História Flores de Cerejeira. - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Gajeel Redfox, Levy McGarden
Tags Fairytail, Gajeelredfox, Levymcgarden, Levyxgajeel, Romance, Shoujo
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Palavras 1.693
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi! Gente...eu amo esse casal... Já fiz 3 histórias sobre eles incluindo essa e sempre me apaixonei por elas. São o meu xodó...bem espero que gostem!

Capítulo 1 - Flor para uma flor.


Fanfic / Fanfiction Flores de Cerejeira. - Capítulo 1 - Flor para uma flor.


Levy Mcgarden acabara de chegar na escola.
Todos os alunos estavam conversando na entrada da escola.
Mas ela era uma exceção,pois era considerada uma “nerd”.
Enfim...
Ela era excluída.
Não tinha amigos e vivia sendo atacada pelos delinquentes da escola.
Eles não batiam mas machucavam emocionalmente a menina.
E um,em particular era o que ela mais odiava.
Redfox.

Aquele desgraçado sempre pegava suas coisas e como era consideravelmente pequena não conseguia recuperá-las facilmente.
Ele sempre a zoava.
“-Tá cansada baixinha?” Ou       “-Por que você é tão pequena?,acho que vou ter que comprar um óculos para te enxergar melhor” ou algo assim.

Ele atormentava a garota direto.

Mas normalmente não a machucava.
E também não a tratavam tão mal.
Não era atentada com cartas do mesmo ou então xingamentos...
Pelo contrário,ele até a tratava bem mas ela sempre odiou o seu jeito chato.

E infantil também.

Ah como gostaria de ser maior que ele para zoar com a cara dele também.
Mas isso infelizmente nunca aconteceria.

Olhou para os lados e foi de fininho abrindo o armário.

Pegou os livros de química e matemática e seu caderno.
E o fechou.
Tomou um susto.
Quando acabara de fechar o armário.
A cara cheia de piercings de Gajeel estava lá,parada com um sorriso de canto.
-Ora,ora se não é baixinha!-disse ele.
Ela apenas tentou ignorá-lo.
-Hey aonde vai?-Perguntou 
se enfiando na frente.


-Com licença...preciso ir pra primeira aula de química...-disse ela.
-Opa,opa,opa. Não tão rapido!-Disse Gajeel pegando seu livro de química e o erguendo.

-Me da o livro Gajeel!-disse ela.

-Ué...vem pegar!-disse sorrindo e levantando e girando o livro no ar .


A garota então começa a pular tentando agarrar o livro.
Algo inútil pois sempre que tentava agarrar o livro Gajeel o erguia mais no ar.
Suspirou cansada.
Até que lembrou que algo um pouco vulnerável continuava ao seu alcance.
Juntou todas as forças que tinha após ter pulado inúmeras vezes para tentar pegar o livro e fez o seguinte.

Deu um belo de um chute nas partes baixas de Gajeel.
Concluindo.
Levy 1
Gajeel 0
Ele rolou no chão de dor.

E  arregalou os olhos ao ver tamanho estrago que aquela garota tão pequena e que parecia tão vulnerável fez com si mesmo

-Hihihi bye bye!-Disse Levy pegando seu livro do chão e indo pra sala.

.
.
.
A aula acabou e chegou a hora de trocar de sapato para ir pra casa.

Abriu seu armário.
E quando pegou seu sapato algo caiu de dentro dele.
Um papel.
-Hã?-disse confusa.
Pegou o do chão.
Abriu.

«Seus olhos são lindos» dizia o papelzinho.
Olhou para trás do papel procurando um remetente... e nada tinha.
Quem havia posto aquilo ali?
Olhou de volta para o armário e achou lá dentro uma flor.
Uma flor de cerejeira.
Linda.
Quem quer que tenha posto aquilo ali...
Acertou em cheio.
Pegou o papel e a flor e foi para casa com um sorriso bobo no rosto.

.

.

.
Chegou na escola no outro dia e abriu o armário.
E encontrou outro papel.
«Você é muito fofa» dizia o papel.
E lá atrás outra flor de cerejeira.

-Hum de novo?-perguntou sorrindo.

Pegou os livros e dirigiu-se a sala precisa.

-Baixinha?-Ouviu uma voz atrás de si.
Já sabia quem era.

-Ah Gajeel...não começa ok?-disse continuando a andar.
-Não é que...queria ajuda com um problema de matemática...-disse ele.-e também a professora mandou eu te consultar 
-Quê?-perguntou ela pensando ter ouvido errado.

-Ah vai! Me ajuda por favor...-disse ele.
Ela apenas olhou como se ignorasse.

-Eu tô com nota vermelha!-disse ele.-e aquela professora realmente me odeia!
-EU te odeio.
-Ah mesmo assim...porfavor...
-Uhhh...-Disse ela parecendo pensar no assunto.-Não.

-Porfavor Levy!-disse ele.
Ela congelou.
Ouvir seu nome ser desferido por Gajeel era como ouvir um canto dos anjos.
Ele nunca.
NUNCA!
A chamou pelo nome.
-Eu sei,eu sei eu fiz muita merda com você...mas...seja legal comigo!-Disse.-Porfavor.
Seu olhar era de traído a si mesmo.
-Não é porque eu queira...também preferia fazer algo melhor do que ficar com você.
-Argh! Tá bom! Na biblioteca às 3.
.
.
.

Suspirou.
Gajeel estava 4 minutos atrasado.

-Droga...

Estava na biblioteca da escola sentada na mesa e com um copo de café do Starbucks na mão.
Um frappucino pra dizer a verdade.
Estava cansada.
Os professores haviam passado inúmeros trabalhos naquela semana.

Quando iria sair ouviu um barulho.

-Oi baixinha.
Ele chegou meio corado.
-O que aconteceu?-perguntou ela.-Por que está tão vermelho que parece que correu uma maratona?
Ele apenas sorriu de canto.
-Não é nada. Agora,vamos começar?
.
.
.

Os dias passaram e cada dia era um papel e uma flor de cerejeira.

E também, todo dia biblioteca.

Ela virara como se fosse uma professora particular pro Gajeel.
Esse por sinal parou de atormentá-la 5% menos.
Levy estava preocupada.
Pois,o garoto andava estranho ultimamente.
Mais estranho que o normal.
Chegou de frente ao armário a procura de um papel.
Mas...
Não havia nada ali.
Nem mesmo uma flor.
-Ué?-perguntou meio confusa.

Por que a pessoa parara de passar bilhetes à ela?

E dar flores?
Olhou para os lados.
Gajeel não veio hoje.
Por que?
Ele apesar de um brutamontes sempre chegara no horário indicado.

A não ser quando algo realmente  sério acontecesse.

Suspirou.
Não é como se ligasse para aquele Gigante.
Sentiu um aperto no coração...

Mas e se...
...ligasse?

.
.
.
No outro dia chegou na porta do armário e achou um bilhete e outra flor rosa.
Mas acabou não entendendo nada.
«Ue et oma, ue erpmes et iema,sam acnun ibecrep ossi. em ertocne an arutreboc.» que língua seria essa?
Pensou ter sido uma brincadeira.
Mas não.
Procurou no Google...
E nada achou.
Procurou no tradutor.
E nada.

No fim...
Essa pessoa só estava a zoando,como todas.
Suspirou e se preparou para ir embora mas antes foi no banheiro.
Chegando lá arrumou o estranho e rebelde cabelo.
E se olhou no espelho.
A flor laranja de sua tiara que deveria estar de um lado estava do outro.
Foi ai que percebeu.
Pegou o papel e botou de frente ao espelho.
E lá estava escrito com letras elegantes.
--------------------------------------
Eu te amo,eu sempre te amei,mas nunca percebi isso. Me encontre na cobertura.
--------------------------------------
Sorriu.
A pessoa que mandara aquilo era inteligente.
E sabia o suficiente dela pra saber que ela conseguiria traduzir/decifrar o enigma.
Era até engraçado.
Até que enfim descobriria quem era aquela pessoa romântica, que a mandava bilhetes e flores.
Saiu do banheiro e subiu as escadas em direção ao último andar da escola.
No último degrau respirou fundo e,devagar,abriu a porta.
Arregalou os olhos.
Gajeel estava lá de costas olhando o céu.
Por que ele estava ali?
Hum talvez estivesse pegando um ar.
O céu estava rosa e tinha uns tons de azul e lilás.
As nuvens eram algodões brancos no céu colorido.
-É lindo não,é?-disse ela se aproximando.
Ele por sua vez tomou um susto.
-Desculpa...te assustei né?-disse ela rindo.
-N-não tudo bem...-disse ele corando.-E sim...é lindo...
-Amo o céu... Ele é tão lindo é ao mesmo tempo quase que infinito... Você só consegue ver um infinito azul,quase como um oceano ao contrário... É como se  se você o espetasse e ele estourasse como uma grande bolha de água.
-Exatamente. Mas o que eu acho mais bonito são as nuvens...
-Hã?
-As nuvens...o que elas formam...-disse ele olhando o céu.-Veja...aquela tem o formato de peixe...e aquela ali tem o formato de coelho.-ele apontava as nuvens com formatos variados.
-Oh é verdade!-exclamou ela.
-Viu?eu e meu pai deitávamos no quintal e as olhávamos quando eu era pequeno.
Ela assentiu.
-O que está fazendo aqui? Quer dizer...além de estar olhando as nuvens?-disse ela por fim.
-Hummm acho que o mesmo que você...-disse ele.
Ela o olhou confusa.
-Não entendi...
-Olhe e entenderá.-disse ele colocando uma mão no bolso,pegando uma coisa e pondo na mão pequenina dela.
Ela abriu a mão.
E outra vez arregalou os pequeninos olhos chocolate.
Era uma flor de cerejeira.
Ela o olhou.
-Você...
-Sim...eu.
-Mas por que...?
-Por que eu te perturbava?-Ele sorriu de canto.-Boa parte porque eu achava engraçado te irritar...e também porque você irritada é fofa.-Seu sorriso aumentou.
Ela corou.
Um tanto de vergonha,surpresa e de raiva.
-Redfox!
-Viu? Fofa.
Disse ele pegando um pequeno espelho de bolso e o virando pra ela.
E realmente ela estava engraçada e parecia uma boneca de porcelana com raiva.
-Você...
-Se eu gosto de você? Sim eu gosto de você...acho que descobri isso só no dia que você me chutou,e eu não fiquei nem um pouco com raiva.-disse ele simplesmente.-outra...bom chute doe até hoje...
-Mas...mas...desculpa por aquilo...mas você mereceu! 
-Eu sei que mereci.-disse ele sorrindo.-Bem...vamos ao assunto principal...Você entendeu o papel?
-S-sim.
-Então já sabe qual é a minha pergunta certo?
-S-Sim.
Ela o olhou.
Sempre achara que odiava o garoto,mas pra falar a verdade nunca o conhecera bem antes daquilo tudo...
Agora Levy o conhecia...
O achava legal.
Engraçado.
Sorridente.
Gentil,apesar de tudo.
E agora perguntando ao seu coração que batia rápido percebeu que gostava de estar com o garoto.
Sem ele não tinha graça de ir a escola.
Sem suas brincadeiras seu dia era chato e não acabava nunca.
Ela não podia viver mais sem Gajeel Redfox.
-Ok...então pode falar...diga sincera ok? Não precisa se forçar a nada...e se tu me odiar eu acei-
Foi cortado.
Naquele mesmo instante Levy se esticou de fininho na ponta dos pés e o beijou.
Foi um selinho na verdade...seus pés não aguentavam ficar muito tempo esticados.
Gajeel arregalou os olhos.

-Isso responde sua pergunta?
-Ah, se como.-Ele por sua vez abaixou e a beijou de volta.
Num movimento tímido,inocente e cheio de amor.
-Eu te amo.-disse ele ainda com os lábios nos dela.
-Eu te amo mais.-disse ela.
-Eu que te amo mais.
-Não eu.
-Eu!
-Eu!
-Eu que amo mais!
-GAJEEL REDFOX!
E começaram outra discussão...mas dessa vez pra quem amava mais um ao outro...mas acabou dando empate.
-Ok...Deu empate!-exclamou Gajeel depois de discutirem por 30 minutos.
-Mais eu te amo mais.
-Ok você quer mesmo ficar discutindo isso?
-Na verdade não...tenho coisas melhores pra fazer...
-Como o quê?
-Te beijar.
-Hummm gostei disso.
-É?
-É.
~Fim~
 


Notas Finais


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