História Flores ヾ ChanBaek - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Xiumin
Tags Baekhyun, Bbh, Chanbaek, Chanyeol, Chen, Exo, Pcy, Xiuchen, Xiumin
Visualizações 31
Palavras 669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Saga, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sei que até agora não tem nada muito emocionante, mas vai ficar, eu prometo pra vocês, é que eu quero introduzir bem os personagens... me aguardem, quem me conhece sabe que dar tiro é especialidade minhas ;)

Capítulo 4 - Three


Eu estava quase chegando a enorme construção, mas novamente fui prontamente interrompido de continuar a andar por uma mão ao redor de meu pulso.

― Eu te imploro, me deixe em paz!

Eu disse em um tom alto, já imaginava de quem se tratava, mas estava errado. Não era Chanyeol. O rapaz em questão tinha quase a mesma altura que o dito cujo, os cabelos castanhos escuros, olhos da mesma cor e um semblante muito preocupado.

― Perdoe-me não queria incomodar. Queria apenas saber se está bem. ― ele fez uma pausa soltando com cuidado meu pulso, e logo aquela mão sumiu dentro do bolso de sua calça. ― Claramente não, está sentindo algo?

― Além da vontade de cometer um homicídio, não. Não sinto nada. E desculpa pelo modo como gritei.

Ele apenas riu. E como aquela risada era gostosa de ser ouvida, quando voltou a si me encarou com um sorriso bonito nos lábios.

― Bom. Não costumo lidar com esse sintoma, mas se piorar, pode me procurar. Eu sou ajudante da enfermeira nas horas vagas, prometo arranjar um remédio pra isso.

― Como se chama senhor "cura para homicídio"?

― Esse apelido é legal, mas ainda prefiro Chen. Meu verdadeiro nome é Kim Jongdae. E você senhor "vontade de cometer um homicídio"?

― Chen. ― repeti aquilo para mim mesmo para que pudesse memorizar, após isso limpei mais uma vez o rosto sentindo os meus olhos pararem de produzir lágrimas. ― Me chamo Byun Baekhyun, prefiro que chamem somente de Baek.

― Nunca te vi aqui.

― Entrei ontem.

― Entrou ontem e já tem alguém que quer manter longe? ― ele pareceu surpreso com aquilo. ― Enquanto isso eu sigo sem ter ninguém pra brigar. Um inimigo faz falta as vezes.

― Modo de pensar um tanto inusitado esse seu, Chen.

― É verdade! Qual é a graça da vida se você não tem um rival te incentivando a ser cada vez melhor para poder esfregar na cara dele? Pra você ficar procurando coisas erradas na vida dele. Armar planos para incrimina-lo...

― Lembre-me de nunca me tornar seu inimigo.

― Pode deixar. ― Ele sorriu novamente. ― Já tomou café da manhã? Eu não. Quer ir comigo?

― Não quero incomodar sua refeição.

― Não incomoda. Não tem graça ficar sozinho, e a essa hora a maioria já deve ter terminado e está indo para próxima aula... o que me lembra do fato de que temos que correr se não queremos passar fome!

Ele soltou a última frase um tanto desesperado, e colocou-se a correr como um louco e eu apenas o segui da forma que pude; parava vez ou outra para tomar fôlego e tornava a correr tentando alcançar ele. Quando chegamos, ele quase derrubou as portas de madeira pintadas de branco e se apressou para pegar uma bandeja, assim como ele, coloquei o que ia comer e fui me sentar.

― Só vai comer isso? ― ele disse enchendo a boca de salada de frutas. ― Não vai aguentar nem metade da aula de educação física só com isso no estômago.

Eu apenas mordi uma das minhas três torradas e tomei um pouco de suco.

― Sabia que comer esse tanto, antes de atividades físicas pode te fazer passar mal também?

― O que faz mal é não comer.

Ele afirmou aquilo com muita convicção, e passou a atacar o seu lanche de peito de peru com requeijão, eu terminei rapidamente de comer minha parte e observei ele comendo os outros três itens restantes presente em sua bandeja.

― Como consegue comer tanto?

― Não como de mais, você que come de menos. Vai acabar passando mal desse jeito.

― Se eu morrer, saio no lucro...

Eu disse fraco para que somente eu ouvisse, o que talvez tenha dado certo, já que ele continuou a comer como se nada tivesse acontecido enquanto cantarolava em tom baixo. Assim que saímos do local, o sino tocou e então outra maratona foi iniciada por nós.


Notas Finais


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Obrigada pelos comentários
Obrigada pelas visualizações

EU TE AMO VOCÊS

beijos de unicórnio


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