História Foi assim... (Gastina) - Capítulo 7


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nico, Nina, Pedro, Simón
Tags Gastina, Lutteo, Sou Luna
Visualizações 140
Palavras 1.729
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Foi assim... (Gastina) - Capítulo 7 - Capítulo 6

As três olhavam atônitas os homens no palco já completamente embriagados cantando uma música do Matisse que particularmente era uma das favoritas de Nina. As três não conseguiram desviar os olhos de lá, eles estavam tão concentrados que não notaram a presença delas ali. Ouviram suspiros vindo da mesa ao lado e reviraram os olhos simultaneamente. Os três homens no palco mantinham os olhos fechados e suas vozes eram realmente inebriantes, cada um com seu charme mais igualmente apaixonantes. As três ouviram mais suspiros vindos da outra mesa e Âmbar foi a primeira a se revirar na cadeira incomodada. Há tempos não via Simón cantar, aos olhos da loira o moreno ficava incrivelmente sexy fazendo isso e saber que outras mulheres estavam o admirando mexeu com ela.

Matteo foi o primeiro a abrir os olhos e quase se engasgou no meio da nota quando avistou Luna que o encarava como se quisesse o matar e o beijar ao mesmo tempo. Se recuperou rápido e deu seu típico sorriso de lado fazendo a morena revirar os olhos e sorrir. Gastón cantou a última parte e Simón o acompanhou e foi só então que os dois abriram os olhos. Simón sorriu ao ver que Âmbar o olhava sem desviar o olhar e mordeu os lábios antes de tomar a iniciativa de ir até a loira.

Âmbar começou a respirar com dificuldade de repente parecia que a atmosfera havia perdido todo o oxigênio.

- Será que a gente pode conversar? O moreno sussurrou próximo ao ouvido da loira e ela sentiu todos os pêlos de sua nuca se eriçarem.

- Cla-claro. Ela gaguejou um pouco e se xingou mentalmente por tal deslize. Luna e Nina se entreolharam e sorriram. Gastón olhava atentamente Nina mas quando a morena o encarou ele desviou o olhar e passou pela mesa delas sem ao menos cumprimenta-las. Nina sentiu um peso no seu coração e se perguntou como uma pessoa podia mudar tanto em apenas um dia? Não estava acostumada a ser tratada com indiferença e o que o moreno fez a deixou furiosa, principalmente com ela mesma por acreditar que eles podiam ser ao menos amigos. Viu Matteo se aproximando e decidiu ir embora aquela noite já tinha dado para ela, despediu-se de Luna afirmando que chamaria um táxi e disse para a morena não se preocupar com ela. Saiu de lá quase correndo, avistou de longe Âmbar e Simón conversando, a loira tinha uma mão na cintura e a outra gesticulava no ar, Nina sabia que ela estava nervosa e no outro dia com certeza saberia o que houve. Pegou o celular nas mãos para verificar o horário e se assustou quando viu que era quase meia noite, viu também uma ligação do pai, provavelmente o mesmo teria ligado para avisar que já havia chegado. Desviou o olhar do número do pai e do de Luna e o nome de Andre piscou na tela, Nina se perguntou o que ele queria já que o mesmo não aceitou o fato dela viajar. Viu um táxi se aproximar e deu sinal parando o mesmo, entrou informou o endereço e o motorista seguiu caminho enquanto a morena pensava na ligação do ex. Sua curiosidade era demasiada grande e quando deu por si já havia teclado o número dele e esperava o mesmo atender. No terceiro toque ele atendeu.

- Alô? Sua voz era de sono e Nina levou a mão a testa se culpando por ligar aquele horário. Engoliu a seco e falou:

- Oi Andre, desculpa te retornar só agora…

- Nina? A voz do rapaz agora parecia mais ligada. - Não tem problema. Eu… Eu só queria saber se posso ir te ver? A morena hesitou por um momento e o ruivo engoliu em seco. Sabia que tinha sido preceptado na decisão de terminar o namoro e se arrependia dessa decisão.

-Claro que pode, antes de tudo somos amigos e sinto falta das nossas conversas. Quando você vem?

- Na verdade já estou em Buenos Aires. Nina arregalou os olhos com a informação. - Vim para uma conferência.

- Que legal! Em qual hotel você está?

- Pra falar a verdade eu nem sei o nome. Ele deu uma risada e Nina o acompanhou. Conhecia bem o rapaz e sabia o quão distraído ele era. - Chegamos hoje, só fiz o check in e joguei-me na cama. Que tal nos vermos amanhã?

- Pode ser. Agora tem que ser a noite, eu estou trabalhando. A morena fala com um sorriso no rosto.

- Uou! Quantas mudanças! Claro que pode ser, estou louco pra te ver. Nina estremeceu, tinha convicção da escolha deles e não queria voltar com Andre, mas não queria perder sua amizade.

- Então até amanhã. Eu te ligo para combinar o horário e o lugar. Boa noite Andre.

- Boa noite Nina! Até amanhã. O telefone foi desligado no mesmo momento em que o táxi parou em frente a casa de Nina. A morena pagou o taxista e adentrou em casa. Ricardo estava dormindo no sofá e a tv estava ligada, Nina sorriu tinha certeza que o pai dormiu ali esperando por ela. O chamou calmamente e quando o mesmo abriu os olhos sorriu para a filha, levantou-se beijou a mesma e foi para o quarto. Nina desligou a tv e subiu para o seu quarto também. Rumou diretamente para o banheiro ou se jogaria na cama do jeito que estava tamanho seu cansaço. Depois de um banho quente, vestiu sua camisola favorita e deitou na cama e não demorou para que ela adormecesse.

Gastón estava sentado na mesa quando uma loira se aproximou, a mulher tinha um sorriso afetado e seu vestido era colado no corpo acentuando suas curvas. O moreno deu um gole na bebida e sorriu de lado. Aquela noite prometia e ele precisava esquecer a cena do elevador. - Você canta bem, parabéns! A mulher falou sentando-se na cadeira ao lado do rapaz.

- Eu faço o que posso, embora ache que seja muito bom em outras coisas também. Gastón passou a língua pelos lábios e sorriu de lado deixando bem claro quais eram suas intenções com a loira.

A mulher balançou a cabeça e sorriu minimamente levando o copo com bebida aos lábios antes de o responder.

- Então terá que provar. Talvez eu tenha tempo para me certificar que seja bom em outras coisas também. O moreno jogou o dinheiro em cima da mesa e saiu segurando a mão da mulher. Como tinha ido com Matteo, Gastón pegou um táxi e antes mesmo deles chegarem ao hotel começaram a se agarrar, os beijos eram estalados e as mãos de ambos se exploravam. Quem visse a cena imaginária que eles estavam em abstinência. Chegaram ao destino e o moreno não deu tempo para a loira apreciar as preliminares e partiu para o ato. Os gemidos eram audíveis e quando Gastón chegou ao clímax e o nome que saiu de sua boca fez a loira sair do estado de torpor.

- De quem você me chamou? O moreno franziu o cenho sem entender o porquê da perguntar. A mulher estava furiosa, tinha plena certeza que era incrível na cama e se sentiu humilhada de ter seu nome trocado.

- De Nanda. Não é esse seu nome? Ele perguntou impaciente e a mulher bufou.

- Eu não sou surda, eu ouvi muito bem quando você falou Nina. Gastón tinha consciência do que falou porém não admitiria nem para ele mesmo e nem para a mulher a sua frente. Engoliu em seco quando viu a mulher pegar suas roupas e vesti-las. Nanda terminou de se vestir e se dirigiu a porta.

- Você já vai? Não acredito que vai fazer isso só por causa de um nome. A loira soltou uma risada ruidosa acarretada de sarcasmo fazendo o rapaz engoli a seco suas próprias palavras.

- Eu queria me divertir e ter uma noite prazerosa, não ser humilhada depois de ter dado prazer a um homem. Como se sentiria se eu chamasse o nome de outro homem enquanto estava transando com você? Gastón ficou calado, não tinha o que ser dito. - Foi o que pensei. A loira saiu do quarto e fechou a porta com força. Gastón ficou parado olhando pra porta enquanto tentava entender o que estava acontecendo com ele e qual era o sentido de tudo aquilo?

Simón ainda estava sentado no mesmo banco desde que Âmbar se foi. O moreno pensava e repensava as palavras da loira e se perguntava como tinha sido tão burro.

Flashback

- Âmbar por favor me perdoa, eu sei que pisei na bola mas…

- Tudo bem Simón! A loira tinha um sorriso estonteante nos lábios.

- Eu… marquei outro encontro pra você. A boca de Âmbar se abriu em um perfeito O. Ela tentava entender onde ele queria chegar com tudo aquilo, será que ele era cego?

- Qual é o seu problema? A loira gritou pondo uma mão na cintura e gesticulando com a outra. Simón deu um passo para trás com o susto que levou ao ver o estado de nervos dela.

- Eu só quero te ver feliz. Âmbar soltou um riso sarcástico.

- E você acha que eu preciso de alguém pra isso? Simón olha… eu odeio esses encontros. Nenhum daqueles homens me faria feliz e mesmo que um deles fizesse acho que eu teria capacidade de escolher.

- Desculpa Âmbar. Eu só não quero te ver sozinha. Me diz só porque nunca dar uma chance para nenhum deles?

- Porque eu já amo alguém! A loira exclamou. Estava cansada de esconder aquilo do rapaz. Simón arregalou os olhos surpreso e sentiu uma dor no peito.

- Quem é ele? Sua voz vacilou um pouco mas logo voltou ao normal. Âmbar soltou o ar que estava preso e olhando diretamente nos olhos dele falou: - Você! Eu sou apaixonada por você! A loira tinha os olhos brilhantes por causa das lágrimas. Simón abriu e fechou a boca mas nenhuma palavra foi dita. Âmbar suspirou e uma lágrima sorrateira escapou de seus olhos. Ela vendo que não ouviria uma resposta virou as costas para ele e foi embora sem olhar pra trás.

Flashback off

- Como pude ser tão burro? Será que ela vai me perdoar? Será que ela me daria uma chance? Essas eram as únicas perguntas que rondavam a cabeça dele naquele momento. De longe Âmbar observava o rapaz e suspirava. Ela o amava mais cansou de sofrer e a decisão que tomou com certeza o ajudaria a esquece-lo.



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