História Foda-se (Castiel) - Capítulo 4


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dajan, Iris, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Professor Faraize, Violette
Tags Armin, Castiel, Docete, Nathaniel, Priya, Sadomasoquismo, Violette
Visualizações 20
Palavras 2.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Esporte, FemmeSlash, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


comenten fetiches que vcs querem ver nos prox caps

Capítulo 4 - Bichinho da mommy I


Fanfic / Fanfiction Foda-se (Castiel) - Capítulo 4 - Bichinho da mommy I

Acordei da minha confortável soneca com um peteleco na testa. Eu tinha capotado em baixo de uma árvore grande e linda na parte de trás do pátio. Como não era de cara para as entradas era mais tranquilo e passava um ventinho bom... Dormi lendo Solaris, um livro que eu gosto.

Abri os olhos devagar tentando entender o que estava acontecendo. Quando olhei para o lado Castiel estava lá. Uma das pernas ajoelhadas no chão e a outra com os pés no chão e o braço apoiado em cima, suponho que ele me deu o peteleco com a mão que agora estava apoiada no chão para manter o equilíbrio.

  - O que você esta fazendo aqui? - Falei de forma meio arrastada pelo sono. Não tenho certeza, já que estava em um estado meio zumbi, mas acho que vi ele dar um sorrisinho, não sarcástico. - Já tá na hora da aula? - Perguntei bocejando.

  - Não. - Ele disse rindo. - Já acabou, você dormiu aqui durante a aula.

  - É o quê!? - Levantei num pulo de desespero - Eu fui o único que viu que você estava aqui, Rosa e Alexy ficaram preocupados e assumiram que você tinha faltado hahaha.

  - Filho da puta!! E por que caralhos você não me acordou, arrombado!? - Ele ria muito do meu desespero.

Comecei a dar tapinhas em seu abdômen e ele riu mais ainda. 

  - Você sabe que eu tenho o dobro da sua força, né? - Ele me olhou com lágrimas nos olhos de tanto rir. - Eu sei que você é forte, na verdade está acima da média de força das garotas... Mas da uma olhada nos meus músculos, realmente acha que me vence nessa? - Ele disse sarcástico conseguindo me arrancar uma risadinha de canto de boca.

  - Convencido demais - Ri e ele também.

  - Qual é... Eu te pago um salgado? 

  - Perdoado! - Ele caiu na risada desta vez. - Você foi à aula? - ele fez que sim com a cabeça. - Alguma matéria relevante?

  - Geral passou a aula conversando, eu fiquei compondo com o Lysandre.

Ele me ajudou a levantar. Peguei Solaris e pus na mochila. Comecei a fuçar em busca de um casaco porque tinha começado a ventar demais mas não achava nada. Não é possível que eu esqueci de novo...

  - Yoko? - Castiel me olhou. Eu disfarcei o frio e fungi que não estava procurando nada. - Sabe que não da para esconder, né? Você tá arrepiada. Esqueceu o casaco? - Abaixei a cabeça com um pouco de vergonha e assenti. - Cabeça de vento. - Eu dei um peteleco na testa dele e ele sorriu, gosto do sorriso dele... Pera, quê? Como assim eu gosto do sorriso dele? Eu tenho pensado essas coisas recentemente, o que tá dando em mim!?

  - Aqui, - Ele me entregou a jaqueta dele. - Pode parecer que não mas esquenta bastante. - Ele colocou nos meus braços e vestiu. Deu um risinho.

  - O que foi?

  - Ela fica gigante em você haha. Fica parecendo uma bonequinha hahahaha... - eu corei muito.

  - Paraa! - Dei tapinhas no seu abdômen com as mangas cobrindo meus pulsos porque realmente estava grande, mas eu não ia admitir nem fodendo. Ele riu e segurou meus braços na frente do peitoral dele me olhando. Virei o rosto para o lado e falei baixinho - É óbvio, né... Você tem 1,80 e eu tenho 1,65...

  - Realmente. Toma! A gente faz uma troca - Ele abriu a mochila e pegou um caderno.

  - Você trouxe!! - peguei meu caderno contente e abracei-o com as mãozinhas escondidas pelas mangas enquanto sorria. Tive a impressão de que ele corou, mas foi imaginação. - Desculpa, Castiel. Mas eu tenho que ir agora...

  - De boa. Eu te pago um salgado no almoço de amanhã. - Ele falou se virando de costas e indo em direção a sala enquanto fazia um gesto de tchau, retribui.

Fui andando para casa e resolvi parar no parque. Abri meu celular e vi uma cacetada de mensagens da Rosa e do Alexy perguntando onde eu tava.

Whatsapp>Grupo>Bixas>

Eu: oi gnttttt, digamos que eu dormi de mais kaka

Pink: eu tr mato da próxima, vc matou a gnt de sustoooooooooooo

Lelexy: simmmmmmmm to chateadu

Você: gnttttt
Você: que issuuuuuuuuu. eu vou me controlar psra não fazer mais, belê?

Fechei o grupo vendo que chegaram umas notificações deles aceitando as desculpas. Rolei os chats e me surpreendi com uma mensagem do Kentin. Nela estava dizendo que ele estava mal e precisava conversar. Respondi com "Meu amor, o que houve? Vai lá para casa que eu te ajudo, ok? Tô no parque indo para lá." Ele vizualizou e confirmou.

Corri para casa pois estava preocupada. Chegando lá subi para o meu quarto trocar de roupa. A jaqueta do Castiel era super confortável e não estava com vontade de tirar. Resolvi que ia por uma camisa despojada de casa por baixo da jaqueta e um short de malha. Coloquei os cadernos e livros de matérias na minha estante e deixei o meu caderno de partituras na minha cabeceira, do lado do meu violão.

Desci as escadas sem pressa e decidi fazer uma vitamina de morango, Kentin ama e eu também.

Peguei os morangos, disquei o número do meu pai. Enquanto eu partia os morangos ele atendeu e eu pus no viva voz.

  - Oi, pai. 

"Oi, filha. Tô no horário de almoço e um estresse que nem te conto."

  - Sério? O que houve? - Liguei a máquina, ela era bem silenciosa então colocar o celular no ouvido foi o bastante para não interferir na ligação.

"Me colocou para trabalhar no meu dia de folga e disse que não seria remunerado" Ele disse suspirando exausto.

  - O quê!? E você negou, né? - Eu odeio o chefe dele.

"Eu ia, mas ele disse que ia me demitir se não fosse..."

Deitei no sofá e comecei a reclamar. - Esse cara é um monstro! Queria que desse para denunciar esse merda!! - Balancei as pernas irritada, mesmo que meu pai não fosse ver, eu descontei minha raiva no sofá de qualquer jeito.

"Ain, eu também, amor... Mas falando de você, como você tá?"

  - Pai, eu tenho uma longa história...

"Eu adoraria falar 'eu tenho tempo' mas eu realmente não tenho. Desculpa, filha." Ele disse claramente triste. "Tem como você tentar dar uma resumida?"

  - Como se você tivesse culpa... - Disse com um tom amoroso pare reconfortá-lo. - São realmente vários tópicos mas eu posso resumir um. Tô tendo pensamentos estranho com o Castiel. - Disse direta .

"O pimentão?" Eu dei um risinho não so pelo fato do meu pai sempre usar o apelido mas também por ele ter falado com um tom muito surpreso.

  - Yep. - Levantei para tirar a vitamina e por em uma jarra. - Bizarro, né?

"Sim... Já parou para pensar que você pode estar interessada nele?" Engasguei com saliva deixando entornar um pouco de vitamina mas que eu rapidamente limpei. "Pela sua reação acho bem provável, sério." 

- Não sei não, pai... 

"Por que não tenta?" Quase joguei o telefone na parede.

  - Me confessar!? Endoidou!? Eu nem sei se eu gosto dele e posso acabar perdendo um amigo!

"Claro que não, anta! Ai, ai, ai... É muito burra..."

  - Puxei você. - Disse tomando um pequeno gole para provar como estava. Estava bom, Ken ia gostar.

"Chata. Mas é sério agora. Você já é amiga dele, tenta ficar mais próxima e vai vendo como seu corpo reage. Na pior das hipóteses você ganha um melhor amigo."

  - Isso até que faz sentido, posso tentar. - Ouvi a campainha tocar. - Pai, preciso ir, Ken acabou de chegar aqui. Ele disse que tava mal e eu chamei ele, preciso atender.

"Vai lá. E não esquece, me conta todas as fofocas. Tu sabe que eu sou curioso hahaha." Ri na ligação. Eu devo ter o melhor pai do mundo mesmo 

  - Beiju - ele se despediu rápido e voltou para o trabalho.

Joguei o celular no sofá e fui correndo na porta atender. Ele tinha um semblante realmente triste.

  - Oi... - Eu estava muito preocupada. Sem saber o que fazer dei um abraço nele.

  - Está tudo bem, eu tô aqui. - Falei com o corpo dele contra o meu.

  - Yoko... - Ele começou a chorar no meu ombro.

Para mim ele é um bebê. Não gosto de vê-lo triste, muito menos chorando. É tortura.

Entrei com ele e ele sentou no sofá. Peguei um copo de vitamina e ele tomou satisfeito.

  - O que houve? - Perguntei amorosa e preocupada.

  - Promete que não vai rir de mim nem contar para ninguém? - Dei um sorriso e um beijinho na testa dele.

- E eu tenho cara de quem faz isso? - Disse testa com testa e vi ele sorrir e secar as lagrimasinhas nos olhinhos.

  - Eu tive um sonho erótico... - Ele disse como se fosse a pior coisa do mundo.

  - Mas, bebê. Isso é normal...

  - Mas eu nunca tinha tido - ele disse com olhinhos envergonhados e chorosinhos. Parecia um menininho inocente. - E foi... Constrangedor...

  - Por quê? - Imaginei que ele ia dizer que era pelo sexo em si mas antes de mais nada deitei ele no sofá com a cabeça no meu colo enquanto fazia um cafunesinho. Ele era tão fofo, se aconchegou nas minhas coxas como se fosse uma casinha.

  - Porque eu era... Eu estava... - Ele escondeu o rostinho atrás das mãos e eu ouvi uma vós chorosa. 

  - Não precisa ter vergonha de mim... Me conta, eu não vou te julgar. Era com um menino, é isso? - disse tirando os bracinhos do rosto e fazendo mais carinho. - Vamos. Eu sei que você consegue. - Encorajei.

  - Era com uma menina... Mas eu estava... Ela estava... - Dei um sorriso para que ele se acalmasse, ele suspirou e continuou. - Eu tava de quatro, ela me dava palmadas e eu gemia... - falou em um tom extremamente baixo.

Pronto, já me imaginei dominando-o por completo. Deixando aquela bundinha vermelhinha, fazendo ele implorar por mais... Ai, fodeu.

  - É normal. - Sorri e ele ficou com um rosto interrogativo. - É sério, muitos garotos são submissos. Não tem nada de errado nisso. 

Ele abraçou minhas pernas. Acredite, já tive muitos subs e vários eram do tipo fofinhos e carinhosos, quando olhei para ele com aquele olhar parecia que ele estava implorando por prazer. Preciso me concentrar.

  - Kentin... - Eu suspirei criando coragem. - Você quer que eu te ajude com isso?

  - Como, Yo? Você conhece alguém para dar palmadinhas em mim? - Ai meu coração, socorro. Queria muito foder ele enquanto ele me chamava de mommy. Ele era um bebê... Tão inocente... Tão lindo...

  - Conheço. - Ele deu um sorriso animado e fofo, já não estava mais com vergonha de agir de jeito fofo. - Eu...

Ele se escondeu nas minhas coxas e encolheu as perninhas. Na hora que ele fez isso pude ver que seu membro estava começando a ficar duro.

  - Eu sei que você gosta de mim, e eu não posso corresponder esse sentimento romântico... - Não o vi fazer nenhum movimento. Me aproximei de seu ouvido e falei com uma voz rouca - Mas eu posso foder você até você gozar. O que acha?

Vi de relance o membro dele endurecendo mais ainda. Ele estava parado. Até que em um momento, ele levantou devagarinho e deu um beijinho na minha bochecha, depois se escondeu no meu ombro. Estava tão envergonhadinho... Ele mexeu a cabeça para cima e para baixo encostado no meu ombro fazendo o gesto de "sim". Nessa hora eu tive certeza que ele queria.

Coloquei a mãozinha em seus cabelos fazendo carinho enquanto virava um pouco o rosto para deixar minha boca próxima ao seu ouvido. - Vamos, baby. Mommy vai te treinar para ser um bom garoto...


Notas Finais


COMENTARIOS POR FAVOOOOOOORRRRR


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