História Florence: Entre dois reinos - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Fadas, Fantasia, Feiticeiros, Florence, Magia, Marshall, Princesa, Rei, Reinos, Romance
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Palavras 904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, tudo bem?
Estou postando pela primeira vez aqui no Spirit, tenho essa conta a um tempinho, mas nunca pensei em postar aqui. Tenho essa história no Nyah também... Mas, achei aqui mais acessível para mim. Sempre tive curiosidade em mexer aqui direitinho.
Pequena explicação: Essa história terá passado, futuro e presente. Entre os capítulos talvez terá uma passagem em cada tempo. É sobre FLORENCE que essa história fala, abesar de que nos primeiros capítulos ela não apareça tanto. (Irá entender.)
Obs: Tentarei postar o capítulo toda semana, ou intercalado.
Sem mais delongas... Espero que gostem de minha fantasia ;D
Beijos de magia!

Capítulo 1 - Prólogo


No Presente:

Antenom:

“Eu não sinto medo, nunca senti medo de magia. Eu só tenho medo de falhar, e eu não posso falhar de novo com você, me perdoe.”, Essas foram minhas palavras ditas enquanto ele estava caído em meus braços, botei sua vida em risco, e eu sei que não posso te perder. Eu não quero mais magia, vou ser a princesa que o povo de Antenom precisa. Marshall vai me perdoar, sua memória precisou ser apagada, você não vai lembrar que magia existe.

Eu sei que fui a feiticeira que minha mãe queria, magia sempre foi a minha vida, e todos sabem disso. Eu nasci com a magia pulsando em meu corpo, logo já queria minha varinha. Minha mãe era demais, a melhor feiticeira de Viena, e eu queria seguir seus passos. Porém, Marshall e Antenom não precisam de feiticeira, precisam de uma princesa de verdade. Meu pai sabia que um dia isso iria acontecer, percebi pelos olhos negros dele, nem um pouco desapontados. Estraguei tudo, não soube me controlar, e já está na hora de acabar.

Eu não sou mais a feiticeira de Viena, agora eu confirmo que sou a princesa de Antenom.

Hoje é sexta, um dia depois da tragédia, um dia depois de descobrirem realmente minha identidade. Hoje é o dia que eu irei reivindicar meu trono de feiticeira. Meu pai tentou fazer com que todos do reino acreditassem que eu sou boa, que não sou uma bruxa; O povo de Antenom não acredita em magia boa, eles acham que tudo que envolve magia é coisa do demônio. Ah, se eles conhecessem Viena, minha antiga casa, o reino das magias impossíveis; Creio que iriam adorar! Viena é bonito demais, é magico demais, as fadas são ótimas companhias! Como eu queria continuar minha vida lá. Agora eu estou aqui, no reino de Alfred, meu falecido avô, e antigo rei. Meu pai vai continuar seu reinado, ele precisa cuidar de Antenom, é como uma promessa, mas uma promessa nunca prometida. Ele voltou para cá porque quis, não havia motivos algum, meu avô nunca o pediu nada. Mesmo assim meu pai se sente culpado, e decidiu que seria o novo rei, Rei Oliver Rousset.

Eu não sei como vou fazer isso, não sei se vou conseguir ser uma princesa, nem em sonhos mais loucos eu imaginaria que Florence Rousset viveria em um castelo. Mas eu prometi que viveria assim, prometi para si mesma que não machucaria mais ninguém, Marshall é a minha promessa. Ele ainda está desacordado, o levei para Viena ontem a noite sem que ninguém pudesse me ver.

Annie é uma boa fada, mesmo não gostando muito de mim e nem eu dela, mas o deixei sobre os cuidados dela. Até que ele esteja dormindo é bom permanecer sendo cuidado, ainda mais por fadas, elas são ótimas nisso. É bom também mantê-lo longe esta noite, não sei se realmente consegui apagar tudo da memória dele, preciso quebrar minha varinha antes que ele acorde e volte. Depois disso, nós seremos como antes, bons amigos, sendo que sem essas aventuras de magia. Eu o amo demais para deixar que alguém o machuque novamente, ainda mais aquela embuste criada por Callus.

Ele estaria comigo agora, nesse quarto todo rosa que eu detesto, com essa cama de princesa toda macia, e esses móveis antigos de castelos que continuam mais novos que meus sapatos antigos. Ficar olhando para o teto desse quarto me deixa nervosa... Às 16 horas terei que ir para o espaço real, do lado de fora do castelo, vou precisar conseguir convencer as pessoas de Antenom que eu vou ser uma boa princesa, e vai ser difícil, ainda mais depois dessa impressão. O bom é que meu pai já é o rei, e eles gostam dele, então não será tão difícil de eles me engolirem.

Vou vestir o vestido azul bebê que lembra o que minha mãe usava quando ela e meu pai iam para o campo florido de Viena, assim como ele me disse... Acho que me dará sorte, mesmo não sendo o que ela usou de fato.

Quase 16 horas, e eu não estou pronta para deixar a magia de lado, para quebrar minha varinha, será que posso voltar atrás? Estou tão confusa, me sinto amedrontada ao mesmo tempo. Na janela caem-se gotas de chuvas, e isso me lembra Marshall, me lembra as gotas de lágrimas que caiam dos seus olhos de cores diferentes enquanto caia do penhasco direto a morte, tentando me proteger. Eu preciso me livrar desses pensamentos, ele está bem, as fadas não o fariam mal. Preciso me concentrar em fazer o melhor para Antenom, meu pai vai se orgulhar. Mas e o trabalho de minha mãe? Todos os ensinamentos dela serão jogados no lixo, a varinha foi ela que deixou para mim. É fácil pro meu pai deixar de mexer com magia, ele não nasceu fazendo isso, ele aprendeu com o tempo, com minha mãe. Para mim é difícil, é como se fosse uma afronta a ela. Será que ela vai entender? Respire fundo, Florence! Você devia parar de pensar tanto, é claro que sua mãe entenderá, ela é boa, não má.

Escuto as vozes de meu pai me chamando, das criadas me procurando, da chuva caindo, porém não ouço Marshall gritando, e isso me deixa nervosa, ele me acalmava.

Chegou a hora, a hora de dar adeus a todo ensinamento de Viena. Agora deixarei de ser Florence a feiticeira de Viena, para apenas uma princesa de Antenom.


Notas Finais


Se encontrar algum erro, me avise, por favor! Às vezes passa distraído


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