História Florescente - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Happy, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Hentai, Lucy, Nalu, Natsu, Natsuxlucy
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Palavras 1.639
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Saudações! Sou a autora desta Fanfic (Não me diga.), e farei todo o possível para que vocês gostem de lê-la. Algum erro, por favor me informe nos comentários, ou no privado.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Florescente: Prólogo 

NaLu 

 

Estudante de Fotografia, loura, decidida porém confusa às vezes, brincalhona, esforçada, sofrida e antes de mais nada, CHATA. Essa sou eu, Lucy Heartfilia. Sim, me defino como chata, porque eu sei que sou, e eu não ligo se você não me acha, o que importa é a minha opinião sobre mim mesma. 

Eu sei que sou chata, mas, eu estou nervosa com o que os alunos do curso de fotografia vão achar de mim, e antes deles, as pessoas da República aonde irei morar durante 2 anos. Eu espero. 

Arrumei minhas malas, que estavam pesadas, e fui em direção ao portão. Me despedi do meu pai, e antes de ir para o ônibus, dei uma passadinha no túmulo da minha mãe. 

Ah, como ela me faz falta. Em momentos como esse eu esperava um abraço reconfortante é uma simples palavra, tudo vai ficar bem. Eu só queria isso, apenas. Mas querer não é poder. 

Nem entrei naquele ônibus com cheiro de graxa, e já estava dormindo. 5 horas em um ônibus, sentada sem fazer nada. 

 

(...)

 

Cheguei em Magnólia, não pude ver direito a paisagem enquanto o ônibus dava a volta para ir pro estacionamento, pois estava escuro, já que era 4 da madrugada. Porém, era perceptível que tinha muitas flores, o que me reconfortou muito. Talvez dê ótimas fotos. Não, com certeza vai dar ótimas fotos. 

Suspirei, havia marcado de ir para a república ás 6 horas. Não vou dar uma de apressada, ou desesperada. Talvez alguma loja esteja aberta, então eu compro algo e passo algumas horas lá. 

 

(...) 

 

Eu amei esse lugar, todo canto tem flores. Fiquei sabendo que no outono acontece algo com uma árvore, bem, não sei ao certo. 

Parei em uma cafeteria, comprei um café expresso, bem adocicado. Só para me dar coragem para o dia em que me aguarda. Já é a quinta vez que eu suspiro, em satisfação ao cheiro das flores. 

- ATCHIM! - alguém, bem próximo á mim, acaba de espirrar. E quando eu digo "bem próximo" eu me refiro que, ele espirrou, NO MEU CAFÉ. 

- VOCÊ TÁ LOUCO?! - dirigi a palavra á pessoa que fez tal ato, enquanto me virava á ela.- Não sabe colocar a mão na boca não? Idiota, você tem sorte de eu ter acabado meu café, se não teria pagado outro. 

- Affe, calma foi só um café, não precisa de escândalo tão cedo. - sua voz estava drogue, acabara de acordar e estava na cara. Seus cabelos eram preto azulado, olhos negros ônix, estava usando uma blusa do Iron Man, e uma simples bermuda verde. Bem observadora eu.- Mas se quiser eu pago outro pra você. 

- Não, está tudo bem. - retirei minha mala da cadeira, estava de partida.- Bem, me desculpe pelo escândalo, fiquei um pouco estressada pelo café. Até mais. - ele apenas acenou com a cabeça, com um sorriso torto em seus lábios.

Cara, acho que tive um orgasmo.

 

(...)

 

A casa era grande, parecia ser bem espaçosa e aconchegante do lado de fora. Mas estou um pouco desconfiado do porquê ser tão barato, digo, não tanto. Ah, eu vim de uma família podre de rica. Mas nunca gostei disso, então, eu vou dar meu máximo para viver ás minhas custas sem ajuda de ninguém. E eu acho bem cara a casa por esse ponto de vista. 

Mas enfim, já era seis e meia, um pouco tarde. Espero que eles não liguem. 

Fui até a porta, e apertei a campainha, dava-se para ouvir o som da mesma, que era até irritante. 

Então, ouvia-se passos, e por fim à porta sendo destravada. Quando a porta se abriu, apareceu uma garota alta, cabelos ruivos e com sua camisola da patinho. Eu simpatizei na hora, porém ela tem cara de ser mandona. 

- A-Ah, me desculpe o atraso, eu me perdi no caminho para cá. - sim, eu estava intimidada com o seu olhar, e sua expressão. 

- Tudo bem, entre. - eu fiz como ela pediu, ou mandou, entrei na minha nova "casa". Retirei meu sapato, e calcei minha pantufa, enquanto a garota de cabelos vermelhos, fazia o mesmo. Ela me pediu para me sentar. E eu fiz como pedido.- Bem, antes de mais nada, eu gostaria de esclarecer algumas regras, - sentada ao meu lado, começou a falar. - primeira regra, não é permitido levar namorados para cá, segunda regra, colocar o nome em suas comidas, caso contrário, servirá de alimento para todos os moradores daqui, terceira regra, arrumar a casa caso fique por último á sair, quarta regra, fique no máximo uns 15 minutos no banho, e por último, sem brigas. Eu vou te dar um papel com as regras, caso esqueça. 

- Claro, sem problemas. - sorri normalmente para ela, que retribuiu.

- É um prazer conhecê-la, meu nome é Erza, o resto do pessoal acorda lá pelo meio dia, então você tem tempo para arrumar suas coisas no seu quarto. Irei apresentar vocês assim que possível. 

- Obrigada, aliás, é um prazer te conhecer também, meu nome é Lucy, mas prefiro que me chamem de Lu. - demos um aperto de mão, e ela me levou ao meu quarto, me deu a chave do mesmo. E até que enfim, eu estou em um lugar aonde posso dormir. Mas não vou fazer, tenho que arrumar minhas malas. 

Então, depois de bastante esforço, eu acabei de arrumar por parte meu quarto, ainda falta algumas coisas, não tão necessárias. Apenas alguns enfeites e coisas do tipo. Era nove da manhã, dava pra descansar um pouco. Teria que me apresentar para o pessoal da república, e consequentemente teria que conhecer a cidade. Ver direito aonde que é a Faculdade. 

Eu realmente me sinto sortuda por ter conseguido entrar nessa Escola. É uma das melhores em todo o Japão, a Fairy Tail. Bem, tem algumas melhores, claro, mas essa é muito boa também. Conseguir uma bolsa para essa escola, foi a melhor coisa que me aconteceu, e eu não vou jogar esse acontecimento no lixo, eu vou me esforçar ao máximo para seguir meu sonho, fotografar. A Fairy Tail não é apenas uma Escola ótima, ela também tem curso de Letras, de Música, Arte, Design, Engenharia, entre muitas outras. É quase como o ensino fundamental, sempre tem aqueles filhos de uma puta, aonde querem se achar e arrumar briga, ou ficar Zoando os outros, e enfim. Já fiz metade de uma Faculdade, de medicina, mas descobriram que eu não tinha acabado o ensino fundamental II, pois é, ela era bem fajuta, mas eu aprendi bastante coisa lá. O bastante para ser enfermeira. 

Me deitei na cama, apenas pra pensar um pouco, e me levantei. Peguei uma roupa normal, apenas pra tomar um banho e relaxar. Já que tinha um banheiro no meu quarto, o que é muito bom. Realmente muito bom. 

Tomei um banho um pouco demorado, não tanto á ponto de quebrar uma das regras. O suficiente para me deixar muito aliviada e disposta para o dia. 

Peguei um livro normal, e li ele até acabar em um dos capítulos que eu já não estava tão entretida. 

Coloquei meu celular para despertar, e então eu adormeci completamente. 

 

“Flashback...”

 

Era um dia frio, muito frio. Estava nevando, e o céu estava fechado, á ponto de uma gotículas de água caírem, ameaçando uma chuva forte. As ruas estavam levemente cobertas pela neve, uma fina camada. Dava-se para ver o chão, que estava escorregadio e molhado por conta da umidade do ar. 

Uma rajada de vento fez com que as lágrimas que escorriam em seu rosto, voar, e seus cabelos se bagunçarem ainda mais. Seus lindos cabelos dourados, longos até certo ponto de vista, e que sua mãe o penteava toda manhã, contando sobre flores, história de sua infância e adolescência, lições de moral, piadas e conversas banais. A infância de Lucy foi marcada pela morte de sua mãe, o que desengatou uma depressão em seu pai, e consequente o alcoolismo e vício de drogas. O conselho tutelar sabendo disso, a levou para um orfanato, aonde foi adotada pelos Heartfilia. Uma família rica, que sempre dava de tudo para a menina. Menos amor verdadeiro, o que ela mais precisara. 

De recordação de sua mãe, ela tem um colar, cheio de Chaves pequenas, aonde ela não se esquece de seus significados. E depois de uma briga com seu irmão mais velho, Laxus, ela resolveu sair para esfriar a cabeça, se passou oito anos desde a morte de sua mãe, e ainda não consegui esquecê-la ou então seguir em frente. Todo dia ela acordava como se sua mãe estivesse de seu lado, e então, começa a chorar. Foi assim durante oito anos, é provavelmente não irá mudar. 

A rua estava escorregadia, morta, sem uma alma perambulando por lá. As casas estavam acesas, outras totalmente apagadas. 

Sentou-se no banco, que era coberto por um telhado. Suspirou, e então, lembrou novamente de sua mãe. De sua música. 

 

Siga em frente, meu filho rebelde

Haverá paz quando você tiver terminado

Repouse sua cabeça cansada

Não chore mais

Uma vez, eu me levantei acima do barulho e da confusão

Para vislumbrar o que está além desta ilusão

Eu estava flutuando cada vez mais alto

Mas eu voei alto demais

Embora meus olhos pudessem ver, eu ainda era um homem cego

Embora minha mente pudesse pensar, eu ainda era um homem louco

Eu ouço as vozes quando estou sonhando

Eu posso ouvir elas dizerem

Siga em frente, meu filho rebelde

Haverá paz quando você tiver terminado

Repouse sua cabeça cansada

Não chore mais

Mascarado como um homem com um propósito

Meu fingimento é o evento da temporada

E se eu disser que sou um homem sábio, bem

Certamente significa que eu não sei 

Kansas tem músicas lindas, e sua mãe sempre cantava-às para sua filha. 

 

“Flashback...”


Notas Finais


Acabou! Espero que tenham gostado, é um ótimo dia a todos! Fiquem com o delicia do Gray!


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