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História Flashlight - Isulio - Capítulo 15


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Notas do Autor


último capítulo da maratonaaaaa 💔 e o que vocês acharam??

eu estou muito feliz por ter conseguido isso mais uma vez! mas pensa em algo que dá trabalho... então espero que vocês tenham gostado, porque eu amei!

aproveitem o capítulo e até lá embaixo💖

Capítulo 15 - Maybe


Fanfic / Fanfiction Flashlight - Isulio - Capítulo 15 - Maybe

(Algumas semanas depois)


Isabela Souza.

- Isa, onde posso colocar isso? – Giulia perguntou, colocando a caixa de papelão à minha frente, mostrando-me alguns enfeites temáticos dentro da mesma.

- Coloque ali em cima da mesa, espere Olga chegar que ela sabe exatamente onde colocar cada um. – respondo em um suspiro, finalizando o demorado e complicado arco de balões, para que ficasse atrás da mesa do bolo.

- Ok.

A ansiedade tomava conta de tudo o que eu fizesse aquele dia. Hoje não era um dia qualquer, não era uma data qualquer, é uma data especial. Zoe completará cinco anos hoje, e mesmo que Julio e eu não conversamos mais depois de tudo o que rolou, entramos em um acordo de que faríamos uma festa surpresa para Zoe com tudo o que ela tinha direito. O apartamento do Julio não era se lá tão pequeno, então apenas arredamos o sofá para o outro canto da parede, para que a piscina de bolinhas seja colocada ali, logo mais, todos os colegas de classe de Zoe preencheriam aquela sala. A mesa do parabéns, mais denominada como mesa da cozinha mesmo, já estava pronta, com o forro azul bebê bem colocado, e alguns cupcakes com o rosto de alguns personagens de Frozen cobriam a mesa, junto aos docinhos e o painel grande atrás com o nome de Zoe, e é claro, o demorado arco de balões. O bolo era feito por Olga, que estava preparando o mesmo na cozinha, com a ajuda de Alan, um dos amigos de Julio, que por sinal, era bem divertido. Giulia e Guido se embolavam com as decorações e eu supervisionava para que nenhum deles façam algo de errado. Julio ficou com a parte de levar Zoe para passear até que a festa esteja pronta, e ele escolheu levá-la para um parque de diversões e quem sabe, até assistirem um filme depois.

- Acha que está bom? – afastei-me, para que o ângulo favorece e que eu pudesse enxergar toda a mesa do bolo. Perguntando para Giulia que havia chegado ao meu lado, provavelmente para ver o mesmo.

- Isabela, está perfeito, para de ser paranoica! – Giu disse, visivelmente irritada com a mesma pergunta durante quase todo o processo do arco.

- Mas...

- Amiga, olhe à sua volta! A Zoe irá amar essa festa, está tudo perfeito e do jeitinho que ela gosta! Na verdade, eu estou até ficando com inveja da Zoe por ela ganhar uma festa tão linda, escutou, Guido? – acionou o namorado, que apenas olhou para nós como se fossemos doidas e eu acabei por rir. Talvez eu devesse mesmo respirar fundo e perceber que tudo está dando certo, da maneira que eu queria.

Faltavam poucos minutos para que Zoe chegasse com Julio, e a sala estava coberta por crianças, que faziam a maior bagunça na piscina de bolinhas, claro que Giulia e eu éramos as únicas que estávamos amando isso, talvez seja pelo fato de que o nosso amor por crianças falava um pouquinho mais alto. Olga servia as mesmas com cachorro-quente, enquanto Guido estava ajudando uma menininha a tirar o tênis para entrar na piscina também. Os pais das crianças ocupavam os sofás, conversando sobre assuntos aleatórios, enquanto Alan preparava mais cachorro-quente na cozinha. Fui até ele, querendo pegar algumas dicas, já que pelo visto, a comida dele é realmente boa, pelo que Olga e Giulia me disseram.

- Tudo sobre controle? – perguntei, vendo o rapaz concentrado na panela grande.

- Tudo! – ele sorriu, virando-se para mim para que pudéssemos conversar.

- A comida está ótima, as crianças estão adorando. – comentei, olhando para os pequenos que comiam o pão com salsicha felizes da vida.

- Anos de prática. – ele piscou um dos olhos, mostrando-me uma expressão convencida, o que fez com que eu risse. – Julio me disse que você também gosta de cozinhar, verdade? – não sei se eu fiquei feliz por Julio ter comentado algo sobre mim, ou triste por perceber que eu não havia superado depois de semanas.

- É, eu gosto muito! Tenho certeza de que se eu não fosse fotógrafa, provavelmente investiria em culinária. – respondi, sorrindo sonhadora, ao me lembrar que esse era o sonho do meu irmão e que provavelmente ele em breve realizará, se tudo der certo como está dando nesses meses.

- E eu se não fosse policial. A vida nos arrasta até coisas surpreendentes. – ele ri, causando-me uma risada.

- Exatamente. – me apoiei na pia, ao lado do fogão, focando-me no que ele fazia.

- Pode passar o molho de tomate para mim? – ele perguntou, apontando para o molho em cima da bancada, e eu assenti prontamente, pegando o molho e me aproximando para entregá-lo, só que parece que a ideia não foi tão boa, já que nossos corpos bateram de frente um com o outro, quando ele se virou de imediato para pegar o molho. Não conseguimos resistir, caindo na gargalhada em seguida. – Foi mal... – ele se afastou, depois de ter pegado o pacote em minhas mãos.

- Sem problemas.

- Aham. – olhamos para trás, percebendo Giulia encostada no balcão, arranhando a garganta para que a olhássemos. – Isa, sabe me dizer se o Julio já está vindo? – ela perguntou, estreitando os olhos, enquanto intercalava os olhares entre Alan e eu. Resolvi não perguntar o motivo do por que ela estava fazendo isso, mas apenas retirei meu celular do bolso da jardineira jeans que eu usava. Desbloqueando-o e abrindo o aplicativo de mensagens, querendo conferir se Julio havia mandado alguma mensagem, percebendo apenas uma.

‘Estamos a caminho. Está tudo pronto aí?’ suspirei com sua mensagem, mas confirmei que estava.

- Eles estão vindo. – respondi minha amiga, que manteve sua expressão irritada.

- Ok. – Giu respondeu, dando de ombros e seguindo até fora da cozinha, provavelmente para avisar as pessoas que eles estavam vindo.

- O que deu nela? – Alan perguntou, depois que percebeu que a loira havia abandonado a cozinha.

- Não faço ideia. – neguei.

Deixei a cozinha também, querendo ir perguntar a Giulia o que estava de errado, mas encontrei a mesma sentada com Guido no sofá, e optei por deixá-los sozinhos. Olga estava brincando com as crianças, e eu me aproximei da mesma, querendo explicar para os pequenos que teríamos que fazer um pouco de silêncio quando Zoe chegasse, e eles aceitaram sem pestanejar, deixando-me, de certa forma, bastante contente.

Recebi outra mensagem de Julio, depois de uns vintes minutos, onde dizia que eles já estavam na portaria do prédio. Então, mais uma vez, avisei a todos sobre o silêncio, e sorri depois de ver todos os pequenos procurando por lugares para se esconderem, o lugar coerente que acharam, foi o corredor dos quartos, ficando todos por ali.

Guido e Giulia se esconderam atrás do sofá, e os outros pais pela sala, enquanto Olga e Alan se escondiam na cozinha. Eu apenas fiquei ao lado da porta, desligando o interruptor, ficando perto para que eu pudesse acende-lo quando os dois entraram. Escutei passos do lado de fora, sussurrando um ‘shiu’ para todas as crianças que não se aguentavam e deixavam risadinhas escaparem. O que era, extremamente, fofo. O barulho da chave destrancando a porta, causou um silêncio na casa, e eu esperei com um sorriso quando Zoe passasse pela mesma, junto com Julio. A porta se abriu, e Zoe passou pela mesma tagarelando e sorrindo, provavelmente era porque estava contando algo a Julio, ou apenas comentando sobre o passeio dos dois. E causando um certo susto na menina, eu acendi a luz e todos se revelaram, junto com as decorações.

- SURPRESA!!!!! – todos gritaram em uníssono, era até bonito de se escutar. Julio me olhou sorrindo, ao perceber que a festa estava, de fato, muito bonita e eu respondi com outro sorriso e um piscar de olhos.

Zoe ainda estava surpresa, mas poderia ser visto em seu rosto o quanto ela estava feliz por aquilo. A primeira pessoa que ela abraçou, foi Julio, provavelmente porque não esperava aquilo, ou só estava envergonhada.

- Você gostou, princesa? – escutei ele perguntar contra o pescoço da menina, enquanto a mantinha firme em seu colo e ela assentiu freneticamente, olhando sorrindo para mim em seguida, e eu me aproximei para que ela pulasse até o meu colo e quando isso aconteceu, descansei seu rostinho em meu ombro, deixando alguns beijos em seu cabelo e ela levantou o rosto, para segurar os dois lados do meu com suas mãozinhas, beijando minha bochecha em seguida.

- Parabéns, Zoe! Você merece isso daqui e muitos mais... 

- Obrigada, Isa! Eu te amo. – aquela havia sido a primeira vez que ela havia me dito isso, e eu não pude segurar as lágrimas enchendo meus olhos de emoção.

- Eu também te amo, meu amor. – respondi a sua declaração, trocando um olhar com Julio, que não parava de sorrir, provavelmente porque a filha estava feliz. Coloquei Zoe no chão, querendo que ela abraçasse as outras pessoas também, ela cumprimentou Guido, Alan, Olga e Giulia com abraços e beijinhos, porque já estava acostumada com eles, e um tanto quanto envergonhada, cumprimentou os pais dos seus coleguinhas com beijinho no rosto e eles a parabenizaram, assim como a maioria aqui.

Alguns minutos depois, os pais voltavam a conversar, enquanto supervisionavam seus filhos, que agora brincavam com Zoe na piscina de bolinhas e no resto da casa. Eu observava Julio conversar com um dos pais presentes, enquanto Guido e Giulia estavam abraçados no sofá, trocando palavras fofas, que sinceramente, eu não queria atrapalhar. Olga conversava com Zoe sobre algo e eu deduzi o que era, depois que a mesma vestiu a menina com uma jaqueta, porque o frio já se manifestava. Eu não queria ficar sozinha, então segui até a cozinha, onde agora Alan terminava os últimos retoques da sobremesa, que era torta de chocolate.

- Precisa de ajuda? – perguntei, ao perceber que ele está alotado de coisas para fazer.

- Acho que sim! – ele sorriu, demonstrando uma careta em seguida.

- E no que precisa?

- Pode me ajudar a colocar a cauda por cima? – perguntou, após tirar a panela quente do fogo, puxando a travessa para cima da bancada, e eu o ajudei com isso.

A ideia parecia boa, mas a execução não havia sido, porque algumas gotinhas de chocolate quente, espirravam em nós dois, causando em algumas risadas da nossa parte e uma careta de dor, já que o conteúdo estava quente.

- Acho que sujou um pouco aqui. – ele brincou, apontando para minha bochecha, que eu limpei depois dele ter rido da minha cara.

- E aqui também. – apontei para sua camiseta e ele suspirou derrotado, o que fez com que mais risadas de ambos fossem ouvidas.

Busquei por algum pano para que limpasse o que estava sujo em volta, e até em nós dois e depois de ter terminado, continuei ajudando o mesmo com a sobremesa, lavando os morangos que ele havia pedido, enquanto ele me contava uma história hilária sobre uma das noites no quartel. Não vou negar que as risadas escapavam sem que eu nem pudesse controlar.


Julio Peña

Eu não sabia se estava na razão ou não estava, provavelmente não, mas porra! Não sabia que ficaria tão incomodado em ver Isabela conversando tão intimamente com Alan, eu nem sequer tirava os olhos dos dois que estavam juntos na cozinha. Eu sei que parece bobo, afinal ele é um dos meus melhores amigos e eu e Isabela nem temos nada, mas eu não podia controlar.

Eu sei que eu havia dito a ela que não poderíamos ter nada, justamente porque eu não quero que nada de ruim aconteça a ela, mas está ficando cada vez mais difícil me manter longe. Se ela não fosse tão divertida, carismática e bonita, talvez fosse mais fácil. Eu não faço ideia do que está acontecendo comigo, mas eu não sentia isso desde que Maia partiu e isso acaba sendo repentino pra mim. Eu acho que nunca quis ficar tão perto de alguém. Minha vontade era de abandonar a conversa que eu estava tendo com Felipe, que conversava sobre alguma professora ruim do colégio das meninas, e seguir até a cozinha, matando o desejo que eu estou sentindo de ter seus lábios novamente nos meus.

Eu estou quase tacando um foda-se para o destino e indo atrás da mulher que eu gosto nesse momento. Sei que ela não vai se machucar, se eu mesmo não deixar que isso aconteça. Talvez seja cedo demais, mas eu não posso negar, eu sou louco por ela.

Não sei se Felipe percebeu que eu não prestava muita atenção no que ele falava, mas anunciou que iria ao banheiro e eu, um tanto quanto irritado, me joguei ao lado de Guido e Giulia no sofá.

- O que foi? – Guido perguntou, ao perceber que minha expressão não era uma das melhores.

- Nada. – respondi, simples e um tanto grosso.

- Eu acho que esse nada, se chama Isabela Souza, brasileira, vinte e quatro anos, 1 e 67 de altura e uma gata, que está conversando um pouco animadamente com Alan, que supostamente está interessado no papo e, quem sabe, até na beleza dela. – Giulia disse, enquanto Guido e eu a olhávamos como se ela fosse doida, o que não era muito falso. Se eu não achasse que Giulia fosse louca o suficiente, perguntaria como ela sabe tanta coisa da Isabela.

- Não é nada disso. – respondi, mentindo descaradamente.

- Minha namorada pode ser doida, mas você também é mentiroso, tá parado parecendo um retardado olhando pra Isabela conversando com o Alan e nem sequer disfarçou, assim fica difícil de te defender. – Guido ficou do lado da namorada, que sorriu debochada para mim.

- Vocês dois se completam, sabiam? Pois saibam que não é nada disso! Eu só estou cansado.

- Cansado de ver a Isabela com o Alan? – Giulia perguntou, e os dois idiotas caíram na gargalhada do meu lado.

- HAHAHA, muito engraçado. – revirei os olhos.

- E por que você não vai lá? É só atrapalhar a conversa como quem não quer nada, descontraidamente. Fiz isso quando estava começando a sair com Giulia e um cara estava dando em cima dele na balada que estávamos. – Guido aconselhou, mas resultou em um tapa na cabeça dele, vale afirmar que: o tapa era de Giulia, não meu.

- Você é um gênio mesmo! Não acha que eu já não pensei nisso? Eu só não quero ser estraga prazeres e atrapalhar a conversa dos dois! Eles parecerem ter se conectado, de alguma forma.

- Ai, Julio, sinceramente! Não cansa minha beleza, não, ok? Você e Isabela são inacreditáveis, ficam o dia todo pensando um no outro, mas sempre dizem que não podem ficar juntos, sabe-se lá o porquê! Tudo seria mais fácil se vocês assumissem o que estão sentindo, porque vocês sabem que estão sentindo. – Giulia jogou tudo na minha cara, deixando-me pensativo por alguns instantes, talvez seja porque, eu sei que ela está com razão.

- Papai, vamos cantar o parabéns? – Zoe atrapalhou meus pensamentos, ao chegar saltitante em minha direção.

- Claro, princesa, vamos lá! – me levantei, trocando um olhar significativo com Guido e Giulia.

Momento perfeito para atrapalhar a conversa do Alan com a Isabela, touché! Ok, um tanto quanto psicopata.

- Vamos cantar o parabéns? – os dois pararam de rir, quando cheguei na cozinha com Zoe no colo e eles cessaram as risadas, afirmando que já estavam vindo. Alan trazia a vela, enquanto Isabela disse que ia correr até a casa dela para buscar sua câmera, para tirar algumas fotos.

Zoe dizia em sussurros que a festa estava linda e que Isabela era boa com isso, eu devo concordar, mas foi um pouco triste quando ela perguntou o motivo dos avós não estarem ali. Não quis dizer o motivo real, que era que eles haviam ignorado o meu convite e não vieram, apenas disse que eles estavam ocupados e que viriam outro dia, entristecida, ela assentiu.

Caminhei com a mesma até atrás da mesa do bolo, enquanto Alan colocava a vela com o número cinco no mesmo. Todos já se juntavam ao redor da mesa, inclusive as crianças, que estavam na frente para que tivessem acesso aos doces. Os pais estavam atrás, enquanto meus amigos e Olga, ao lado, para que pudessem ajudar caso precisasse. Estávamos esperando por Isabela, que logo chegou com sua câmera em mãos.

Primeiro, bateu uma foto minha, de Zoe e Olga, que ficou um tanto quanto feliz com o pedido da pequena. Guido e Giulia foram os próximos, e Alan veio em seguida. Logo, todos os pais vinham com sua respectiva criança. Por último, seria uma foto da família, no caso só minha e de Zoe, e assim foi, se a pequena não se sentisse um pouco incomodada com isso.

- Vem, Isa! – chamou a mulher com sua mãozinha, sem ser a que estava ao redor do meu ombro. Isabela não soube muito bem como reagir ao pedido, negando algumas vezes e alegando que estava tirando as fotos, e não participando delas. – A tia Giu tira! Vemm. – minha filha insistiu mais uma vez, o que fez com que Isabela suspirasse derrotada, chamando Giulia para tirar a foto, demonstrando em qual botão apertaria e em como tirar. Giulia aprendeu facilmente, então Isabela logo se juntou a nós dois atrás da mesa, passando um braço pelo meu ombro, supostamente para me ajudar a segurar Zoe, para que a foto ficasse melhor. Não pude evitar em contornar sua cintura, o que fez com que ela se estremecesse um pouco com meu contato, causando-me um sorrisinho disfarçado. Nos aproximamos mais, para que encostássemos nossos rostos com o de Zoe, e a pequena usou os dois bracinhos para contornar o meu ombro e de Isabela.

- Posso tirar? – Giulia perguntou, posicionando a câmera adequadamente.

- Pode! – afirmamos, mostrando um sorriso para a câmera e a Giulia bateu algumas fotos, enquanto fazíamos diversas poses e caretas.

- Eu amo vocês! Vocês são a minha família. – Zoe disse, deixando um beijo na minha bochecha e na de Isabela, o que fez com que trocássemos um olhar significativo, talvez mais para nós dois, do que para qualquer outro ali. Então me aproximei dela, deixando um beijo em sua testa. Acho que ela já sabia o que eu queria dizer com isso.



So maybe

(Então talvez)

Maybe we were always meant to meet

(Talvez nós sempre fomos feitos para nos encontrar)

Like this was all our destiny

(Como se tudo isso fosse o nosso destino)

Like you already know

(Como você já sabe)

Your heart will never be broken by me

(Seu coração nunca será quebrado por mim)


Notas Finais


HUMMMMMMMMMMM o que será que isso quer dizer, hein?
cenas para o próximo capítulo, que sai na semana que vem! 💖

(mudando o assunto, alguém quer compartilhar comigo o ódio que eu estou sentindo do Alex nesse capítulo de Bia, alguém aí assistiu? A dó que eu estou sentindo do Manuel chega a doer!)


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