História Fluorita - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Tags Comedia, Drama, Magia, Romance, Suspense
Visualizações 10
Palavras 1.388
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente, no capítulo da semana passada eu praticamente não escrevi nada nas notas porque eu estava atrasada para um compromisso e já estava postando na hora errada. Por isso peço desculpas, mas para compensar eu me apresentei melhor aqui no perfil: Ontem á tarde eu mudei o nome, coloquei uma foto no perfil e na capa, descrevi algumas coisas da minha personalidade e até tive coragem de postar minha data de nascimento. Bom, essa sou eu, e espero que não tenham se desapontado!
Agora vamos direto ao assunto. Se vocês gostam de rir, então esse é o capítulo certo para você! Toda vez que eu re-li esse capítulo, eu caí na gargalhada, então espero que gostem.
A música perfeita para esse capítulo é: * Panic! At The Disco: Emperor's New Clothes [OFFICIAL VIDEO] *
Não sei explicar o "porquê" dessa música, mas eu senti que ela deveria ser a estrela desse capítulo! Eu dedico esse capítulo á um amigo muito querido que está nessa caminhada comigo desde que eu tinha 10 anos. Lógico que tivemos nossos altos e baixos, mas ele está comigo e sempre me faz rir como esse capítulo me faz. G, eu sempre te admirei, e sempre amei seus conselhos. Obrigada!
Agora sem mais delongas, Boa leitura!

Capítulo 8 - Não Consigo Controlar


Fanfic / Fanfiction Fluorita - Capítulo 8 - Não Consigo Controlar

[fevereiro de 2005]
Dava para ver claramente que eu tinha medo. Mas depois de um sonho daqueles, como eu poderia ficar bem? Meu pai entrou no quarto quando eu estava abraçando minha mãe, e depois me entregou uma linda caixa de presente com um belo laço cor de rosa.
- Feliz aniversário minha princesa! Sua mãe que escolheu.
- Obrigada! – Respondi animada e logo o abracei – O que é isso? – disse sacodindo a caixa.
- Você tem que abrir para descobrir. – respondeu minha mãe com um sorriso no rosto.
Eu logo abri o presente sem me importar com a bagunça do papel de presente rasgado no chão. Assim que abri, tive uma surpresa incrível: Uma boneca caracterizada com as roupas e aparência da personagem Sabrina do filme mais fofo da Audrey Hepburn, que contribuiu o suficiente para que o meu nome fosse uma bela homenagem. Cada detalhe nela era perfeito, com o vestido branco de tomara-que-caia, a barrinha de cetim preto, os detalhes de renda preta, as luvas brancas em suas mãos que iam até a metade do braço... Cada detalhe em sua maquiagem só fazia lembrar mais ainda a ilustre Audrey!

- Muito obrigada! Ela é perfeita. – Disse animada.
- Sabia que você ia gostar! – Respondeu minha mãe.
Eu abracei meus pais, e não pude conter a minha felicidade. Logo abri a caixa e coloquei a boneca no criado mudo ao lado da minha cama.
- Ela vai ficar perto de mim quando eu dormir.
- Certo, agora vá se arrumar porque aniversário não é feriado, e você tem aula, mocinha. – disse meu pai.
- Mas pai, eu não posso ficar em casa só hoje?
- Ouça o que seu pai diz, você tem que ir! – Respondeu minha mãe.

Logo eles saíram do quarto e eu fui arrumar minha bolsa da escola. Enquanto eu me arrumava, eu ouvi um barulho parecendo pequenos passos atrás de mim. Quando virei para trás, não vi nada e o quarto parecia igual. Fiquei com medo ao pensar no meu pesadelo daquela noite, e corri até a escada no corredor do andar de cima, sem perceber que meu pai estava bem na minha frente. Acabei me esbarrando nele.
- Opa, mas que pressa é essa só para ir á escola?
- Papai, tem alguma coisa no meu quarto.
- Tem muitas coisas no seu quarto, Sabrina!
- Mas eu ouvi alguma coisa...
- Querida, eu tenho certeza que não tem nada demais lá! – Ele me pegou no colo e começou á andar em direção ao quarto. – Eu vou até lá e você vai ver que não tem nada!
Ao chegar lá, ele me pois no chão e começou á andar procurando alguma coisa.
- Olá monstro, você está aqui? – Ele abriu a porta do meu armário de brinquedos. – Não tem nada aqui... será que está embaixo da cama? – ele se abaixou e olhou embaixo da minha cama – Também não tem monstros aqui! Vamos ver nessa gaveta... – Ele abriu a gaveta do criado mudo – Também não tem nada... Onde será que está esse monstro?
- Papai, você não olhou no closet...
- Boa ideia! – ele foi até o closet e abriu a porta. – Olha só! – Disse meu pai, admirado.
- O que foi? O que tem aí dentro? – Perguntei com um certo medo.
- Nada! Como eu suspeitei. – Respondeu meu pai dando uma risada. – Foi algo que você imaginou, ou inventou para não ir á escola. Mas você não vai se safar dessa, mocinha! Pode se arrumar para a escola, agora! – Ele deu um beijo na minha testa e saiu do quarto.

Fiquei confusa... Eu podia jurar que ouvi alguma coisa! Logo fui surpreendida com um barulho:
 - Psiu! – Foi o som que eu ouvi, e parecia vir da minha cama. Quando eu olhei, não tinha nada além do meu coelhinho de pelúcia, Mr. Floffy.
Mas isso é impossível, bichinhos de pelúcia são objetos inanimados. Eu virei novamente para a minha bolsa tentando me convencer de que era apenas a minha imaginação. Novamente eu ouvi o som:
- Psiu, Sabrina! – Eu olhei para trás com certo medo.
- Quem disse isso? – Disse olhando em volta tentando perceber algum movimento brusco.
- Fui eu aqui! – Eu olhei para o Mr. Floffy, e ele estava sentado acenando para mim. – Oi! Finalmente, achei que esse cara nunca mais iria embora. Podemos brincar agora?
Fiquei apavorada e extremamente confusa, e só tive uma reação naquela hora:
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH!!!! – Enquanto eu gritava, eu fui correndo até as escadas, e as desci o mais rápido possível. Ao chegar lá embaixo, minha mãe me pegou rapidamente no colo e eu a abracei muito forte.
- O que foi que aconteceu, minha filha?
- Mamãe, o Mr. Floffy está vivo!
- Mas que gritaria é essa? – Disse meu pai entrando em casa depois de buscar a correspondência.
- Papai, o Mr. Floffy falou, ele está vivo! Ele se mexeu, eu vi...
- Mr. Floffy? Mas esse não é o seu coelho de pelúcia? – perguntou minha mãe, indignada.
- Sabrina, você está tentando fugir da aula? – Disse meu pai um pouco bravo.
- Não papai, eu juro! – Respondi aflita.
- Então vamos lá ver esse coelho! – Disse meu pai.
- Eu vou junto. – Respondeu minha mãe.

Fomos todos juntos para o quarto, e eu não soltei a mão da minha mãe até chegarmos lá. O quarto estava exatamente do jeito que eu o deixei, e o Mr. Floffy estava em cima da cama como já estava antes. Porém ele estava imóvel, como se nada tivesse acontecido. Meu pai se aproximou do pequeno coelho e o pegou na mão.
- Está vendo? Não há nada a temer. É apenas pelúcia! Eu sei que você quer ficar em casa, mas pedir é mais bonito. – Disse meu pai.
- Mas eu juro, papai. Ele falou comigo, até acenou para mim! – Respondi aflita.
- Sabrina, para de brincadeira e vai arrumar seu cabelo. Já estamos atrasados, e o café está quase pronto! – Disse minha mãe enquanto saía do quarto com meu pai.

Eu me sentei na cama, cabisbaixa pensando estar louca. Peguei o pequeno coelho no colo, e disse:
- Eu só posso estar doida! Você não pode falar, mas ainda assim estou com medo. Acho que só tem uma coisa que pode me alegrar!
Então comecei á cantar:

- *Raindrops on roses and whiskers on kittens
Bright copper kettles and warm woolen mittens
Brown paper packages tied up with strings…*

Na frase seguinte pude ver e ouvir o Mr. Floffy Cantar junto comigo:
- *These are a few of my favorite things*
Me assustei novamente, e joguei o Coelho no chão.
- Ai! Isso não é maneira de tratar o seu melhor amigo, Sabrina! Eu poderia ter me machucado. – Disse o coelhinho se levantando do chão.
- Ai meu Deus, você fala mesmo!
- Mas é claro que eu falo, você desejou isso! Você me fez assim, quis que eu cantasse para você quando se sentisse triste. – Ele andou até a minha bolsa e falou – Eu posso ir para a escola com você? Eu sempre quis conhecer a senhora Tucker que você tanto fala. Podemos brincar de colorir? Ou até ler um livro no recreio... Eu Sempre quis saber ler, mas sou só um coelhinho.
- Espera um pouco, você sabe falar e andar como uma pessoa, mas não sabe ler?
- Você sempre lê para mim antes de dormir, nunca me deixa ler nada!
- Mas eu não sabia que você poderia ter vida... – Então caiu a fixa – Espera um pouco, eu estou falando com um coelho de pelúcia... Isso só pode ser um sonho! – Eu fechei os olhos e me belisquei no braço esquerdo. Então pude ouvir a mesma voz do pequeno coelho:
- E aí? Funcionou? – Quando abri os olhos, ele ainda estava lá, de pé ao lado da minha bolsa da escola com seus pequenos bracinhos de pelúcia cruzados.
- Isso não pode estar acontecendo! – quando eu disse isso, pude ouvir minha mãe me chamando para tomar café.
- Acho que você tem que descer! – Disse o Mr. Floffy. – Eu posso ir com você?
Eu respirei fundo, e fitei o pequeno brinquedo.
- Tudo bem, mas só se você se comportar. Eu não vou contar á ninguém que você tem vida, se você ficar quietinho na minha mochila. Feito?
- Feito!


Notas Finais


Sei o que estão pensando: Esquizofrenia... mas não, Sabrina Misty é na verdade uma feiticeira! Ela só não sabe disso ainda u.u
Obrigada pelo apoio, e espero que tenham gostado! Um grande beijo, e semana que vem tem mais :p


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