História Flores de Rodório - Anêmona - Capítulo 1


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Categorias Saint Seiya
Personagens Io de Scylla, Personagens Originais
Visualizações 32
Palavras 2.852
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então, estava eu lá de buenas e falei. caraca, brotou aqui uma ideia, vou mandar ver. E mandei ver. Essa história faz parte da Série de Fanfics Flores de Rodório, uma série com personagens femininas que me inspiram a mudar a cada dia! Espero que vocês gostem
Ah, essa também é uma tentativa de treinar os meus hentais, por que, vish mainha é foda escrever hot. Não sei o que me ocorre. Como pode eu, uma distinta piranha do Zodíacdo não conseguir escrever um hentai? Que meu harém me proteja, irmãos.
Fanfic ainda não betada! Desculpe por qualquer erro.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Milady. Io de Scylla conhecia e muito bem o nome daquela peça rara conhecida por todos os Pilares do Mar e até mesmo por toda Atlântida. Milady era uma das várias filhas de Poseidon com suas amantes mortais e, como a maioria dos filhos de Poseidon, a inglesa era cheia de ardis, joguetes e uma coisa que cativava interiormente todas as criaturas marinhas, da mesma forma que as mariposas são atraídas para a luz.

E a danada sabia daquilo melhor do que ninguém, pois se utilizava dos encantos produzidos em todos para conseguir o que quisesse naquele mundo subaquático, mesmo que isso significasse brincar com os sentimentos de quem quer que fosse. Até mesmo com os sentimentos dele.

Io tentava não pensar naquilo, quando, ao adentrar a área onde o jardim da deusa Anfitrite começava, deparou-se com a imagem de sua nêmeses, sua perdição, sentada displicente sobre uma enorme pedra, que pareceu ser moldada para receber a filha de Poseidon, ocupada demais dedilhando sua arpa para notar a presença do portador da Escama de Scylla.

Por um momento, o marina teve a certeza de que estava diante da mais bela das criaturas, e a mais sublime também. Milady estava com as pernas grossas e macias a mostra, por conta dos cortes nas laterais de seu longo vestido verde-água; os enormes cabelos negros estavam soltos e pareciam ter sido penteados pelas próprias náiades, devido à perfeição em que as ondas brilhantes caíam por seu corpo de pele pálida e sempre brilhante como as pérolas. Os olhos verdes fechados davam ao semblante pacífico uma característica ainda mais sublime e os lábios entreabertos convidavam o marina para um beijo nada casto, do qual ele jamais poderia compartilhar.

Quando terminou de tocar, Milady deixou a arpa de lado e sorriu para o nada, abrindo os olhos e passando as mãos pelo pescoço alvo, rodeado por um simples e justo colar de pérolas, onde estava pendurado um pingente de ouro, no formato da letra “M”. Pelo que o marina sabia, aquele cordão havia sido presente de Poseidon, entregue à filha por intermédio de Kanon, o atual tutor da semideusa, mesmo que ela quase nunca comparecesse às aulas do geminiano, preferindo passar seu tempo escondida nos jardins de Anfitrite, ou nadando perto dos corais, rodeada de peixes coloridos, náiades, enguias, polvos e toda outra sorte de animais mitológicos que Io não conseguia se lembrar agora, já que perdera a linha de raciocínio ao ver a alça direita do vestido cair pelo ombro da moça, enquanto ela ajeitava os cabelos negros.

Foi quando ela ajeitava as alças do vestido que Milady percebeu a presença de Io, erguendo os olhos para encará-lo por sobre os ombros, lançando à ele um sorriso sedutor, mordicando o lábio inferior com cuidado, passando os dedos de forma calma e pretensiosa por seu rosto, depois queixo, até chegar novamente ao pescoço e descer pela lateral do corpo, indo parar por sobre a coxa.

No mesmo momento, o corpo do guerreiro retesou e ele obrigou-se a abaixar o rosto, fazendo uma leve vênia. Rindo de maneira delicada, a filha de Poseidon desceu da pedra, apoiando as costas na rocha, mantendo as mãos para trás e retomando sua postura, acentuando a sinuosidade de suas curvas, o que só piorou quando ela colocou a perna direita para frente, exibindo-a completamente nua até chegar perto do quadril, onde o vestido voltava a se fechar e apertar.

Com o sorriso ao mesmo tempo sedutor e inocente, Milady piscou os grandes olhos verdes, umedecendo os lábios, esperando pela reação do marina.

Sentindo-se completamente afrontado, Io arregalou os olhos, bufando e aproximando-se a passos duros da semideusa, pronto para falar poucas e boas àquela maldita sereia, mas, a cada passo que dava, o sorriso dela se ampliava e se tornava ainda mais luminoso e sedutor. Quando deu pro si, já estava cara a cara com Milady, sem um bom argumento para confrontá-la sobre a atitude nada condizente à uma filha de Poseidon criada com a mais qualificada educação britânica.

- Boa tarde, Io, o que te traz até aqui? – perguntou a dissimulada, destilando aquele veneno delicado em cada uma das palavras ditas com calma.

- Milady. – contendo o tom de voz, o guerreiro abriu e fechou os lábios várias vezes, desejando poder jogar sobre ela todos os xingamentos e pensamentos que passavam por sua cabeça naquele momento, no entanto, perdeu-se ao vê-la avançar as mãos até os lados da escama de Scylla, deslizando aquelas mãozinhas talentosas até o peito da armadura, puxando-o para mais perto de si, evidenciando a diferença gritante no tamanho dos dois, já que Milady tinha de ficar na ponta dos pés para aproximar seus rostos. E como aquele rostinho era lindo. – O que está fazendo?

- Acha que não noto o modo como me olha, Io? – questionou ela, passando o braço esquerdo pelo pescoço do marina, enquanto a mão direita acariciava os fios de cabelo róseos de Io. – Você é diferente...

- Senhorita, creio que não esteja entendendo. Nunca pensei na senhorita da forma como insinua. – e a resposta à esta frase mentirosa foi um sorriso sincero, e logo depois um simples selar de lábios que tirou o marina de seu chão. Depois de poucos segundos, ela descolou os lábios carnudos e vermelhos dos de Io.

- Você não gosta de mim, Io... Sei disso, mas não consigo entender bem o porquê disso. – sentenciou a semideusa, sorrindo com os olhos semicerrados em desafio. – Enfim, enquanto nós dois pensamos por que você não consegue me tolerar, mesmo depois de cinco anos de convivência. – riu a garota, afastando-se e jogando os cabelos para trás, deixando à mostra o pescoço convidativo à mordidas nada delicadas. - Com licença, vou estar na biblioteca caso precise de mim.

Porém, quando a semideusa foi passar pelo guerreiro de seu pai, sentiu os braços serem agarrados por mãos potentes, e no momento seguinte os cascalhos rosados do jardim de Anfitrite lhe feriam as costas expostas pelo vestido revelador.

Havia fechado os olhos em reflexo, e, quando os abriu, sua expressão foi de surpresa ao encontrar Io sobre si, encarando-a como se estivesse tão chocado com sua atitude impensada. Era interessante ver aquela cara na pessoa mais autoconfiante, orgulhosa e agressiva que ele conhecia em todo o Mar. Io conseguia tirá-la de seu plano, pois ao mesmo tempo que a semideusa desejava-o mais do que qualquer outra pessoa no mundo, ela também sentia vontade de esganá-lo cada vez que ele a olhava de forma superior e distante. Quase do mesmo jeito que Kanon a olhava quando Milady fazia suas saídas triunfais da sala de aula.

Agora lá estava Io, no exato lugar onde Milady o queria, bem no meio de suas pernas, mesmo que não fosse do jeito que ela desejava, mas logo conseguiria aquilo também, e mostraria ao maldito orgulhoso que ele não era imune aos dotes e ilusões que a inglesa criava. 

Foi assim desde o começo! Cinco anos atrás, quando Athena derrotou Hades e todos os envolvidos nas guerras Santas foram trazidos de volta, Milady invadiu o reino de Atlântida, e, antes que qualquer um pudesse perceber, ela já era a garotinha dos olhos de Poseidon, encantando ao deus com seus truques com as ondas, seu jeito doce e as conversas animadas.

Era bom ter o pai ao lado, principalmente depois que sua tia, Sophie, faleceu e ela foi jogada num mundo sem conhecidos ou amigos. Na Terra, Milady era uma criança diferente, sempre se sobressaindo em esportes relacionados à água ou à instrumentos de corda; com quinze anos, ela já sabia tocar arpa, violino, violoncelo, violão e cítara, além de ser ótima nadadora e completamente fissurada por conchas, praias e surf.

Ninguém nunca conseguiu compreender muito bem toda aquela facilidade da menina, mas, para a pequena família de Milady, aquilo era muito claro e foi com o conhecimento de ser filha de Poseidon que a garota cresceu sentindo-se diferente e especial, mesmo que toda aquela diferença a mantivesse longe de ter amigos... Por ordem de sua tia, temerosa de que alguém descobrisse sobre os dons da menina e a levasse para longe.

No fim, Sophie acabou morrendo afogada (por ironia do destino) e deixou Milady sozinha. Todos os dias, a menina ia até a praia e pedia ardentemente para que o pai a levasse para longe de lá! Que a salvasse das pessoas que vinham lhe atormentar e lhe desse uma vida melhor.

Por fim, Poseidon cedeu aos pedidos da filha e a trouxe para morar consigo. Desde o primeiro momento Poseidon apaixonou-se pela filha e jurou amá-la como amava seus filhos com Anfitrite.

Cinco anos depois, Milady era a pérola na vida de todos daquele reino. Para Io, ela era o encanto da voz das sereias, a suavidade das ondas e ao mesmo tempo o terror da tempestade. Vê-la, era como ter todas suas certezas arremessadas na lama, pisadas e jogada aos tubarões, por isso não confiava nela e isso só se agravou quando a viu atirar-se a seus companheiro de batalhas... Nunca nem mesmo dispensando uma tentativa à ele...

Mas Milady o fazia de propósito. Quando o conheceu, a semideusa caiu de amores pelo detentor da escama de Scylla, mas ao vê-lo desprezá-la como se faria à uma náiade, ela jurou que atormentaria o marina! Realmente, conseguira fazê-lo, no entanto, a paixão continuava ali, agressiva, escondida, desejosa!

- Você não presta. – ditou Io, encarando-a no fundo dos olhos. Os orbes róseos ardiam em chamas, apagando-se no mar infindável dos olhos de Milady. – Soube disso no momento em que teu pai te trouxe para cá.

- E você é intragável, mas eu gosto. – e o agarrou pelos ombros, puxando-o para baixo, beijando-o com a paixão contida e furiosa, iniciando um beijo cheio de puxões de cabelos, mordidas e arranhões nas peles de ambos.

Cinco anos foram necessários para que ela tomasse a coragem para colocar o marina em seu devido lugar, e agora não daria para trás. Io, pensando que aquela seria uma forma interessante de mostrar à “princesa” que não estava brincando quando disse que a desprezava, armou um plano de mestre. Iria até certo ponto com ela, mas a deixaria a ver navios quando a moça acreditasse que o tinha nas mãos.

As mãos pediam por mais, os beijos eram mais exigentes e Milady começou a se preocupar com a possível chegada de outros até o local, então, com toda a sutileza, colocou-se sentada, ainda beijado Io e repuxando levemente os cabelos cor-de-rosa. Afastando-se levemente, ela o puxou pela mão, praticamente arrastando-o jardim adentro, onde as plantas aumentavam de tamanho, ficavam mais coloridas, e os cascalhos no chão mudavam de rosa para azul-turquesa.

Enormes corais, gigantescas algas marinhas e diversas outras plantas que Io não podia nomear ladeavam o caminho aberto com esmero, mas, não seguiram pela trilha por muito tempo, pois Milady virou à direita, embrenhando-se no meio dos corais e anêmonas que possuíam a altura de uma criança crescida.

A luz começou a ser entrecortada pelas algas verdes que cresciam fortes e grandes, e pequenos animais bioluminescentes surgiram, ladeando o casal, mas nem Milady e nem Io os deram atenção.

Andaram por mais breves momentos, até chegaram à uma parte privada de luz solar, onde apenas a luz criada pelos espécimes existia, dando tons quase alucinógenos ao local. Azul, rosa, verde e laranja neon, e, perdido no meio de tudo aquilo, uma gigantesca anêmona de base azul e longas extensões em degradê.

Milady virou-se para o amante, parando de andas apenas quando estavam próximos à anêmona. Sorrindo, ela o beijou e, com as duas mãos no rosto do homem, foi andando para trás, inserindo as pernas por dentro das lânguidas extensões da anêmona, sem nem mesmo sentir o choque químico que a planta devia lhe dar.

Há anos a semideusa vivia quase em simbiose com as plantas do mar, a anêmona não seria exceção. Mesmo assim, ela temia por Io e quando viu-se de joelhos sobre a base da planta, mantendo-se quase na mesma altura que o guerreiro, foi que ela parou de beijá-lo, encarando-o no fundo dos olhos com a expressão perdida.

Confuso, Io a segurava pela cintura, apertando-a levemente e a encarando de volta. Milady estava estranha, pensava que a mulher não hesitava, mas lá estava ela, olhando-o de forma estranha e passando as mãos por seus cabelos.

Algo apertou-se no peito do homem que, em um impulso, também acariciou os cabelos e rosto da princesa, depositando beijos calmos em todo seu rosto. Respirando fundo, Milady o puxou para dentro da anêmona, vendo a  expressão de leve desconforto que se fez no rosto de Io, beijando-o para tentar fazê-lo esquecer daquilo.

Caindo de costas na anêmona, a semideusa dava espaço para que o guerreiro trabalhasse, beijando seu pescoço, mordendo seu colo e sugando a pele cálida que manchava-se de vermelho e depois roxo ao ser fustigada pelo guerreiro.

Logo, as roupas e armadura deixavam os corpos, já quentes e em frenesi extremo. Milady e Io possuíam anos e mais anos de tensão sexual como estopim, e naquele momento eles eram apenas duas pessoas cumprindo os mais primitivos desejos possíveis.

O suor misturava-se à água, os movimentos intensos faziam as extensões da anêmona chacoalharem com afinco e os gemidos podiam ser ouvidos do lado de fora, mesmo com uma controlada Milady mordendo os lábios, ou até mesmo a carne de Io para conter-se enquanto ele a tomava para si, jogando para fora da mente qualquer plano mirabolante para colocar aquela semideusa em seu devido lugar.

De repente, o único local que Io pensava em colocar Milady era em sua cama...

Por aqueles momentos, eles deixariam de lado o ódio causado pela paixão mal resolvida e aproveitariam o que o mar lhes proporcionou.

Io empenhava-se em dar prazer à Milady, que retribuía o favor. O conjunto de posições, estocadas, beijos, mordidas e chupões não demorou a levar os amantes ao ápice e por mais que reunisse todas suas forças, Io não conseguia simplesmente levantar e ir embora, deixando-se abraçar a semideusa de melenas negras, cansada, sorridente e agora muito sonolenta.

Assim, baixou sua guarda, trazendo-a para perto de si e deitando-se na anêmona, beijando o topo da cabeça de Milady, deitada com a cabeça em seu peito, abraçando-o como se fosse a última coisa na Terra a ser segurada. Acolhidos pelo movimento suave da corrente marítima, os dois adormeceram, esquecendo-se completamente de suas obrigações e deveres.

~

- E esse sorriso na cara, hein, Io? – Kanon perturbava o marina, sentado à mesa de jantar de Poseidon, aguardando pelo deus dos Mares. – Dormiu com o passarinho verde.

- Acho que foi com uma moreia (1)! – Kasa entrou na brincadeira, apontando para o pescoço de Io, cheio de marcas de chupões e dentadas.

- Vocês não têm o que fazer? – perguntou a escama de Scylla, revirando os olhos e deixando seu olhar vagar até Milady, sentada mais à ponta da mesa, logo ao lado de Tétis, conversando animadamente com a sereia, parecendo deslumbrada com algo.

Ao notar o olhar de Io sobre si, no entanto, a princesa abaixou os olhos rapidamente, soltando uma risada anasalada, jogando os cabelos para trás, revelando o ombro também muito marcado e exposto pelas magas caídas de seu vestido azul-marinho.

No momento em que viu as marcas, Tétis levou as mãos à boca, rindo alto e tocando os locais das marcas, recebendo cócegas de Milady, confortável demais com a situação.

- Acabou de achar a moreia, Kasa. – comentou Sorento, olhando na mesma direção que Io, e todos da mesa. – Demorou e muito para você tomar vergonha nessa cara e fazer alguma coisa, Io.

- Até parece. – e o de cabelos cor-de-rosa deu de ombros. – Foi só uma noite, da mesma forma como vocês só tiveram uma noite.

- Eu não. – Sorento negou com a cabeça, bebendo de seu vinho. – Nunca dormi com ela.

- Nem eu. – Kasa e Bian concordaram, enquanto Isaak apenas acenava com a cabeça e Krishna revirava os olhos.

- Não olha pra mim, se eu pensar em dormir com ela, a Tétis me castra. – Kanon olhou para sua sereia, e ela sorriu para ele.

- Mas... Eu já vi ela saindo dos quartos de vocês! – volveu Io, confuso e completamente perdido.

- Você lembra que Milady também é assistente direta de Poseidon, não é? – questionou Sorento, olhando o companheiro de armas como se ele fosse a criatura mais estúpida do mundo submarino. – Ela vai até nossos quartos para colher relatórios semanais, sua ostra ignóbil!

- O que você pensou? Que ela dormiu com todos nós? – perguntou Bian, indignado. – Nossa, Io, você é muito idiota.

No momento seguinte, Io olhou na direção da semideusa, vendo-a sorrir graciosamente, acenar e bebericar um gole de sua água, voltando a conversar com Tétis, fingindo não ter notado que, finalmente, ele havia percebido seu jogo.

Em sua mente, Io tentava processar que toda sua raiva e frustração não passavam de um engano monstruoso e agora sua mente começava a puni-lo. Tão logo martirizou-se, Poseidon chegou ao salão, e deu-se início ao jantar, onde trocas de olhares e sorriso foram trocados entre Io e Milady.

Fim? 


Notas Finais


1 - Moreia é um bichinho muito simpático que tem uma boca cheia de dentinhos afiados que fazem um estrago muito louco, crianças.

Olha, eu estou longe do meu computador, pois estou na minha avó, e minha necessidade tem de ser suprida, morou? Escrevi essa aqui na moralzinha dos Deuses e agora tô de buenas kkkkkkkkkkkkkkkk <3 Amo vocês <3


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