História FNAF: One Body, Two Minds - Capítulo 1


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Circus Baby
Visualizações 5
Palavras 552
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Terror e Horror, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Talvez eu continue, talvez não. Se eu tiver ânimo, eu continuarei.

Capítulo 1 - O Início do Pesadelo


Fanfic / Fanfiction FNAF: One Body, Two Minds - Capítulo 1 - O Início do Pesadelo

Elizabeth Afton

Já pensou em como deve ser compartilhar um corpo com alguém? Não como ter nascido colado no seu irmão gêmeo, não não, algo menos físico. Duas mentes dentro de um único ser, algo único. Era nisso que meu pai "trabalhava", retirar mentes e colocar em um outro corpo. Desde que meu irmão entrou em coma, ele tem tentado fazer ele acordar, tirando sua mente e colocando dentro de um… robô? Isso não é estranho? E impossível? Era o que eu achava. Era o que todos nós achavamos. Aí ele começou a sair de casa do nada, sempre com aquela fantasia velha, e tinha vezes que eu dormia sem vê-lo voltar. Meu outro irmão parecia um fantasma, eu nunca via ele saindo do quarto, se culpando pela morte do caçula. Isso me machucava tanto, mas também me enchia de raiva. Ele não tinha o direito de chorar pela morte dele. Ele mesmo, naquelas brincadeiras idiotas, matou o meu irmão. Mas ele parecia arrependido, e eu não conseguia não sentir pena.

Era pra ser um dia feliz. Meu pai pixou meu irmão e eu pro carro, e nos levou pro restaurante dele, que ia finalmente abrir as portas. Com aqueles robôs fantásticos, cheios de canções e coreografias que ele mesmo fez! Era o paraíso pras crianças da minha idade, cheio de comida, luzes e diversão. Até que eu me apaxionei por uma das robôs.

— Papai! Olha aquela! Ela é tão bonita! - Disse eu, cutucando o meu pai.

— Eu fiz ela pensando em você. Sabia que ia adorar. - Ele faz um cafuné em mim, com um sorriso forçado, tentando ser gentil. O enorme cansaço que ele sentia não lhe deixava muito animado.

Então, eu, como toda criança, me aproximei do palco onde ela estava, e comecei a assistir o show. Meu pai, alarmado, me deu um puxão, me tirando de lá. Ele não queira que eu me aproximasse dela de jeito nenhum.

— Mas pai! Você fez ela pra mim, não foi? Por que eu não posso ver o show?

— Não é não, Elizabeth! Não quero você perto dela!

Então, depois de fazer birra, sentei numa cadeira próxima. Fiquei a observar o show dela, o show da Circus Baby, a atração principal. Eu queria estar lá, ouvir suas músicas, abraça-la. Eu vi que o show estava esvasiando, e meu pai se distraindo com uma conversa de adulto. E eu fui pra lá, sorridente. A robô teve uns momentos estranhos. Ela fechou os olhos, e eu ouvi algo dentro dela. Ela abriu sua barriga, e tirou uma casquinha de sorvete! Como eu queria aquilo. Num impulso, eu subi no palco. A Baby fez um som alto, e seus olhos reviraram, enquanto as placas metálicas de seu rosto abriam e revelavam a face de seu endoesqueleto de aço. De sua barriga, saiam fios que se enrolaram em mim, e me puxavam para dentro. Eu ouvi meu pai gritando, desesperado. Até que eu me vi presa dentro do corpo da Baby. Algum sistema estranho se ativava, e quando eu percebi, estava sendo esmagada por molas incrivelmente fortes. Crack. O som dos meus ossos quebrando e minha carne sendo rasgada eram ouvidos até mesmo de fora da animatronic, que agora tinha sangue saindo de seus orifícios. 

Doeu por um momento, mas só por um momento.



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