas da tarde e ouço meu celular tocar:

L: Alô? – falo depois de levantar para atender

F: Baby cakes? – ouço Fred e volto para a cama

L: Oi, Fred – balbucio

F: Chegou muito tarde ontem, meu amor? – pergunta doce

L: Sete e meia – respondo e me viro enquanto ouço uma risada

F: Meu Deus, Lana! – fala surpreso – Deve estar acabada – concluiu – Mas liguei para saber como vai fazer para pegar seu carro... – no instante que ele diz isso desperto

L: Tinha esquecido completamente disso, Alfredo! – me sento na cama

F: Ei... – chama minha atenção – Fica calma, Lana! Se quiser passo aí e vamos...

L: Pode ser! – me levanto e ascendo a luz – Vem de carro, deixa ele aqui e depois vamos de metrô até lá. Pode ser?

F: Claro! – ouço a confirmação e nos despedimos. Escolho uma roupa qualquer, corro para o banheiro para me arrumar. Escovo os dentes e finalmente me livro do absorvente com o final de menstruação, pois no dia que acabou o antibiótico, foi a vez do meu mar vermelho.

Dentro de quinze minutos fiquei pronta e fui tomar café. Assim que dei a última mordida, Fred me ligou. Desci, ele estacionou o carro e fomos para o metrô.

Em quarenta minutos chegamos na concessionária e, após uma pequena burocracia com papéis, peguei meu carro. Fui até ele que brilhava com sua cor preta. Com um sorriso enorme ando até a porta do motorista e apeto a chave que destrava suas portas. Com todo cuidado abro a porta e entro no carro. Passo as mãos pelo volante e logo vejo Fred de pé olhando a cena. Faço sinal e ele entra ao meu lado:

F: Gostou, baixinha? – nos olhamos

L: Eu estou apaixonada – concluo mordendo os lábios de felicidade

F: Vou ficar com inveja em! – brinca e rimos. No mesmo instante solto o volante e me penduro em seu pescoço

L: Não fique... – selo rápido nossos lábios – Você que é o amor da minha vida... – afirmo enquanto nos encarávamos e foi a vez dele me beijar

F: Você não acha que está na hora de testar esse seu carro? – rimos e volto a sentar corretamente no banco

L: Acho que está mais do que na hora... – ligo o carro, pego os óculos da bolsa e os coloco para irmos rumo a rua. Paramos em um sinal e ele coloca a mão em minha coxa me fazendo olhar para ele

F: Que orgulho da minha baixinha – sorri e coloquei a mão em sua coxa também

L: Te amo, pequeno Homem – vejo ele sorrir e sigo em frente

F: Lana...para ir para nossa casa era virando aqui... – fala desentendido

L: Quem disse que eu quero ir para casa, Fred... – dou uma risada sapeca e sigo entrando na via expressa – Praia aqui vamos nós! – ouço uma longa risada vinda dele

F: Você não existe, Lana – faz carinho na minha pele – Qual praia quer ir?

L: Nada longe...aquela que demora só uma horinha para chegar – ouço mais uma risada e ele liga o som.

F: Já que estamos indo fazer essa viagem mais que inesperada, poderíamos ir para a praia que fomos a última vez – colocou a mão em minha coxa – E podemos aproveitar que estamos sozinhos dessa vez – minha vez de dar risada

L: Sua mãe não vai gostar dessa ideia! – gargalho prestando atenção na estrada – Sem contar que nem a chave da casa você tem

F: Claro que tenho – com minha visão lateral, percebo ele apalpar os bolsos – Está aqui! – ouço um barulho de chaves batendo – Guardo a chave do apartamento e daquela casa juntas

L: Você quer mesmo ir para lá, né! – dou uma risada extensa com teor malicioso que é acompanhada por uma semelhante vinda dele. Sem mais questionar, seguimos nosso rumo e chegamos rápido. Ele foi me guiando o caminho e logo entramos na garagem, deixando o carro estacionado. Tiramos os cintos e sinto que ele estava me encarando:

L: Está tudo bem, Fred? – viro para o banco de trás pegando minha bolsa

F: Está... – me responde meio vago e com um leve sorriso no rosto. Perdida em seu olhar faço o mesmo – Te amo – afirma espontâneo

L: Te amo – digo claro e antes que pudéssemos pensar, já estávamos um nos braços do outro. Ele depositou direto sua mão em minha cintura e eu em sua nuca. Parecíamos adolescentes que estavam testando seus toques pela primeira vez. Sua língua dançava junto a minha enquanto meus dedos bobos brincavam com seu cabelo. Ahhh como adoro esse cabelo...

Sai de meus devaneios quando algum celular começa a tocar e temos que nos separar. Com cuidado reconheço o toque como meu. Procuro o mesmo entre minha pequena bagunça e antes que atendesse Fred avisa:

F: Vou te esperar lá dentro e ver se as coisas estão em ordem – recebo um beijo na bochecha e sem demoras atendo o celular

L: Alô?

D: Filha? – ouço e abro um sorriso enorme

L: Oi, mama!

D: Onde você está, minha filha? – ouço a pergunta e confesso que titubeio em responder. O que estava me deixando mais incomodada em falar é o fato de termos vindo para a praia com motivos mais que óbvios. Não tinha escapatória. Teria que falar e pronto.

L: Estou na praia com o Fred, mama. Voltamos amanhã pelo amanhecer – respondi sincera e ou pequeno silencio se estabeleceu

D: De quem foi essa ideia, Lana? – perguntou ressabiada

L: Minha. Faz uma semana que não vejo o Alfredo e como está sol, nada mais legal do que vir para a praia – aleguei e consegui imaginar um pequeno conflito que estava passando dentro dela

D: Se cuidem, filha – deu sua palavra final e fiquei aliviada

L: Fique tranquila, mãe – respondi calma e sai do carro

D: Qualquer coisa me ligue, filha – confortou e sorriu – E manda um beijo para Fred

L: Pode deixar. Será dado – nos despedimos e desliguei o celular. Entrei na casa vendo a mesma intacta e mais que organizada

L: Fred... – falo meio perdida e não ouço nada – Baby cakes? – falo mais alto e ouço uma voz longe

F: Estou no quarto, Lana! – sigo sua voz e encontro Alfredo parado lavando as mãos no banheiro

L: Essa casa é tão grande que não sei por onde começo a te procurar – damos risadas enquanto deixo minha bolsa no sofá e abro a janelas, mostrando o sol quente e lindo que estava. Vou andando até o batente da porta do banheiro

F: A casa não é grande... – secou as mãos e se aproximou – Você que é pequena, Baby cakes – colocou a mão em minha cintura e eu automaticamente em seu pescoço. Não prestei atenção em nada a partir dele começar a se aproximar. Sem mais delongas fiz o que nós dois queríamos. Me estiquei e selei nossos lábios. Senti ele apertar minha cintura e sorri entre o beijo. Ele começou a andar e a me empurrar para trás. Em poucos passos caímos na cama e lacei seu corpo junto ao meu com minhas pernas.

Sem pensar, ele começou a beijar minha bochecha e em seguida meu pescoço. Joguei uma mão para cima de meu corpo para aproveitar os toques e a outra foi fazendo carinho em sua nuca. Senti sua mão passar por dentro de minha camiseta e voltar a se agarrar em minha cintura, mas agora fazendo carinho em minha pele com os polegares. Sorri com os olhos fechados enquanto mordia os lábios.

Ansiosa pelo momento levei minhas duas mãos para as costas de Fred e meus dedos puxaram a camisa manga curta que saiu até sua cabeça. Ele levantou o dorso para tirar o pano que foi jogado longe. Nem tive tempo de apreciar, pois no mesmo minuto foi a vez dele tirar a blusa que estava em mim:

L: Tem como parar de babar e me dar um beijo? – brinco ao ver ele ficar pequenos instantes hipnotizado

F: Nunca vou cansar de admirar seu corpo, baixinha – volta a olhar para mim com cara de bobo apaixonado e mordo os lábios admirando

L: E eu nunca vou parar de amar o seu – retruco provocando e levo uma mão para o botão da calça que logo de desfaz. Olho para o local e vejo o volume aumentado – Vai ou não me dar um beijo? – volto a olhar para ele que avança em meus lábios.

Sua mão abre meu sutiã que é tirado por Alfredo que abocanha um de meus seios. Seus movimentos circulares fazem minha respiração ficar acelerada e, consequentemente, a dele também. Seus toques estavam me enlouquecendo, até que sinto ele beijar o vão de meus peitos e sem demoras, fazer sua trilha de beijos até minha calça. Fico imóvel e ele desabotoa a peça. Começa a tirar a roupa de mim, o mais lento possível, parecendo se torturar. Quando me restou a calcinha branca com poucas rendas, o puxei para cima de mim e nos troquei de lugar, ficando com as pernas circundando seu corpo

F: Você gosta de provocar, né! – falou rouco em meu ouvindo, já que minha cabeça estava colocada em seu pescoço

L: Você fez isso até agora comigo...também tenho direito – brinco entrando em seu jogo e começo a beijar seu pescoço. Vejo ele se arrepiar e sorrio assim que ele coloca suas duas mãos em minha bunda. Quando decido beijar seu peitoral, ao longe ouço um barulho e logo reconheço como um toque de celular. Sem que eu pudesse pensar Fred me puxa para cima e começo a rir com o rosto em seu pescoço novamente:

F: Desculpe, Lana – continuo dando risada

L: Até quando estamos sozinhos na casa, acontece alguma coisa para nos atrapalhar – foi a vez dele rir, o que acabou me tranquilizando um pouco

F: Deixa eu levantar para atender, Baby cakes... – bateu levemente duas vezes em minha bunda e escorreguei para o lado. Fred se levantou e andou até a escrivaninha que continha seu celular.

Com uma ponta de vergonha, sento e sem demorar visto sua camiseta que fica cobrindo metade de minhas pernas. Ouço ele atender e, por incrível que pareça, era sua mãe do outro lado da linha. Minha vergonha cresceu. Levantei e me dirigi até Fred, me esticando para dar um selinho em sua bochecha e falar baixo:

L: Estou na cozinha... – volto ao chão e deixo ele no quarto. Começando a lembrar da planta da casa vou até a cozinha e paro na porta para lembrar onde havia copo. Dentro de alguns segundos parti para a ação e comecei a abrir armário. Depois de três tentativas falhas, achei o que queria.

Com o recipiente na mão, caminho até o frízer e pego alguns cubos de gelo. Ando mais um pouco e encho até a metade do copo com água. Tomo de uma vez e escuto:

F: Lana... – ouço passos que chegam na cozinha

L: Oi, Baby cakes – sorriu de canto – Está tudo bem com sua mãe? – ele se aproxima

F: Está – fiquei estática enquanto percebi ele se aproximar. Não havia charme nem algo do tipo. Para mim sua presença sem camisa já era o suficiente

L: Contou que estamos aqui? – coloco o copo em cima da bancada ao lado

F: Contei... – declarou e por estarmos em um passo de distância, vi ele olhar para o copo e ficar envergonhado – E ela pediu para não deixar a casa tão bagunçada – me contou rouco e mordi o lábio inferior. Senti ele me beijar. Foi algo tão instintivo que ele agarrou minha cintura e me deixou presa entre seu corpo e a bancada. Gemi baixo ao sentir seu volume em mim.

Alfredo me colocou na bancada e ficou entre minhas pernas. Senti ele aproveitar e levar a mão até meu quadril e brincar com minha calcinha. Eu deixei minha mão em sua nuca para aprofundar o beijo. Nossas línguas se tocavam de maneira harmônica, mas me atiçava por mais:

L: Você não quer parar de brincar com a minha calcinha e tirar sua calça? – falo rápido e no mesmo instante ele se separa um pouco de mim e tira o que pedi. Me deparo com sua cueca saltada e mordo os lábios

F: Você mordeu os lábios... – fala rouco e olho para ele – Esse é o seu melhor indicador... – assume safado e volta a me beijar sem nem mesmo me dar a oportunidade de responder. Dessa vez ele passa a mão por dentro do pano que me vestia e segue delineando meu corpo até que fique sem a camisa.

Alfredo beija meu pescoço e jogo minha cabeça para trás assim que suas mãos mexem em meus peitos. Sem precisar de muito toques eles se enrijecem e acabo gemendo um pouco mais alto. Com isso, Fred passa a mão pela minha barriga e sem demorar, começa a brincar com meu clitóris por cima da calcinha:

L: Fred... – falo baixo – Para de me torturar, Fred...você sabe o que eu quero e eu sei o que você quer... – falei em tom de súplica e ele me olhou. Percebi seu desejo com essa minha fala, o que me deixou ainda mais excitada. Vi ele tirar seu pênis para fora da cueca e sem perder tempo, afastou minha calcinha para o lado. Reclinei meu corpo para trás, me apoiando com uma das mãos. Com uma certa calma, deslizou seu membro sobre minha região e revirei os olhos de prazer. Em um momento ele parou em minha entrada e começou a fazer pressão. Senti ele entrar em mim lentamente e quando ficamos inteiramente encaixados, gememos juntos. De imediato abracei seu pescoço e ele meu corpo:

L: Te amo – confessei no pé de seu ouvido

F: Eu te amo, Baby cakes – cochichou e sorri plena quando ele começou a se movimentar. Me encolhi em seu pescoço que passou a ser envolto pelos meus braços. Acelerou os movimentos e apertou minha cintura.

Não estava me importando com nada a não ser o prazer daquilo. Mordi meus lábios enquanto sorria em sentir ele crescer dentro de mim. A bancada gelada e nossos corpos quentes estavam me enlouquecendo:

L: Vai mais rápido... – falei quase sem voz e atraquei minhas unhas em seu pescoço quando fez o que pedi. Comecei a rebolar e ouvi ele gemer. Ele, por algum motivo, se afastou um pouco e foi o ponto fulcral para meu orgasmo. Contorci meus dedos do pé, joguei a cabeça para trás e comecei a gemer como nunca antes. Gemidos altos que definiam aquele prazer que parecia preencher meu corpo. Com poucos segundos, sou acompanhada por Alfredo que também joga a cabeça para trás. Continuo gemendo e logo sinto algo escorrer de mim. Nossos gemidos vão diminuindo e nosso atrito também.

Fico com meu corpo completamente relaxado e sinto a necessidade de deitar meu tronco no resto da bancada gelada. Sem energias, fecho os olhos e fico largada sem ter ou perceber qualquer outra reação. Estava sentindo meu coração descompassado e não sabia se era a minha respiração ou a de Fred que estava mais irregular. Não sei quanto tempo se passou até que sinto minhas pernas doerem, provavelmente por estar muito tempo naquela posição. Então foi Fred que quebra o silencio:

F: Lana... – sinto ele me apertar na cintura e abro os olhos encontrando-o descabelado e levemente vermelho

L: Não sei se foi eu ou se foi você – dei uma pausa olhando para o teto – Mas essa foi a melhor sensação que já tive... - sorriu meio boba olhando para o teto e ele desliza as mãos até minhas pernas segurando-as. Com esse movimento, voltei a levantar meu corpo e abraçar seu pescoço. Encostei nossas testas e ficamos nos encarando com sorrisos suaves

F: Para mim também foi bom – roubou um beijo e sorri

L: Melhor transa... – assumo e rimos juntos

F: Na cozinha... – lembrou fazendo uma cara engraçada e me trouxe a realidade

L: Acho que vamos ter mais trabalho do que só lavar as louças – tento brincar e ele sela rápido nossos lábios. Fez com que nossos corpos colassem e em seguida me pegou no colo. Com o rosto enterrado em seu pescoço e ainda com uma parte de nossos sexos encaixados, cochicho – Vamos fugir da responsabilidade e não limpar a sujeira que com certeza fizemos na cozinha – ouço uma risada e vejo que estamos indo para seu quarto

F: Não se preocupe, porque a Lana e o Fred do futuro podem fazer isso – repete em tom baixo a mesma frase que disse a ele em uma das noites de Los Angeles. Essa foi minha vez de rir e entender que aquilo era só o começo.

 


Notas Finais


E ai? Bom desculpem a demora. Espero que vcs não tenham desistido da minha fic, pois eu não desisti dela hahahaha

Obrigado por ter chegado até aqui e até o próximo capítulo :)


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