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História Flashlight - Isulio - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


HOLÁAAAA 💖
eu nunca vi um capítulo ser tão esperado quanto esse (recebi muitas mensagens, inclusive KKKKKK) e finalmente chegou, não é mesmo?

dois obs hoje:
primeiro: hoje é aniversário da melhor amiga desse mundo, ela tá fazendo 15 aninhos e isso aqui é um dos meus presentes pra ela, então, espero que você goste, Gabi💖 Inclusive, amo você muitíssimo.

segundo: esse capítulo contém hot, então se você não se sente confortável em ler, estará em itálico, pule, não fará tanta diferença na história 💖

Capítulo 11 - Desire


Fanfic / Fanfiction Flashlight - Isulio - Capítulo 11 - Desire

Isabela Souza 

Esperar Julio estava sendo um pouco desconfortável, por mais que eu estivesse deitada no colchão macio e um cobertor de pelinhos cobria meu corpo aquecendo-me do frio de Buenos Aires. Eu sentia vontade de dizer tanta coisa pra ele, mas não sei se esse é o momento certo. Nem eu mesma sei o que está acontecendo comigo. Durante boa parte da minha vida, eu não tive tempo nem sequer de ir ao banheiro, passei o maior tempo no hospital com Gus e o resto do tempo, cuidando da minha mãe que se afundava no álcool após o abandono do meu pai. Eu havia namorado apenas uma vez em toda minha vida, e foi com o cara que eu perdi o bv, quando eu tinha onze anos. Se aquilo puder ser considerado um namoro. Julio me faz sentir coisas incríveis que eu nunca tinha sentido, ele me encanta de uma maneira extraordinária e seus olhos me fascinaram desde o momento em que o vi pela primeira vez nesse prédio. Fora que a filha dele é a criança mais doce e adorável que já conheci, depois do Gus, claro. Só sei que tudo parece difícil demais. Julio perdeu a mulher que amava a menos de três anos, e eu imagino o quanto deve ser difícil perder alguém que se ama, ainda mais quando se tem um filho com a pessoa.

Batucava meus dedos em minhas coxas, encarando os porta-retratos na estante com fotos diferenciadas. Mordi o lábio inferior quando escutei passos, sentindo meu coração disparar em questão de segundos quando seu perfume adocicou o ambiente.

- Enfim estou de volta! Demorei mais do que o esperado, porque ela acordou e eu tive que contar uma história para que ela pudesse dormir. – a voz e a risada de Julio chegaram aos meus ouvidos, fechei os olhos com a sensação de arrepio que percorreu minha espinha.

- Por isso que demorou então. – soltei uma risada sem graça, me encolhendo no colchão quando ele se jogou ao meu lado.

- Sim... – ele se apoiou no cotovelo, enquanto seu olhar queimava em meu rosto, deixando-me desconcertada.

- Você trata a Zoe tão bem... ela tem sorte. – puxei um assunto, ainda envergonhada sobre o seu olhar, recordando-me que eu não tinha um pai assim tão carinhoso, nem sequer me lembrava do meu pai em casa.

- Ela merece. – ele disse, e eu me virei para olhá-lo, mantendo meu olhar em seu rosto esculpido pelos deuses, que é simplesmente perfeito. Ele de perfil conseguia ficar ainda mais bonito. Não desviei meu olhar do seu quando o mesmo encontrou o meu, apenas observei a maneira como ele umedeceu os lábios, sentindo uma sensação estranha percorrer meu corpo.

Quando vi, já havia respondido a primeira coisa que se passou em minha cabeça.

- E eu, o que eu mereço? – percebi os seus olhos castanhos se escurecerem um pouco com minha fala e eu prendi o lábio inferior com os dentes.



Não eram só os lábios dela que pareciam tão atraentes aos olhos de Peña, tinha também o corpo dela, que parecia tão macio e quente ao lado dele. Foi inevitável não puxá-la para que pudesse sentir o gosto dela mais uma vez, como se ele nunca fosse se cansar daquilo, nem em mil anos. Seus lábios trabalhavam de maneira vigorosa contra os lábios dela, provando o gosto um do outro mais uma vez. Isabela puxava os cabelos de Peña, querendo aproveitar cada segundinho da sensação gostosa que ela sentia quando estava com o mesmo. Ele, por sua vez, passeava com sua mão pela lateral do corpo da mulher, almejando ela para si, não resistindo em apertar firme sua coxa descoberta, por usar apenas uma saia jeans. Não pôde se controlar ao puxar as pernas de Isabela para que ela sentasse em seu colo, com uma perna em cada lado de seu corpo. Isabela sentia suas bochechas esquentarem, junto ao seu corpo, que parecia estar em chamas, e Julio não estava diferente.

Suas mãos se alternavam entre a cintura e a bunda da mulher, apertando firme cada pedaço mínimo de sua pele, querendo que nada saísse intocado. Isabela, quase inconscientemente, esfregando quase que imperceptivelmente seu quadril contra de Julio, querendo poder senti-lo por completo. Os dois arfaram juntos com o contato, desejando mais e mais um do outro.

- Eu quero você… – Julio conseguiu dizer, enquanto seus lábios exploravam a carne cheirosa do pescoço de Isabela.

- E-eu também quero. – ela disse entre suspiros, e aquilo era o suficiente para que Julio seguisse com o que queria fazer.

Julio abaixou suas mãos até a barra da camiseta xadrez que a menina usava, segurou-as com firmeza, adentrando o tecido e podendo sentir a barriga da menina nas palmas das mãos. Céus, sentia a pele aveludada dela contra o seu tato, arrepiando-a com o toque. A blusa deixou totalmente o corpo da menina e Julio jogou o tecido por algum lugar da sala, tendo em mente que teriam que procurar depois. Apenas o sutiã rendado podia ser visto, então ele logo tratou de se livrar dele também. O olhar de adoração que a contemplou foi de total apreciação, Julio não podia negar que já imaginava como seria aquela parte da menina por trás de suas roupas, mas não imaginava que se encantaria tanto. Ela o olhou com um sorriso de lado, como um pedido mudo para que ele a tocasse, e subindo suas mãos pela costela dela sob a pele insuportavelmente macia, instigando, provocando, experimentando… ela não precisou pedir para que ele fizesse, já que ele mesmo forçou suas mãos contra os seios fartos, apreciando os mamilos duros contra sua pele, acompanhando com desejo o morder de lábios de Isabela, que havia jogado a cabeça um pouco para trás. Ela mal havia se recuperado do toque, quando o mesmo apertou novamente seus seios, com os dedos trêmulos. Os seios dela cabiam perfeitamente nas mãos de Julio, que salivou de vontade de senti-los.

Ele, sem relutância, totalmente encantado pelo formato redondo e adorável de seus seios, os mamilos rosados enrijecidos, cada mínimo aspecto deles, clamando pelo seus lábios.

- Porra… – ele xingou, quando o quadril dela fez pressão mais uma vez contra o quadril dele, apertando a coxa dela com força necessária para que ela arfasse.

Ele desejou que ela mostrasse o que estava sentindo, tirando suas mãos do corpo dela e prendendo-as de cada lado de sua cabeça, percebendo o que ele queria, ela curvou-se em cima do mesmo, seus lábios a centímetros dos dele, eles acariciaram a bochecha enrubescida, sua mão pequena indo até o rosto dele, para que seu polegar passasse pelo lábio inferior dele, somando seu toque intenso com seu olhar de desejo. Na cabeça de Julio, faltavam palavrões para que definissem as sensações que ele sentia.

Ele tirou forças, e no segundo seguinte seu corpo estava sobre o dela, e os pulsos da mesma estavam presos pelos punhos dele contra o colchão. O olhar suplicante dela triplicou de intensidade, mesmo quando ela sentiu a ereção dele contra sua coxa.

Os lábios dele encontraram os dela com fúria, e ele provou do gemido de alívio que ela soltou contra os dele. Desprendendo seus pulsos, voltou com suas mãos nervosas até seus seios, apertando-os com vontade. Suas línguas se encontravam, atacando-se com desejo; as mãos dela perdiam-se nos cabelos dele, puxando-os com deleite. Julio não pode evitar suspirar entre o beijo, totalmente inebriado com suas bocas que se encaixavam perfeitamente, com seus gostos juntos mais uma vez. Os dedos de Isabela ergueram a camisa dele, que deixou os lábios dela, apenas para que a ajudasse a passar a camisa pelos seus braços, jogando-a no chão.

Suas mãos tocaram com avidez a pele do rapaz, apertando a barriga de leve, antes de traçar uma linha de beijos do pescoço até o tronco, beijando cada lugarzinho que passasse. Julio mordeu seu lábio inferior, ao notar como ela o deixava tonto, e Isabela deixou um último beijo na dobra de seu pescoço. Julio respondeu ao ato com um sorriso, puxando o rosto da menina, levando seus lábios até seu pescoço e sua clavícula, agora sentindo as unhas dela se dividindo entre, o arranhar e o acariciar. Ele ergueu deu corpo para beijar os seios da mulher, deleitando-se com os pequenos beijos que ela depositava em seu antebraço. Ela cheirava àquele aroma cítrico que ficava impregnado no cérebro de Julio, cada vez mais forte, não se contendo em mover seu quadril contra a coxa dela ao sugar seu mamilo para dentro da boca, acariciando-o lentamente, apertando o outro seio com a mão livre. Isabela gemeu baixinho, voltando a segurar o cabelo dele com carinho, erguendo a cabeça para encará-lo daquela maneira, faminto por ela, enquanto lambia, sugava e chupava sua pele, tomando cuidado para não raspar seus dentes ali.

As mãos dela agarrada nos cabelos dele, as pequenas mordidas em seu pescoço, fez com que ele notasse que ela era sensível ali, fato que fez com que ele redobrasse seus esforços para fazê-la sentir prazer. Deu a mesma sensação ao outro seio, lambendo repetidas vezes seu mamilo cada vez mais duro, deixando um chupão ali, totalmente exposto aos seus gemidinhos que o excitou monstruosamente.

Então, calma e cuidadosamente, ele beijou sua boca mais uma vez, ainda extasiado pelo seu gosto. As mãos dela estavam nas costas dele, arranhando-as sem doer, e ele adorou a forma com os cabelos dela enfeitavam seu travesseiro, contrastando com o branco que pintava a fronha. O ambiente iluminado apenas pela televisão ligada, fazia certo mistério sobre o corpo dela, que ele queria explorar. Começou devagar, atento aos olhos dela para obter as devidas permissões, tocando seu pescoço e voltando a prender seus seios entre seus dedos, apertando suas costelas com igual vontade e descendo pela barriga dela. A virou de lado, encaixando-se sobre as costas, erguendo a coxa dela com a dele. Mantendo os joelhos dela afastados, dando total devoção aos seus suspiros de antecipação. Dessa vez, tocou as pernas dela, sentindo-as arrepiadas e brandas, subindo pelas coxas, ameaçando tocá-la aonde mais precisava. Isabela não conseguia nem sequer esconder o nível de necessidade em que se encontrava, e sem paciência para torturá-la, ele puxou um pouco sua saia para cima, deixando-a presa em sua cintura, afastando o fundo de sua calcinha, tocando-a com os dedos. Céus, ela estava tão molhada, não apenas molhada, e sim ensopada, de forma que ele sentiu seu dedo deslizar um centímetro dentro dela em ansiedade, parando ali, subindo com a ponta dele sobre o clitóris de Isabela, pressionando-o de leve. Não podia deixar de reparar em quão macia ela era ali, e o gemidinho que escapou do lábio dela, tão próximo ao ouvido dele, sentia sua ereção doer, necessitando de contato.

Não parou de pressioná-la ali, masturbando-a com um único dedo, antes de adicionar outro, movendo sua mão em círculos sobre aquela parte tão sensível dela. Isabela buscou pelos lábios dele, gemendo contra a os lábios dele, enquanto ele correspondida, viciado no beijo dela. Estava sendo demais para ele a forma como ela passou a se mover contra os dedos dele, o movimento fazia com ela encontrasse as digitais dele com mais força. Devagar, ele a penetrou com dois de seus dedos, batendo a palma de sua mão no clitóris dela, sentindo o sexo quente encharcando sua pele com o simples contato.

- Julio… — ela gemeu, segurando com força o braço dele.

- Você gosta? — perguntou, plantando longos beijos no ombro dela. Adorava ouvir os barulhos que seus dedos metendo nela faziam, e a forma como ela respondia a cada roçada da mão dele em seu clitóris, o deixava ensandecido. Pouco a pouco, ficava ainda mais foda de controlar a vontade de possuí-la de uma só vez.

- Sim… — a rouquidão necessitada na voz dela, o excitou mais do que ele pensava ser possível.

Ele deixou que deus dedos parassem dentro dela, mexendo apenas sua mão contra a intimidade de Isabela, ouvindo um gemido que mais se pareceu com um pequeno choro. Isabela contraiu seus músculos internos ao redor dos dedos dele. Julio sentiu seu membro palpitar com o pensamento de que logo seria ele a ser apertado.

Ele podia enxergar claramente a necessidade de gozar estampada nos olhos dela. Ela nunca havia precisado tanto assim de alguém, com tanta urgência, tanto desejo. E para ele, ter os músculos internos dela apertados ao redor dos dedos dele, enquanto ela tentava controlar seus gemidos para que não acordasse Zoe que dormia no quarto, bem… era demais para que ele pudesse suportar. Julio estava enlouquecendo, mordendo o lábio enquanto a tocava, amando o desespero nos quadris dela ao movê-los contra os dedos dele que intercalavam para ora devagar, ora rápido.

Ele podia ter continuado com isso até que ela gozasse, mas as palavras dela, as ações, as reações, o atormentavam ao ponto de não ser suficiente. Ela havia despertado algo nele, uma coisa mais forte do que um mero desejo sexual, mais profundo do que isso. Ele queria prová-la, sentir seu gosto e ter a carne dela pulsando em sua língua.

Julio parou de tocá-la, levando instintivamente seus dedos molhados do liquido de Isabela até seus lábios, chupando-os com sede.

- Julio… não, por favor. — ela fez um biquinho, que ele mordeu prontamente. — Eu preciso… por favor.

- Eu sei. — ele acariciou a barriga dela, fazendo com que o colchão se afundasse um pouco quando ele ergueu o próprio corpo. — Você vai. Vai gozar na minha boca.

A imagem verbal de Julio dizendo aquilo, fez com que Isabela xingasse baixinho, encarando os lábios dele. Ele fez com que ela se deitasse de costas, ficando entre suas pernas. Sem pressa, desceu sua calcinha pelas pernas dela, sem sequer descer a saia, que ainda estava embolada em sua cintura, afastando seus joelhos em seguida e contemplando todo o sexo de Isabela. A visão fez com que ele tremesse um pouco.

Não se demorando mais, Julio curvou-se até ela, tocando-a com a ponta da língua. Isabela forçou seu quadril contra o colchão; suas mãos já se encontravam no cabelo dele, acariciando-os desconexamente, enquanto a boca dele procurava ensandecida por mais da excitação dela, escutando os gemidinhos que escapavam dos lábios inchados dela.

Julio tinha certeza de que nunca tinha visto algo mais belo, do que o rosto de Isabela contraído em prazer, por ele. Passeou sua língua lentamente de baixo para cima, uma vez atrás da outra, mantendo os olhos abertos para encará-la, notando como ela devia gostar do rosto dele entre suas pernas, pois não desgrudava os olhos dos dele por um mísero segundo. Ele salivava contra a intimidade dela, fechando os lábios ao redor de seu clitóris, antes de baixar a língua e penetrá-la, captando todos os mínimos movimentos e pulsações de sua entrada molhada. A ponta do nariz dele chocou-se contra o clitóris dela, e isso fez com que ela gemesse de forma mais alta do que deveria, mordendo a palma de sua mão para que não acontecesse de novo. Querendo que ela sentisse aquela sensação de novo, Julio repetiu o movimento, sendo pego de surpresa pela força em que os dedos dela seguravam os seus cabelos. Ela fechou os olhos, jogando a cabeça para trás e sorrindo com a sensação, antes de seu rosto se contrair em prazer mais uma vez, seu quadril já não parava quieto, buscando por mais.

Julio segurou o quadril de Isabela com força, cada estimulo de sua língua atingindo-a com força, o que fez com ela soltasse um grunhido por entre o dedo preso entre os lábios.

A mandíbula dele chegava a doer, porém era uma sensação satisfatória sentir cada pulsação do sexo dela somado às suas coxas apertando o rosto do mesmo. A penetrou com dedos livres, deixando sua boca aberta. Segundos depois, Isabela já se desmanchava na boca de Julio, os músculos fortemente apertados nos dedos dele, o gemido dela sendo abafado pelo dedo que ela mordia. Era extremamente satisfatório vê-la assim.

Julio grunhiu, seu peito subindo e descendo, com sua respiração acelerada. Ajoelhou-se entre as pernas dela, que descansava entre respirações fortes, depois de ter recebido o orgasmo mais intenso da sua vida. Ele desamarrou o elástico que segurava a calça de moletom que usava para dormir, descendo-a até a altura de seus joelhos, já que estava de joelhos, olhando para o corpo dela para que pudesse levar a mão até o elástico da cueca. Isabela já estava de olhos abertos, contemplando a cena à sua frente, mordendo o lábio quando Julio abaixou sua peça íntima, seus olhos se arregalaram um pouco quando fitou o sexo de Peña, mas logo seu sexo pulsou de desejo. Então, ele se livrou das duas peças rapidamente.

Julio segurou seu membro para que pudesse guiá-lo até a entrada dela. Isabela afastou suas pernas, prendendo-as ao redor da cintura dele, os olhares dos dois colocados um no outros, enquanto ele a conhecia intimamente, centímetro por centímetro, doente pela forma como a boca dela se modelou num gemido sofrêgo. Julio continuou empurrando, sentindo o peso de toda tensão, observando a forma como o cabelo de Isabela estava espalhado pelo travesseiro, enquanto o membro dele pulsava dentro dela, preenchendo-a. Os músculos de Isabela moveram-se contra ele, recebendo-o e fazendo-o se sentir apertado. Sentindo-a inteirinha ao seu redor, deslizando fácil na superfície ensopada. Ofereceu toda a adoração ao aperto do sexo dela contra o seu.

- Tão gostosa, eu... porra, Souza! — ele sentiu um dos pés dela o impulsionando para frente, consequentemente o fazendo invadi-la com força.

Isabela se apoiou em seus cotovelos, apertando o lençol sob seu corpo, quando Julio a penetrou de novo, agora mais rápido.

- Desse jeito... — ela incitou, rebolando devagar os quadris. Ele estava implorando por ela, aumentando a velocidade das investidas a cada segundo, precisava que ela soubesse o quanto as coisas giravam por causa dela... tomando-a, estreita, bagunçada, tão carente daquela sensação quanto ele.

Julio observou todos os movimentos do corpo dela, segurando com força em suas coxas. Ela gemia, descompassada, unindo os gemidos controlados aos dele.

Os dois tinham os cabelos suados grudados na testa, as bochechas vermelhas, os lábios afastados um do outro para permitir que os gemidos saíssem. O coração de ambos pulsava forte, retumbando por todo o corpo. Ele ficava ainda mais bonito pra ela, cerrando a mandíbula a cada gemido.

Julio estava totalmente despreparado, quando Isabela virou-os no colchão, ficando por cima e lhe dando uma visão privilegiada de seus seios quando cavalgava. Ela o puxou pelo pescoço para que pudessem se beijar, xingando baixinho o sobrenome dele, raspando os lábios nos dele a cada xingamento. Os seios de Isabela roçavam na pele de Julio, que os beijou, tão perdido no cheiro dela e em seus toques que logo estaria anestesiado. As mãos dele migraram para os quadris dela, forçando-os ainda mais contra ele, e eventualmente tocaram sua bunda com firmeza. Ela já não sabia se gemia ou se o beijava, se se demorava na sensação ou se cavalgava mais rápido, as coxas pressionando as dele todas as vezes que ela subia e descia.

As unhas dela arranhavam o pescoço dele, puxando os cabelos do mesmo quando lhe vinha vontade, marcando as costas dele com arranhões de desespero. Seus olhinhos denunciavam o quanto ela estava próxima, todo o seu corpo em concordância, movendo-se freneticamente contra o corpo dele. Julio nem pensou duas vez antes de tocar seu clitóris com o polegar, desenhando círculos sobre o pedacinho sensível, sendo recompensado por um gemido alto que escapou da garganta dela, levando em conta que ela havia segurado todos os outros para que não tivesse problemas.

- Goza pra mim, uh? – Julio sussurrou contra o pescoço dela, que havia o abraçado enquanto ainda se movimentava.

E foi então, que ela chegou lá. E Julio achou, simplesmente, a imagem mais linda do mundo. Toda a soma dos traços dela contraídos em êxtase, as respostas imediatas de seu corpo capturado pela sensação forte, seu sexo retesado quando ele se deixou ir dentro dela. Ele estava fissurado em seus movimentos, que pouco a pouco desaceleravam, sensíveis. As suas respirações perdiam-se entre si, fora de ordem, e Julio se pegou sorrindo quando ela mordeu seu lábio inferior, fazendo-o se deitar no colchão e deitando-se sobre ele, em seguida. Os beijos dela agora eram calmos, como se há segundos não tivessem tentando preencher o corpo um do outro. Dado momento, ele saiu de dentro dela, o que fez com que ela se jogasse ao lado dele no colchão, tentando normalizar sua respiração, enquanto guardava em sua mente o dia em que havia se entregado completamente pra alguém.

Se olharam por um tempo, trocando um sorriso que falava mais do que qualquer outra palavra. Eles tinham se entregado de corpo e alma.

- É isso que você merece, Souza, todo o amor do mundo. 


Notas Finais


IRRAAAAAA🔥
tá quente aqui, né?
e aí, o que acharam? meio vibes Amor de Verão, e eu amo.

enfimm, espero que vocês tenham gostado, amo vocês muuuito e até o próximo 💖


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