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História Epifania - Cellbit - Capítulo 1


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Notas do Autor


boa noite

Capítulo 1 - 1; Evento


Amy era conhecida internacionalmente cada dia atingindo um público cada vez em uma nova região, registrando mais fãs em suas páginas de suas redes sociais querendo conhecer mais sobre ela. Ela fazia algumas transmissões na internet jogando algum jogo que ela gostava ou explicando como e por que ela quis ser uma criadora de jogos. Aquilo era uma diversão pra ela, aproveitar aquilo era uma das melhores coisas do mundo, e com certeza ela fica grata por Lucas ter ajudado ela com a trilha sonora de seus jogos.

Durante a manhã do dia de que iria acontecer um dos eventos mais famosos sobre jogos, ela estava totalmente ansiosa e ficava andando com suas meias dentre a casa que tinha um enorme espaço murmurando sozinha entre os espaços vazios da casa enorme, aquilo era totalmente bobo, igualzinha a ela, Amy ria de coisas sem sentido e até as piores piadas do mundo. Além de seu humor for bem tosco, ela em outro jeito simplesmente chamava atenções de muita gente, namorou por pouco tempo, mas uma vez ou outra ela se deixava levar com alguém, aquilo ficava claro que ela se dedicava bastante ao trabalho, do que seus relacionamentos. O evento aconteceria de noite por volta das 22:00 horas, e ela já esta ansiosa.

As horas haviam passado, e nada do Lucas chegar, eu e ele havíamos combinado dele me buscar e levar até o evento, por que ele também era um dos youtubers que tinham privilégio ao entrar no evento. Depois desse tempo resmugando na minha mente, simplesmente a campanhia toca e eu atendo, e olha que aparece em minha frente.

— Amy, foi mal nem mandei mensagem. - ele falava.

— Ah, relaxa Lucas. - eu apenas concordei logo passei pela porta, fechando e tracando ela.

— Ei, Amy. - ele me chamava.

— Oi? Aconteceu algo? - eu respondi entrando no carro. 

— Sim, sim é que eu e o Rafael, a gente estava pensando em a gente se encontrar, eu queria saber se tu queria vir. - ele logo falou o que tinha que falar.

— Ehm, não sei. - eu falava.

— Se quiser eu apresento você lá, acho que você não conhece ninguém de lá. -  ele falava.

Na minha cabeça vinha a imagem que passava sobre Rafael que parecia ser uma pessoa incrível, quebrando os limites dos esforços com todos aqueles vídeos incríveis. Eu realmente assistia seus vídeos e achava incrível, algo que chamava minha atenção entre a plataforma, fazendo eu assistir todos os vídeos que tem envolvido enigma nos vídeos.

— Ok, ok. - eu falava de um jeito como se fosse, você é chato hem.

Si bem que aquela era uma boa oportunidade de conhecer ele, e dentre sua qualidades no meio delas estava se encaixado seu modo crítico que era um novo jeito de analisar as coisas em outro modo, e talvez eu pudesse comentar sobre isso com ele, e adquirir um pouco mais de experiência. Obviamente não seria o único motivo de eu querer isso, ele tá bem era be-m, antes de eu terminar o que eu pensava Lucas me chamava.

— Lucas? - eu falava meio perdida atrapalhada pelos meu pensamentos.

— Acorda, já chegamos boba. - ele falava rindo. 

Eu apenas ri junto com ele, após isso eu sai do carro e continuava seguindo ele, dentre alguns passos meu celular começa a vibrar com um monte de mensagens da minha mãe, ela pergunta se eu estava bem e como foi o evento, eu estendia um sorriso no rosyo e dava pequenas risadas.

21:32 - Mãe: Como que foi? Filha

21:35 - Eu: Mãe, falta 15 minutos ainda, está tudo bem.

21:35 - Mãe: Que bom, se cuida e não exagera nas bebidas.

21:35 - Eu: Não vou exagerar, prometo. 

Ainda faltava alguns minutos pro inicio do evento, eu estava completamente ansiosa o Lucas tentava me acalmar, estava nervosa de conhecer seus amigos. A gente se encontrava na área VIP, então eu e o Lucas a gente esperou o resto dos minutos, dentre    alguns minutos o lugar se alotava, sempre alguém ou outro vinha a falar comigo sobre os jogos que eu trabalhei, e eu respondia feliz, enquanto eu respondia uma pessoa  desviando o foco eu conseguia ver seus cabelos se mexerem dentre os resquícios da porta eu via Rafael lá no fundo, eu estava admirando ele, e num piscar de olhar eu desviei.

— Amy? - Lucas falava isso rindo por que viu que eu estava olhando pro “ nada “.

— Ei, pare com isso eu estava delirando. Poxa! - eu fingia triste enquanto o Lucas ainda ria.

Dentre alguns segundos os amigos de Lucas havia chegado, logo com a surpresa de eu estar ali, já que ficava evidente de que ele nunca contou que éramos amigos faz tempo. Não culpo ele, por que ele mesmo escolhia de contar ou não. Um tempo havia passado e Lucas já havia feito eu comprimentar eles eu apenas ficava calada enquanto seus amigos conversavam.

— Ei, Amy. - Rafael me chamava um pouco surpreso eu ficava lá.

— Sim? - eu falava gentilmente esperando sua resposta.

Rafael tinha me chamado para falar de jogos e pedia com toda a minha sinceridade, as análises e o que aquele jogo tinha de bom ou não. 

— Rafael, sinceramente as indústrias de jogos atuais sem querer desmerecer elas, fazendo jogos de altíssimas qualidades mais com aquele empenho dedicado em tal área, como se dedicar só nos gráficos e a jogabilidade for instável e entre outras situações. É por isso que sempre me dediquei a criar jogos, e tentar aumentar o público da comunidade, talvez eu consegui. - falava entre risadas a última fala.

— Está certa, Amy. - Rafael falava aquela de tal forma me deixava feliz.

O tempo passava e já tinha começado a vinda de trailers dos tais novos jogos esperado pro novo ano, eu estava anciosa mesmo que alguns eu sabia por comunicações de outras empresas e “leakers = vazadores que tem influência em vazar algo que ainda não lançou etc...” 

Já haviam se passado algumas horas, e posso dizer que estava meio tonta por conta de efeito de álcool, o evento praticamente havia acabado e já haviam se despedidos, entre um tempo pra cá vinha uma chuva que espalhava na cidade e eu não via ainda o Lucas, precisava dele, esperei alguns minutos e lá estava ele.

— Você é um mistério sabia? Some nas horas vagas e essenciais. - eu dizia pra ele.

— Bem, talvez. - rimos juntos e estávamos voltando enquanto ele dirigia até a minha casa.

 


Notas Finais


meow


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