História Flertando aos 40 - Capítulo 23


Escrita por:

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Ragnor Fell, Raphael Santiago
Tags Alec Lightwood, Gay, Lgbt, Magnus Bane, Malec, Romance
Visualizações 1.328
Palavras 3.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vocês queriam romance clichê?
Então toma :) hahaha
se afoguem nessa melação!

Capítulo 23 - Abre os olhos, Alexander


Fanfic / Fanfiction Flertando aos 40 - Capítulo 23 - Abre os olhos, Alexander

Beijar Magnus era muito bom.

Tão bom que parecia um sonho, divino demais para ser verdade, e foi justamente esse motivo que fez Alec propor um passeio.

Se aquilo fosse mesmo fruto de sua imaginação, Alec sabia exatamente o momento em que terminava e por isso estava decidido a prolongar o máximo que conseguisse.

Os dois então saíram e pegaram umas pranchas que ficavam escoradas na lateral da casa.

Magnus queria tentar surfar, mas deixou bem claro sua prioridade de ver Alec surfando primeiro.

O moreno sorriu e já estava caminhando rumo à água, mas então Magnus segurou seu pulso e o fez virar para si.

As pranchas foram colocadas no chão e Alec apenas observou enquanto Magnus segurava em sua cintura.

- Eu nunca te vi surfando antes, ou qualquer outro profissional, mas ao contrário dos amadores como eu, tenho certeza de que você não faz isso de camiseta. - Ele disse baixinho e Alec apenas negou com a cabeça, sem desviar do olhar dele.

Delicadamente Magnus começou a levantar aquela peça de roupa e Alec ficou tenso, mas relaxou quando a camiseta foi largada na areia e os dedos dele tocaram em sua pele, trilhando com cuidado a cicatriz.

A fina linha branca ainda tinha marcas avermelhadas, indicando que faltava um pouco para o ferimento se curar por completo.

- Ainda dói? - Magnus perguntou.

- Um pouco. - Alec disse, aproveitando suas carícias. - O ferimento fechou mas ainda está inchado e por isso incomoda às vezes.

De repente o olhar de Magnus desviou para o horizonte, para a área afastada onde ficavam as rochas.

De longe era lindo, mas dava para perceber a tensão do homem imaginando uma aproximação daquilo.

Era assustador, e vê-lo assim, tão preocupado, só reforçava a decisão de Alec de não contar o verdadeiro motivo que causou aquele acidente.

Magnus se sentiria culpado e isso era inaceitável.

- Foi só um susto. - Alec afirmou, tocando no rosto dele e o fazendo encara-lo de volta. - Já passou, ok?

O assunto se deu por encerrado com um sorriso de Magnus e o moreno então foi para água.

A prancha parecia uma extensão de seu corpo.

Seu peito se encaixava perfeitamente naquela superfície, seus braços remavam com facilidade e as ondas pareciam acaricia-lo, chama-lo.

Apesar do acidente, Alec continuava se sentindo seguro naquela imensidão azul, naquele lugar de paz e liberdade.

Ele fechou os olhos e respirou fundo, escutando o barulho do mar, sentindo o vento em sua pele... esperando pela onda certa.

Quando ela finalmente chegou, Alec remou no seu ritmo e ficou de pé.

A prancha deslizou com precisão na água, fazendo-o parecer que estava flutuando.

Tirou apenas um segundo para olhar Magnus e o viu sentadinho na areia, o encarando de volta com admiração.

A onda foi crescendo e se tornando mais intimidadora, mas Alec assumiu o controle e mergulhou nela com sua prancha, deslizando mais graciosamente.

A adrenalina pulsava em suas veias junto ao prazer e a satisfação de fazer o que amava.

De repente a onda se fechou em um tubo e Alec sincronizou seu ritmo para acompanha-la.

Sua mão deslizou pela água e um sorriso se formou em seus lábios quando deu um deslize perfeito.

Minutos depois a onda quebrou e o moreno voltou a acelerar, saindo dela num salto e retornando em direção a praia.

Magnus continuava sentado na parte úmida onde a areia se encontrava com a água, e ele apenas ergueu a cabeça para observar Alec parando na sua frente.

O moreno já estava levemente ruborizado por causa do intenso olhar de Magnus sobre si, e ficou mais ainda com o que ele disse.

- Uau! Eu me levantaria agora, mas acho que estou excitado demais pra isso. 

Alec riu e se ajoelhou na frente dele, segurando-o pela nuca e aproximando seus rostos.

- Você fala como se eu tivesse feito um strip-tease pra você. - Disse brincando enquanto o provocava com um roçar de lábios.

- Foi quase isso. - Magnus respondeu puxando-o para seu colo, e a intensidade de seu olhar só aumentou. - Você foi incrível e absurdamente sexy, Alec. Parece que nasceu pra dominar as ondas. Deu pra ver o quanto você é apaixonado por isso.

O moreno ficou em silencio por um instante, tentando controlar o impulso de dizer que estava descobrindo uma nova paixão... com ele.

No entanto permaneceu em silencio e apenas o beijou.

Magnus retribuiu no mesmo segundo e foi deitando seu corpo sobre a areia.

Alec se apoiou em cima dele com cuidado e intensificou aquele beijo.

Do jeito que estavam enroscados, parecia cena de filme romântico.... ou talvez um paraíso onde não existia mais ninguém além deles.

A praia estava deserta e Alec agradeceu mentalmente por ter trabalhado duro e conquistado, com uma pequena forcinha de seu pai, aquela área particular.

A casa podia ser simples, mas a zona era perfeita, e tudo ficou ainda mais perfeito ao ter as duas coisas que mais gostava juntas.

Magnus e o mar.

Eles se perderam naquele beijo e só se separaram, rindo contra a boca um do outro, quando uma pequena onda bateu neles.

- Acho que é a sua vez de surfar, senhor Bane. - Alec sussurrou antes que perdesse ainda mais o controle.

E não podia perder... não ainda.

- E eu acho que agora estou bem intimidado por você, senhor Lightwood. - Respondeu se levantando e pegando a prancha abandonada ao lado. - Mas tentarei fazer isso.

Os dois foram pra água e Alec reforçou as dicas que lhe deu na primeira aula.

Magnus prestou atenção em cada palavra e repetiu na pratica.

Ficaram na parte mais rasa, ou de acordo com Magnus, onde as ondas não eram monstruosas e tudo foi fluindo perfeitamente.

Ele levou alguns tombos, mas não tantos quanto da primeira vez que tentou surfar e após algumas horas de muitas risadas e tentativas, ele já conseguia se equilibrar na prancha por um bom tempo.

Alec sempre aplaudia e incentiva, demonstrando a felicidade e o orgulho que estava sentindo.

Quando ambos se cansaram, eles voltaram a sentar na areia, lado a lado.

- Você está indo muito bem. - O moreno disse. - Ótimo, na verdade.

- Obrigado. Já não parece tão difícil agora. Parece que vai ficando mais emocionante a cada tentativa.

Alec suspirou quando Magnus começou a tirar sua camiseta ensopada.

O mar estava um pouco gelado, mas o dia estava lindo e o sol batendo naquela pele bronzeada dele tornava a missão de desviar os olhos absurdamente impossível.

Tira-lo da cabeça mais ainda.

O corpo de Magnus era de acabar com qualquer folego.

Parecia uma verdadeira obra de arte moldada pelos Deuses mais generosos, mas além de sua aparência, ele também era uma presença mais do que agradável e reconfortante.

Eles podiam ficar em silencio por horas que as coisas nunca ficariam chatas.

Bastava um simples sorriso de Magnus e todo o resto do dia teria sentido.

Alec se perdeu enquanto o observava, sem qualquer intenção de fingir que não fazia aquilo descaradamente.

Cada mínimo detalhe de Magnus o atraía e o moreno queria deixar isso claro, mesmo que não fosse com palavras.

Sua respiração tranquila e ritmada através daquele abdômen escultural.

Seus olhos puxados e sempre brilhantes.  

Seus lábios pequenos e deliciosos, sendo emoldurados por um sexy cavanhaque.

Seus braços firmes e com algumas veias saltadas.

Alec estava quase gemendo só de olha-lo e por isso se sobressaltou levemente quando Magnus o encarou de volta com as bochechas coradas.

Talvez ele estivesse mesmo ciente do peso do olhar de Alec sobre si. 

- Alexander... tem uma coisa que eu queria te perguntar. - Magnus disse pausadamente e o moreno apenas assentiu fraquinho. - Como você passou... esse tempo... desde o ano novo?

Alec conectou seus olhares e tentou decifrar se aquela era uma maneira oculta de perguntar por quantas camas ele havia passado nesse período.

Não o culparia se fosse mesmo esse o caso.

- Você quer mesmo saber?

- Eu quero.

- Tudo bem. Então vem comigo. - Alec disse se levantando e Magnus não questionou, apenas o seguiu em direção a casa. - Me espere no carro que eu volto em um minuto. 

Magnus parecia um pouco confuso, mas entrou no jeep estacionado ao lado da casa e esperou pacientemente.

Alec não queria só contar como havia passado seus dias sem a presença dele, mas também queria mostrar, e por isso pegou rapidamente duas camisetas e uma chave que estava escondida no quarto.

O sol já os havia secado, então o moreno observou Magnus colocar a camiseta enquanto fazia o mesmo.

Logo Alec deu partida no carro e em 10 minutinhos eles chegaram no que parecia ser um deposito todo feito de madeira.

O lugar era grande mas simples por fora, ao contrario de seu interior, que era uma verdadeira galeria de obras.

Alec abriu a enorme porta central e deixou a luz do sol dominar o cômodo.

Magnus entrou em silencio depois do moreno e arregalou os olhos.

Em todas as paredes haviam pranchas penduradas com desenhos incríveis pintados.

Uma versão gigantesca da coleção que Alec tinha em seu quarto.

Essas pranchas eram grandes e coloridas e Magnus passeou para admirar todas.

Algumas tinham pinturas de paisagens, outras eram de animais, outras tinham simples palavras de motivação, outras eram cobertas pelos símbolos que Alec tinha tatuado em seu corpo e algumas outras tinham desenhos de pessoas.

A cada passo que Magnus dava ele foi percebendo que as pessoas pintadas nas pranchas eram uma família.

Quase todos tinham olhos azuis esverdeados e cabelos escuros, posicionados em ordem de idade.

Primeiro viu um garotinho segurando uma abelhinha de pelúcia.

Octavian, dizia embaixo.

Depois uma garotinha mais velha, Drusilla, sorrindo no que parecia ser uma casa mal assombrada.

Os próximos eram gêmeos e estavam de mãos dadas na pintura.

Uma garota com longos cabelos castanhos, Livia, e um garoto com fones de ouvido pendurados em seu pescoço, Tiberius.

Depois disso surgiu a pintura de uma bela moça loira, Helen, ao lado de um rapaz igualmente loiro, Mark.

Suas orelhas eram levemente pontudas e Mark tinha um olho de cada cor.

Magnus caminhou mais um pouco e viu uma quantidade maior de pinturas de outra garota loira.

O rosto dela era familiar.

Seus longos cabelos eram claros, numa mistura de branco e dourado e ela observava o mar, mas nunca parecia querer chegar perto da água.

- Eu acho que a conheço. - Magnus disse para Alec, que o acompanhava de perto desde que entraram.

- Essa é a Emma. - O moreno começou a explicar. - Ela trabalha na loja do hotel. Essas pessoas que você viu são a família do meu amigo Julian Blackthorn. Ele é um pintor incrível e fez a maioria dessas artes. Emma é o amor da vida dele, por isso tem tantas pranchas com a imagem dela. A parede do meu quarto foi ele que fez, e as mini pranchas que tem lá foram tentativas do Jace e da Veronica após muitas e muitas aulas do Julian.

Magnus estava obviamente impressionado com tudo aquilo e Alec de repente ficou nervoso, pois ainda não tinha mostrado o verdadeiro proposito de estarem ali.

- Você me perguntou como eu passei esse tempo sem você aqui, né? - Ele indagou e Magnus assentiu, o seguindo mais uma vez até outra porta, onde Alec a destrancou com a chave que pegou escondida de seu quarto.

A sala em que entraram tinha menos da metade do tamanho daquele deposito, mas Magnus praticamente nem se moveu.

Ele ficou paralisado no meio do cômodo, apenas encarando a parede na sua frente.

Tinham somente 5 pranchas penduradas ali, mas cada uma delas tinha um desenho de Magnus.

Magnus sentado na beira da piscina do hotel segurando um livro.

Magnus de costas com uma prancha ao seu lado.

Magnus sentado ao redor de uma fogueira.

Magnus olhando pra cima, pra um show de fogos de artificio.

E o ultimo desenho era somente dos olhos de Magnus.

Maryse Lightwood era uma artista na adolescência e com algumas poucas aulas que Julian deu, Alec descobriu ter herdado o dom da mãe.

As pinturas tinham detalhes precisos, cada traço de Bane que invadia sua mente com frequência.

No entanto Magnus não parecia querer saber nada disso, ele parecia focado demais apenas em uma pintura.

Ele se aproximou da prancha e a tocou com a ponta dos dedos, trilhando o contorno de seus olhos puxados e cor de âmbar.

As pupilas eram tão finas que pareciam olhos de gato.

- Foi assim que eu passei os meus dias. - Alec criou coragem para falar. - Pensando em você. A cada semana, desde que você foi embora eu vinha aqui e te pintava. 

Magnus de repente quebrou a distancia entre eles, com passos lentos, e agora estavam se encarando.

Olho no olho.

- Por quê? - Ele perguntou com a voz afetada pela surpresa. - Por que você fez isso, Alec?

*Porque eu estou apaixonado por você.* - A mente do moreno implorou para falar, mas não foi isso que saiu de sua boca.

- Eu queria me lembrar de cada detalhe seu... e os seus olhos são o que eu mais gosto. Queria pelo menos ter alguma esperança de que aquele Adeus não tivesse sido definitivo.

Alec estava tremendo, inseguro sobre o que Magnus iria pensar de tudo isso.

Talvez o achasse um psicopata ou um perseguidor sem noção, mas seu coração disparou quando o homem o envolveu com seus braços e apoiou a testa em seu ombro.

- Alexander. - Ele sussurrou, tão carinhosamente que Alec pensou estar derretendo. - Meu Alexander. 

Magnus roçou os lábios em seu pescoço e o moreno cravou os dedos nas costas dele, incapaz de fazer qualquer outra coisa a não ser puxa-lo pra mais perto.

- Eu tenho um segredo pra te contar. - Magnus prosseguiu após uma pausa silenciosa. - Você se lembra do meu aniversário, quando me disse para fazer um pedido?

- Sim. - Respondeu baixinho. 

- Eu desejei poder te ver outra vez.

Aquelas palavras penetraram a alma de Alec e os minutos depois disso foram um mistério.

De algum jeito eles voltaram pro carro.

De algum jeito eles voltaram pra casa em tempo recorde e entraram no quarto sem desgrudar os corpos um do outro.

Magnus empurrou Alec na cama e se encaixou entre suas pernas logo em seguida, se apoiando pelos cotovelos.

O moreno tentou acalmar as batidas exageradas de seu coração, mas foi inútil pois seus lábios já estavam sendo acariciados e pressionados com força, iniciando uma nova dança de línguas.

Instintivamente as mãos de Alec deslizaram pelas costas de Magnus e se firmaram na barra de sua camiseta, mas ele não teve coragem para tira-la, mesmo que sua pele estivesse queimando por isso.

Na verdade todo o seu ser queimava por Magnus.

Queria mais do corpo dele.

Queria mais da alma dele, e talvez fosse loucura e um egoísmo de sua parte... mas queria o coração de Magnus Bane para si.

Queria tanto quanto queria dar o seu a ele.

Alec não sabia se era possível se apaixonar perdidamente por uma pessoa que conhecia a tão pouco tempo, mas talvez fosse.

Pessoas se apaixonavam de maneiras estranhas, sem um tempo determinado.

Quando as almas eram gêmeas, bastaria um olhar e era possível saber que aquela era a pessoa certa.

Mas como saber se aquele sentimento esmagador também era reciproco?

E se para Magnus fosse somente atração... talvez carência?

Mil perguntas rodeavam sua mente e Alec paralisou quando de algum jeito oculto Magnus respondeu suas incertezas.

- Alexander... Faz amor comigo.

Sua voz saiu num sussurro rouco, sedutor, e Alec ficou ainda mais imovel, não ousando nem respirar.

Aquela sensação de que tudo isso poderia ser um sonho era sufocante e por isso ele fechou os olhos.

Magnus de repente parou de acaricia-lo com seus lábios e mãos quando percebeu a falta de resposta, tanto verbal quanto corporal.

- O que foi?

O moreno permaneceu em silencio, apertando ainda mais seus olhos fechados e se forçando a apenas segurar nos braços dele.

Magnus lhe deu um selinho e mordeu seu lábio inferior com cuidado.

- Abre os olhos, Alec. - Ele pediu roucamente. - Eu quero que você me veja.

- Não. 

- Por que não?

- Porque é sempre nesse momento que eu acordo.

A confissão melancólica de Alec não gerou questionamentos.

Nem podia ver a expressão dele, mas Magnus apenas se deitou sobre seu corpo e o abraçou, escondendo o rosto na curva de seu pescoço.

Alec o abraçou de volta e os dois permaneceram em silencio, apenas sentindo seus corações batendo através de seus peitos unidos.

Dez minutos.

Quinze.

Trinta.

O moreno continuou de olhos fechados o tempo inteiro, se recusando a “acordar” e descobrir que aquilo não era real.

Foi então que Magnus se ergueu outra vez e começou a fazer uma trilha de beijos delicados pelo ombro de Alec.

Foi subindo por seu pescoço, seu maxilar lisinho, sua bochecha ruborizada, sua orelha e testa.

Em cada pedaço que sua pele era tocada Alec arfava um pouco mais intensamente.

Já estava suando e suas mãos estavam um pouco tremulas, mas Magnus prosseguiu com o caminho de beijos, o acalmando.

Beijou a ponta de seu nariz, o canto da boca e então a boca.

- Abre os olhos, Alexander. - Magnus disse quando enroscou os dedos no cabelo dele. - Isso não é um sonho! Eu realmente estou aqui... com você.

Em quase todas as noites, durante 5 semanas, o que Alec escutava nesse momento era “Eu não estou aqui” e “Eu nunca estive nessa cama.”

Mas agora a voz de Magnus era firme, era real... então Alec abriu os olhos.

Seu coração quase explodiu de satisfação ao ver que aquele olhar e aquele sorriso não haviam desaparecido.

Magnus havia mesmo voltado para seus braços.

Era realidade.

Era felicidade.

Alec o beijou e os dois se tornaram um só corpo.

Uma só alma.

E um só coração.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...