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História Floresta das Esmeraldas - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oiiiiiie meu povo, como estão? <br />Então essa é a minha primeira fanfic sasusaku (o melhor shipp de todos) e eu estou muito empolgada e nervosa ao mesmo tempo. Tipo, será que vocês vão gostar? Será que vão entender a forma como eu escrevo? Kkkkkk aiii isso deve ser medo de todo principiante. <br /> <br />A fanfic rola em torno de um universo alternativo que eu mesma criei. Enfim a fanfic se situa numa época antiga, onde sequer existia luz. Onde existe essa coisa de lordes é bla bla bla. Essa ideia saiu de mim em meio a esse tédio de quarentena. Sério, eu não to suportando mais essa quarentena, mas é preciso né. <br /> <br />A fanfic é recomendada para maiores de dezoito anos já que envolve sobrenatural e sexo. Se você não gosta de temas assim eu sinto muito mas você não vai gostar dessa fanfic. <br /> <br />A capa desta história está bem feinha porque eu que fiz, mas eu já pedi a capa e está andamento. <br /> <br />Enfim lavem bastante suas mãos, fiquem em casa e se cuidem.

Capítulo 1 - 0;0 Prólogo


{Montforty, Inglaterra}


✮|Residência Uchiha, cinco da tarde

 

As árvores aglomeravam-se ao redor da pequena vila situada ao sul da Inglaterra. Nuvens pretas aproximavam-se, como sempre, da pequena vila indicando uma tempestade furiosa que não demoraria muito para desabar sobre as casas dos moradores. Crianças corriam de lá para cá sem parar. As pessoas trafegavam por ali conversando, trabalhando, enfim, fazendo o que faziam normalmente. E tudo bem, era apenas uma vila qualquer. Ou apenas aparentava ser. 

Muitos rumores corriam entre aquelas pessoas sobre uma coisa misteriosa que rondava a floresta ao badalar da meia-noite. Alguns diziam que ouviam um canto muito belo, mas ao mesmo tempo amedrontador, outros diziam que via demônios as espreitas observando-os entre as sombras das árvores. Mas claro que tudo aquilo era apenas histórias que inventavam. Afinal aquilo não tinha nem pé nem cabeça. E naquela época era super comum rondar rumores sobre bruxas, vampiros, lobisomens e coisas do tipo. Tudo lenda. 

Assim como os outros dias, estava frio. O inverno se aproximava cada vez mais, trazendo consigo pesadelos. Sasuke Uchiha arriscaria dizer que Montforty era o lugar mais frio da Inglaterra. Enquanto andava a passos rápidos e ligeiros pelos corredores escuros e frios ele conseguiu ouvir, por mais baixo que fosse, algumas criadas, já de idade, comentando que esse ano o inverno seria o mais rigoroso de todos os anos. Não era pra menos. Afinal, ainda era apenas o outono e o frio já chegava a congelar os ossos.

Sasuke ignorou a conversa e manteve-se focado em chegar na sala principal da casa, onde o seu pai o aguardava. Quando Hinata avisou que Fugaku Uchiha o aguardava, Sasuke ficou imediatamente eufórico, e claro, preocupado. Fugaku raramente chamava alguém em sua sala, era um homem frio e que dizia não precisar da ajuda de ninguém. Sasuke Uchiha, seu filho mais novo, raramente era convocado. E quando era convocado, o mais novo já sabia, coisa boa não poderia ser. 

Sasuke inspirou fundo o ar, numa forma de buscar coragem onde não tinha. Aliás, o que tinha feito para que seu pai o chamasse? A confusão e a dúvida dominava seus pensamentos, mas antes que desistisse, entrou na sala, num ato impulsivo. Seu pai estava sentada num sofá perto da janela enquanto observava o lado de fora, mais precisamente a floresta, onde os rumores sobre o lugar transitavam incansavelmente entre os moradores. Fugaku desviou o olhar da floresta para seu filho mais novo, com um semblante sério, até demais. Um arrepio subiu pela espinha do Uchiha mais novo, mas decidiu ignorar. 

— Sasuke. — O patriarca cumprimentou friamente.

— Pai.

Fugaku levantou-se do sofá, pondo-se a caminhar ao redor da sala. Sasuke o encarava desconfiado, esperando que revelasse o motivo para terem mandado chamá–lo.

— Creio que já está sabendo sobre os rumores que andam circulando por aí. 

Fugaku parou de frente para a janela novamente, de costas para Sasuke. O mesmo arqueou a sobrancelha tentando desvendar onde seu pai queria chegar com aquela conversa.

— Claro que já ouvi. Só andam falando nisso ultimamente. — Revirou os olhos.

— Que bom! Isso já adianta muito coisa. — Fugaku virou-se para o filho mais novo, fitando seus olhos. — Quero que você vá até a mata de noite e veja com seus próprios olhos o que tanto assombra essa gente. 

Sasuke arregalou os olhos, surpreso. A incredulidade logo dominou-o.

— Está falando sério?! — Falou num tom baixo, mas que demonstrava nitidamente sua incredulidade.

Fugaku virou-se novamente para a janela, que no momento parecia ser mais interessante do que a histeria do mais novo.

— Já passou da hora de mostrar-se um Uchiha, Sasuke! — As palavras saíram firmes da boca do mais velho, sem nenhuma hesitação. — Quero ver se é digno de levar nosso sobrenome.

Sasuke apertou os punhos, tentando controlar sua raiva. O que o seu pai pedia era loucura! 

— Não está falando sério. — O Uchiha mais novo negou com a cabeça, indo em direção a porta. Fugaku Uchiha tinha passado de todos os limites. — Você não seria tão frio ao ponto de me mandar, literalmente, em direção a morte. — Sasuke apertou a maçaneta com toda a sua força, tentando descontar todas aquelas emoções eufóricas no pequeno objeto.

— Só quero que você faça uma coisa, Sasuke. — Fugaku revirou os olhos. — Conhece as redondezas aqui melhor do que ninguém. Você não está em perigo, sabe muito bem que é apenas rumores.

— Se é apenas rumores então por que está pedindo para que eu vá até a floresta essa noite? — Rebateu.

— Para mostrar a esses idiotas que não passa de lendas! — Fugaku virou-se em direção ao mais novo, que encarava a maçaneta de cabeça baixa.

— Não vou fazer isso! — Disse convicto.

Sasuke abriu as portas para sair daquele local, mas antes que fechasse por completo ouviu a voz de seu pai no fundo.

— Se não o fizer considere-se um sem teto Sasuke!

 

✮|Onze e meia da noite

— Eu já disse, Ino! — Sasuke disse irritado. — Eu tenho muito a perder. Não posso arriscar.

A loira olhava amedrontada para a floresta escura e sombria a sua frente enquanto comia as unhas de seus dedos, que já começavam a sangrar. 

— Sasuke você não pode sair assim! É perigoso… — Ino diminuiu o tom da voz. — Tenho medo de perder você.

Sasuke levantou-se no mesmo instante dos degraus e abraçou a noiva a sua frente tentando passar confiança e ao mesmo tempo tentando arrancar forças para que seguisse até ao aglomerado de árvores a sua frente. Estavam na porta dos fundos da casa, de frente para a floresta, onde Sasuke se infiltraria. A espada estava presa dentro da capa que estava grudada a cinta que rodeava seu quadril. Também estava com medo, mas nunca admitiria.

Ino rodeou os braços ao redor de sua cintura apertando-o com força, querendo nunca mais soltar-se. Ino sabia, igual a todos, dos rumores, e diferente de Sasuke e seu pai, acreditava neles. Tinha medo do que Sasuke encontraria naquela mata, ou quem. E se ele não voltasse vivo? Oh, céus! Pensar naquilo só estava deixando-a com mais medo e apavorada.

— Sasuke a gente pode fugir dessa maldita vila e reco…

— Shhh! — Sasuke afagou os cabelos loiros, interrompendo-a. — Que tipo de homem eu seria se fugisse de simples rumores? — Afastou sua noiva encarando-a em seus olhos, com um sorriso ladino que demonstrava confiança. 

Uma lágrima solitária escorreu pela bochecha da loira, mas logo foi limpa pela mesma, que sorriu de volta para seu noivo. Sasuke era forte e passaria por aquilo. Pelo menos era isso o que ela esperava.

— Tome cuidado! — Ino abraçou uma última vez antes de observar seu noivo adentrar aquela floresta sombria e escura. 

Uma sensação ruim passou pela loira, como uma brisa. Ino cruzou os braços vendo a silhueta de Sasuke por fim desaparecer. Um arrepio percorreu sua espinha, alertando-a de que algo não daria certo. A loira ignorou essa sensação repetindo para si mesma que Sasuke era forte. 

— Que os deuses o protejam. — Sibilou dando uma última olhada na mata antes de entrar pela porta.


 

✮|Floresta das Esmeraldas, duas e cinquenta e sete

O mal-humor de Sasuke era evidente em seu rosto. Seu semblante estava sério e ele não parava de reclamar sobre os insetos e por estar sendo submetido a estar naquele lugar ao invés de estar deitado em sua cama com a mulher que amava. A mata era muito fria e os malditos dos insetos não paravam de perseguí-lo. Aquilo tudo estava sendo uma droga para o Uchiha. Até mesmo esqueceu-se de seu medo e o objetivo de estar ali.

Sasuke tirou o último galho, que bateu em seu rosto arrancando grunhidos raivosos do mesmo, dando de cara com uma clareira. A grama era alta e seca, por conta da estação. A lua iluminava perfeitamente o lugar e em volta havia apenas mais árvores e árvores. Sasuke bufou estressado. Até quando teria que ficar preso naquela mata procurando por algo que sequer existia? 

O Uchiha adentrou por aquela grama alta, que chegava a sua cintura, e seca. Seus passos eram firmes e pesados, querendo que aquilo tudo acabasse. Quanto mais cedo vasculhasse aquela mata logo mais cedo voltaria para o conforto de sua casa. Entretanto algo mudou os seus planos quando foi suspenso no ar por uma armadilha, no final da clareira. 

Sasuke soltou um grito alto, que poderia ser ouvido de sua casa. Estava estressado, cansado e frustrado. Tudo o que queria era voltar para sua casa, mas agora estava preso numa armadilha de caçador. Quanta sorte! Revirou os olhos com o próprio pensamento.

E antes que pudesse pensar em qualquer coisa para que se livrasse da armadilha, sua visão voltou-se para a clareira. Vários pontinhos verdes começavam a aparecer no meio da clareira. Vagalumes. Mas o que realmente chamou sua atenção foi o que estava bem no meio daquele monte de luzinhas verdes. Sasuke fechou fortemente os olhos. Só poderia estar delirando. Entretanto quando abriu os olhos tudo estava como antes. 

Sasuke ficou hipnotizado com a cena. Bem no centro daquelas luzinhas verdes encontrava-se uma mulher de costas para si. Ela aparentava ser muito bela com seus cabelos rosas curtos e com a pele branquinho sem defeito algum. Não pôde deixar de perceber suas curvas. Mesmo de costas sua beleza era hipnotizante. 

Mas todo o show acabou quando ela olhou para trás e encontrou-o ali, encarando-a. E num piscar de olhos tudo havia desaparecido. Os vagalumes e ela. Sasuke balançou a cabeça, voltando a si, finalmente. Estava confuso e curioso. Deveria ser coisa da sua cabeça. Estava tão cansado assim? Seu olhar voltou-se novamente para a clareira, vendo que a lua iluminava o local, assim como antes.

Sasuke soltou uma risada baixa debochando de si mesmo. Aquilo tudo era apenas uma invenção de sua mente cansada. Quando Sasuke se movimentou na rede para tentar sair algo pontudo havia cutucado sua bunda. Quando olhou para baixo encontrou dois olhos esmeraldas encarando-o, firmes.

— Quem é você?






 


Notas Finais


Aiiiiii e então o que acharam? Foi muito ruim? Ah, eu sabia! Mas eu espero aprender com os meu erros... <br />Dei o meu melhor de qualquer forma KKKKKKKKK modo drama desativado. <br /> <br />Gente eu aceito críticas! Construtivas, é claro! Mas de coração, espero muito que tenham gostado! <br /> <br />Se tiverem verem algum erro me avisem, eu revisei mas devo ter deixado um errinho ou outro pra trás. <br /> <br />Muito obrigado por lerem e terem chegado até aqui, não sabem o quão importante isso é pra mim. <br /> <br />Bjus :333 e se cuidem desse corona vairus lkkkkk


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