1. Spirit Fanfics >
  2. Flowers >
  3. Capítulo 03

História Flowers - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Voltei meus amores com mais um capítulo pra vocês
Quero muitos agradecer a todos os novos favoritos e aos comentários lindos que amo tanto lê e também aos anónimos que apenas leem a hIstória muito obrigado de coração a todos vocês
Agora vamos ao capítulo.

Capítulo 3 - Capítulo 03


 Kagome:

Enquanto eu e Miroko conversava sobre os últimos acontecimentos, vimos a Kirara se aproximando com o Koraku.

Kohaku:- Yo Kagome-sama, Miroko.

Kagome:- Yo, como estão as coisas nos outros vilarejos?

Kohaku:- Estão ruins.

Miroko:- Venha Kohaku, vamos chamar os outros e você nos conta tudo.

Ele assentiu e fomos a cabana da Vovó, o Miroko foi chamar a Sango e logo as crianças acordaram e se juntaram a nós, quando estavamos todos sentados.

Sango:- O que esta acontecendo Kohaku?

Kohaku:- Coisas inexplicáveis

Miroko:- Explique melhor.

Kohaku:- Durante a noite coisas estranhas começam a acontecer, cabanas pegam fogo do nada, pessoas são feridas sem explicação e as Mikos são levadas por aparentemente nada.

Kikyo:- Isso acontece em todos os vilarejos?

Kohaku:- Não, só os que tem Mikos, eu estou vindo de um desses vilarejos e vi a Miko de lá ser levantada no ar e ser carregada como se estivesse levitanto.

Kagome:- Ela falou algo antes de ser lavada?

Kohaku:- Sim, ela disse que sentiu um cheiro enjoativo de flores e perguntou se ninguém os via e mandou sei lá quem se afastar dela.

Eu e o Miroko trocamos olhares ja sabendo o que levou a Miko.

Kohaku:- Mas antes disso, ja fazia umas noites que ela aparecia no meio do vilarejo atirando flechas no nada, estavam começando à chamar de louca e as pessoas estavam se reunindo para expulsa-la de lá, passei em outro vilarejo e as pessoas de lá nem querem ouvir o nome Miko.

Miroko:- Esta pensando o mesmo que eu não ê?

Ele falou olhando para mim.

Kohaku:- Do que estão falando?

Kagome:- Agora a pouco sentimos esse cheiro e vimos pessoas e até youkais andando de forma estranha, depois que eles atravessaram as árvores notamos serem espiritos, mas apenas eu, Miroko , Kikyo e o pequeno Tenshi sentimos isso, aparentemente só quem os vê ou senti o cheiro é quem tem energia espiritual, pois nem o Inuyasha os viu ou sentiu.

Kohaku:- O pequeno Tenshi sentiu como?, afinal ele também é hanyo.

Kagome:- Kikyo é Miko e pelo que notei ele também tem um pouco de energia espiritual.

Kohaku:- Entendo.

Rin:- Okaasan eu também senti

Kagome:- Como?

Rin:- Acordei com esse cheiro me incomodando e quando olhei pela janela vi um youkai andando todo torto, deitei novamente e me encolhi ficando bem quietinha para ele não me ver, depois de um tempo eu olhei de novo e o youkai bateu em uma barreira e sumiu.

Fiquei com medo agora, ela tem energia sagrada.

Shipo:- Eu não vi nem senti nada.

Kagome:- Preciso pensar um pouco no que fazer.

Me levantei e sai da cabana, fui até uma colina que tem próxima do rio e me sentei nela.

* Esses espiritos estão atacando vilarejos para levar as Mikos, mas porque?, qual o objetivo disso?, e o mais importante quem esta fazendo isso?, até agora não temo pistas de quem esta por trás de tudo, mas eu tenho que descobrir, afinal recebi treinamento para isso, para proteger os outros e é o meu dever, pois só quem os sente são houshis e Mikos ou quem tenha energia sagrada, como estão levando as Mikos terei de ir para descobrir e até impedir que isso continue.*

Sou retirada dos meus devaneios quando sinto o yoki do Jaken junto daquele dragão de duas cabeças 

Kagome:- É isso.

Volto para a cabana da Vovó, essa que ainda não voltou, entro e vou até minha coisas e pego um colar que o Akira-sensei me deu, depois vou até a Rin.

Kagome:- Minha pequena quero que use isto

Rin:- É lindo, mas porque quer eu use okaasan?

Kagome:- Ele esconde a energia sagrada para que ninguém mais sinta e quero que vá para o castelo do Sesshoumaru com o Jaken

Rin:- Não quero ficar longe de você okaasan

Kagome:- Também não quero, mas lá será mais seguro pra você meu amor, estão sequestrando Mikos e você é uma, mesmo que não tenha tanto poder, mas você o tem e é perigoso pra você, me entende.

Ela assentiu um pouco triste.

Kagome:- E em hipótese alguma tire esse colar, nem quando for tomar banho, nem dormir, você tem que usar ele todo o tempo, me promete que fara isso?

Rin:- Sim okaasan.

Eu a baracei

Kagome:- A okaasan te promete que quando eu consegui eliminar esse mal eu vou até você.

Me afastei dela e dei um beijo em sua testa.

Kagome:- Agora vá arrumar suas coisas.

E ela foi a cabana da Vovó fazer o que pedi e eu fui até o Jaken que acabava de pousar.

Kagome:- Jaken, quero que leve a Rin para o castelo do Sesshoumaru.

Jaken:- E porque eu te obedeceria sua ningen.

Kagome:- Garanto que seu senhor o mataria se soubesse que você teve a chance de salvar a vida da Rin e não o fez, tem um novo inimigo e ele vira até o vilarejo e se a Rin estiver aqui ela se machucará ou até morrerá e você morrerá junto.

Vi ele perder a cor ficando branco de medo e uma tremedeira se apossou dele, vi a Rin vindo correndo em nossa direção.

Jaken:- Vamos menina Rin, vou te levar ao castelo do senhor Sesshoumaru.

A Rin subiu no dragão

Rin:- Ja ne okaasan

Kagome:- Ja ne

E eles se foram e eu voltei para a cabana para me preparar e esperar a Vovó voltar. Pouco depois a vi entrar na cabana com um ar cansado.

Kagome:- Esta tudo bem Vovó?

Vovó Kaede:- Não menina, passei em outros vilarejos, em alguns me expulsaram dizendo que eu iria trazer a maldição pro vilarejo, não entendi e continuei andando e por onde passava ouvia o mesmo relato, que as Mikos estão sendo levadas por algo que não se vê e se aparecer alguma Miko nesses vilarejos eles expulsão até usando a força.

Kagome:- Minha nossa a coisa esta ficando fora de controle.

Vovó:- Vocês sabem de algo?

Kagome:- Sim, o Kohaku chegou a pouco e nos relatou que parou em um vilarejo, onde a Miko de la saia a noite de sua cabana atirando flechas em algo que ninguém mas via, fora que cabanas pegavam fogo do nada e pessoas se feriam sem razão aparente até que uma noite ele viu a Miko ser levada como se estivesse flutuando, ele também falou que ela sentiu um cheiro enjoativo de flores e perguntava se ninguém os via, antes do Kohaku chegar eu e o Miroko sentimos o mesmo cheiro e vimos pessoas e youkais andando de forma estranha ate que eles começaram a atravessar as árvores e notamos que não estavam vivos.mas um deles jogou uma lança em mim me ferindo de leve.

Vovó:- Então são espiritos que manipulam objetos e só quem tem energia sagrada senti.

Kagome:- Chegamos a mesma conclusão, mandei a Rin devolta para o castelo do Sesshoumaru com um colar que o Akira-sensei me deu para esconder os poderes e lá ela ficara mais segura

Vovó:- De fato, mas porque você esta com suas coisas prontas?

Kagome:- Vou sair atrás desse inimigo que esta espalhando o caos por ai e como só quem sente é quem tem energia sagrada eu irei e também não tem muitas Mikos para evitar que isso continue.

Ela assentiu pra mim e saimos juntas, eu ja com meu arco e a aljava com flechas nas costas, a espada na cintura e a uma trouxa com minha roupas e algumas coisas que precisarei, afinal minha mochila não sobrevivel e se rasgou, encontramos os outros sentados embaixo de uma árvore.

Inuyasha:- Onde vai Kagome?

Kagome:- Vou sair em jornada atrás de quem esta causando tudo isso.

Inuyasha:- Você não vai sozinha, eu vou com você.

Kagome:- Não, você não vai, porque a Kikyo acabou de dar a luz e precisa de você ao lado dela, fora que você não consegui os ver ou sentir, Sango nem diga nada pois você também teve o Ken a pouco tempo e não pode ir, Shipo ainda esta em treinamento e também não os senti, Miroko e Vovó Kaede ficaram para poder proteger o vilarejo pois estão atrás das Mikos e tanto Kikyo quanto a Vovó são Mikos e estão em perigo, então colocaram pegaram pergaminhos nos quatro cantos envolta do vilarejo e faram uma barreira para a proteção de todos.

Miroko:- Você tem razão, então só o que podemos fazer é le desejar boa sorte e cuidado.

Kagome:- Obrigado.

O ajudei a colocar os amuletos colados nas árvores nos quatro cantos em torno do vilarejo e me despedi de todos e quando sai do vilarejo senti a barreira ser erguida.

Comecei a andar por alguns dias e nada de encontrar um vilarejo, até que avisto um ao longe e me encaminho pra lá, assim que entro vejo uma confusão no centro do vilarejo, me aproximo e escuto gritos e vozes alteradas, vejo uma jovem de cabelos chocolate e olhos da mesma cor no chão e sangrando um pouco com um homem na sua frente empedindo que as pessoas do vilarejo se aproxime da jovem, me meto sem conseguir me segurar, pois odeio injustiça.

Kagome:- O que esta acontecendo.

Vejo todos me olharem e um homem mais velho acho que o chefe do vilarejo tomar a frente e se.pronunciar.

Chefe do vilarejo:- Essa jovem tem energia sagrada, ela sempre morou aqui mas descobrimos isso agora a pouco e queremos que ela va embora para não trazer essa maldição até nós.

Mulher:- Sim ela tem que ir, pois não queremos o mal aqui por causa dela.

O homem que estava na frente da jovem se desespera e grita a todos.

Homem:- Minha filha não trará mal algum, moramos aqui desde que ela nasceu e nunca aconteceu nada.

Todos começaram a gritar

Mulher:- Vão embora daqui você é uma ameaça para nós e nossos filhos.

Todos:- Sim, vão embora, sua aberração.

Ouvia várias pessoas gritando ofensas distintas para a jovem e me encomodei com isso.

Kagome:- PAREM

Todos se calaram e olharam pra mim.

Kagome:- A pouco tempo Mikos eram quem protegiam pessoas como vocês e agora por algo que esta acontecendo vocês querem fazer isso.

Um homem gritou no meio da multidão.

Homem:- Cale a boca mulher, você não sabe de nada, não queremos essa aberração aqui.

E todos voltaram a gritar e pegaram pedras e as jogaram em nossa direção uma delas me acertou na testa e eu fiz uma barreira a nossa volta, me senti um pouco atordoada com isso.

Mulher:- Ela é uma aberração como a outra.

Homem:- Vão embora.

Olhei para a jovem e o pai dela.

Kagome:- Vamos sair daqui, é o melhor a se fazer.

Eles assentiram pra mim e eu ajudei a levantar a jovem que chorava muito, assim que saimos do vilarejo a uma distância segura eu desfiz a barreira.

Jovem:- Obrigado por nos ajudar, meu nome é Naname.

Pai de Naname:- Sim obrigado minha jovem e você se feriu para nos ajudar.

Kagome:- Não se preocupe, meu nome é Kagome e não foi nada, eu não podia ver uma injustiça dessas e ficar quieta e eu vou colocar um encantamento em você Nanami para esconder seus poderes e depois vocês vão para o templo do Akira-sensei, assim que chegar lá digam que foi eu que os mandei, ele os receberá e os protegerá.

Fiz o encantamento nela e os ensinei como chegar ao templo.

Naname:- Obrigado Kagome por tudo.

Kagome:- Só tomem cuidado.

Nos despedimos e eles se foram, não consegui nem respirar e fui atacada por vários youkais.

Youkai:- Olha amigos temos aqui uma ningen saborosa para o nosso almoço.

Kagome:- Como se eu fosse deixar vocês me tocarem.

Era um total de seis, o primeiro me atacou e eu concentrei minha energia nos punhos e o soquei, o jogando contra as árvores, um outro veio ate mim e le dei um chute o arremassando também, até que os outros quatro vieram juntos, saquei minha espada e comecei a lutar contra eles, a luta estava ficando um pouco dificil pois eu usei uma boa parte do meu poder no encantamento,  acertei um deles na barriga e outro veio com um tacapé e eu bloquiei com a espada um outro me atingiu nas costelas e senti arder e doer muito, isso significa que ele injetou veneno, dei um salto pra longe deles e eles pararam na minha frente bloqueando minha passagem e todos com sorrisinhos no rosto o que eu senti uma vontade enorme de arrancar da cara deles.

Youkai:- Hora ningen não adianta lutar contra nós, somos mais fortes e estamos em maior número e olhe pra você, esta muito machucada e fraca, se você cooperar podemos até ser bonzinhos e te dar prazer antes de te comer.

Senti uma raiva se apossar de mim e deixei meu poder fluir e os ataquei, avanssei sem dor e arranquei a cabeça do primeiro o tranformando em pó

Youkai:- Maldita, agora vou mata-la lentamente.

Os outros cinco vieram de uma vez, acertei a espada no peito de um também o transformando em pó.

Youkai:- Vou mata-la maldita.

Eu não dizia nada apenas atacava e me defendia o youkai que parecia ser o lider estava furioso pois eu estava matando seus homens um por um, o terceiro também veio com tudo e eu o cortei ao meio de cima a baixo ele também virou pó, o outro veio do meu lado esquerdo e enfiei a espada em sua barriga e ele também virou pó como os outros, fitei o que parecia ser o lider

Kagome:- Vejo que a fraca ningen aqui acabou com seus homens.

Ele rosnou irado pra mim e sorri de forma a irrita-lo mais, ele veio com tudo e começamos a lutar, ele atacava e eu me defendia, horas eu atacava e ele se defendia, até que por um descuido dele eu enfiei minha espada em sua lateral e o ouvi urrar de dor, ele ainda segurou meu braço com suas garras mas não retirei a espada ate que ele também virou pó, me endireitei e olhei pra onde estava as cinzas do youkai

Kagome:- Quem é a fraca agora?, youkais idiotas.

Quando dei um passo senti meu corpo todo doer, andei mais um pouco e vi que estava escurecendo.

Kagome:- Mas que coisa perdi a tarde toda nisso e ainda não comi nada, estou apenas com o café da manhã.

Me olhei e fiz uma pequena analise do estrago, pernas com cortes pequenos que soltavam pequenos filetes de sangue, na lateral da minha barriga tem um corte profundo, provavelmente com veneno pois o sangue que sai do local tem uma cor esquisita, meu braço esta com cortes em forma de garras que foi quando aquele maldito segurou meu braço e outros pequenos cortes, passei a mão na testa e saia sangue dali também foi da pedrada de mais cedo, dei mais uns passos e apoiei minha costas em uma árvore, quando ouço gritos infantis pedindo socorro, quando penso em dar um passo na direção dos gritos vejo a Rin vindo correndo, apavorada e chorando e o que notei, sem o colar.

Rin:- Okaasan me ajude, eles querem me levar.

Quando olhei melhor vi os espiritos vindo em nossa direção, alguns são rápidos e outros mais lentos.

Pego a Rin nos braços, sorte ela ser pequena ainda mas mesmo assim sinto um encomodo em meus machucados, faço uma barreira a nossa volta.

Kagome:- Se acalme pequena a okaasan não vai deixar nada de mal te acontecer.

A aconcheguei mais em meus braços sentindo que ela parou de chorar, comecei a cantarolar pra ela e depois de não sei quanto tempo com a lua ja alta no céu a sinto relachar em meus braços, mas não posso descançar ainda pois ainda tem muitos espiritos ao nosso redor e minha forças estão acabando, até que sinto meu poder me dominar e fico apenas com um pouco de consciência.

Kagome:- Tenho que protege-la.

Repito isso várias vezes, como se fosse um mantra para me manter ainda de pé, até que escuto alguém próximo a mim que conseguil passar pela barreira, com isso paro de dizer meu mantra tentando ver quem estava ali ao meu lado, mas só vejo um borrão, pois tudo em mim estava afetado pelo cansaço e então sinto meu corpo amolecer e tudo ficar escuro, só espero ele não atacar a Rin ou mim, e me entrego a escuridão.




Notas Finais


Ningen- Humana
Ja ne- Tchau ou até depois.

Bom meus amores foi isso me perdoem pelos erros e espero que gostem Até o próximo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...