História Flowers, Letters and the Sky for you - Capítulo 4


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Categorias Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Gigi Hadid, Harry Styles, Justin, Larry, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, One Direction, Principe, Principes, Reinos, Zayn Malik, Ziam
Visualizações 7
Palavras 1.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hi! Como vão?
Obrigada pelos favoritos e pelos leitores (sempre bom agradecer, né? Vocês são uns anjos) ♥️

Capítulo 4 - Orquídea


Fanfic / Fanfiction Flowers, Letters and the Sky for you - Capítulo 4 - Orquídea

O dia foi cansativo. Justin e Simon ficaram mostrando coisas que Harry deveria fazer, assinar ou simplesmente ouvir. Sua cabeça estava quase explodindo de tantas informações. 

E quando não estavam lhe perseguindo, estavam perseguindo Gemma e Liam. Os dois também se sentiam sufocados e só queriam um momento de paz.

Harry conseguiu esse momento quando foi até a biblioteca, depois do jantar que mal conseguiu terminar porque Justin já estava chamando-o para algo.

Seguiu seu caminho para a categoria das flores e plantas, pegou o livro que estava lendo ultimamente e, quando iria andar até a mesa que normalmente usava, notou um pequeno papel caindo ao chão. Se abaixou e pegou, tentando lembrar se da última vez que estava lendo aquele papel estava ali.

Tinha quase certeza que não, e essa certeza foi confirmada quando viu o que estava nele, escrito a mão com letras delicadas.

Príncipe Harry Edward,

Nunca esqueça que seu sorriso é o mais lindo do mundo. Mais lindo que as pétalas de uma delicada rosa. Apesar de suas lágrimas virem para você desabafar essa luta interna, lembre-se de sempre sorrir para iluminar tudo em volta como sempre. Tudo parece mais bonito quando você está feliz.

W.T.

Harry olhou em volta, com a esperança de saber quem havia falado palavras tão lindas quanto aquelas. Mas não havia ninguém ali. Mesmo assim aquele bilhete o alegrou.

Leu um pouco do livro, segurando delicadamente aquele papel, e quando estava em seu quarto guardou-o junto de sua coleção de souvenirs que Niall trazia de suas viagens para ele.

— Obrigado. — Agradeceu à quem havia lhe enviado aquilo, apesar de não saber quem, e foi deitar-se com um sorriso no rosto.

Gemma iria à um café da tarde entre princesas de reinos vizinhos, os quais sempre eram organizados uma vez ao mês para as princesas mesmo criarem laços entre os reinos.

Liam então decidiu sair um pouco, como Gem havia lhe recomendado. A garota até brincou algo sobre ele poder encontrar o amor da vida dele saindo um pouco e não mofando naquele lugar. O garoto agradeceu a dica, feliz em finalmente ter uma pessoa que lhe entenda e seja sua amiga.

Mais uma vez pagou alguém que passava pela estrada para levá-lo à cidade. O dia estava bonito e calmo, e uma paz diferente reinava dentro de si.

Então, quando desceu da carroça do comerciante que o levou, lembrou-se que era uma quinta-feira, e talvez o pintor misterioso que fez o quadro exposto em seu quarto, ao qual sempre olhava com um olhar carinhoso pelos traços e pela delicadeza aplicada ali, estivesse entregando um quadro novo.

Será que teria essa coincidência deles irem no mesmo horário?

Correu o quanto pôde para a loja, observando na vitrine se havia um quadro novo. Vários tinham sido comprados, mas nenhum novo parecia estar ali. E se o novo já tivesse sido vendido? Ou o pintor ainda não foi ali?

— Eu não fiz nada! — Saiu dos seus pensamentos quando ouviu uma voz gritar, seguido de alguns barulhos estranhos. Seguiu a movimentação de pessoas que estavam por ali e viu, circulados por um grupo consideravelmente grandes de espectadores, um garoto de cabelos escuros ser firmemente segurado por dois guardas.

Ele gritava tentando se soltar, enquanto uma mulher estava ao lado acompanhada de duas crianças e uma menina mais velha, todas pareciam desesperadas.

— Sou inocente!

— Não até que se prove ao contrário.

— Mas não fiz na... — O menino foi jogado de forma agressiva no chão, deixando o coração de Liam apertado. Ele parecia tão indefeso e inofensivo.

O choro das meninas presentes se intensificou, e tentaram se aproximar do garoto, sem sucesso por conta dos outros guardas próximos.

— Ele não fez nada, senhores. Vocês não podem levá-lo.

— Nós podemos sim, senhora. E recomendamos que não tente nos impedir, se não tenho a impressão de que essas meninas ficarão sozinhas por um bom tempo.

— Ela não vai interferir, ninguém vai. — O garoto se pronunciou, tentando ignorar a dor.

— Mas... — Ela tentou argumentar.

— Mas nada! — Falou de forma firme, porém carinhosa. — Entre com as meninas, eu ficarei bem, e minha inocência será provada.

— É o que veremos. — O garoto foi puxado pelos cabelos até uma carruagem que estava lá, como uma mini prisão.

Liam segurou as lágrimas com essa cena.

O mais novo parecia estar sentindo tanta dor sendo jogado sem delicadeza nenhuma naquele lugar apertado, como se fosse um simples animal.

Todos se afastaram quando perceberam que não havia mais nada ali, só os homens da guarda se preparando para levar o prisioneiro. Liam aproveitou para se aproximar da mulher chorosa abraçando as meninas que choravam de forma desesperada.

— O que aconteceu aqui? A senhora está bem?

— Eu... — Ela soltou um soluço, logo voltando a chorar desesperadamente.

— Calma, não se preocupe, irá ficar tudo bem.

— Não irá! Levaram nosso irmão preso por um crime que nem cometeu. Não tem porque ele roubar comida sendo que nossa família tem dinheiro suficiente para comprar! Eles se sentem na razão de nos culpar somente por sermos Dandelions morando entre os Icários!

A menina velha falou abraçando as irmãs de forma acolhedora enquanto sua mãe chorava ajoelhada no chão. Liam decidiu oferecer apoio à mulher para se levantar e um ombro amigo, tudo acompanhado de um sorriso acolhedor para tentar a tranquilizar.

— Mas o há em vocês serem de Dandelion? 

— Você não sabe? — A menina era a única em condições para falar, visto que suas irmãs choravam e sua mãe soluçava no ombro do garoto que afagava suas costas de maneira carinhosa. Ele negou com a cabeça à pergunta. — Todos do reino de Dandelion somos considerados ladrões porque o reino está falindo e acham que não temos dinheiro o suficiente para nada, por isso roubamos de outros reinos. Mas já se fazem três anos que moramos em Icário.

— O reino de Dandelion está o que?

— Falindo, já faz um ano que nosso reino está desabando em dívidas. A família real não dá notícias faz tempo, pelo o que nossos familiares que moram lá nos contam. A comida está faltando, o trabalho dobrou para ganhar metade do que era. O reino está caindo em ruínas.

— Dívidas? Mas... — Liam então percebeu porque tão desesperadamente seu pai queria que se casasse com alguém. Seu reino não tinha mais dinheiro por erros provavelmente de sua família e agora o povo sofria as consequências. — Não se preocupem, eu irei salvar ele e em pouco tempo vocês voltarão à estarem juntos.

— Você promete? — A mais nova entre todos perguntou, com o lindo rosto coberto de lágrimas e um olhar esperançoso.

— Prometo.

A confirmação fez o coração das quatro diminuir de apreensão. Mas algo não estava claro para elas:

— Por que?

— Vocês não irão pagar pelos erros que minha família cometeu. Se eu quero ser um governante diferente para o nosso povo voltar a se orgulhar de quem são, a melhor maneira de começar é assim.

— Príncipe Liam? — As quatro perguntaram surpresas.

— Eu prometo que ele voltará são e salvo. — Sorriu fracamente, deixando um beijo nos cabelos da mulher mais velha entre todos e se afastando de forma apressada na mesma direção em que a carruagem seguiu.

Porém, antes de continuar, voltou sua visão para a loja. Suspirou fundo e seguiu o caminho.

Teria uma oportunidade na próxima semana.




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