História Butterfly Effect. - Capítulo 9


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Seiji Komori, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Drama, Hentai, Magia, Morte, Mukami Azusa, Otome Game, Possuímos Batatas, Romance, Sakamaki Ayato, Sakamaki Kanato, Sakamaki Shu, Sakamaki Subaru, Shoujo Romântico, Suspense, Vai Dar Merd*
Visualizações 27
Palavras 7.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HEEEEEEEEEELLLLLLLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO ESSSSSTOUUUUU DE [email protected]@@@@@@@!!!!!!!

*sons de ambulância*

Ai meu Deus, que saudade que eu estava de vocês! Tem tanta coisa que eu estou planejando pra fic, meu Deus, tem muita coisa, Socorro. Que saudade que eu tava de escrever aqui também! Pqppqpqpqpqpqpqpqqpqpqpqppqpqpqpqpqpqpqppqpqpqp! Pois é, eu sei, eu poderia ter escrito e postado caps, quando eu quisesse e blábláblá!

Eu sou um monstro não sou? Cara, vocês vão ficar putos da vida comigo, quando terminarem de ler! HEUEHEJJEJEJEUW! Por que estou rindo? Já vou avisando, eu fiz isso porque eu não sabia como descrever tal cena e aí, eu resolvi partir o capítulo em dois.

Não me matem.

Eu sou um monstro, eu avisei que ia postar e séculos depois que eu posto e... outra coisa... bem...

NÃO ME MATEM E VAMOS PAAAAAARAAAA O CAAAAAPIIIITUUUULOOOOO!

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A
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S2

Capítulo 9 - Noite na mansão Sakamaki (Parte 3).


Fanfic / Fanfiction Butterfly Effect. - Capítulo 9 - Noite na mansão Sakamaki (Parte 3).

Ayato: Certo. Estamos quase lá. - ele comentou, voltando a descer as escadas. Depois de descer as escadas viramos para a direita e Ayato abriu uma porta. Quando olhamos, todos os irmãos de Ayato estavam ali sentados à mesa com a luz de velas. — Ainda estão comendo?

 Reiji: Não, na verdade estava esperando vocês, quero falar com você. - ele disse, referindo-se a Ayato. — Os outros, podem ir. - exigiu, referindo-se aos outros presentes à mesa, logo depois todos que estavam ali saíram, exceto Shu, Subaru e Ruki, pois já não estavam ali. Reiji e Ayato foram para um lugar mais afastado da sala e estavam sussurrando algo, que graças à distância, não consegui ouvir. Alguns minutos depois Reiji saiu e Ayato foi até mim e disse: 

 — VAMOS COMER!


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 — Essa mesa está… - eu me aproximei daquela belíssima mesa, eu nunca pensei que veria tanta beleza, tanta perfeição e tamanho amor reunidos em apenas uma mesa (naquela definição de perfeição haviam: temakis, takoyakis, frangos assados, onigiris, gunkan, norimaki, tempura, sukiyaki, wakame, huramaki, hot roll salmão, yakitori, kushikatsu, yakisoba e okonomiyaki, além de velas coloridas e belíssimas, talheres e pratos de prata e taças de um cristal fino e delicado). Eu me sentei na cadeira lentamente, Ayato ficou de frente para mim, já atacando o prato de takoyakis que estavam a sua frente. 

 — 'Oucê naum bai omer?' - ele disse com a boca cheia de takoyakis. 

 — NÃO FALE DE BOCA CHEIA IMBECIL! - eu gritei para o mesmo, logo depois ele mastigou - cerca de 500 vezes, certeza -, engoliu, levantou o dedo, aponto-o para mim e disse: 

 — Cof, cof, cof! Quem te dá o direito de falar assim comigo?! Cof, cof, cof! Você não vai comer? - disse ele repetindo. 

 — Hum, vou…? É que… está mesa está bela demais para ser tocada. - eu disse hesitante. 

 — Se você não comer por vontade própria, eu vou enfiar toda essa comida garganta a baixo, até você defecar um mamão. - ele disse sorrindo. 

 — …“Que?” Que…? - transformei assim meus pensamentos em realidade. Nunca pensei ouvir alguém dizendo isso, ainda mais Ayato. Por que um mamão? Como ele consegue dizer isso enquanto está comendo? Suspirei e comecei a comer. "Boke, tubérculo, baka, hipócrita, arrogante, marrento, bundão, mamilos polêmicos, tomate estragado, ketchup de menstruação dos infernos alados das trevas purpurinadas dos campos de tinta invisível com guaraná de gengibre".

 — Que? Por quê me chamou disso? - ele disse indignado, parando o garfo com um takoyaki na ponta que estava indo em direção a sua boca e apontando para ela. 

– “Que?” Que? Eu não disse nada. - "ele acabou de ler a minha mente ou algo assim?" 

 — Não, como eu poderia fazer isso? - após dizer isso ele deu um tapa em sua testa, depois de alguns segundos a marca de seus cinco dedos estava bem visível e em um lugar bastante visível. 

 — COMO VOCÊ CONSEGUE LER A MINHA MENTE? QUER DIZER QUE VOCÊ LEU A MINHA MENTE ESSSE TEMPO TODO? - eu gritei levantando da cadeira, fazendo-a cair no chão fazendo um barulho enorme.  

— NÃO GRITA POHA! OLHA O QUE TU FEZ COM O TEU VESTIDO E A CADEIRA! - ele apontou para a saia do meu vestido, eu sem perceber tinha derrubado muito molho de yakisoba na saia. Essa mancha não vai sair.

 — G-G-GOMEN'NASAI! - eu me curvei rapidamente. 

 — BAKA! - ele veio até mim e foi tentar tirar a mancha com a mão, para ver se ela saía facilmente. 

 — Não venha mudar de assunto! Isso é algum tipo de super poder? Por quê você nunca me contou?! Você tem mais poderes? Como é ler mentes? Você tem que fazer algo estranho depois que as lê? Sua família toda lê mentes? Me explique quem são os seus irmãos de sangue e quem não? Por quê vocês se odeiam? Por quê a casa de vocês é tão grande? - indagou incrédula. Ayato tampou a minha boca, implorando para que eu me calasse. 

— Talvez. Por quê eu contaria? Tenho; Nada muito incrível e super interessante, mas tem suas vantagens; não; não faço ideia, na verdade consegui estes poderes recentemente; Kanato e Laito os outros são um estorvo, principalmente Reiji. Por quê somos filhos de mães diferentes e não nos damos bem, por isso, invés de pensarmos em uma solução para nossa péssima convivência, optamos por simplesmente ignorar uns aos outros -as vezes- e a nos ameaçarmos diariamente, além de que são todos infortúnios que vieram se intrometer e importunar a vida do Ore-sama, Reiji e Shu são irmãos e Subaru é filho único e eu não pedi para ter irmãos. Pergunte ao Karlheinz.

 — Quem é Karlheiz? - eu perguntei confusa. Será que este deveria ser o Otou-San de Ayato? Por quê se for, puta que pariu, deve muito gostar muito de ter filhos, por que… cuidá-los e educá-los… aí é outra história, pelo que aparenta ser.

— Ninguém importante. - disse ele sério, voltando para seu lugar e voltando a comer os seus preciosos takoyakis e norimaki. “Ninguém importante", você diz. Deve ser o Otou-san deles, provavelmente eles foram abandonados pelo pai e as mães de todos eles devem ter morrido, ou simplesmente não gostava (am) dele (s) e os abandonaram aqui, nessa mansão enorme e sem vida. 

 — E a Yui-san? Ela é irmã de algum de vocês? - por que acabei por perguntar uma coisa dessas sem necessidade alguma? Tá… eu sei que não é pra tanto. Eu nem sei ao certo o porque disso, ela simplesmente me veio em mente; além de que, fiquei deveras curiosa a respeito. 

 — Ela é uma noiva de sacrifício. - Ayato olhou de relance para mim, provavelmente esperando ver a minha reação. 

 — N-noiva de sacrifício? - olhei para minhas próprias mãos, não sabia o porque, mas não estava conseguindo manter o contato visual em Ayato. 

 — Ela veio da igreja - eles a mandaram aqui -, ela não sabia quem e o que nós éramos e ainda somos; e desde que chegou aqui, ela se tornou nossa noiva de sacrifício; - ela não conseguiu escapar -. E… bem… se alguma noiva não atingir o seu objetivo ela irá ser sacrificada; pode-se dizer que Yui é nossa “refeição particular”, mas eu gosto de dizer que ela é nossa “tábua particular”. - riu com o próprio comentário. 

— Talvez ela se torne até mesmo uma de nós; se ela estiver viva até lá. - disse ele calmamente. 

 — Com “nós”, você quis dizer... uma… - começou. 

 — Vampira. - completou. 

 — … - nada conseguiu dizer sobre isto… percebendo o rumo deveras estranho que estava se alastrando; resolveu mudar radicalmente de assunto. Ele deve estar brincando com essa história… deve ser mentira. — Entendi… e o Laito-san? Ele pode ler mentes também, certo? Ele me olhou de uma forma… um pouco… estranha… quando nós chegamos. 

 — Não... ele é estranho assim mesmo; toda a nossa família é estranha! Laito sempre faz isso quando vê uma pessoa, cuja sua aparência o tenha agradado; ou com todo mundo.

— E-entendi.- eu disse corando. Não entendo o porque de estar corando por uma coisa dessas. Digo… é normal eu ficar corando toda hora, mas… isso é estranho. Que objetivo será esse que Ayato falou? Bem isso não importa, ele deve ter inventado tudo aquilo para me assustar. De fato eu tenho certeza que aquele Laito estava me olhando maliciosamente, se eu soubesse que eles podiam ler mentes eu não teria pensado em coisas daquele tipo... Okay… eu teria pensado sim, mas... talvez eu tivesse controlado os meus pensamentos de qualquer forma que fosse. Eu não deveria ter chamado o Ruki-san de gostoso, o Azusa-san de lindo, o Reiji-san de nerd deveras irritado o Kanato-san de kawaii e todo o resto do que for, por que, se eu não tivesse pensado nessas coisas, eles não teriam tido uma má impressão sobre mim -certeza que eles tem-… eu não estaria em uma situação constrangedora dessas… e Ayato não estaria olhando mortalmente para mim agora, por que provavelmente leu a minha mente ou algo do tipo. Espera… Ayato… leu a minha mente? 

 — É... você acha mesmo que meus irmãos são tudo isso Shii-chan? Você está mesmo preocupada em passar uma boa impressão à alguém além de mim? - ele apareceu subitamente na minha frente e segurou meu rosto, fazendo-me levantar também, eu vou morrer, ele olhava no fundo de meus olhos, tão fundo que parecia até mesmo ser capaz de ver a minha alma e logo depois sugá-la, isso tudo sem nunca mudar o tom amedrontador de sua voz e sua postura. Eu vou morrer…. 

— Você é minha. Você não tem que estar bonita, passar uma boa impressão ou estar preocupada com ninguém, além de mim. Você me pertence. O seu cabelo, o seu olhar, os seus pensamentos, os seus sentimentos, o seu corpo, sua alma e… - ele fez uma pausa. — O seu sangue. - ele tirou a mão de meu rosto e se afastou, como se esperasse alguma resposta minha. "Shii-chan"? 

 — C-Como assim? Desde quando eu pertenço à você? Você quer que eu abra mão da minha vida e alma e dê para você? E como assim… o meu… sangue? Você é algum tipo de sanguessuga… carrapato... ou… - finalmente eu me dei conta. — Vampiro? - minhas pernas começaram a tremer. 

 — Sim. Eu sou um vampiro Shiinon. Você realmente não percebeu nada? Eu já tinha lhe dito isso à alguns minutos atrás! Não deixei claro, mas mesmo assim eu disse! Você… está com medo de mim agora?- ele pendeu a cabeça para o lado. Eu não estava tremendo por medo. Bom… não totalmente. — Eu não esperava que você fosse descobrir assim, eu pensei que você perceberia antes, você é mesmo muito lenta. - sussurrou para si mesmo. 

— Deve ser horrível, não? Você ter que lutar e saciar todos os dias a sua sede de sangue, ter que esconder a sua verdadeira identidade -ou matar o humano que sabe-… e talvez seja legal… ter super força, poder ler mentes…super velocidade… - por que ainda estou tremendo? 

 — É… de fato é assim que você descreveu -resumidamente-. Você… Por que continua a tremer? Não é como se eu fosse fazer algum mal a você de repente. - sorriu de maneira estranha. Talvez seja o cansaço, ou fato de você ser realmente um vampiro, saber que eles existem, por que eu estou com muita fome -não consegui comer quase nada-, frio e/ou esse salto machuca. 

 — Não faço ideia. - menti. Ayato, em resposta, deu de ombros. 

— Afinal… aquela história sobre Yui-san… é real? 

 — Sim! Você realmente achou que eu iria inventar tudo aquilo?! - indagou indignado. 

 — T-talvez. Sabe… normalmente as pessoas não acreditam se alguém disser que ele é um vampiro! - retruquei. 

 — Eu por acaso já menti para você…? - olhou-me psicopatamente. 

 — N-não… - pernas tremendo novamente. 

 — Não, não, não… que garota má Shiinon... parace que eu vou ter que punir você. - sorriu cinicamente. Por que ele me lembra tanto o Kanato-san? Pensei que eles Não tinham nada em comum! 



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 — Ei Shiinon! - chamou-me e virei para encará-lo, enquanto estava me "entupindo" de temakis e gunkan. "COMO ESSE TROÇO PODE SER TÃO BOM? QUEM É O MESTRE DO TEMPLO DE UM MONGE DAS MONTANHAS QUE FEZ ESTE MOLHO DOS DEUSES?" — Você… - ele abriu um sorriso um tanto cínico. — Não quer tirar esse vestido sujo…? - ele perguntou-me com uma voz provocante. — E ele se chama Reiji. - Ayato disse, provavelmente respondendo-me, sobre o monge das montanhas.

  Eu deveria fugir, certo? Porém… não seria muito esperta está decisão, digo, eu ainda estou com uma certa fraqueza nas pernas, ele apareceria subitamente na minha frente novamente e eu teria que voltar, ou talvez me prenderia em correntes de cabeça para baixo e sugaria o meu sangue, eu definitivamente cairia no chão e ralaria o joelho ou torciria o tornozelo, se corresse, além de que, eu com todo a certeza, me perderia nesta mansão. Bom, sugar o meu sangue é inevitável, e eu não gostaria que ele fizesse isso da pior maneira possível, vamos ser sinceros aqui, eu não possuo uma força física que possa ser comparada à a de um vampiro e… a estrutura desta mansão não está ao meu favor. Fugir dele seria pior e mais doloroso. Tentar fugir… não é uma opção. 

  — Hum… - isso não parece bom. - Okay... hai? - por quê não me parece seguro confiar em Ayato? Ele deve estar tramando algo. Ouvi ele sussurrando algo como: 

  — Sábia escolha. 

 Depois de comermos mais, nós fomos lavar a louça, mas por "acidente" Ayato tropeçou e caiu em cima de mim, que acabei por deixar um dos diversos pratos cair no chão e se quebrar em pedaços, além de um dos cacos ter cortado o meu dedo e ter deixado um pouco de sangue escorrer, Ayato lamber meu dedo o "higienizando" -segundo ele-, depois pegou um saquinho de plástico -de um lugar misterioso e cheio de surpresas, que eu vou chamar de "bolso"- e pôs um par de luvas, em seguida pôs os cacos que estavam com algumas gotas do meu sangue e os pôs no saquinho plástico. 

 Nada suspeito. 

 Nada. 

 Shiinon POV'S Off 


 Autora-sam POV'S On 


  Ayato ajudou Shiinon a limpar tudo, e em seguida eles iriam para o quarto de Ayato, pois Shiinon precisava trocar de vestido e Yui, tinha um que -talvez- servisse nela, além do vestido dela estar repleto de molho, agora estava com uma porção extra de restos do jantar (molhados), espuma, detergente e gordura (N/A: Até deu um arrepio na espinha pensando nisso.) 

  Yui estava em seu quarto sozinha, estava muito ocupada olhando para o teto e imaginando várias coisas e cenários, onde Ayato-kun e ela estavam felizes juntos, de vez em quando se pegava em pensamentos onde Ayato-kun e ela, estavam juntos em uma cabana no meio da floresta com a qual, deveria ser a sua suposta filha nos braços de Ayato-kun. 

  (N/A: Perdoem os muitos “Ayato-kun's”

   Ela sempre pensou que eles seriam felizes juntos, no começo, quando veio parar ali, ela desprezava Ayato-kun - de certa forma -, mas depois passou a amá-lo, mesmo depois das séries de torturas diárias, vários tipos de xingamentos e até mesmo estupros. Mal sabia ela que sofria da síndrome de Estocolmo (para mais detalhes, pesquise no Senhor Google ;-;).

    Depois que Ayato-kun a usou, jogou-a fora e depois ser substituída por Shiinon-san. Ela odiava e odeia ter que ver Ayato-kun e Shiinon-san juntos, mesmo que fosse por míseros segundos, após a sua chegada a mansão. Quando Ayato-kun escapa -as vezes- para a casa de Shiinon-san a mesma sempre fora -de certa forma- a sua cúmplice, ela sempre o vira saindo, mesmo que fossem poucas às vezes; como recompensa, Ayato-kun sugava o seu sangue. 

  (OBSERVAÇÃO DA AUTORA-LINDA-PERFEITA-MENTIRA-NÃO-É-NADA-SAMA: SE AYATO NÃO BEBER O SANGUE DE YUI, ELE MORRE, POIS AS QUANTIDADES QUE BEBE DO SANGUE DE SHIINON, SÃO MUITO PEQUENAS! COMO ELE NÃO TEM ESCOLHA ELE BEBE O SANGUE DE YUI ÀS VEZES, PORÉM, MESMO SENDO DE ÓTIMA QUALIDADE, DEPOIS QUE PROVOU O SANGUE DE SHIINON, TODOS OS TIPOS DE SANGUE QUE ELE PROVOU, TORNARAM-SE HORRÍVEIS, ATÉ MESMO O DE YUI MUDOU, PORÉM, AINDA É CONSUMÍVEL, DIFERENTE DE OUTRAS PESSOAS!)

   Não sabia se era certo considerar aquilo como recompensa, mas… contanto que estivesse junto dele, tudo tornava-se uma recompensa. Teve seus pensamentos interrompidos por batidas na porta, que foram prontamente atendidas - contra a sua vontade, pois foram várias repetições de batidas, que se fossem reiniciadas, poderiam ter quebrado a porta- . 

  Com um certo receio entregou um vestido à Shiinon, pois aos olhos de Yui, parece ter se divertido muito com Ayato-kun, pois a mesma estava parecendo um prato sujo, que ficou dias na pia esperando para ser lavado, onde o seu odor evoluiu de: Comida super deliciosa à comida servida em um manicômio, onde vivem pessoas que tiveram experiências pós-traumáticas suficientes por 2 duas vidas vivem. - Apesar de seus pensamentos contrários à Shiinon, entregou-lhe o seu vestido com o melhor sorriso que podia dar, pois, ainda deveria ser "a garota mais fofa e inocente" aos olhos de todos; mesmo Ayato-kun sabendo que ela não era; desde que estivesse muito adorável, todos faziam as suas vontades. e até tornavam-se mais gentis, mesmo que inconscientemente; até mesmo ela sabia, que aos olhos de algumas (muitas) pessoas, ela parecia extremamente frágil e que era capaz de quebrar a qualquer segundo, seja por algum ato ou fala rudes; por isso, usava isso à seu favor; exceto com os Sakamakis, pois eles sabiam, que aquilo era apenas uma "fachada", sabiam que ela não era uma garotinha frágil e inocente. 

    (Observações: Yui nunca tinha estado em um manicômio e nem sabia se a comida que serve-se lá é boa ou ruim.)

   Após emprestar o maior vestido que tinha em seu armário, deitou-se novamente em sua cama, voltando aos seus devaneios, que à muito tempo, tornaram-se cada vez mais frequentes e interessantes. 


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   Agora, Ayato e Shiinon estão brincando de encarar, sentados na cama de Ayato. Depois de ter trocado de vestido, em um banheiro, diferente do que fica no quarto de Ayato, por motivos óbvios; Ayato podia muito bem ter se teleportado para lá, mas resolveu dar privacidade à mesma, pois ela parecia extremamente tensa e cansada. 

  Obviamente, Shiinon perdeu no jogo. Mas, Ayato teve sorte de principiante -segundo ela-. 

  — Eu não deveria ir ao escritório, ou seja lá o que for, de Reiji-san? - Shiinon perguntou esfregando os olhos, pois uma ardência enorme estava tomando conta deles. 

  — Reiji só quer uma amostra do seu sangue. E fazer algumas perguntas, quem sabe vá ter um papo e tomar chá. - disse ele normalmente. "Por que ele iria querer uma amostra do meu sangue? Ele quer clonar os glóbulos vermelhos e fazer mais sangue? Ele quer ver as composições? Talvez queira ver as reações que o sangue de um humano tem ao entrar em contato com certas composições químicas? Ou com o chá feito de ácidos que derretem os humanos de dentro para fora? Por quê estou pensando nisso?" - pensou Shiinon. 

    — De qualquer forma… é melhor eu ir, não? - ela disse levantando-se e dirigindo-se em direção a porta.  

  — Antes que ele apareça com um chicote. - sussurrou Ayato, para si mesmo. Longe dali, Reiji espirra e diz: 

  — Devo estar resfriado. “Onde aquela peste está?” - pensou, referindo-se à Shiinon.

  (N/A: Caso não saibam - o que eu acho difícil -, no Japão, existe uma lenda, que diz: se você espirrar, quer dizer uma pessoa está falando de você, e mais alguma coisa que eu esqueci, perdão. 

 N/S: Você sempre esquece de coisas importantes. 

  N/A: M-mentira! 

 N/S: Sim, sim, é claaaro que estou mentindo. Você nunca esqueceu de postar os capítulos, de trabalhos da escola ou as tarefas que você tem de fazer em casa. 

 N/A: Está insinuando algo Shiinon? 

 N/S: É claaaro que não. ) 

  — Eu não demoro. - disse Shiinon saindo. pela porta a caminho do escritório de Reiji. Alguns minutos depois, porém horas ou talvez dias para ela, a mesma finalmente encontrou o escritório de Reiji; depois de várias vezes ter entrado em salas e quartos errados, sem razão nenhuma para existirem; e certa vez ter entrado no quarto de Laito, onde o mesmo estava nu, dançando no meio do quarto, cantando uma música de Britney Spears, dançando perfeitamente a coreografia do clipe da mesma música; onde o seu microfone era uma chapinha cor-de-rosa. 

  “Acho que vou parar num manicômio depois daquilo. Quando esta maldita luz vai voltar? Sorte que colocaram várias velas em praticamente todos os lugares da casa, por isso está bem iluminado, se não… ADEUS SANIDADE!” - suspirou pesadamente, relembrando de sua experiência pós-traumática. “Pelo menos laito-san canta bem. Não é um total caso perdido. Luz… onde você está?” - pensou ela. 

     Teve sorte da música estar alta, o suficiente para ele não conseguir ouvir ela entrando e saindo do quarto. “Ele deveria trancar a porta quando for fazer algo desse tipo! Aquela… "coisa"… balançando… para todos os lados... Ugghr!” - pensou, quase a ponto de vomitar. 

  Bateu duas vezes na porta do escritório de Reiji e ouviu uma voz. 

 Reiji limpou a garganta, ajeitou-se na cadeira, respirou fundo e disse alto o bastante para Shiinon ouvir: 

   — Entre. “Aleluia.” - pensou ele. Shiinon abriu a porta e entrou timidamente. 

     — Shitsurei Shimasu… - Reiji apontou para a cadeira a sua frente, indicando para Shiinon sentar-se. 

   Ela olhou a sua volta e ficou deveras intimidada com tal postura de Reiji, que se encontrava atrás de uma mesa de madeira escura de carvalho, com algumas canetas alinhadas perfeitamente em fileiras com 2 centímetros de distância, um tinteiro no canto superior direito, algumas folhas empilhadas no canto superior esquerdo e um notebook no centro da mesa. Entrou e fechou a porta atrás de si. 

  — Shiinon-san... - ele começou. — Suponho que você já sabe o que "nós somos", certo? - ele perguntou calmamente. “Como eu posso pedir aquilo a ela sem parecer deveras estranho…? Espera… por que estou preocupado com isso?” - pensou Reiji. 

 — H-Hai. Ayato me disse. - ela respondeu-lhe. 

 — Neste caso, me permita pegar uma amostra de seu sangue. - disse ele normalmente, levantando-se dá cadeira e indo até uma espécie de armário que havia ao lado de um quadro pendurado em uma parede forrada com veludo, com a pintura de uma floresta de árvores secas à Luz da lua cheia, um baú de madeira cor de vinho, cheio de coisas estranhas dentro, velas em todos os lugares e o chão era composto por azulejos negros. 

  — Terá que tomar essas pílulas diariamente, uma vez por dia, antes de dormir, começando pela sua primeira “extração”. - exigiu ele, fazendo aspas com as mãos, entregando-lhe uma caixinha, logo depois Shiinon ficou segurando-a, para que ela não esquecesse em algum lugar. 

   — P-Por que? “Ayato estava certo no final.” - pensou. Perguntou-lhe assustada, já começando a não sentir as suas pernas. 

  — Seria um problema se um de nós sugasse o seu sangue demais e se nós não tivéssemos o seu tipo de sangue. Então, para esse tipo de “emergências” eu gostaria de já fazer uma reserva do seu sangue. - disse ele terminando de pôr luvas de látex e pegando em seguida uma seringa com uma agulha enorme na ponta. 

  — O-O Q-QUE? Desde quando eu concordei com isso? Que… tipo de… emergências? - perguntou incrédula. 

  — Desde o momento em que você resolveu se envolver com um de nós… e com “emergências”, eu quis dizer anemia; seria um problema se você ficasse com uma anemia. Então, para garantir que a sua "futura" anemia seja tratada corretamente e o mais rápido possível, você tomará estas pílulas para prevenir anemia e eu extraírei o seu sangue para caso, você precisar "repor" o seu sangue; se caso você acabar por sofrer um “acidente” e não termos o seu tipo de sangue; caso você esteja com sintomas de anemia, tome 1 pílula antes de dormir e 1 ao acordar. - explicou ele, da melhor, mais resumida e o mais calmamente forma possível. 

    Depois, ele fez sinal para que Shiinon se senta-se em uma cadeira no canto da sala, com um apoio de alumínio para o braço - como aquelas de um hospital -. Shiinon hesitou por um momento, mas depois de ver o olhar mortal de Reiji, decidiu não querer morrer e ir sentar naquela cadeira. “Eu tenho que fugir. Não quero ficar com anemia e ter o meu pescoço perfurado. ” - pensou Shiinon e começou a olhar em volta, procurando alguma maneira de escapar daquele "genuíno covil". 

   — Não vai conseguir sair daqui. - disse ele, arrumando os materiais necessários.   

   — E-eu… - ela já estava começando a hiperventilar, após ver aquela agulha enorme e brilhante na mão dele. 

  — Mesmo que consiga fugir desta sala, você vai provavelmente se perder na mansão. - ele se aproximou de Shiinon. — Estenda o braço. - ordenou. Ela balançou a cabeça freneticamente negando. 

  — E-eu… tenho a-aicmo-mofobia (o medo, ou fobia irracional de agulhas). - ela começou a suar e a gaguejar. Reiji agarrou o seu braço firmemente (apenas o suficiente para a mesma não se soltar, sem machucá-la) e disse: 

   — Feche os olhos… - ela fechou os olhos hesitante. — Respire fundo… - respirou fundo. — Inspire e expire… - assim o fez. — Escute o som do mar… pense em uma música clássica e/ou calma… pense em algumas comidas que você goste… chocolate ou pizza… doce ou salgado… e…. pronto. - ele se afastou, com a agulha já cheia do sangue recém coletado, usando uma máscara branca, bem colada ao rosto para manter longe o cheiro do sangue; que não era nem um pouco fraco; muito pelo contrário. 

     Colocou a seringa em uma outra sala, mais precisamente em um laboratório, que ficava em outra sala, no qual, a entrada e saída, se encontravam no escritório de Reiji. 

     Reiji, por mais tentasse, não conseguia saber certo o porque de estar tendo tanto cuidado com uma humana, mas…

  — O que? Q-quando? C-como? - perguntou-lhe ainda mais incrédula. "Ela não é como as outras." - pensou ele. 

    “Mas… que tipo de sangue é esse? Violeta…? Nunca vi algo parecido, deve ser raro.” 

   — Isso funciona em crianças, segundo estudos… eu não pensei que fosse funcionar com você, mas... funcionou e muito bem. - ele sorriu brevemente. 

   — Pelo visto você nem sentiu nada. - ele disse voltando a se sentar, com sua expressão séria de sempre, antes que ele sinalizá-se para Shiinon sentar-se, ela já havia previsto isto e adiantou-se. Algo dentro dele sabia que ela não era uma humana qualquer, ela era especial… de algum jeito que ele não sabia explicar, só por aguentar Ayato tanto tempo -de certa forma- ela já era diferente… o seu cheiro… também era algo deveras peculiar, algo totalmente novo. 

   — Que tipo é o seu sangue? - perguntou-lhe, ainda incrédulo e curioso, sobre a resposta que Shiinon daria, sangue de cor violeta… 

      — E-eu não sei. - disse. 

    — Vou pesquisar sobre isso. - disse logo abrindo o notebook. 

    — Arigatou. - ela agradeceu. 

  — Pelo o que? - ele perguntou-lhe, arqueando uma sobrancelha. Shiinon provocava sentimentos estranhos em Reiji: desde frio na barriga à uma aceleração descompassada em seu peito; fazia tempo que não sentia seu coração bater. 

  — E-eu não sei… de repente me pareceu certo lhe agradecer. Se não tivesse feito aquilo... eu provavelmente teria desmaiado de medo… você é muito gentil Reiji-kun, apesar de parecer muito rígido. - ela sorriu. 

   — N-não há por que a-agradecer-me! - ele disse levantando-se rapidamente, arrumando os seus óculos e corando ligeiramente.“REIJI-KUN????????? Eu vou atear fogo nesta desequilibrada." 

  — Você é muito fofo! - ela riu. 

 — J-já pode s-sair! - ele disse corando mais ainda. Ela levantou-se e saiu do escritório, levando consigo a caixinha com as pílulas e alguns risos e deixando para trás um Reiji embaraçado. — … *suspiro* Onde está o meu chicote? - disse Reiji, arrumando os seus óculos novamente. Começou a procurar algo em seu baú. “Melhor deixá-lo sempre perto.” - e pôs o chicote numa gaveta de sua mesa, deu uma olhada no chão e viu que Shiinon não havia tirado os seus sapatos, logo uma expressão de raiva surgiu em seu rosto. 

 — Se eu tivesse visto isto antes... eu não teria ajudado-a com o seu “medo”, aquela garota imunda! Sujou todo o tapete de lama! -suspirou. 

   — Tch. Deveria era fazer aquela garota fútil limpar este tapete! Mas, não vou; ela não saberia como limpá-lo corretamente; como ele foi importado e feito na Inglaterra, ele deve ter alguns cuidados a mais. - disse, pegando o tapete e indo sala à fora, buscando algum lugar para lavar o tapete enorme. 

    Dessa vez, na volta, Shiinon não se perdeu e nem entrou em salas erradas, tudo o que aconteceu ao caminho todo, foi de Shiinon rir aleatoriamente em lugares aleatórios. 

 Quando Shiinon entrou no quarto de Ayato (com seus sapatos limpos, pois ela já os tinha limpado, inconscientemente), encontrou-o sem camisa, - somente com uma calça de moletom cinza -, com os cabelos lisos e ruivos - levemente ondulados nas pontas - molhados e com uma toalha de rosto branca secando-os. 

 Shiinon, quando viu aquelas gotas de água cristalina, percorrendo os cabelos vermelhos e a pele pálida e gélida do ruivo à sua frente, se perdeu quase instantaneamente no rumo em que elas tomavam: Todos os sons foram dissimuladamente inaudíveis; Prestava atenção em quase todos os “movimentos” que as gotas faziam; às vezes apenas tocavam a sua pele e - de tão pequenas -, logo sumiam, algumas raramente apenas raspavam-lhe de leve em sua face, pois logo o chão às "abraçava", e tornavam novamente a sumir; Mas haviam outras, essas que “acariciavam” a sua pele, desciam até o pescoço, contornavam no trapézio, passavam quase dissimuladas - graças à luz, que nela era refletida – no peitoral, passavam pelo abdômen e por ali ficavam ou escorregavam até entrar em sua... "calça." - pensou Shiinon. 

 Talvez esteja Shiinon... Sentindo inveja destas gotas deveras indecentes...? Uma gota em “especial”, chamou-lhe a atenção, aquela que estava bem na ponta de alguns fios de cabelo de Ayato, a mesma estava naquela mesma “situação” já fazia algum tempo, mas ainda continha-se imóvel até agora; No momento em que a gota de água caiu, ela se despertou de seus pensamentos, com um ruído peculiar que a mesma "omitiu". 

 — Vai ficar aí me admirando, plantada na porta, a noite toda? - Shiinon teve o prazer de voltar a ser dona de seus movimentos e pensamentos, graças a este comentário indiferente. 

 — Q-Quem ficaria admirado você, idiota?- indagou, tentando inutilmente esconder a vermelhidão que se alastrava por toda a sua face; Depois, sentou-se na cama de Ayato (mas como estamos narrando à vida de Shiinon, ela bateu o braço que Reiji havia extraído o seu sangue, e... como a vida à odeia… vai ficar roxo…), observando-o "discretamente"; Não importava o quanto tentava, era quase impossível não olhá-lo e acabando por não ficar admirado. “Esses olhos... esses lábios... cabelo… e... corpo... não ajudam muito... seria pedir muito… ser uma daquelas gotas?” - estapeou-se mentalmente por tal pensamento. “Meu braço ainda dói... e agora está doendo ainda mais, ótimo.” 

 — Interessante... - respondeu ele sentando ao lado de Shiinon, forçando-a a ficar de frente para ele sem desviar o olhar - segurando a suas bochechas com uma só mão - e olhando-a maliciosamente. 

  — O que 'extá faxendo?' - indagou com certa dificuldade. Ayato passou a apenas segurar o suficiente para a mesma manter o olhar focado nos olhos dele. 

 — O que é esse curativo em seu braço? - perguntou-lhe olhando para o curativo -desviando do assunto-, corando ligeiramente. Não que tivesse ficado surpreso e envergonhado com o pensamento "nada indecente" de Shiinon; ele não o tinha processado naquele momento. 

   Se não fosse o cheiro doce se espalhando aos poucos pelo quarto e aquele último pensamento de Shiinon - que ele ouvira -, ele não perceberia o curativo no braço dela; ele nunca foi de prestar atenção em coisas importantes; até mesmo Shu tornava-se mais observador do que ele às vezes; pois é, o Shu (N/A: Não que eu estivesse insinuando algo sobre ele. Não, não). 

     Reiji havia mesmo pegado o sangue de sua pres... De Shiinon? Quando havia falado que ele só queria extrair o seu sangue, ele havia feito uma brincadeira, não pensou que ele iria fazer mesmo aquilo; na verdade pensou… mas logo depois descartou a possibilidade, pois deixou bem claro para o mesmo que se encostasse em Shiinon, ele morreria, da pior maneira possível, porém, ele ainda assim, iria teria a honra de ser morto pelas suas próprias mãos. "Essa seria a maior honra que Reiji receberia; Ser morto pelas mãos do Ore-sama!" - pensou ele. 

   Em sua mente, Reiji iria apenas ter uma conversa amigável com Shiinon, nada a mais (queria que fosse assim). E se ele havia bebido o seu sangue invés de fazer o que sempre fazia - extrair o sangue de novas noivas - (ou que ele pensava que ele fazia)? Shiinon era sua noiva, somente sua, ele não à fez ser sua de corpo e alma... ainda, mas ninguém tem o direito de tocar, falar e muito menos pensar nela (N/A: Shiinon nem sabe que é a noiva de um vampiro… ai, ai... vocês nem imaginam o que está a espera dela...). Quebraria os ossos de quem quer que fosse que ousaria fazer uma destas três coisas. (N/A: Se bem que… várias pessoas já fizeram isto… nada contraditório este comentário de Ayato…) 

 — Não é nada. “Ele não precisa se preocupar com isso, Reiji só extraiu meu sangue.” - tocou a caixinha de pílulas que estava atrás de si, pensando no que Reiji lhe disse. “Se eu não tomar essas coisas eu vou ficar doente mesmo?” 

    — Então ele fez mesmo isso. - bufou de raiva e soltou o rosto de Shiinon, em seguida massageou as suas têmporas fortemente e passando as mãos pelos cabelos. — Ele só fez isso, certo? 

   — Isso o que? - esqueceu de que ele podia ler mentes. 

  — Extrair o seu sangue Shiinon… extrair o seu sangue… - estava perdendo a paciência. 

   — H-hai. - “Isso não deve ter soado muito convincente” - suspirou ela. 

  — Entendo. - seguindo as linhas de pensamento de Shiinon, Reiji apenas extraiu o sangue dela... e apenas isso. “Mas que pílulas são essas que ela acabou de pensar?" - pensou, parando de massagear as têmporas e viu que Shiinon estava mexendo em alguma coisa atrás de si. — O que é que você está escondendo aí? - perguntou, fingindo abraçá-la para conseguir enganá-la, passando os seus braços pela cintura dela e finalmente, agarrando a tal “coisa”, antes que a mesma pudesse dizer ou deduzir alguma coisa. 

      — Devolva isso! – ela tentou pegar, mas Ayato previu isso, já adiantando-se, levantou-se e tentou analisar a caixinha e a manter longe (levantando os braços para cima) de Shiinon ao mesmo tempo. 

   — Por que ele lhe deu as mesmas pílulas de Yui? - “Pílulas de Yui-san? Será que ela teve anemia? Foi por isso que ela não foi mais à escola?” - pensou Shiinon. 

 —  P-porque… ele disse que… - começou.

 — Disse que? - estava ansioso e aflito, graças a este "suspense" de Shiinon. 

 — Que eu deveria tomar essas pílulas, após a minha primeira “extração” - fez aspas com as mãos, como Reiji. 

 — Pois eu posso pegar anemia, e essas pílulas são para este tratamento e para prevenir a anemia… ou algo assim. 

 — Ele está pensando o que… que eu vou beber o seu sangue a não sobrar nada ou que outros também vão beber? - Shiinon se encolheu e abraçou as próprias pernas, na cabeceira da cama, não estava se sentindo nem um pouco confortável e/ou feliz com este assunto.

 — … Quando você está planejando colocar uma camisa? - perguntou ela, tentando mudar de assunto; o mesmo estava a fazendo ter estranhas dores no pescoço, apenas de pensar ter o seu sangue sugado. 

  — Te incomoda me ver sem camisa? Você deveria se sentir honrada; foram raras as pessoas que já tiveram esta visão e mesmo assim, você ainda reclama. - disse, tentando cessar o "medo" dela. Shiinon, em resposta, apenas jogou-lhe o seu travesseiro em seu rosto; aquilo doeu apenas por ter pego em seu olho 

(Observação de Shiinon: O travesseiro de Ayato é extremamente cheiroso e macio. Cheirar mais vezes). 

 — “Na verdade, isso me distrai.” - pensou ela. - Ayato tratou de não pôr camisa alguma, só por causa deste pensamento e por ela ter machucado profundamente o seu olho e ter magoado o seu coração, pois a mesma, nem desculpas pediu-lhe. 

   — Tsc, tsc, tsc. Minha querida Shiinon… - levantou-se e puxou Shiinon para uma sala. 

      — O-o que está fazendo?! - indagou incrédula. 

   — Quero te mostrar algo. “Acha mesmo que eu esqueci de sua punição? Talvez não seja a melhor hora, mas… quem liga?” - pensou. 

  — Okay… “talvez seja Ayato... excêntrico além da conta?” - pensou, com receio de segui-lo (N/A: Não… ele é um amor de pessoas… nunca agiu de maneira anormal, de onde será que Shiinon tirou a ideia, que Ayato era excêntrico?). 

      Saíram do quarto e Shiinon foi guiada por Ayato no meio da escuridão, pois a maldita luz, ainda não havia voltado e pelo que consta, todas as velas misteriosamente se apagaram, exceto uma ou outra, que ficavam penduradas em alguns lustres por aí e em algumas (pouquíssimas) mesas virando alguns corredores. 

        Haviam se envolvido em um perfeito cenário de um filme de terror clichê, como aqueles que o personagem principal e o amigo do personagem principal, estão procurando o gerador de energia, para dar “vida” à casa; porém, a qualquer momento, algum monstro ou fantasma pode aparecer de qualquer lugar, de qualquer rachadura e/ou de qualquer sombra, para matar o amigo do personagem principal ou algum figurante, que esteja acompanhando-o. Quando Ayato e Shiinon, viraram à esquerda, em um corredor, Ayato desapareceu. 

  — A-Ayato? - Shiinon, não via quase nada, por sorte, a lua brilhava e a sua luz, entrava pelas enormes janelas e iluminava uma pequena parte de alguns corredores. O medo já a estava a consumindo, ela olhava ao seu redor e nenhuma sombra via; esticava o seus braços freneticamente e cambaleava para os lados, tentando encontrar alguma parede para se encostar, sentar-se no chão e se pôr a pensar em algo, longe do alcance de fantasmas; finalmente conseguiu achar alguma parede (onde a mesma, bateu a cabeça, muito forte) e se abaixar no lado de uma mesinha, onde uma rosa repousava em um lindo vaso de cerâmica; ficar no meio do corredor estava à enlouquecê-la, pois estava sendo um alvo muito fácil, para possíveis ataques de monstros - que estariam rondando a mansão, segundo ela -. 

  — AYATO?! ONDE VOCÊ ESTÁ?!!! - gritou, logo depois ouvindo o som aterrorizante e amedrontador que o eco reproduziu. Suspirou. “Será que Ayato foi pego por algum mostro? O que aconteceu com ele? O monstro fez isso para me ver apavorada… e depois me assassinar… ou… me comer viva… depois me vomitar e assim… eu vou servir de comida para os seus filhos… como ela fez com Ayato! E como os pássaros fazem com as minhocas! Eu… vou ser a próxima.” - pensou aterrorizada, abraçou as suas pernas e colocou a cabeça em seus joelhos, estava apavorada, os sons que ela estava ouvindo, vindos do lado de fora da mansão estavam a fazendo ficar alertada a cada pequeno som que ouvia, desde: o som do voo de corujas, que estavam voando por ali a observar-lhe à uivos de lobos cinzentos, que faziam o seu coração falhar uma batida, vez ou outra. Pode ter certeza… ela nunca sentiu tanto medo em sua vida. — Eu vou morrer. - seus olhos estavam lacrimejando. “Acho melhor procurar alguém para me ajudar a procurar Ayato… provavelmente Reiji-kun vai me ajudar… eu não quero morrer, porque se eu me perder, ninguém nunca vai achar aqui.” - levantou, apoiando-se na parede para não tropeçar. " Eu vou abrir essa janela, talvez fique um pouco mais claro." - quando abriu a janela enorme, uma brisa gélida não se importou em entrar e tomar conta do local. "Gostaria muito de ver as estrelas hoje..." Um arrepio, passou pela espinha de Shiinon; olhou para fora e viu, a chuva molhar a grama do jardim, o vento inclinar as árvores e trazer o frio para dentro da mansão e as nuvens negras formando os trovões e raios, que por ironia, não lhe causavam medo algum; mas logo esse tornou-se presente, quando um vulto branco entrou pela janela; com medo de algo mais entrar, fechou a janela.

   Ouviu algum som estranho, como um rugido, quando olhou para trás, viu a sombra de algum tipo de monstro, com garras enormes. Arregalou ou olhos aterrorizada e sem pensar duas vezes, correu o mais rápido que pode; virou em vários corredores, parecendo todos eles iguais, como se estivesse correndo em círculos, virou-se para trás para ver a “coisa”, não viu nada, apenas mais um rugido. 

  — ONDE ESTÃO OS MORADORES DESTA MERDA?! VÃO ME DEIXAR MORRER COMIDA POR UM MONSTRO?! - gritou inconscientemente. — Eu tenho que achar algum lugar para me esconder! - estava se concentrando em achar alguma sala, mas o universo parace estar conspirando contra ela, pois nenhuma sala se quer encontrou. — EU NÃO QUERO MORRER! VÁ COMER O CU DA SUA MÃE, MONSTRO MALDITO! - gritou e jogou um vaso de flor que achou em uma mesa do corredor. Ouviu o vaso atingir algo, e sorriu vitoriosa. Correu ainda mais rápido, tentando despistar o monstro.

 Quando mais você precisar de salas, quartos, ou eletricidade, eles não estarão lá, para vos receber. By: Tsubaki Shiinon - 2017."

    Estava quase perdendo as forças nas pernas, quando finalmente encontrou uma porta, adentrou-a, sem hesitar e trancou-a atrás de si e viu que aquela porta, à levou até uma sala estranha, parecia uma sala de tortura. 

   Haviam vários instrumentos estranhos, como: algemas, chicotes, facas, panos, cordas, algum tipo de sutiã feito de correntes de ferro, preso na parede, algemas penduradas nas paredes, pinças e coleiras. E nas paredes havia um papel de parede vermelho escuro, uma cama no centro da sala, com cobertores e travesseiros da mesma cor, um frigobar, o chão todo era composto por carpetes negros, VELAS PARA TODOS OS LADOS e no teto do local, haviam espelhos. 

  — Que caralho é este quarto?! - indagou incrédula, olhando em volta do local, olhou para cima, viu seu próprio reflexo e disse: 

  — Meu cabelo sempre foi assim…? - passou os dedos finos pelos seus cabelos, jogando-o para várias direções diferente, tentando encontrar o melhor “estilo” e ângulo. — Meus olhos são mesmo muito bonitos. - arregalou os olhos seus olhos, para vê-los melhor. 

   No meio da observação de Shiinon, ela ouviu o som da porta tentando ser arrombada, sem hesitar, procurou por diversos lugares para se esconder. “Como aquela coisa consegui me seguir até aqui?! Eu pensei que eu à tinha despistado!” Como não teve tempo para deduzir algum lugar melhor, menos visível e menos "chamativo"- não há tal lugar -, nada melhor do que se esconder em baixo da cama, deitada de bruços.

   Um segundo depois, a porta foi arrombada, Shiinon apenas viu os sapatos pretos, do seu suposto monstro, que na verdade, não era um monstro. 

   “Mas o que?” - pensou Shiinon, pode ser qualquer pessoa, certo? Sendo perigosa ou não, em momentos como este, sempre é melhor manter-se imóvel, como Shiinon está fazendo. 

   A única parte que se movimentava de seu corpo eram: Os seus olhos. A cada passo que o indivíduo dava, os seus olhos o acompanhavam. Os passos estão rondando a cama; Shiinon já não sabia se o que estava batendo em seu peito, se era o seu coração ou uma bomba relógio, capaz de explodir a qualquer segundo. Estava com muito medo, o seu coração/bomba podia ser "sentido" em sua garganta; qualquer descuido, parecia que ele poderia sair pela sua boca, mesmo assim, tentava o máximo que podia, manter a respiração normal. 

   Os passos pararam; em frente a ponta da cama. Podia ver que o indivíduo estava se abaixando; e ao mesmo tempo, sentiu que garras, extremamente grandes e afiadas estavam arranhando a sua perna, cada vez mais; quando viu o rosto do indivíduo… 


 CONTINUA…




Notas Finais


NAAAAAO ME MATEM PQ NÃO ESCREVI O HENTAI! NÃO MATEM-ME, NÃO MATA, NÃO ATIREM PEDRAS E NEM OUTRA COISA!

EU SEI, EU SEI! EU QUERIA MUITO TER VISTO A YUI, VENDO O LAITO, QUE ESTÁ VENDO UM CLIPE, DA BRITNEY SPEARS!

Próximo capítulo já sai hentai, eu acho.

Bem...

O que será este monstro?

Quem será o indivíduo?

Quem serão os sapatos?

Quem é Shiinon?

...

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