História Foi de Repente - Parte III - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Adulto, Amizade, Amores, Bebes, Bebidas, Brigas, Clichê, Colegial, Drama, Encontro, Festa, Originais, Romance
Visualizações 22
Palavras 1.597
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá manos, oh quem voltou!!!!! Euzinha, demorei? Um pouquinho só né?
Estou animada com essa parte da história, estou tentando uma pegada diferente das outras e espero que gostem, tanto os novos quantos quem já acompanhava. Quero trazer algo diferente, tô com fé que vão curtir, ansiedade a mil pra saber o destino de Calena, não me perguntem pois nem eu sei.
SEJAM MUITO BEM VINDOS E ENJOY!

Capítulo 1 - Cap 1 - Parte III


Olá, sejam bem vindos ao Foi de Repente - Parte III, talvez vocês não me conheçam, eu sou a 3° pessoa e vou contar alguns momentos pra vocês no meio da história, espero me adaptar bem e conto com vocês, ok? Antes de tudo, vou dar o parecer da história, pra vocês não se perderem tanto, mas… Se você ainda não leu as partes I e II, recomendo, prometo que vai ser legal e se não achar, dou seu dinheiro de volta revestido em um ditado “vamo fazê uq?” hahahaha, sou muito ousada mesmo, enfim…

Carlos e Milena tiveram uma séria discussão e desde então estão separados, aqui vocês vão ver se há uma volta ou não, tudo será possível aqui. Eu espero que não seja tudo flores, eu gosto é de barulho, mas minha opinião não importa pra dona autora, então, vamos ao que interessa, fiquem com o inicio de mais um capítulo da vida de #Calena e seus amigos. Beijin’


 

Carlos’s pov on

[ Gostaria de indicar uma música pra esse cap 'Onze:20 - Sem Dúvida' , ela martelou muito enquanto eu escrevia, não vou mentir, chorei, então se quiserem vibes só pôr pra rolar, se não conhecerem, indico e se não gostarem da minha banda, entendo, mas peço que escutem mesmo assim haha ]

Não sei estava bem, eu não ia ficar, era minha certeza, já fazia um tempinho que eu estava no sofá segurando a minha vontade de atender a ligação dela e de responder suas mensagens, mas eu simplesmente, não podia. Não tinha como, eu precisava desse tempo.

Minha campainha toca e eu não faço ideia de quem seja, só falei com Alberto, me arrastei até a porta, devia estar completamente acabado.

Eu: Raí? - me assustei, não o esperava ali.

Raí: Eaí cara, posso entrar?

Dei passagem pra ele entrar, ele parecia tranquilo, porém sério.

Eu: Eu não te esperava aqui, achei que estaria com a Mih. - olhei pra ele pensando em como ela deveria estar, sua face estava tão triste decepcionada.

Raí: Ei… - chamou minha atenção — Quer conversar?

Eu: Você sabe como ela tá? - eu tinha essa necessidade de saber.

Raí: Não vou mentir, ela está bem mal. - abaixei a cabeça. — Não se preocupe, ela não está sozinha, nem você. Então cara, eu tô tentando entender o que houve. - ele falava calmo.

Eu: Você sabe, não estava dando mais pra mim ficarmos desse jeito. A gente quase não se vê mais, e então eu a chamei pra passarmos um fim de semana mais tranquilo e advinha o que ganhei de resposta? “Não posso”, eu tô cansado, ela nunca pode nada, mas eu sempre posso tudo, por que ela não pode abrir mão de algo no trabalho por mim? - eu tava chateado demais com tudo, estava tudo uma merda. E era bom pôr pra fora. — O pior é que eu tô me odiando por fazer isso, eu amo aquela garota, mas ela só vê o trabalho dela, não estou mais incluso. Pode parecer egoísmo meu, mas a partir do momento que no periodo de quase um ano, sua namorada não poder fazer nada nunca com você por causa disso ou daquilo, é dificil demais. A gente não saía mais, cara, programa a dois não existia, eu sentia que só eu estava namorando, tá ligado?

Raí: E você não pensou em conversar com ela sobre isso?

Eu: Como eu pensei, mas eu não queria que ela pensasse que eu queria que ela não trabalhasse com o que ela gosta, botando inpensilios toda vez que ela fosse viajar, você conhece a Milena, ela ia começar a ficar muito puto comigo por eu achar que não tem necessidade de todas essas viagens. - ele assentiu. — Então eu preferi guardar tudo pra mim, mas agora que eu a chamei pra termos uma folga e ela simplesmenelte respondeu “não vai dar” eu explodi e pus tudo pra fora de uma vez e agora ela já me ligou e mandou mensagens e eu tô quase quebrando esse celular pra não atender, eu não posso falar com ela agora. - enfiei o rosto nas mãos.

Raí: Pow cara, eu sinto muito por vocês, já passaram por tantas juntos, vão conseguir superar essa também. - ele deu tapinhas nas costas. — Você sabe que eu não aguento ver a gordinha sofrendo, então, não garanto nada que eu venha que nem um doido dar um soco na sua cara por ter largado ela. - o olhei meio assustado, mas vi o sorriso de conforto em seu rosto e ri fraco.

Eu: Valeu mesmo por estar aqui, sempre lembro de como eu era imbecil pelas coisas que eu pensava de você e sempre que teve oportunidade me ajudou.

Raí: Isso é passado, já é? Como a Milly está em boas mãos, vamos jogar um video game ou ver umas partidas porque ninguém merece ver essa sua cara de cuzao abandonado. - eu ri desse idiota que tenho como irmao. — A minha mulher disse que Grazy vai passar aqui mais tarde, fechou?

Eu: Ela vai acabar comigo. - estava esperando seus discursos.

Raí: Com certeza, mas no final sempre vale a pena.

Eu: Obrigado de novo cara, fica a vontade vou lavar essa cara e volto. - ele fez que sim, já indo pra cozinha. De fato, não posso reclamar dos melhores amigos que eu tenho.

_______//_____

An: Grazy para de roubar, óbvio que voce me jogou pra fora da pista!

Gz: Deixa de ser chorão Dé! - mandou lingua pra ela.

Esses dois chegaram aqui fazendo a maior algazarra. Grazy disse umas verdades, além de me chamar de covarde imbecil, coisa que eu já sabia. Porém depois, recebi seu abraço e suas palavras de conforto que sempre me faziam bem. E agora estávamos jogando um jogo infantil de corrida e tomando uma cerveja.

Eu: Porra André, chora muito.

An: Eu só não te respondo em respeito a sua dor. - eles gargalharam e até eu acabei rindo.

Gz: Não fala isso pro Carl! - repreendeu rindo, cara de pau.

Eu: Tudo bem Grazy.

Raí: Galera, tá tudo muito legal, mas eu tenho que ir pra casa. - cumprimentou os presentes. — Amanhã eu te dou noticias. - assenti o levando até a porta.

Eu: Cuida dela por favor.

Raí: Fica tranquilo. - me deu um abraço e foi.

_______//______

Já sozinho, no meu quarto, tudo voltou a ficar difícil, fora que o cheiro dela parecia estar muito mais forte, peguei o celular, vou ligar pra ela, não, não não não. Pus o braço sobre os olhos, eu me sentia mal, vazio, senti minha respiração entre cortando, e quão clichê seria se eu dissesse que fiquei em posição fetal chorando que nem uma criança? Mas é a mais pura e decadente verdade, eu perdi a mulher da minha vida e o pior é que fui eu que fiz tudo isso, eu sou um merda! Abafei a cara no travesseiro em pura frustração. minha noite ia ser longa, longa demais.

______//_____

Passei o outro dia no silencio, a nossa discussão parecia um filme gravado no meu cérebro, hoje eu ia pro hospital, pensei em não ir, mas ficar aqui é bem pior e hoje fico na área pediátrica.

Antes de sair de casa, respondi Grazy que perguntou como eu estava e disse que deixou comprado meu café antes dela ir, ela dormiu aqui.

Comi apenas um pão e um copo de suco, olhei novamente meu celular e não tinha mensagens e nem ligações dela, talvez ela tenha desistido, suspirei e segui meu caminho.

Estar com as crianças me fazia um bem enorme, e como era dia de estágio eu não ficaria muito no hospital, mas deu pra renovar as energias, o pessoal deve ter percebido que eu não tava muito legal, então me deixaram mais quietinho.

Voltei pra casa, tomei um banho, eu me sentia melhor, de alguma forma, resolvi comer um sanduíche mais reforçado e fiquei vendo um filme aleatório da tv. Estava deitado no sofá, a noite, meu telefone apita e me pego lendo isso:

My girl: “Eu sei que fiz tudo errado, Carlos, mas por favor, fala comigo pelo menos. Eu sei que você está com raiva de mim por tudo que eu não vi no nosso relacionamento, mas ver o nosso fim tá sendo muito dificil pra mim. Eu espero mesmo que não duvide do meu amor por você, ele ainda é tão forte como quando começou. Sinto muito por tudo, espero que um dia me perdoe. Te amo.”

Bloqueei o aparelho na mesma hora, ela não podia me fazer fraquejar assim. Tenho certeza que não voltaria a ser a mesma coisa, então prefiro sofrer no meu canto. Eu não ia chorar mais. estava decidido, mas como sempre, se tratando de Milena, eu sou um fraco idiota. Olhei a aliança no meu dedo, eu não sei quando eu teria coragem de tirá-la, acho que nunca, aí seria real demais e eu não estou preparado pra isso.

Me recuperei um pouco e fui nas redes sociais, eu sabia que ela estava no Raí, pois tinha fotos deles e stories, e vi o dela tambem, pois é eu ainda acompanhava tudo que ela fazia, ela não parecia nada com a garota radiante que eu conheço, mas estava sorrindo graças ao Raí e a pacotinho que é amor da vida dela, mais que eu, ri do meu pensamento. E vejo a foto que ela postou com Clarissa, lindas, como eu queria abraçá-la e dizer que tudo ia ficar bem, mas como? Se nem eu sabia se ia mesmo.


Notas Finais


E então...? Me ajudem que eu tô nervosa, não sei se ponho o outro cap hoje ainda ou deixo pra depois.
E vocês, curtem essa interação mais direta com vocês leitores?? Espero que tenham curtido de verdade e se puderem me ajudar com feedback, vou gostar demais 💕
Mais uma vez, bem vindos!!!


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