História FNaF one-shots (Imagines) - Capítulo 16


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Balloon Boy, Ballora, Bidybab, Bonnie Hand Puppet (Bonbon), Bonnie the Bunny, Chica the Chicken, Circus Baby, Endoskeleton, Ennard, Foxy the Pirate, Freddy Fazbear, Fritz Smith, Funtime Foxy, Funtime Freddy, Golden Freddy, Jeremy Fitzgerald, Lolbit, Mangle, Marionette, Mike Schmidt, Minireena 1, Minireena 2, Nightmare, Nightmare Balloon Boy, Nightmare Bonnie, Nightmare Chica, Nightmare Foxy, Nightmare Freddy, Nightmare Mangle, Personagens Originais, Phone Guy, Plushtrap, Purple Guy, Shadow Bonnie, Shadow Freddy, Springtrap, Toy Bonnie, Toy Chica, Toy Freddy
Tags Five Nights At Freddy's, Fnaf, Fnaf Imagines, Fnaf One-shots, Imagines, One-shots, X Reader
Visualizações 89
Palavras 9.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieoie CupyCakes, tentei fazer nesta história vocês serem um pouco malvados, mas não consegui. Sou terrível nisso ;-;. Mas ando a treinar por isso irá sair uma história onde vocês seram rudes. Prometo.
Bem aproveitem a história! Boa leitura!
(Desenhei a aparência dos personagens, o Toy Freddy parece um mulher, e a Toy Chica está a vos dizer olá. )

Capítulo 16 - Marionet ou Puppet (mulher) x Reader (mullher)


Fanfic / Fanfiction FNaF one-shots (Imagines) - Capítulo 16 - Marionet ou Puppet (mulher) x Reader (mullher)

Estavas a andar pela rua. Quem olhasse para ti acharia que era apenas um passeio, ou alguém a ir para casa. Mas naquela precisa rua, era uma rua que nenhuma moça com a tua aparência deveria de andar sozinha. Era uma cidade perigosa, assim dizendo, mas tu gostavas disso até porque nunca perdias a chance de te meteres em confusões, mas confusões que envolvessem lutas. Algumas pessoas usualmente seguiam-te, mas os principais a te seguir são os homens sem vergonha, sem juízo, que pensam que mandam em tudo só porque fazem parte de uma gangue, pior para eles, quanto maior o ego, maior a queda.
Bem, tu não tinhas que fazer muito para eles te seguirem, punhas uns calções curtos, uma camisola que mostra mais um pouco de decote, e voilá!, tinhas um homem atrás de ti, ele estava a sorrir. Mas não era só sorrir, tu conseguias até ver o que ele estava a pensar, em tudo o que te poderia fazer, tudo de mal e nojento, isso era assegurado. E até pudeste ler-lhe os pensamentos.

"Uma mulher como esta não devia de andar sozinha por estas ruas. Ehehe ela vai ver, vai ter algo que não se esquecerá!"

Farta dos pensamentos nojentos dele andas até um beco sem saída, tu sabias que não tinha saída, e pelos vistos o homem também, pois a gargalhada dele ecoou nas paredes daquele lugar. Sorris, ele pensa que te está a enfiar num buraco, mas é ele que está a ficar enterrado. E a melhor parte? É que tu nunca irias ficar com a culpa de o atacares, aparentavas ser muito frágil, tinhas uma cara demasiado inocente.

- Ops! Enganei-me no caminho. - Dizes e ias te virar para trás mas uma mão a ir brutamente contra a parede impede-te de te mexeres. - Oh! - Soltas um gincho fingo que te assustaste.

- Não vais a lado nenhum. - Diz o homem e segura-te no cabelo.

- Senhor por favor... - Dizes com a voz de choro. - Quero ir para casa...

- Não te preocupes se não te mexeres muito, isto será rápido. - Ouves o fecho das calças dele a abrir, eh este anda muito depressa.

- Senhor não me faça nada... - Dizes ainda com a voz assustada. - Eu sou virgem.

- Virgem eh? - O homem mete a sua mão grotesca na bochecha do teu rabo.

- Kyah! - Soltas um gincho desta vez mesmo de surpreendida. - Largue-me!

- Ahahah! E perder a oportunidade de te dar uma foda que não irás esquecer? Nunca! - Ele segura a tua cintura com força mas tu não pensaste segunda vez se não em dar-lhe uma cabeçada e depois uma cotovelada para o afastar. - Puta magoaste-me!

- Ah! - Ele dá-te um estalo bem estrondoso, e forte pois tu caíste ao chão só com o impacto.

- Tu por acaso sabes quem eu sou? Eu sou o Golden Freddy! Da gangue Fazbear! - Arregalas os olhos, tu sabias bem quem ele era, tu tavas a par das capacidades dos teus inimigos. - Arregalaste os olhos? Vais agora ceder ao meu poder?

Eh, tu sabias tudo sobre ele, Golden Freddy, braço direito do chefe da gangue, Freddy Fazbear, a gangue tem muitos membros, mas os principais são os Freddys, e o Foxy, o Bonnie, e a Chica, a única mulher do grupo principal e namorada o Freddy. Agora sobre o Golden, ele é bom em lutas corpo a corpo, bom com armas mas prefere não usar. Sorte a tua, tu preferes usar armas, melhor tu tens armas. Mas vais respeita-lo, e só usarás armas se necessário.

- Pffft! Ahahah! - Começas a rir se ele soubesse de onde tu vinhas ele taria a beijar-te os pés. - Não és o primeiro dessa gangue que eu dou de frente! Não tenho medo.

- Então vamos! - Ele avança e segura na tua camisola com uma mão e com a outra um murro, tu pões o braço à frente e defendes a tua cara, depois seguras a mão dele que tava a agarrar a tua camisola e viras a mão dele fazendo que te soltasse e depois deste um ponta-pé forte na barriga.

- Belo ataque! Fiquei com o braço dorido. - Dizes sorrindo mas o Golden só parecia ficar mais irritado. - Agora é a minha vez!

- Eh! - Ele não te deu chance de atacar, fazendo uma investida contra ti e tu foste contra a parede, começas a tossir com o impacto, ele sem chance mete a mão no teu pescoço e começa a te estrangular. - E agora já não sais daqui! Ahaha!

Mas havia escapatória, tu sabias como sair daquela situação. Levas uma das tuas mãos à mão dele, para tentares que ele te largue o pescoço. Ele riu-se da tua cara. Aproveitas o facto de ele estar distraído e deste-lhe um pontapé nos tomates, a seguir deste com o teu braço na dobra do braço dele, o que fez com que ele te larga-se o pescoço, fazendo assim com que tu conseguisses dar uma cotovelada no nariz dele. Com este ataque ele perde o balanço e anda dois ou três passos para trás para poder se equilibrar, sorris ao ver o nariz dele a sangrar.

- Querido meteste com a mulher errada. - Aproximas-te dele. - Eu não sou nenhuma dama à espera de ser salva!~

Mas ele não desistiu de lutar, e tenta denovo te atacar. E como é óbvio tu estavas pronta para qualquer ataque que ele iria fazer. Contudo ele fez um ataque inesperado, atirou-te areia para os olhos, e a seguir deu-te uma cabeçada. Perdida e confusa pelo ataque tentas encontrar algo para que te possas agarrar, mas cais ao chão. Então a única solução era tentar limpar areia dos teus olhos, o que parecia impossível. E para piorar punha a tua visão turba.

- Já não és assim tão forte, pois...

- O que é que está a passar aqui? Parem imediatamente!

Ouves uma mulher a falar, não a conseguias ver, nem saber o que ela estava a fazer. Tentas esfregar os olhos denovo para perceber a situação. Vês em desfocado que ela estava a prender o Golden, e depois chamou mais alguém que veio e levou o Golden e depois veio ter contigo.

- Hey! Estás bem? - Pergunta e estica a mão para te ajudar a levantar. - Ele fez-te alguma coisa?

- Acho que a minha cara é prova que ele fez alguma coisa. - Dizes e tentas segurar a mão dela para poderes levantar. - Mas tenho a certeza que a intenção dele era mais do que só estragar a minha cara, porém correram-lhe mal os planos.

- Bem, parece que deste uma boa luta, ainda bem que apareci a tempo. - Finalmente conseguiste pegar na mão dela e ela ajudou-te a levantar. - Os teus olhos! Céus ele atirou te areia para os olhos!? Que golpe baixo deve de tar a arder. Espera eu tenho uma garrafa de água, assim deve te ajudar a ver melhor. - Ela começou a deitar água na tua cara, e pouco a pouco começas a conseguir ver melhor. - Então? Já estás melhor?

- És um anjo? - Dizes ao ver a cara da mulher, céus ela era linda que te deixou boquiaberta. Olhos prateados, e brilhavam quase como uma perola, os lábios eram rosados e bem volumosos, e o cabelo preto fazia um belo contraste com a sua pele branca. De novo ela era linda. - Quer dizer, obrigada pela ajuda.

- Sempre ao serviço! - Ela sorriu. - É para isso que pessoas como eu estão que aqui. Porém se alguma situação parecida voltar a acontecer em vez de tentares só te defender, liga logo a polícia tentaremos chegar ao local mais rápido possível. - Ela olha para a tua cara e arregala os olhos. - Céus não são só os olhos que precisavam de ajuda. Tens que vir comigo até a estação polícia para eu poder fazer um curativo direito. E não aceito um não como resposta.

Então sem dizer nada foste atrás da tal polícia, e entraste no carro dela, um carro polícia. O engraçado é que já não era a primeira vez que estavas num carro da polícia, não neste, ou talvez neste, quem sabe? Mas onde ficavas normalmente era na parte de trás, e não no da frente. Tu gostaste de tar na frente sentias-te importante, eheheh. Mas pensando melhor provavelmente tu não andaste neste carro antes, afinal foi noutro país que foste presa. Esquecendo isso ias no carro em pleno silêncio, apenas uma música de fundo e o motor do carro a trabalhar fazia ficar menos constragedor.

E o silêncio se manteu quando chegaste aquilo dos polícias, não sabias como se chamava, nem eu. Então os amigos da mulher entregam o Golden e pegam uns papéis talvez para fazer o relatório da situação. E a polícia que te obrigou a vir levou-te para uma sala bem limpa, disse para te sentares e pegou numa caixa de primeiros socorros e começa a fazer os curativos. Primeiro limpou-te a cara cuidadosamente, principalmente os olhos, depois viu como estava o teu nariz, que por sorte não estava partido, e então por último o teu lábio.

- Olha, agora talvez doa um bocado. Mas tenta não te mexeres muito, ok? - Ela pega num pouco de algodão, com algo para curar provavelmente. - Tens o lábio rebentado, e até talvez fique um pouco inchado, mas chegas a casa e pões gelo. - Ela começa a desinfetar a ferida no lábio, e tu nem ligavas para a dor, estavas a observar aquele rosto sério a tratar de ti, como se tu fosse a pessoa mais preciosa do mundo, e ela só te conheceu hoje. - Nossa nem te mexeste, muito bem. Parece que nasceste uma guerreira!

- Obrigada! - Sorris animada, mas tu já tavas habituada a ficar ferida e então isto não era nada. - Ah, só por acaso vê se o meu braço não tem alguma coisa. - Dizes e esticas o braço. - O homem queria me dar um murro e eu usei o braço para me defender.

- Não parece que esteja quebrado. - Ela passa as mãos pelo teu braço. - Mas de certeza que vai ficar inchado, pões um pouco de gelo também. E agora eu tou a falar a sério, quando digo que devias de ter ligado para a polícia, tiveste sorte.

- Ah! Tu viste o coitado, ele mal se aguentava de pé! Com as minhas defesas! - Dizes anima e ela toca no nariz, o que te fez saltar para trás com a dor. - Hey! Au. Isso dói... - A polícia começa a rir-se. - Está bem, pronto dá-me o teu número. Assim que volte a acontecer algo igual eu ligo imediatamente para ti.

- Eu não me referia a mim! Mas sim à polícia em si. E também talvez irias me ligar quando eu tivesse de folga. Mas pensado no contrário, se ligasses para mim e eu visse teu número saberia logo que estarias em perigo. Já se fosse para a estação eles achariam que era erro ou ignoravam. - Ela diz e tu apenas sorris. - Tens razão, aqui está o meu número.

- Eh, e em que nome eu ponho? - Perguntas enquanto pegas no telemóvel.

- Marinete. - Ela diz sorrindo.

- Prazer Marinete, eu sou a (P/n).

Vocês as duas deram um número uma à outra, e depois tu foste embora. Como era a meio da tarde não havia nada de mal que podesse acontecer, e também tu ias por uma rua cheia de pessoas, ninguém teria atacar aqui, ninguém no seu perfeito juízo. 

Andaste em direção da rua que muita gente não tem coragem de ir. Era a rua onde estava a mansão, casarão casa enorme... Como explicar? O local era um sítio enorme, pertencia aos Toy Makers, uma Máfia muito poderosa, tinha contactos na polícia, tinha bares, tinha agentes políticos, tinha agentes corruptos, tinha muitas ligações, faziam dinheiro e dinheiro. Tinham uma empresa onde faziam bonecos, daí o nome Toy Markers, porém a empresa era só para esconder o fato de ganharem tanto dinheiro com as drogas e outras coisas ilegais.

Mas e porque raio tu ias em direção dessa rua? Ora pois, porque tu eras a filha do chefe, Toy Freddy. Tu é que irias herdar esta companhia toda, mesmo que tu não quisesses, tu irias faze-lo. Sabes bem que ele iria ter um orgulho enorme ao ver-te na cadeira dele. E como tu estás em dívida com ele, tu de certeza irás fazê-lo.

Entras na mansão sem muitas cerimônias, basicamente entraste como se fosses a dona aquela merda toda, aliás tu és a dona daquela merda toda! Sorris do que acabaste de pensar, de vez enquando gostavas de te armar em menina rica. Enfim tinhas que ir buscar gelo, então foste à cozinha.

- Ah! Senhora Toy Marker! - Diz uma das empregadas ao te ver. - O que lhe aconteceu? Céus temos de por gelo aí, sente-se que eu vou já pegar.

- Obrigada. - Dizes e sentaste, ficas a observar a senhora a pegar no gelo. - Hum, por favor faça três sacas. Uma mas pequena que as outras.

- Claro. - Responde e faz o que pediste. - Mas não é só a bochecha que ta pisada?

- Não, o braço, e o labio também. Eu sei é só um corte mas vamos pôr por precaução. - Olhas para o teu braço, talvez foi sorte se não o partiste.

- Ai minha senhora você se mete em muitos problemas. - A empregada dá te o gele. - Deveria de ter mais cuidado.

- E eu tive. - Respondes sorrindo.

- Desculpe não acreditar na sua palavra, mas se você tivesse tido cuidado não terias ficado nesse estado. - Respondeu zangada mas também preocupada.

- Talvez. Bem, eu vou para o meu quarto. - Dizes e levantas-te. - Obrigada por cuidar de mim.

Foste embora para o teu quarto como é óbvio, e bem era bom saber que havia gente se preocupa contigo, isso é óbvio, mas preferias que não te dessem tanta importância. Tu não gostavas dessa famosidade que tu tens por culpa do teu pai, porque se tu continuas a ser aquele rato de rua, se o teu pai não te tivesse salvo naquele dia, eles não te dariam metade importância. Deitaste na tua cama e meteste gelo no teu braço, na tua cara e depois o outro com cuidado no teu lábio. Ficas a olhar para o teto, como odeias o silêncio, porque este fazia te pensar em coisas, e tu odiavas pensar em coisas, puseste uma música a dar, não importa qual, era apenas uma à sorte.

(Sim eu também pus à sorte no meu telemóvel a primeira que apareceu foi a que ficou.)

O ritmo da música começa a dar e tu conheces a música, era a We Don't Have to Dance, de Andy Black, tu adoravas essa música.

Record scratch, Steve Miller band

Tattooed necks and tattooed hands

Oh, how don't you drown in a rain storm?

Fresh regrets, vodka sweats

The sun is down and we're bound to get exhausted and so far from the shore


Chegou a tua parte favorita da tua música, então óbvio que começaste a cantar.


- You're never gonna get it

I'm a hazard to myself

I'll break it to you easy

This is hell, this is hell

You're looking and whispering you think I'm someone else

This is hell, yes

Literal hell


Tu gostavas da parte que dizia, "You're never gonna get it/ I'm a hazard to myself", porque era a verdade, tu eras um perigo para ti mesma. Gostavas de fazer asneiras, mesmo sabendo das consequências. Por exemplo agora mesmo tinhas o teu braço pisado, cara e o nariz, é somente culpa tua. Porém não te importas, tu gostas. Gostas desse tu  que és, gostas de fazer asneiras.


We don't have to talk

We don't have to dance

We don't have to smile

We don't have to make friends

It's so nice to meet you

Let's never meet again

We don't have to talk

We don't have to dance

We don't have to dance


Bottles smashed, I raised my hand

How can you all even stand?

And why is there joy in this poison? Oh

Faking smiles and confidence

Driving miles to capture this excitement

I can't take anymore


De novo chegou a tua parte favorita E tu ias cantá-la como é obvio.


- You're never gonna get it

I'm a hazard to myself

I'll break it to you easy

This is hell, this is hell

You're looking and whispering

You think I'm someone else

This is hell, yes

I am in hell...


- (P/n)!!!! - Toy Chica entra no teu quarto interrompendo a tua música, e te fazendo levantar de repente deixando cair o gelo na tua perna e tu saltas com o frio.

- Caralho! O que é que foi? - Dizes e pousas o gelo no chão. - Nossa senhora, era preciso assustares-me, e estragares a minha música?

- Ah, sim sim, mas está tudo bem contigo? A empregada disse que tu chegaste toda pisada, e então eu vim confirmar se estava tudo bem!

- Claro que estou bem não vês?

- Ok só não me assustes dessa maneira. - Ela respondeu aliviada.

A Toy Chica começa a mexer-te na cara só para confirmar se estava tudo bem, ouves os pensamentos dela "Acho que mesmo com base o chefe vai notar, de todos os dias para se magoar teria de ser hoje."

- Mas estás aqui só por isso? - Perguntas. - É que eu sinto que tu estavas à minha procura.

- E estava, o teu pai quer falar contigo, quer dizer, o senhor Toy Maker. - Ela sorri e levanta-se a ir em direção à porta.

- Diz a ele que daqui a 10 minutos eu vou ter com ele...

- Estamos a ter uma reunião e ele diz que a tua presença é importante. - Diz Toy Chica e pega-te pela mão. - Então vem.

Reviras os olhos e vais junto com a Toy Chica ter com o teu pai, o teu pai adotivo o chefe da Máfia, quem te salvou das ruas, a quem tu deves a vida.


Flashback on...


Já fazia dois ano que tinhas fugido da tua casa, estavas cheia de fome. Não tinhas dinheiro para comprar alguma comestível, o que te deixava de hipótese roubar essa alguma coisa.
Porém viste na rua a passar três homens bem vestidos, um ia à frente e outros dois atrás. Lês os pensamentos dos dois homens eles eram terríveis, ele queriam matar o próprio chefe e ficar com o dinheiro, e depois matar um ao outro. Eles mereciam ser roubados. Então tu sem pensar segunda vez roubaste a carteira de eles os dois, foste discreta por isso podias fugir. Mas pelos vistos ele repararam...

-Olha esta pestinha! - O homem segura-te pela gola da camisola. - Não deves de saber quem nós somos! Mas já te pomos no lugar! - O homem dá-te um estalo na tua cara, mas tu não moves nem um músculo, nem uma cara assustada nem lágrimas.

- Merecias morrer pelo que tu fizeste! - O outro homem tira uma pistola do bolço e aponta-te à cabeça.

- Hey! Vocês os dois! - Diz o homem que ia à frente, ele tava a pensar em muitas coisas ao mesmo tenpo, mas a principal coisa era, "Eu não tenho tempo para aturar a merda deste dois, devia de despedi-los." - O que é que se passa aqui?

- Ela roubou-nos. - Justificou o homem. - Vamos apenas lhe dar um castigo.

- Vocês são estúpidos?! - Afirma o homem irritado.

- Como assim?

- Olhem para a merda da criança, mal vestida, mal penteada, maltratada... Acham o quê? Que ela roubou só por roubar? - O homem que agora tinhas a certeza que era o chefe dos outros dois começa a gesticular com a mão. - Ela tem fome caralho! Ela precisa desse dinheiro mais do que vocês! Pousem o caralho da criança no chão, e deixem-na ir!

Tu foste pousada no chão e olhas para o homem admirada, ele tratou te bem, ele defendeu-te. Lês-lhe os pensamentos mais uma vez, "Puta que pariu não posso deixar uma criança sozinha na rua.", vês que ele estava preocupado contigo, ele está preocupado contigo uma completa estranha, um rato, um bicho de rua. Sentes um aperto no peito e os teus olhos começam a ficar estranhos, estavas a chorar, e não te importavas de continuar. Sentias saudades de ser amada e este sinples gesto fez-te sentir que ainda podias ser amada, ao contrário das outras pessoas que passavam por ti e ignoravam-te.

- Obrigada senhor! - Dizes por entre os soluços. - E desculpa, por roubar...

- Eu... - O homem parecia desconfortável. - Fodasse, há quanto tempo estás na rua?

- Dois anos.

- Dois? Caralho. E conseguiste sobreviver por tanto tempo?

- Roubei, lutei, fiz muitas coisas. - Dizes e baixas a cabeça. - Que talvez me arrependo mas...

- Quantos anos tens?

- 9.

- 9 anos? E andas na rua? - Ele passa a mão pelo cabelo. - Querida isso não é lugar para uma criança... uh, o que me dizes vir para minha casa?

- Não! Eu não quero! Eu não quero ser descoberta. - Dizes assustada, afinal quando o homem ficar contigo pode encontrar os teus pais e te devolver a eles e tu não querias isso.


Flashback off...


Sim acabaste por aceitar ficar com le, e contaste a tua história toda e ele abraçou-te e disse que não te deixaria que nada de mal acontecesse. 

Tu e a Toy Chica chegaram ao escritório, ou sala de reuniões.... o sítio onde ele trata dos assuntos de negócios... assim digamos. Bates à porta. Ouves um entre frio, um entre normal para os convidados, porque é o normal. Entras na sala e vês que o Toy Bonnie e o Mangle já tão na sala a falar com o teu pai. Por falar neles que tal fazer uma apresentação da equipa?


Nome: Hellena ---, conhecida como Toy Chica nas missões e entre a gangue. 

Idade: 22 anos, ou podes me dar outra idade.

Descrição física: Sou como a Toy Chica da Ultimate Custom Night! Mas pareço humana! Ou melhor a autora vai desenhar a aparência de cada um de nós para a história. Ugh que seja.

Personalidade: Louca, Hey!, simpática, precupa se com os outros. Coisa básica não?, Não se tem mais a dizer ela é apenas um ser humano.

Gostos: Armas de fogo grandes! E gosta de pizza, e do Mangle.

Odeia: Lutas injustas. E ananás na pizza. ;-;

Talentos: Quebra da quarta parede, ela diz que consegue falar com a autora e assim consegue descobrir o próximo ataque dos inimigos. Então basicamente é a previsão do futuro. Eles não acreditam que isto é apenas uma história, fazer o quê? Eles não conseguem ver que é a nossa querida Autora que está a escrever tudo!


Nome: Bernardo Campo, conhecido por Toy Bonnie nas missões. E eu também o chamo de Bern, ou Dodo.

Idade: 31

Descrição física: Gato! Magro mas- Ele também igual ao Toy Bonnie da Custom Night mas mais musculado! Obrigada Hellena... Ou se calhar não é... Fica como a Me-quer dizer a Autora quiser!

Personalidade: Super fofo! Ele é discreto, obveservador e leal ao Toy Freddy. Nós somos todos leais ao Toy Freddy! Eu acho é que ele tem uma crush por ele.

Gostos: Toy Freddy! Ele gosta de silêncio e ler livros. E do Toy Freddy! Dar passeios po- E já disse Toy Freddy? E também- Toy Freddy! Ta calada caralho eu tenho uma história para fazer!

Odeia: Falhar as missões. Coitado ele fica tão em baixo quando falha as missões...

Talentos: Observador, ele consegue perceber os detalhes de tudo ao seu arredor. Apenas no movimento do inimigo ele consegue perceber qual será o melhor ataque para o derrotar. Para ser mais específica, uma vez ele conseguiu descobrir quem é tentou beijar o Toy Freddy só pela marca de batom que ele tinha na camisa. Não sei se foi o poder dele ou então o ciúme.


Nome: Valter Vieira, conhecido por Vixen nas missões, ou também como Mangle por causa de ele baralhar a cabeça das pessoas! E a Toy Chica chama-o de amore, não não chamo!

Idade: 27, tenho um fraco por homens mais velhos.

Descrição física: Delicioso, ele parece um Deus grego, moreno, olhos lindos melhor coisa na minha vida! Eu nem vou tentar dizer nada.

Personalidade: Ele é super querido, romântico, não fala muito... Chica acho que chega de me interromperes. Ah, desculpa.

Gostos: Provavelmente da Toy Chica, como assim provavelmente? Nós estamos destinados!

Odeia: Toquem nele. Isso por acaso tem um nome Afefobia, medo de ser tocado por alguém. Mas ele a mim deixa. Devagarinho, mas deixa.

Talentos: Consegue confundir a cabeça das pessoas, até controla-las mentalmente.


Nome: Tiago Toy Maker, conhecido por Toy Freddy.

Idade: 37

Descrição física: Um homem normal, corpo com músculo e bem tratado, sempre de barba feita, e veste sempre o fato elegante.

Personalidade: Sério, frio e lógico. Nos negócios! Mas bem lá no fundo é um amor.

Gostos: De ti (P/n)! E também do Toy Bonnie. Ah, ele também gosta de um trabalho bem feito.

Odeia: Gente intrometida, que lhe estraguem os planos, e gente infiel.

Talentos: Consegue causar ilusões ou dores no corpo das pessoas. Com as ilusões ele faz com que elas pensem que estão noutro lugar até. Pode fazer passa-las pelo inferno se for preciso. Quanto mais irritado mais forte e realista será a ilusão. Assim com as dores que ele pode causar, mas o poder de causar dores é mais difícil de controlar pois quando está irritado as dores começam logo.


Nome: (P/n) Toy Maker, nas missões conhecida por Killer Toy.

Idade: 21

Descrição física: Bem isso tu já sabes, tens um físico ótimo à custa do treino e as coisas da vida. Tu és linda! Não importa a tua verdadeira aparência és maravilhosa. Verdade Toy Chica.

Personalidade: Tu é que sabes. :3 Aqui na história tentei fazer-te fria e observadora, mas com um coração enorme. 

Gostos: Oh pah assim não dá. Adora a autora! 

Odeia: Eu. ;-; Mentiraaaaa!

Talentos: Consegues ler pensamentos e também falar por telepatia, quando descobriste o que conseguias ler os pensamentos das pessoas sentiste-te tão mal porque estavas a invadir a privacidade das pessoas. Mas eventualmente te habituaste-te. Em questão à telepatia descobriste que era capaz disso, já que percebias como ler as mentes também és capaz de falar para elas. Isso ajuda nas missões.


- Oie pai. - Dizes a entrar na sala, à beira dos três principais podias tratalo por "pai". - Ouvi dizer que querias a minha presença.

- Sim chamei. - Ele estava a olhar para os papéis e depois olhos para ti, ele fez uma cara de espanto, aí vem merda. - O que caralhos aconteceu à tua cara!?

- Nada.

- Um homem meteu-se com ela. - Diz a Toy Chica e tu olhas para ela e dizes para tar calada. - Bem ela atrai o homem para um beco sem saída e depois deu-lhe uma coça.

- Ta calada caralho! - Reclamas e depois olhas para o teu pai, ele tinha a cara de quem estava desapontado. - Eu-

- No fim falamos. - Ele diz e tu engoles em seco. - Agora vamos ao negócio. Este armazém, é de uma gangue inimiga, ele já nos roubou varias vezes, então nada mais justo que os roubar de volta.

Ele começa a dizer o plano, era tudo o básico, sete armazéns, o ataque seria feito daqui a uns meses, e os ataques teriam espaços diferentes. Teria gente da polícia a guardar. Parece que vai ser fácil.

- Cada um sabe a sua parte? - Todos acenaram que sim. - Então podem ir embora. - Vocês iam sair, mas o teu pai chamou-te. - Tu não, (P/n), eu quero falar contigo. Eu não me esqueci.

Soltas um suspiro e voltas para trás e o teu pai sentou-se na cadeira, a Toy Chica olhou para ti a dizer com um olhar preocupado e tu apenas reviraste os olhos e sorriste. Quando todos sairam tu ficaste em silêncio à espera que ele dissesse alguma coisa, mas estavas a ficar completamente desconfortável.

- E-

- No quê que estavas a pensar? - Só com as primeiras palavras tu sentes uma dor de cabeça, e foi realista. - Atraiste um homem para um beco sem saída para quê!?

- Pai-

- A sério responde-me! - Ele bate com as mãos na mesa e tu sentes um aperto no peito. - E se esse homem fosse mais forte que tu!? E se não conseguisses escapar?

- A polícia chegou a tempo. - Dizes para tentar melhorar a situação.

- A polícia!? - Sentes uma dor aguda no corpo. - Então quer dizer que se não tivesse aparecido tarias em pior estado!? Fodasse (P/n)! Quando é que vais aprender?

- Ele estava a seguir-me e só pensava em merda e eu decidi dar-lhe uma-

- Lição!? - De novo uma dor forte, o poder dele está fora de controle, ele nem repara que esta a te fazer mal, ele vira de costas e olha pela janela. - Quem era esse homem?

- Golden Freddy. - Mal acabaste de falar sentes o ar todo a fugir do teu corpo a fugir, sentes um aperto muito forte no coração, todos os teus músculos doem, e tu já não aguentavas mais a dor, lágrimas fugiam pelos teus olhos e tu deixas-te cair ao chão.

- Ah serio!? O Golden Freddy! Da gangue Fazbear!? Eles são nossos aliados! Tu...! - Ele parou de falar assim que te vê no chão por causa da dor que sentias. - (P/n)! Fodasse desculpa, eu não queria ser assim contigo, não...

Ele olhava para ti preocupado, mas pela dor e falta de ar não conseguias dizer nada, apenas continuaste a chorar e abraçar o teu corpo dorido na tentativa de que a dor passasse. Não importa se ele já não esteja zangado mesmo que ele esteja perto ele causará dor. Viste que a única solução seria chamar o Vixen, ele era o que tinha a mente mais forte, por isso não iria ser tão afetado. "Vixen, por favor podes vir ao escritório do meu pai? Ele perdeu o controle, tem cuidado..."

Não fazes ideia de quanto tempo passou mas num momento estavas no chão noutro estavas nos braços do Vixen e a sair da sala do teu pai.


***


Acordas como nova, como se não tivesses sidos metalmente "torturada". Olhas para a ponta e lá estava o teu pai à espera que tu te mexesses.

- Oie. - Dizes sorrindo. - Eu merecia aquilo. Ahaha.

- Fodasse (P/n), que puto de susto. - Ele vai até a ti e abraçou-te. - Nossa desculpa.

- Tá calma, tu és o chefe da máfia não podes mostrar emoções. - Dizes sorrindo.

- Verdade, verdade. - Ele pôs-se direito e sorriu. - Eu vou mandar uma das empregadas vir aqui dar alguma coisa para comeres, ou coisa parecida... Não sei, é como quiseres.

- Sim pai, e vê se dormes. - Dizes sorrindo, mas a verdade é que estavas cansada.

- Tu também. - Ele deu-te um beijo na testa.

Vês-lo a ir embora e ficas no quarto deitada na cama, não te apetece sair dela. Provavelmente já era de noite, mas noite tarde, tipo duas da manhã. Pegas no teu telemóvel para ver as horas, porém reparas antes na notificação de mensagem. Abres. Era da Marinete, abres e começas a ler.


Olá sou eu a Marinete! Não que tu não sabias, pois já tens o meu número. Eu mesma o dei. Uuuhhh, indo direta ao assunto, queria saber se estava tudo bem. Já puseste gelo? E dói-te muito?


Oi! Desculpa a demora e estava a dormir. Mas sim está muito bem, e não dói muito.



Olhas para a hora que ela enviou a mensagem, foi às 19:47, e agora são 3:09, provavelmente ela não vai responder, já é muito tarde. Mas enganaste-te passado dois ou três minutos ela respondeu-te.


Então estás melhor! Que bom saber! Achei que nem sequer irias responder, mas pronto. Eu tive que te mandar uma sms, não te pude deixar estar preocupada e então decidi fazer-lo.


Claro, obrigado pela preocupação.


Sempre! É a minha obrigação preocupar-me com as pessoas! Só espero que não tenha acordado. Não te acordei pois não?


Não, não me acordaste. Não te preocupes. Mas então como é que foi o teu trabalho?


Foi uma seca. Pelos vistos tenho que passar a noite em pleno a cuidar de um armazém.


Como assim?


Eu estou a vigiar ums armazéns. Não sei porquê deve de ter alguma coisa de importante lá dentro. Não faço ideia.


A sério que estranho... Então se vais passar a noite acordada, eu faço-te companhia. Podemos até fazer chamada se quiseres.


Sim chamada seria muito melhor, assim não me distraio tanto. Sabes escrever tira muito mais a minha atenção.


Ficas um pouco confusa, primeiro com a tua sugestão e claro com por ela aceitar, e em segundo de onde vem esta confiança toda?

Ela ligou-te, e tu ainda demoraste alguns segundos a atender ainda não estavas muito ciente do que estava a acontecer. Mas a conversa até correu bem, falarem de muitas coisas à sorte. E conheceram-se melhor, descobriram coisas desnecessárias sobre um sobre a outra e depois para aí às 6:00 da manhã ela teve que ir embora e então tu aproveitaste para dormir.


*** (Passado três semanas)


Tu e a Marinete têm se dado muito bem, até no tempo livre dela vocês se encontravam e falavam sobre tudo, vocês estavam a ficar grandes amigas, e até que esta amizade trazia vantagens para ti, pois conseguiste descobrir o turno dos polícias para cuidar dos armazéns e até as suas capacidades.

- Mas então e tu onde trabalhas? - Ela perguntou enquanto um pouco do seu chá, vocês as duas estavam num café bem fofo a lanchar, ela bebia um chá junto com umas torradas, já tu optaste por duas tostas mistas com um sumo de laranja, isso porque ela reclamou de tu estares a comer tanta porcaria.

- Explica-me como consegues beber essa merda. - Tu tentas mudar de assunto, não podias dizer que trabalhavas na mafia para uma polícia.

- Hey! Não digas que comida é merda! - Ela reclamou. - Por favor ser mais respeituosa.

- Como é que consegues beber isso? - Perguntas de novo.

- Eu não sei. Eu gosto do sabor.

- É? - Tu dás uma trinca na tua tosta mista e comes o bocado lentamente equanto avalias o líquido que ela estava a beber. - Isso parece mijo.

- Tento na língua. Nossa que falta de elegância. - Ela bebe um pouco do chá. - Sabes que mais porquê que não o provas?

- Quê? Nem pensar. - Reclamas e viras a cara, porém ela deu-te a chavena para a mão. - Não! Nem pensar... Espera isto é chá frio?

- O quê querias que eu bebesse quente? Não. - Ela sorriu. - Mas vá experimenta.

Ela continuou a tentar te dar a chávena, e claro tu a recusares, mas então ela empurrou com mais força e o chá caiu em cima de ti.

- Ora fodasse. - Tu reclamas enquanto te levantas. - Era a bem ou a mal?

- Pffffttt ahahahahah. - Ela começou a rir. - Até que te ficou bem.

- Ai fica. - Tu olhas para a Marinete que não parava de rir e decidiste dar-lhe do mesmo castigo. - Olha prova o meu sumo de laranja!

- (P/n)! Não! Não faças-

- Tarde demais! - Atiras o teu sumo para o peito dela, algo que te fez arrepender, mas não porque ela ficou zangada, porque até aconteceu o contrário ela começou a rir da tua infantilidade. O que te fez arrepender foi que o sumo atiraste fez realçar o peito dela, e céus que peito ela tinha.

- Ahaha, é bom que não fique marca, se não tu vais me comprar uma camisola nova.

- Nada mais justo. - Respondes sorrindo. - Mas isto é, se também na minha ficar marca tu vais me comprar uma camisola nova e umas calças. - Dizes e pões as mãos na cintura fingindo drana. - Porque eu, afinal de contas, fui a mais prejudicada nesta história.

- Não vejo como. O meu foi um acidente, e tu fizeste de propósito.

- Eu fui molhada por algo que eu odeio! Eu não estou a ver-te a dizer que odeias sumo de laranja! - Cruzas os braços só para dar mais drama.

- Claro, claro, óbvio que tens razão. Mas que tal vires a minha casa? Temos que trocar de roupa, empresto uma das minhas alguma coisa há de te servir. - Ela disse enquanto te olhava de cima a baixo.

- Estavas a me chamar de gorda? - Perguntas ofendida.

- Não. Estou a chamar-te de baixa.

Tu começaste a rir, uma coisa era óbvia a Marinete era enorme. Tu tinhas a tua altura, uma altura considerável. Mas ela? Ela tinha 1,90 metros, ela era enorme! ( Se algum/alguma de vocês que esteja a ler isto tenha 1,90m ou mais, então a Marinete irá ter mais que vocês, não importa a vossa altura ela é mais alta.)

- Tu é que és uma estaca! - Tentas te defender. (Se vocês não souberem o que é uma estaca, um estaca é um pau enorme, maneira de chamar alguém alto.)

Resposta dela foi sorrir, depois e foram pagar a conta para poderem ir para casa. Ao chegaste a casa dela, que por acaso era num prédio, viste que não era nada demais, era uma casa simples, aconchegadora, bem bonita. Ela foi ao quarto, tu assumiste que era o quarto já que nunca tinhas ido lá antes, provavelmente buscar alguma roupa e tu ficaste apreciar a mobília.

- Acho que esta vai servir. - Ela diz com uma camisola numa mão que era da tua cor favorita.

- Como é que adivinhaste que (C/f) é a minha cor favorita?

- Apenas deduzi. - Ela encolheu os ombros. - Sabes eu sou uma polícia detetive, estou atenta a todos os detalhes.

- Atenta a tudo? - Perguntas sorrindo. -  Fiquei curiosa, descobriste alguma coisa sobre mim sem que tenha sido eu a contar?

- Talvez quem sabe? Mas vá tira a camisola, se quiseres podes até ir tomar banho.

- Banho não é preciso, eu quando chegar em casa tomo. É só mesmo trocar de roupa e está tudo ótimo. - Dizes e pegas na camisola da Marinete

- Ok então.

Então sem mais nem menos ela começa a tirar a roupa à tua frente. Ficas a olhar para ela surpreendida, porque em primeiro lugar não esperavas que ela tirasse a roupa à tua frente, mas em segundo lugar meu Deus! que corpo! Ela tinha um corpo lindo, e reparaste que tinha algumas marcas talvez de tiro, sim de tiro que tu tinhas umas parecidas. Oh meu Deus ela era tão gostosa tinhas vontade de lhe tocar, tinhas vontade de lhe morder, de-

- Vai ficar a olhar? - Ela pergunta a olhar para ti com um sorriso. - É que se continuares eu vou achar que tens segundas intenções.

- O quê? - Perguntas confusa, mas para além de confusa tu sentias o teu coração a apertar.

- Eh! - Ela empurra-te contra a parede e prende-te entre os braços dela, a seguir leva o pulgar ao teu lado inferior. - Não sei se resisto a esta cara fofa. Desde o primeiro dia que te vi achei-te muito interessante.

- Uuuhhhh???? - Tu ficas paralisada não sabes o que dizer, a tua respiração estava rápida e sentias a tua cara a arder, de certeza que estavas vermelha.

- Posso? - Ela pergunta enquanto aproxima o seu nariz do teu nariz.

Não sabias bem o que falar, tinhas o coração a mil, a respiração pesada e os teus reflexos para fugir estavam no auge. Fechas os olhos com o nervosismo e viras a cara.

- Desculpa não era minha intenção. - Ela afastasse. - Mas vá eu viro as costas e tu vestes a camisola.

"Que caralho acabou de acontecer?", tu perguntas a ti mesma mas afastaste o pensamento e apenas vestiste a camisola.

- (P/n), me lembrei posso até estar em erro, mas à pouco eu fiz-te uma pergunta e tu tentaste mudar de assunto não é verdade? - Ela pergunta e tu só pensas qual a desculpa que irás dar. - Vá lá, tu sabes que a mim não escapa nada.

- Trabalho na empresa do meu pai. - Tu dizes vagamente, não estavas a mentir. - Quer dizer não trabalho, mas ando a aprender sobre as coisas e um dia irei trabalhar a sério.

- Interessante. E ele faz o quê exatamente?

Ficaste em silêncio, merda o quê que irias dizer? Não poderias dizer que era na Toy Maker ou merdas parecidas não...

O teu telemóvel começa a tocar dás graças a Deus por quem quer que tenha interrompido esta conversa, porque tu não querias nada ter que falar sobre o que é que fazes na vida com a Marinete.

- Desculpa mas tenho que atender importante! - Atendes o telemóvel era a Toy Chica que estava a falar.

- Não tens que me agradecer por ter te salvo de uma conversa que tu não querias ter. - Ela começa e depois continua. - Mas tens que vir hoje para casa houve uma alteração de planos e é hoje o assalto por isso vem mais rápido possível. Precisamos de ti.

- A sério? - Perguntas espantada. - Agora?

- Vê se apenas arranjas uma boa desculpa para a enganares. - Ela desliga o telefone.

- Puta que pariu rude. - Comentas.

- Posso saber o que é que aconteceu?

- Bem a gaja desligou-me o telê na cara, o outro problema é que uma das secretarias do meu pai se despediu assim do nada. - Tu reviras os olhos. - E então eu tenho que ir lá substitui-la até que o meu arranje alguém competente.

- Sim, entendo. -Ela vais até a porta e abre-a e deixa-te passar. - Tem cuidado. - Ela dá te um beiho na bochecha e tu vais embora.


Avanço de tempo para a hora do assalto



Tinha chegado a hora e lá estavam vocês os cinco, o armazém era enorme e estava cheio de caixas, tu estavas perto da porta pois era mais fácil tu avisares os outros do que estava a acontecer lá fora. Consegues ouvir um pensamento baixo, "Quando é que eles vão atacar? Só espero que ninguém se magoe. Ah, a minha corda... foge por favor.", não fazias ideia de quem era, mas de repente a porta se abre. Sem pensar segunda vez tu dizes telepaticamente para todos fugirem, e claro tu também ias fugir mas não conseguias te mexer, algo estava a segurar o teu corpo, quase como uns fios invisíveis.


BAM!


Ouves som de tiros, merda, "Vocês estão bem?", tu perguntas e todos te respondem, todos menos o teu pai. Não. "Pai? Por favor responde! Diz alguma coisa!", ele não dizia nada, foi ele que levou o tiro, foi ele! "Calma, foi só-", ele tentou responder alguma coisa mas foi interrompido por outro tiro.


"Ele vai ter o que merece, e se o matarmos aqui ninguém iria saber!", ouves alguém.


- NÃO! FREDDY! NÃO LHE FAÇAM MAL SEUS FILHOS DA PUTA!

- Silêncio! - Alguém te mete umas algemas e esse alguém era a Marinete. - Tudo o que disseres poderá e será usado contra ti!

- Freddy... por favor... não lhe façam mal... - Tu dizes com a voz magoada, e lágrimas a cair da tua cara. - Vocês...

Em silêncio foste para a prisão, e continuaste em silêncio na sala de interrogações, fizeram as perguntas que bem entenderam mas não saiu nada da tua boca, estavas demasiado irritada a ligar os pontos. A Marinete disse para teres cuidado, então ela ouvi a conversa do telefone, o pensamento da pessoa a falar do fio era ela, ela sabia de tudo. Para não falar que o teu pai levou um tiro, não levou dois, um foi de propósito, será que morreu?

- Hey, deixa eu tentar, talvez a mim ela diga algo.

Ouves a Marinete a falar e ela conseguiu te tirar do teu transe, olhas para ela, mas olhas com um olhar irritado e magoado. Sentias um nó na barriga, um perto no coração, e tinhas a garganta seca. Estavas com raiva.

- Isto seria muito mais fácil se tu falasses. - Ela tenta começar a falar, ela estava fria e séria.

- Como está o Freddy? - Tu perguntas com o mesmo tom de voz que ela, talvez até mais frio.

- O teu pai foi hospitalizado. - O meu pai? - Não sabemos a condição dele, mas mal saiba irem-

- Teu pai? - Tu repetes as palavras dela. - Como assim, "o teu pai"? Como é que sabes que ele é meu pai?

- Tu mesma o disseste.

- Eu nunca disse ninguém! - Tu bates com as mãos na mesa. - Ninguém sabes disso a não ser a gente mais próxima! Há quanto tempo andas a me espiar?

- Eu não-

- Caralho! - Voltas a bater com as mãos na mesa. - Não me mintas! Há quanto tempo?

Ela não respondeu nada, então foste obrigada a ler os pensamentos dela, só para poderes continuar a conversa. "Merda devia de ter mais cuidado à beira dela, tenho que arranjar maneira de acalmar a situação. Ela é mais astuta do que eu pensei."

- Tu não vais conseguir acalmar a situação de maneira nenhuma! - Passas a mão pelo cabelo. - A nossa amizade era verdadeira para ti? Alguma coisa que nós fizemos foi real para ti? Se realmente te preocupaste comigo? Ou só querias tar comigo para ter mais informações? - Sentias as mãos a tremer, tinhas que acabar a raiva. Tinhas que descarregar.

- Não. A nossa amizade é verdadeira. - Ela diz com um sorriso gentil. - É só que a minha equipa-

- Foda-se para ti e para a tua equipa! Eu não quero saber vocês! Digam-me que tipo de polícias vocês são? Polícias que dão tiros em pessoas inocentes de propósito!

- Como é que-?

- Ugh!

Irritada atiras a mesa contra o tal vidro espelhado que costuma ter lá nos filmes, aproximas-te do vidro e ouves os pensamentos assustados de quem tava do outro lado. Sorris. Também ouves alguém a dizer queria ver onde iria dar.

- Eu sei exatamente o que cada um de vocês está a pensar! - Tu dizes sorrindo. - E sei que um de vocês quer saber de volta o que eu estou a pensar. E eu digo. Vou apenas fazer a paga.

Empurras a mesa até à porta para impedir alguém entrar e interromper as tuas intenções. Andas até ao vidro e pegas num dos cacos como se fossem uma arma. Andas até à Marinete e atiras-a ao chão sem deixar hipótese de se levantar.

- Se eu acertar em cheio, aposto que não há salvação. - Olhas para ela a sorrir. - Aposto que se te matar não vai ser a paga pelo meu pai! Mas será um terço, terei que me satisfazer.

Ouvias a gente tentar arrombar a porta, tudo virava um ruído e só interessava quem estava à tua frente. A Marinete, a tua amiga, quem te salvou da luta, e talvez alguém que tu querias partilhar um futuro lado a lado. Céus, tu não conseguias a matar, tu apertaste o vidro com força tanta força que a tua mão já estava a sangrar. Podias não querer a magoar mas querias mostrar o quanto irritada estavas, então enfiaste o vidro no ombro dela. Olhaste para o que fizeste, a Marinete estava com o rosto sujo de sangue, lágrimas a cair dos olhos. Levastaste e sais da beira dela, tudo era muito confuso tudo doía. Andas até a beira dos outros cacos de vidro no chão e começas a esmurralos, e depois apertas-os na tua mão. Tu querias te magoar também. Mas paras de fazer qualquer gesto quando sentes uns braços protetores à tua volta.

- Desculpa. Eu não queria ter te magoado.

Depois a mesa saiu da beira da porta como por magia, e os guardas entraram levaram-te de volta para a tua sala.

Claro que passado alguns dias te foste libertada, afinal nunca ficas muito tempo na prisão. Vistaste o teu pai, que até estava ótimo.

A tua vida continuou igual, a única coisa que mudou foi que deixaste de falar com a Marinete. Até que o inesperado aconteceu, o que é que é filha da puta estava a fazer na tua mansão?

- Olá? - Ela sorri. - Depois do que aconteceu na esquadra decidi me despedir.

- Não quero saber. - Diz fria e grossa. - Se o meu pai decidiu ser burro o suficiente para te deixar vir para aqui é problema dele.

- Eu sei que estás zangada.

- Eu não estou zangada. - Dizes. - Eu estou irritada, estou desapontada. E até esteja magoada mas... - Perdes um pouco da calma. - Tu.... tu fizeste merda! E eu não quero saber!

Ela não respondeu e tu também não, então fizeste o teu caminho para longe dela, sim estavas curiosa sobre o que ela estaria a pensar, e isso irritava, como depois de toda a merda que ela te fez tu ainda querias o que ela pensava de ti. Fodasse.

Os meses foram passando e pouca coisa mudou, no primeiro mês ela estava a ser aceite pelas pessoas. E elas falavam pois a Marinete era uma pessoa animada sendo fácil conviver com qualquer um. Mas tu continuas a ignora-la é que nem fodendo que tu irias dar bem com ela, e sim tu reclamas-te com o teu pai. Ele apenas disse que ela era uma mais-valia para a nossa equipa, que o poder dela era uma grande ajuda, parece que ela sabe mandar cordas invisíveis e prender as pessoas, mas parece que consegue tambem controla-las, bem que safoda.

Então no segunda mês já estavam a gostar mais dela, no terceiro mês já foi para missões, no quarto mês ela já era de confiança, no quinto mês tu já lhe dizia bom dia mas  era só para obrigação já que toda a gente estava a gostar dela. 

Um ano passou e vocês já falavam melhor, mas não tinhas esquecido o que ela fez, não querias esquecer.

Porém as coisas mudaram no dia de anos da Toy Chica, ela quis fazer uma festa, lá na mansão. Tinha bebidas e tu fostes beber mas pouco nada demais não gostavas de muito álcool, que mentira, tu bebeste o bar quase todo.  A festa era em tua casa então podias beber até desmaiar. E então algum filho da puta, não lembras quem, decidiu jogar verdade ou consequência, e se alguém escolhe-se verdade era verdade e ponto final! E para que conste o teu pai também estava lá a jogar, já que foi convidado para a festa foi obrigada entrar na festa. Então então Chica da primeiro passo.

- Bernardo! - Ela diz. - Verdade ou consequência?

- Consequência.

- Fodeste! Desafio-te a beijar Freddy!

- Beijar o Freddy parece interessante! - Disse Bonnie e andou até ele, o Toy Bonnie estava bêbado, não estava bem ciente do estava a fazer mas foi e com confiança, ele senta-se no colo do Toy Freddy. - Vê se aguentas.

E então começou o beijo, tu e a Toy Chica só apoiavam, e não sei passado quanto tempo eles pararam, estavam vermelhos, e Toy Freddy sussurrou algo ao ouvi do Toy Bonnie que o fez ficar mais vermelho.

- Uh, (P/n)... Verdade ou consequência?

Tu sabias que com o Bonnie não podias escolher consequência, mas mesmo assim com a noção do risco, tu querias, tu querias era escolher consequência. Estar bêbada não te ajuda a ter boas decisões.

- Consequência! - Dizes como se tivesses orgulho do que acabaste de dizer.

- Eh? - Até ele ficou meio burro com a tua escolha, o Toy Bonnie sabia que tu sabias que escolher consequência com ele era a pior escolha. - Quero que fiques uma hora com a Puppet num quarto fechadas.

Ninguém disse nada, tu olhaste para a Marinete, ela desviou o olhar. Levantas-te e andas até o quarto mais próximo e entraste. E a seguir ela entrou, e alguém fechou a porta.

- Então gostaste de fazer as pessoas jogar verdade ou consequência? - Perguntas.

- Como assim?

- Não te faças de fingida, tens o poder de controlar as pessoas, não me vais dizer que-

- Não! Eu não fiz nada disso!

- Vá lá não mintas.

- Não estou! Eu nunca faria nada a eles!

- Claro que não. Disseste o mesmo a mim. E olha o que acontece-

- Ugh! Para com essa merda! - Ela irritou-se, era a primeira vez que vias a Marinete irritada. - Puta que pariu! Já passou um ano ou coisa parecida! E continuamos na mesma merda! Não, eu na primeira semana não sabia que fazias parte da máfia! Mas quando descobri quem eras eu recusei.

- Pois nota-se. - Reclamas.

- Calate! - Ela diz de volta. - Pois tu não sabes o que eles disseram! Pois eles disseram que tinham ordem para vos matar! Mas se eu tivesse lá poderia impedir isso com as minhas cordas! - A Marinete começa a chorar. - Eu amava-te, apaixonei-me naquele dia que te vi pela primeira vez... Agora me diz, o que deveria ter feito? Deixar a chance de te matar ou tentar salvar?

- Porquê? - Sentes a vontade de chorar. - Porquê que não me dissete? Poderia ter sido muito melhor.

- Desculpa não queria ter o risco de te perder.

Estavam as duas a chorar, tu sentada na cama e ela encostada à parede à tua frente, lês os pensamentos dela, só diziam desculpa repetidamente. Querias negar mas não podias, a verdade era nua e crua, tu estavas apaixonada pela Marinete, e a razão por teres ficado zangado com ela é só por achaste que ela tinha brincado com os teus sentimentos, mas afinal ela amava-te de volta.

- Sabes... - Tu olhas para ela e ela para ti. - Há uma coisa que nós deixamos por acabar no apartamento. Queres continuar?

- O beijo? - Pergunta e tu dizes que sim. - Claro!

Ela aproximou-se de ti e beijou-te, primeiro lentamente e depois aqueceu, ela começou a beijar mais forte e tu seguiste o ritmo.

- Se tu tas com intenções de me foder, é bom que me fodas fortemente! - Dizes.


( Desculpem me mas eu não sei escrever sexo gay, ;-;, nem hetro sei. Mas se tiverem sugestões, sites, livros, para eu ver, me dêem que eu leio e tento escrever)


Acordas de manhã com dor de cabeça, não sabes bem o que aconteceu, tu e a Marinete falaram, depois beijaram-se, e ficou tudo bem? Agora namoram? Sim provavelmente é isso.
Veste uma camisola e sais do quarto para ver o estrago, até que não estava muito mau, a Toy Chica tinha o cabelo pintado de rosa e verde, o Mangle, que tinha a Toy Chica a dormir no seu peito, ele tinha o cabelo curto e estava vestido de polícia?. Céus ainda bem que não estavas aqui, olhas para o teu pai a dormir abraçado ao Toy Bonnie, ele estava vestido de bailarina de cabaré, e o Toy Bonnie estava cheio de maquilhagem.

- Então foi nisto que a festa deu? - Pergunta a Marinete abraçado-te por trás e dá-te beijos no pescoço. - Pena que nós tavamos a fazer a nossa própria festa no quarto. Até gostava de ter assistido.

- Má ideia irias acabar como eles. - Sorris e dás um beijo na bochecha dela. - Anda vamos tomar o pequeno almoço.

Então passado algum tempo tu passaste a ser a chefe da mafia, e o teu pai teve uma vida com o Toy Bonnie, tu tinhas casado com a Marinete. E ambas eram a donas da máfia. A Killer Toy e a Puppet, as mais temidas! E o casal mais apaixonado.


Notas Finais


Acabouuuu! Ahahah, que tal? Bem a proxima história é de Toy Bonnie x Reader!
Espero que tenham gostado, até o próximo cap, adeus CupyCakes e Why so serious?


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