História Foi O Dia Que Eu Acordei Com Você - Capítulo 2


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Palavras 1.421
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Harem, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Não

Capítulo 2 - "A culpa não é dele"


Fanfic / Fanfiction Foi O Dia Que Eu Acordei Com Você - Capítulo 2 - "A culpa não é dele"

<Gelado. Tudo dormente. Será que irão me buscar. A culpa não é dele.#Hospital>

Novamente escrevendo no meu celular, esperando o tempo passar, haviam sido três dias desde o acidente com o Kou bêbado. Eu soube que ele foi à psicóloga para se tratar e desde então foi o único que não vi dos meninos.

Está anoite e eu estou no hospital internada. Quando fui jogada na parede bati minha cabeça e isso mexeu com meu psicológico. Agora não consigo andar, mas estou fazendo terapia, o médico disse que eu posso voltar a andar dentro de uma semana, mas eu não to muito animada para esperar até quinta que vem não, hein. Parece que só acontece disgraça na minha vida anoite, e quando ta nevando. É por isso que não gosto de noites de inverno.

Amanheceu e hoje eu não irei à escola. Lee Min Ki está dirigindo seu Jeep como qualquer dia e sorrindo, isso me deixa menos preocupada, já o Pyo ta meio sem graça para falar comigo, acho que é por que eu ter ficado paraplégica temporariamente o lembrou da irmã dele que morreu assim.

-Ana você está confortável? Não precisa que alguém te ajude com alguma coisa? – perguntou Min Ki me fitando pelo retrovisor, como sempre. Eu sorri e assenti com a cabeça e olhei para o Pyo. Fiquei sem graça, mas então me lembrei dos salgadinhos que tinha dentro da bolsa que eu havia esquecido naquela noite.

-Pyo , é o seguinte...- eu disse olhando para ele através de seu reflexo no vidro.

-Que foi Ana? Precisa de ajuda?-perguntou ele olhando para a janela coberta de neve com uma cara de aborrecimento e tristeza.

-VAI TOMAR NO SEU CÚ!!- gritei jogando o salgadinho no colo dele - Como você acha que eu vou  melhorar se o seu desejo principal é me ver morta de vez para então você poder chorar!?Eu não sou obrigada a ver essa sua cara de Cú não, ta. Mano, nos últimos três anos você foi meu melhor amigo dos jogos, nós dois juntos somos o time Stalk&Kill, você não vai querer se tornar o Killing ,né?- depois de eu haver dito isso ele ficou quieto olhando pro salgadinho com aqueles olhos amarelados que ele tem e cabisbaixo deixando a sua franja molhada com mechas vermelhas nas pontas que terminavam no centro da cabeça com um castanho claro, cobrirem seus olhos.

-Lee Min Ki pare o carro ali- disse Pyo ainda fitando o salgadinho. Min Ki não respondeu, pensou que ele ia começar a reclamar e então apenas seguiu seu caminho – EU DISSE PRA VOCÊ PARA O CARRO ALI!!

Min Ki levou um susto e ouviu o que o garoto havia dito. Estacionou o carro no acostamento na frente de uma conveniência. Pyo olhou para sua bolsa e depois para mim. Eu fiquei com medo pensei que ele se jogaria em cima de mim e me enforcaria por todas as maldades e brincadeiras que já fiz com ele. Então ele tirou da bolsa um bolo de dinheiro. Jogou o Bolo em mim e saiu do carro

- Pyo LIn Shi! Volte aqui!-gritou Min Ki.

-Você não é meu pai!- gritou o rapaz de volta. Eu tinha que fazer alguma coisa. Meu dinheiro que vinha em horas preciosas estava indo embora, foi quando eu tive uma idéia.

-PYO LIN SHI !!- gritei abrindo a porta do carro, mas eu fui burra e esqueci que estava paraplégica (temporariamente) e cai com tudo na calçada. Então comecei a chamar o nome do Pyo- PYO LIN SHI VOLTE AQUI!- o chão que estava congelado começou a me cortar e aquilo doía, mas alem de perder dinheiro eu perdia ainda mais dinheiro por que ele era quem me ajudava a vencer as batalhas onlines de games que dava grana, e o que eu amo é grana. Min ki veio ao meu encontro para me ajudar, mas eu não me importei eu só continuei chamando até que cortei minha mão- AAAI! Merda! Pyo não vá! – então vi que ele havia parado, e foi então que usei minha arma secreta. – Stalking SHI! Dez pela esquerda, cinco pela direita e meu aluguel que você me deve!- gritei chorando já que eu estava machucada, ele então se virou começou a correr ao meu encontro e me abraçou. Um abraço quente e bom, ele então me segurou nos braços e me colocou no carro, e me acompanhou ao caminho de casa no banco de trás esticando minha perna machucada com um ralado, por cima das suas, aquilo foi reconfortante. Eu acabei desmaiando de sono. Foi então uma volta para casa mais tranqüila.

-Nãaaaaaao!- acordei gritando- Como eu pude ser tão burra e esquecer!- Pyo entra no meu quarto com regata e cueca, como sempre.

-O que foi? Machucou-se? Dói em algum lugar?- ele disse isso e me olhou como um cachorrinho fofo.

 Não tive muito tempo de pensar na expressão dele e sim na minha dívida. A minha divida com o Hospital. - Como eu pude ter esquecido- quando disse isso arranco uma mecha de meu cabelo e olho para Pyo – Pyo o que vamos fazer? Eu não tenho dinheiro para pagar o Hosp-(>#<)- ele então cala minha boca com um beijo, um beijo quente. Eu como estou surpreendida, não sabia que o Pyo dava beijos tão bem. Mas não cedo. Mentira cedo sim (TWT). Depois de nos separarmos ele sorri e eu rio dele. –Não acredito nisso, (risos) você realmente sabe beijar, mas tem que fazer muito mais que isso para me conquistar, como; pagar o aluguel- digo e ele ri junto. Ele tenta outro beijo, mas eu coloco meu dedo em sua boca em sinal de “ na-na-nina-nã”. Ele sai do quarto e, assim que ele fecha a porta, eu me lembro da primeira vez que algo assim aconteceu.

Foi quando havia entrado no Primeiro do ensino médio, há dois anos. Eu já era toda largada, com minha “dupla personalidade de ficção”, ou seja, em casa e na escola seja certinha, lá fora você não é você e sim você. [hehehhe] Esse é meu lema.

Eu recém havia chegado de uma boate, eu tinha 18 anos, - sim reprovei-, mas agora sou a melhor da sala (Chupa sociedade!). Eu estava um pouco bêbada e também, apenas morava com o Lee Min Ki, por isso sou tão próxima dele, ele foi minha primeira vítima e ele sabe disso. Eu havia chegado em casa rindo alto dando tchau para os amigos.

*Lembrança*

-Falou, a gente se vê amanhã na escola- disse enquanto arrumava a alça do meu sutiã por debaixo da minha jaqueta roxa com preto. Ao me virar encontrei Lee Min ki com uma expressão sombria olhando para mim, ai então me lembrei que ele havia voltado do velório da ex-Esposa. Fiquei quieta, passei por ele e ele me impediu entrar colocando seu braço para bloquear a porta.

- Onde esteve, Ana? Você está bêbada?- perguntou se aproximando de meu rosto para me cheirar. Eu então, como estava sendo provocada revidei abrindo a boca deixando o cheiro forte do álcool sair.

- Hahaha, devia estar preparado, eu não aceito que me provoquem, e você? O que faz acordado até agora? Não tava me esperando, né? Que lindo, eu tenho alguém que me ama tanto que me espera hahahaha, me poupe, agora me deixa passar- quando terminei de falar ele se próxima mais ainda e me segura pelos braços me colocando contra parede.

-Durma comigo- diz ele me encarando sobriamente entre as brechas que se faziam através de seu cabelo.

-Hã! Hahah , você só pode estar de brincadeira, por que eu dormiria com voc- ele me cala me beijando forçadamente. Eu o empurro bruscamente, ficando ele encurralado entre a parede e eu – É o seguinte, Lee Min ki, eu posso até chegar da balada com essa roupa e bêbada, mas não sou nenhuma puta, então não ache que pode se aproveitar- quando digo isso ele para de me olhar e se joga no chão e parece começar a chorar – L-Lee Min Ki? O que foi ? Eu fui muito rude? A culpa é sua por- E ele me abraça.

- Por favor, durma comigo no meu quarto (snif) você pode ficar na cama e eu no Futon, mas (snif) não me deixe sozinho. - Dito isso eu me acalmei e o reconfortei. - Por que eu não fui visitá-la no hospital? A culpa é minha.

-Lee Min Ki – falei.

-hmm?

-A culpa não foi sua.

Aquele dia também era uma noite de inverno.

 


Notas Finais


§ O desejo de usá-los é mais forte que eu, mas quem mandou eles serem tão fáceis de persuadir§


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