História Foi de repente - Capítulo 57


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Categorias Histórias Originais
Tags Adolescente, Amizade, Banda, Comedia, Drama, Intriga, Jovens, Musica, Romance
Visualizações 21
Palavras 492
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eaí, acharam que eu não ia voltar tão cedo, né?! Kkkkkk TAMBÉM ACHEI, mas a mudança no clima ocasionou na mudança de planos aqui, então volteeeeiiii!
Quem quer mais um cap grita: ENJOY!

Capítulo 57 - Cap 54


Eu já estava no auge da minha diversão, estava bebendo, dançando, brincando, zuando, rindo demais com os meus amigos, seria legal se o Vini pudesse estar aqui, mas como ele não pôde, só os meus amigos já me bastavam.

Ma: Feliz Milena? - revirei os olhos ao ouvir aquela voz perto de mim.

Eu: Pelo seu tom, eu não deveria estar nem um pouquinho né?! - Cruzei os braços, ela parecia um pouco alteradinha.

Ma: Eu queria saber por quê? Por que essa facilidade toda em ter amigos, uma pessoa como você. - ela apontou pra mim em deboche, mas ali eu vi que ela era digna de pena, era uma pessoa infeliz, era claro, o que eu nunca entendi é: por que eu?

Eu: Maria, me ajuda a te ajudar no dia de hoje, não me faça cometer nenhuma loucura ok? Quando você tiver sóbria, podemos ter essa conversa, mas agora eu tô muito ocupada, sendo feliz, coisa que você deveria estar fazendo também. Felicidade é uma coisa tao gostosa, mas parece que você nunca experimentou. - dei um gole na minha bebida, sua cara murchou, cheguei a ter a impressão de ver seus olhos lacrimejarem. Alberto se aproximou de nós, seu rosto mudou.

Al: Eaí meninas! - chegou animadíssimo.

Ma: Betinho. - arqueei as sombrancelhas, ela se virou sorridente pra ele.

Eu: Que porra é essa Alberto? - pensei alto.

Al: Fica suave amorzona. - mexeu numa mecha de cabelo meu. Olhei pra ela com raiva, ela tá me tentando. — Hora de abrir os presentes. - bateu palmas. — Uhuu! - saiu me puxando, e a vagabunda me deu um tchauzinho.

Ta: Hora dos presentinhos, amiga! - as pessoas pararam pra ver o momento.

Abri os presentes dos meus amigos, retribuindo com abraços apertados a todos e o presente mais doido foi o do Lucas, vai ser uma tatoo que faremos juntos. Tô dizendo que ele é demais, mesmo sabendo que eu morro de medo de agulha.

Iz: Agora tem o presente de um cara muito bacana.

Lu: Pois é, eu como porta voz dele, peço que abra por favor. - ri de sua postura “séria”

Fui abrir a caixa que eles me direcionaram, tinha o nome do Vinicius, a caixa era no tamanho mais ou menos de uma TV 32’ , toda colorida, com um laço branco em cima. Abri e tinha um monte de papel, comecei a rir. Como achei que talvez, tivesse algo escondido, me concentrei em tirar os papeis de la, eles se divertiam ao me ver daquele jeito.

Eu: Mas gente, não tem nenhum… - me virei pra falar e reconheci uma pessoa com um sorriso lindo parada com as mãos pra trás. Era Vinicius, ele me enganou direitinho, fui até ele que não estava tão distante de mim, joguei meus braços em seu pescoço e minhas pernas em sua cintura. Senti seus bracos envolverem minha cintura pra nos dar equilíbrio.

Vn: Surpresa! - falou divertido


Notas Finais


Surpresa!
Essa Malu não se emenda, né?!?


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