História Flor do deserto! - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Árabes, Arábias, Cultura, Possessivos, Propriedades, Regras, Sheikh, Submissão, Tradiçao
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Palavras 3.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - A descoberta!


Omar Al Gala:

Desde que minha irmã caçula tentou fugir com o filho do Samir. Não tive um dia de paz. Já que o conselho espera que tome alguma providência. Por ser o líder do país. Desde que meu pai me transferiu a responsabilidade. E só existe duas opções: a de me casar com a filha mais nova de Samir. Ou matar os dois, para limpar a honra das famílias. Mas, ambas são decisões difíceis de se fazer.

Nunca me imaginei me casando. Muito menos com uma menina de doze anos. Mas, o que posso fazer? Matar minha irmã e meu futuro cunhado. Não é nem de longe o que quero fazer. Principalmente, porque minha mãe iria ficar muito abalada. E a senhora Latiffa também. Um filho nunca deve morrer primeiro que os pais.

Hoje fiquei sabendo pelo meu tio Said. Que o senhor Samir tem outra filha. E que essa, tem dezesseis anos. Além de morar na Inglaterra. Por ter sido adotada por um casal de lá. O problema é que a mesma não sabe. Isto, está cada vez pior. Passei, na casa do senhor Samir. E ofereci meu jato particular. Para que ele fosse buscar a moça.

Não sei como é que ela vai reagir. Se tivesse no lugar dela. Não iria gostar. De ser abordada por estranhos, dizendo que são meus pais. E para completar teria um marido de tiracolo. O problema é que ela não tem escolha. Pois, tudo, é decidido pelos os homens da família. E não por uma reles mulher. Terei que ter muita paciência com ela. Uma vez que, a mesma não conhece nossos costumes.

Aposto como ela se veste de qualquer jeito. Se mostrando para qualquer homem que a possa ver. Sem se preocupar que isto seja haraam. Mais isto, irá mudar. Quando ela for sua esposa. Pois, sua beleza. Só seria minha. Para admirá-la.

Hoje o senhor Samir, parte para Inglaterra. Para buscar minha futura esposa. Com seu filho Ali. O que começou toda essa confusão com minha irmã Mahra. Em pensar se eles não tivessem feito nada disso. Talvez, nunca me casasse. Mas, Alá é que sempre terce nossas vidas. Se isto, aconteceu é porque assim que Alá, queria que acontecesse.

Jade Rashid:

Sempre tive, tudo, o que quis. Pois, nunca me foi negado nada. Desde que me entendo por gente. E para não os deixá-los tristes. Pensando que não tinha interesses pelos meus estudos. Me tornei a melhor aluna da minha turma. Sei falar dois idiomas além da minha língua materna. Francês e Árabe. Esta segunda é por causa dos meus pais. Que são descendentes de árabes. E tem os costumes arcaicos herdados de seus pais.

Apesar disso, sempre tive liberdade de dormir na casa de alguns amigos. Até hoje faço isso. Mesmo, que meus amados pais não esteja mais comigo. Isto, já faz seis anos. Agora estou com dezesseis anos e, estou cursando o terceiro ano do ensino médio. Mas, o que não contava era que meu mundo. Ia virar de ponta cabeça, de uma hora para outra. E isto, graças a minha família biológica, a qual não sabia nada dela.

– Jade! Já estamos chamando algum tempo! Você não escutou menina? Disse seu tutor Albert.

 – Sim! Estou escutando. Mas, que diabo de história maluca é essa? Como assim, meus pais não são meus pais? E este estranho é que é meu pai? Ainda me traz um irmão de tiracolo! Explique-se direito Albert! Disse Jade sem entender nada do que estavam falando.

 – Jade, meu anjo, preciso que fique calma. Sei que esta história não parece ter sentido para você. Pois, cresceu acreditando que era filha do senhor Hassan e da senhora Ranya. Mas, infelizmente não é assim. O senhor Samir aqui, é que é seu pai. Consecutivamente o senhor Ali é seu irmão. Disse Albert, olhando nos olhos de Jade.

 – Tudo bem! Se são minha família biológica. Porque não ficaram comigo? E porque só agora lembraram de mim? Pois, não engulo essa, que disseram de terem vindo aqui. Para verem em que bela jovem me tornei. Disse Jade, sem um pingo de contentamento de conhecê-los. Pois, achava que tinha algo de muito estranho. Neste suposto interesse por ela só agora.

 – Jade! Já chega sou seu pai, menina, pare de agir como uma criança mimada. E vá arrumar suas coisas para irmos à Abu Dhabi. E tem mais, não sou obrigado a responder estas indagações tolas de uma menina. Disse o senhor Samir.

– Não vou arrumar coisa nenhuma. Pois, não vou a nenhum lugar com os senhores. Podem até serem minha família biológica. Mas, a que eu considero como a minha, já estão mortos. E tem mais vocês não têm nenhum direito sobre mim. Já que consta em meu registro de nascimento que sou filha biológica do senhor Hassan e não sua. Não tenho motivo para obedecer esta sandice. Disse Jade, segura de si.

– Claro que tem que me obedecer. Posso a não ter criado. E nem ter meu nome em seu registro. Mas, ainda assim sou seu pai. E você me deve obediência e respeito. E seu tutor aqui, já concordou. Que você vá conosco para Abu Dhabi. Então vá logo arrumar suas coisas. E deixe de ser desobediente. Pois, se tivesse em meu país, já tinha lhe dado uma surra. Por causa dessa sua altitude insolente. Disse o senhor Samir, sem um pingo de paciência.

Fui arrumar minhas coisas sem um pingo de contentamento. Para piorar nem sabia o porquê de tudo isto. Para terem esperado dezesseis anos. Para me procurar. E nenhum de meus pensamentos me agradava. A única coisa que aqueles senhores me disseram, foi que era minha família. E que tinham vindo me buscar. Em um avião de um tal sheikh. Mas, o que este sheikh teria a ver com essa sandice. Era o que me deixava mais preocupada. Pois, coisa boa não viria disso.

Ah! Como estava certa em pensar assim. Pois, assim que botei os pés naquele avião descobri o porquê deles, terem vindo me procurar. E não era uma coisa boa. Pois, o que diabos eles estavam pensando. Quando acharam que acataria tal ordem. Só porque disseram que eram minha família biológica. Ah! Como estão errados, pois, nem em sã consciência. Faria tal coisa. E isto, deixaria bem claro para estes senhorzinhos. Que se acham os donos do mundo. Que consigo não iriam fazer o que fazem com as senhoritas na Abu Dhabi.

– Jade! Se sente que precisamos ter uma conversa séria. Antes que cheguemos na Abu Dhabi. Disse o senhor Samir.

– Estou ouvindo. O que é tão sério assim, para mudarem de expressão de uma hora para outra. Como se o mundo fosse acabar. E não que estamos fazendo uma pequena viagem a seu país. Disse Jade já com pouco de medo, do que vem por aí.

– É o seguinte não sou homem de enrolar! Para contar o que quero. Você se casará com nosso Sheikh. Para evitar que seu irmão e sua cunhada morram. Por uma besteira que os mesmos fizeram. Disse o senhor Samir, sem meias palavras.

– Você ficou maluco. Ou está se fingindo. Mas, é claro que não vou me casar com um desconhecido. Sendo sheikh ou não. Você não tem o direito de me obrigar a nada. E que culpa, tenho que eles fizeram besteira. Eles que arquem com suas consequências. Disse Jade elevando sua voz.

– Abaixe seu tom de voz! Quando falar comigo. Sou seu pai. E você fará o que eu mandar. Se eu disse, que você vai se casar com o nosso sheikh. É o que você vai fazer e pronto. Sem me questionar. Disse o senhor Samir com toda autoridade de pai que acha que tem sobre Jade.

– Mas, é claro que não vou. Quem não entendeu nada aqui, é o senhor. Não pode ir em minha casa. E me levar a outro país. Exigindo que me case com um completo estranho. Por uma besteira que não cometi e, sim seu filho e sua futura nora. Disse Jade sem controlar nem um pouco seus berros.

– Já disse, para abaixar seu tom de voz comigo. Mocinha! Não sou seu pariceiro. E sim seu pai. E vai fazer o que eu mandar. Sem me questionar. Você vai aprender a me obedecer quando chegarmos a Abu Dhabi. E futuramente seu marido. Disse o senhor Samir dando ponto final naquela discussão sem sentido.

Narradora:

Percebendo que não tinha mais escolha em sua vida. Resolveu se abster daquela discussão que não daria em nada. Pois, seu tutor e estas pessoas. Já tinham decidido tudo. Que aconteceria até agora em sua vida. Mas, não deixaria as coisas fáceis para nenhum deles. O sheikh não perde por esperar. Pois, não seria uma esposa submissa. Como todos esperam que sejam. Mas, sim alguém que dita suas próprias regras. Sem se importar com que os outros possam pensar de si. Pois, o importante é o que você pensa.

O piloto já tinha anunciado que já estavam pousando. Até parece que esta viagem só durou uma hora. Isto, porque não queria está ali. Por ser seu inferno particular. Agora iria começar uma nova vida. E nesta, nem sabia se poderia terminar seus estudos. Já que para uma moça estudar. Tem que ter a permissão do pai ou do marido quando se casa. Isto é um absurdo. Até parecem que vivem no tempo das cavernas. E não no século XXI. Já estávamos em uma limusine indo para casa do senhor Samir.

Jade Rashid:

Quando chegamos. Tinha várias pessoas nos esperando. Para nos cumprimentar. Mas, o que chamou minha atenção. Foi uma senhora chorando. Por causa de minha chegada. Era pelo menos o que imaginava. Mesmo, isto, sendo estranho. Pois, aquela senhora nem me conhecia. Para estar assim desta maneira. Agora teria que ser paciente. E arquitetar um plano. Para sair desta confusão. Sem prejudicar ninguém. Mesmo, que eles não o merecessem. Pois, não pensaram em mim nenhum segundo. Antes de arquitetar este plano sórdido de casamento duplo.

– Jade! Esta é sua mãe Latiffa, sua tia Hadassa, seus irmãos Emir e Dylan e sua cunhada Mahra. Disse o senhor Samir, apontando para cada um deles.

 – Muito prazer! Mas, se não se portam. Gostaria de ir agora para o meu quarto descansar. Pois, essa viagem foi longa. E estou muito cansada. Talvez uma outra hora podemos nos conhecer melhor. Disse Jade, querendo fugir daquela situação constrangedora.

 – Claro! Me acompanhe. Que a levo a seu quarto. Para que possa descansar um pouco. Disse Mahra, um pouco envergonhada. Pois, é a casadoura de tudo que está para acontecer na vida de Jade. Sua futura cunhada.

Acompanhei até meu quarto. Onde fiquei à tarde e à noite toda. Só me levantando no outro dia. Para tomar café da manhã. Com minha suposta família. Porque estava morrendo de fome. Por não ter comido nada no outro dia. Visto que, não estava me sentindo à vontade com todas aquelas pessoas. Que estavam arruinando minha vida. Já que me casar, não estava em meus planos tão cedo. E sim me formar em uma boa universidade. Mesmo, que não fosse o curso que queria. Mas, o que precisava me formar. Ou seja, Administração. Para poder gerir minhas empresas.

– Bom dia, a todos! Disse Jade se sentando a mesa. Para tomar seu desjejum.

– Bom dia! Responderam todos ao mesmo tempo.

Tomamos o café da manhã. Em um silêncio total. Era algo muito assustador. Qual seria o problema dessas pessoas? Para nem se pronunciarem nas horas das refeições. E nem se encararem. A única coisa que fizeram. Foram me responder de uma forma calma, meu cumprimento. Sem nem me encarar. A vida aqui neste lugar deve ser muito chata. E é isto, que me espera.

Será que é assim, que a família do meu futuro marido age? Sem comunicação na mesa. Se for. Sofrerei muito. Pois, sempre conversei com meus pais e, depois com meu tutor. Nos levantamos e, fui para área do jardim com minha suposta irmã e cunhada para conversar. Enquanto os homens mais velhos foram trabalhar. E a senhora Latiffa e Hadassa foram arrumar as coisas. Já o Emir foi para o seu quarto brincar com seus brinquedos.

A única coisa que não entendo é, o porquê da Dylan e nem da Mahra não ter ido com as outras mulheres. Já que é costume daqui, cuidamos dos afazeres da casa. Só não fui porque não me sinto à vontade com essas pessoas. Que desde que cheguei me olham como se eu fosse um ser de outra dimensão. Ou choram sem ver ou para quê. Já que as meninas estão comigo vou tirar algumas informações dela.

– Mahra! Estou aqui me perguntando, porque você não está em sua casa? E sim na dos seus futuros sogros? Isto, para mim. É muito estranho. Pois, só mudamos de casa só depois de casada. Disse Jade um pouco apreensiva. Por estar se metendo em algo muito delicado.

– É difícil de explicar Jade. Mas, vamos lá. Vou simplificar com uma única palavra. Para estar aqui. E não em minha casa. Eu fugi. Disse Mahra, triste pelo que estava acontecendo por sua causa e de Ali.

– Isto, é ridículo. Uma moça não vai morar na casa dos sogros, porque simplesmente fugiu. Para ficar com seu amado. Em que tempo vocês vivem? Que não parece que é no século XXI. Disse Jade, indignada com a situação da Mahra.

– Irmã! Não fale assim. Pois, você não sabe como são as regras aqui. Uma moça não pode fugir de casa com um homem. Isto, tem consequências e, não são boas. Dentre uma delas é a morte do casal, ou ser pegue a irmã do homem que cometeu o erro para limpar a honra da família. Disse Dylan sendo atrapalhada por uma Jade revoltada das atitudes destes bárbaros.

– Mas, isto não explica a Mahra está morando aqui e, não em sua casa. Ela não cometeu nenhum crime. Para estar sendo punida desse jeito, pela sua família. Isto, para mim. Parece rejeição da parte deles. É inadmissível. Nenhum ser humano devia passar por isso. Disse Jade, já um pouco alterada com esta situação da Mahra.

– Calma, irmã! Como disse antes. Tem consequências para as nossas falhas. E no caso da Mahra, é não ficar em sua casa e nem ver sua família até que se case. E volte a ser uma mulher honrada. Só assim poderá pôr os pés em sua antiga casa. Por isso, que ela está morando aqui conosco. Disse Dylan, vendo a expressão de desgosto da sua irmã.

 – Tudo bem! Vamos mudar de assunto. Que deste, não estou gostando. Como estão seus estudos? Que ano você está fazendo? E que faculdade você quer fazer? Disse Jade morrendo de curiosidade. E uma vontade enorme de conhecer sua suposta irmã.

 – Eita Jade! Respira! Vamos com calma! Meus estudos vão muito bem, obrigada. Estou fazendo o sétimo ano. Mas, quanto uma faculdade! Nem sei se vou fazer. Por isso, nem pensei que curso quero. Disse Dylan, um pouco triste a falar de seus estudos.

– Como assim, não vai fazer? Em que mundo estas pessoas vivem? Dentro de uma caverna. Só pode ser. Para impedir algo essencial para um ser humano possa sobreviver neste mundo de hoje. Capitalista. Se não vão deixa-la fazer uma faculdade? O que vão fazer com você? Disse Jade, furiosa com a situação da Dylan. Que talvez também seja sua.

– Não é óbvio Jade! Dylan irá se casar. E acho que, pelo que eu e se irmão fizemos. Isto, venha acontecer o mais rápido possível. Para que não volte a acontecer. O que aconteceu comigo e o Ali. E ah, Jade! Me desculpe! Por sua vida ter virado de ponta cabeça de uma hora para outra. Por minha culpa. Disse Mahra muito arrependida do que fez. E por ter prejudicado outras pessoas.

– Não se preocupe! Não é sua culpa! Se estas pessoas ainda vivem no tempo das cavernas! E que precisou vocês fugirem para ficarem juntas. Sei que para tudo que fazemos. Tem consequências. Em países como esses que ainda não mudaram sua mentalidade de viver. Mas, a única coisa que torço é para que seu irmão não seja tão arcaico com as leis e as regras deste país. E me deixe terminar meus estudos. Disse Jade, um pouco esperançosa. Mesmo que vá tentar escapar deste casamento. Caso não consiga. Pelo menos ter algo para alegrá-la.

– Jade! Sinto muito! Em tirar sua esperança sobre seus estudos. Pois, conheço meu irmão. E isto, não vai acontecer. Sou o exemplo disso. Só pude terminar o nono ano. A faculdade aqui fica para os homens. São poucas mulheres que conseguem fazer. E tem mais o meu irmão é muito possessivo. Para o que é dele. E é isso, que você vai ser. Sua propriedade. Disse Mahra já se arrependendo do que disse. Pois, a expressão da Jade não está nada boa.

– Como assim propriedade? Não serei nada disso dele. Se seu irmão quiser guerra. Neste suposto casamento. É o que ele vai ter. Pois, não irei abaixar minha cabeça para homem nenhum. Principalmente para esse Sheikhzinho ridículo. Era só o que me faltava ser submissa a homem. Logo, eu, que sempre tive liberdade para fazer o que quisesse. Disse Jade tentando controlar o tom da sua voz. Para que sua suposta mãe e tia. Não viesse saber o que estava acontecendo. Para tanta gritaria.

Dito e feito. A senhora Latiffa e Hadassa apareceram na área do jardim com umas caras nada boa! E nos mandaram ir para cozinha para ajuda-las. Me deixando sem minha resposta! De como assim, seria propriedade de um sheikh! Mesmo a conta gosto. As acompanhei, pois não queria dar motivo para nenhuma delas me por de castigo. Por desobedecê-las.

Na cozinha terminamos de arrumar as coisas que faltavam. E preparamos o almoço para os homens, antes que os mesmos chegassem do trabalho. Para comerem. Pois, era uma conta alta, aqui em Abu Dhabi. Caso almoço não tivesse pronto. Antes da chegada dos seus senhores. Para mulheres. Que eram deixadas um mês, sem ver seus parentes. Só por causa de um pequeno deslize.

    

 

 

 

  



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