História Florescente - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Happy, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Nalu, Natsuxlucy
Visualizações 104
Palavras 973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Saudações! Sou a autora desta Fanfic (Não me diga.), e farei todo o possível para que vocês gostem de lê-la. Algum erro, por favor me informe nos comentários, ou no privado.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Prólogo: Florescente 

NaLu

 

- Não! Levy-Chan! Eu não preciso de psiquiatra, eu não sou louca. Por incrível que pareça. 

- Não precisa ser louca para ir no psiquiatra, Lu-Chan.- Retirou o saco de pipoca do sofá, e colocou na mesinha a sua frente.- Vai ser apenas uma vez, é saudável ir de vez em quando. Eu conheço um que é meu amigo, e muito bom no que faz, além de ser Psiquiatra, é Psicólogo. 

- Não sei, vou ver... se eu ver que preciso, talvez eu vá. 

- Ele é gato. E solteiro. 

- Qual o número do consultório?

E assim se passou mais uma noite, talvez a mais importante na vida de Lucy. 

A que mudaria tudo. 

 

(...)

 

Levy havia ido embora, e lá estava Lucy assistindo Grey's Anatomy, e se lamentando por um personagem ter falecido (Diga não aos Spoilers).

Porém, ela não estava surpresa que sua amiga tenha pedido, digo, mandado ela ir a um psiquiatra. Não por achar ela louca, ou por ter algum problema mental, e sim pelo passado dela, que havia sido... traumático.  

Apenas Erza, Levy, e Cana sabiam pelo o que ela passou.  

Bem, os pais de Lucy eram severos, porém ricos. Deram muitas coisas á menina, menos amor, carinho e respeito. 

Para seu pai, ela era um estorvo, a menos que se casasse com o dono de outras terras, assim fizessem um acordo. Sua mãe era dócil, porém faleceu quando a garota tinha 5 anos, e deixou apenas um colar como recordação. 

Logo que Lucy completou 16 anos, fugiu de casa, com um pouco de dinheiro, que deu para ela ficar algum tempo em um condomínio, e assim cursou uma Universidade, onde conheceu Levy, Erza, e Cana. 

Bem, logo logo vocês conhecerão elas. 

Atualmente trabalha em uma cafeteria, para pagar o aluguel de onde mora.

Não, ela não pretende entrar em um relacionamento sério, não agora, pelo menos. Acabara de sair de um namoro abusivo, de quase 2 anos. E se sente tão bem...

Sua vida está, até que boa. Não precisa de alguém para ficar ao lado dela, sem ser seus amigos. 

Não precisa de ninguém, além de seus companheiros. E ela espera esse pensamento mudar. 

 

(...)

 

-CALA A BOCA, PORRA!- pegou o celular que estava despertando, e desligou o alarme, com um tanto de brutalidade. 

Acordar de mau-humor é bem comum de Lucy, simplesmente odeia quando acordam ela. 

Enfim, já tinha batido o dedinho na cama duas vezes, enquanto se trocava. “Oh, Deus. Me dê paciência, porque se me der coragem eu roubo um banco, hoje.”

Pegou seu celular, e pediu um Uber. Sua barriga não estava roncando, estava fazendo encarnando um urso nela. Comeu apenas uma pipoca, é isso foi ontem à noite. Porém, como a Lucy é uma garota, bem... um tanto, burra, disse que iria comer lá no seu trabalho, já que ela trabalha em uma cafeteria, poderia furtar alguns petiscos.

Saiu de casa, tropeçando em tudo e mais em algumas coisas que não estavam naquela casa, mas enfim, conseguiu chegar inteira no seu Uber. 

 

(...)

 

Acabara de fazer amizade com a motorista de seu Uber, até trocaram os números de telefone. Enfim, ela ainda está inteira, já que o que aquela mulher tinha de legal, tinha de NÃO saber dirigir, talvez não passe de hoje que ela fique sem algum dos membros, ou do jeito que ela é azarada, sem um dor órgãos. 

Entrou pela porta dos fundos do Café, e quase bateu a cabeça em... um armário?

-Por que tem um armário na entrada?!- empurrou o armário até que desse para sair de lá, e então viu Gray, Mirajane, e Erza sentados. 

-Então...- Mira começou a explicar, calmamente, como sempre.- Vamos mudar nosso café para um Maid, não é uma grande diferença, apenas vão se vestir como se estivessem fazendo Cosplay, e terão que definir uma personalidade, mas enfim, irá trazer mais clientes, e se tivermos sorte, alguém procurando vaga de emprego, aqui. 

- Eu topo!- A loira se manifestou. 

- É, eu também. 

- Se você não ficar pelado, tá ótimo, né Gray. 

- Não enche, Erza!- começaram com a briga deles. “Ah, vai começar.” Lucy pensou.

- Fico feliz que vocês concordem, afinal, iremos fazer muito sucesso!- fez uma pausa- Ah, sim! Hoje vocês podem ficar em casa, já que eu chamei os pedreiros para a reforma daqui. 

- Por que você não falou por mensagem, Mira?- Lucy choramingou. 

- Deixa de ser preguiçosa, Lucy! Eu tinha que falar isso pessoalmente.

- Já que estamos aqui, bora ir no Bar do Laxus?- Gray disse. - Eu pago, consegui dinheiro ontem, já que o Natsu tava me devendo. 

- Tenho pena desse garoto,- A loira tirou a bolsa do cabide. - quando alguém está te devendo algo, é capaz de cobrar ela até quando morrer. 

- Fala isso por experiência própria, não é?- os dois começaram a trocar olhares raivosos.

- VAMOS! Antes que os dois se comam aqui mesmo.- Erza e Mirajane pegaram as suas chaves. 

- Vai se foder!- responderam em uníssono.

 

(...)

 

- Já está bêbado, Gray?- a garota perguntava ao moreno, um pouco drogue. 

- Não! Eu aguento muitas doses ainda!- então pediram mais doses. 

Mirajane e Erza já tinham ido embora, não queriam ver os dois passarem vergonha. Não por estar no bar, quase se socando, e sim quando tentarem ir pra casa. Provavelmente o espírito do Michael Jackson iria encarnar nos dois. 

Dito e feito, pediram um Uber, porém iria demorar uns quinze minutos para ele chegar, então os dois começaram a cantar.

O Uber chegou, e os companheiros de dança da dupla se despediram, que no caso, eram mendigos. 

Gray iria dormir na casa de Lucy, já que perdeu sua carteira, e estava sem a chave do apartamento. Enfim, no final das contas os dois acordarão com uma puta ressaca. 

 

 


Notas Finais


Acabou! Espero que tenham gostado, é um ótimo dia a todos! Fiquem com o delicia do Gray!


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