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História Foi pela paz (NaruHina) - Capítulo 10


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Notas do Autor


Oiii, bom eu achei que se continuasse o capitulo ficaria muito grande, então tive que dividir em duas partes, mais tarde eu posto o resto ok? Bom fiquem com o capitulo e me falem se gostam de capítulos longos.

Capítulo 10 - Capitulo 9 - tour


Fanfic / Fanfiction Foi pela paz (NaruHina) - Capítulo 10 - Capitulo 9 - tour

Capitulo 9 - Tuor

No reino dos vampiros, no território real, no grande e belíssimo castelo de concreto, na tonalidade cinza claro, suas lindas paredes texturizadas, parecendo grande pedras. Varias janelas de vidro escuro, fazendo não ter uma visão de dentro do castelo. A frente tinha uma grande porta feita de ferro.

Dentro do lindo e vasto castelo, estava Konohamaru. — Um homem de cabelos castanhos, olhos azuis, alto, de pele clara, ele sempre usava um cachecol azul em seu pescoço. — A frente da rainha, a senhorita Kushina — Ela tinha lindos cabelos vermelhos longos, uma pele clara, os olhos era um azul acinzentado, dependendo da luz ficava mais azul ou mais cinza. — Eles estavam no salão principal, Kushina andava para lá e pra e o mais novo a seguindo, tentando falar com ela.

— Rainha Kushina, eu queria saber se eu podia ir também no território lupino. — Finalmente ele tinha encontrado um brecha para falar, qual não teve uma boa recepção. A rainha para então seus passos ansiosos que iam de um lado para o outro e encara o mais novo.

— Se tá ficando louco é? — A ruiva diz com seriedade. — Se o acordo não deu certo, você meu pequeno, morre! — As palavras dura da rainha assustam o jovem.

— Mas a mileide está tão nervosa, se eu fosse eu sabia toda a situação, não acha isso bom? — Diz o jovem, tentando de alguma forma fazer a rainha mudar de ideia.

— Já disse minha decisão, ela é só uma, a resposta é não. — Diz Kushina decidida. — Não venha mais com esse assunto, nem tente me convercer também, minha resposta ficará não e pronto.

— Senhorita Kushina, pense… — Fala Konohamaru tentando convencer a rainha, mas como ela bem disse isso não a faria mudar de ideia.

— Konohamaru. — Ela suspira. — Vamos fazer assim, se eles não voltaram ou não derem notícias daqui quatro dias, você pode ir ver a situação. Mas com cautela, de preferência não deixe os lobos te verem.

— Certo mileide. — Diz Konohamaru.

⟦…⟧

Passou quatro dias, hoje finalmente a perolada havia acordado. Ela havia sido examinada por Tsunade, a loira disse que o motivo era o cansaço que a Scarlet causou no corpo dela, além do veneno ser forticimo.

Acordando a jovem perolada olha o quarto que está, já não o reconhece como dela. Olhando as pareces lilás, a pequena cômoda marrom escuro no canto do quarto, perto da porta de madeira de abeto. O sol, mesmo com a cortina florida ainda iluminava o quarto, não era um sol forte, com isso, a perolada constatou que já era de tarde, pelas três.

Levantando-se, ficando sentada na pequena cama de solteiro, olha para o lado, que fica para a vista da cortina florida. Dando duas cafungadas pode reconhecer o cheiro do local, era a casa da Sakura. Além de reconhecer o cheiro da rosada, reconheceu o cheiro cítrico e quente que estava impregnado em sua roupa, de alguma forma aquele cheiro que era pra ser repugnante em suas narinas, era um cheiro delicioso e de certa forma perfeito. Assim lembrou-se da situação que ocorreu, que ele a salvou, mas não se lembrou sobre o que Scarlet fez.

Levantando-se ainda um pouco zonza, andou e abriu a porta de madeira, dando de cara com Sakura que acaba de chegar. Ao ver a perolada, larga a chave que estava na mão, algumas compra que tinha, derrubando ambas no chão, e vai direta a perolada abraça-lá.

— Amiga. — Diz Sakura emocionada. — Finalmente você acordou. — Uma lágrima involuntária sai do rosto de Sakura. A ligação delas era forte, como irmãs mas não do mesmo sangue.

— Faz muito tempo que eu dormi? — Pergunta a perolada e a rosada termina o abraço. Coloca as duas mãos no ombro de Hinata e a encara.

— Não exatamente, mas dormiu uma semana inteira. — Diz a rosada.

— É… Por que aquele vampiro estava aqui? Por que ele me salvou? E por que eu estava no Bunest, antes de eu ver o vampiro, só lembro de ter sido acerta-da por aquele boneco. — A perolada diz e Sakura se surpreende pela amiga não se lembrar.

— Vou te contar tudo, mas a história é longa e não to afim de ficar em pé, vamos sentar. — Assim diz a rosada e se direciona ao pequeno sofá marrom escuro de algodão e se senta, logo em seguida a perolada faz o mesmo. — Bom depois que você foi acertada….— A rosada conta tudo, até os mínimos detalhes. No mesmo dia após Naruto levar a perolada para a sua casa, a rosada iria levar a Hinata para a casa dela e no seu quarto, mas chegando lá o quarto estava destruído, todos os remédios de Hinata amassados, lençois rasgados, a janela quebrada e um grande buraco do lado da janela, provavelmente de um soco que Scarlet deu. — E agora você é a cachorrinha do Uzumaki Naruto. — Sakura termina de contar tudo para Hinata, que fica chocada com tudo, ainda mais com o que Scarlet fez. Sakura só não havia falado como o alfa reagiu a possivel morte da perolada, não queria que a amiga ficasse com um dia ruim por conta daquilo.

— Pera ai, é muita coisa, na real do preocupada, eu tinha aqueles estoques de remedio para no mínimo um ano, e eles demoram para ser feitos, e agora? — Fala a perolada nervosa. — Além disso eu vou ter que me casar com um vampiro! Que para variar a situação eu tenho que dar sangue a ele. — A perolada levanta nervosa. — O melhor de tudo é que o Neji não encontrou Gaara. — A perolada começa a andar de um lado para o outro por conta do nervosismo.

— Calma Hina. — Diz Sakura na tentativa de acalmar a amiga. Quando Hinata ficava sem seu remédio tudo parecia ampliar, ela ficava nervosa, e tudo era motivo para se preocupar. — Está tudo bem, vamos encontrar Gaara, o vampiro não vai te machucar, sobre o casamento, você podera formar uma família olha que legal, o remédio não se preocupe, a senhora Tsunade deve ter uma lá. — Hinata se senta no sofá novamente.

— Desculpa, sabe como eu fico sem remédio, e se parar para pensar é mais de uma semana sem, deve estar vindo todos os efeitos colaterais de mais de uma semana. — Hinata diz e inspira e suspira para a sua ansiedade passar. — Isso vai ser horrivel, espero do fundo da minha alma que a senhora Tsunade tenha um remédio de sobra.

— Ela deve ter sim. — Diz a rosada. — Vamos ver agora, o quê acha?

— Sim, vamos! Só deixa eu arrumar essas compras aqui — A perolada é a primeira a se levantar e logo a rosada faz o mesmo.

⟦…⟧

As duas lobas foram para a casa de Tsunade, o lugar no meio da floresta era lindo. A loira quis deixar a cara dela, varias flores espalhadas por volta de sua casa, a grama cortada alinhada e bem verdinha, um caminho que ia até a entrada da casa, mesmo que era formado por algumas pedras lisas e no formato arredondado. A casa era de madeira escura, parecida com a de Sakura, com uma pequena varanda na frente, decorada com uma cadeira de balanço azul escuro, uma mesinha pequena no formato redondo e com um vaso em cima.

As duas lobas chegam na casa, andam pelo pequeno caminho de pedras. A Sakura sempre teve o costume de entrar sem pedir, a loira a disse quando era menor não precisava de formalidades. Aquilo foi um arrependimento e tanto. Abrindo a porta e entrando junto de Hinata e já dizendo cheguei, viu uma sena que não desejava ver, um homem de cabelos longos brancos, em cima da loira. Eles estavam transando. A entrada repentina assutou a loira junto do albino.

— SAKURA, HINATA, PELO AMOR DE DEUS SAI DAQUI! — Tsunade ordena e as duas, o mais rápido que podiam saem da casa.

⟦…⟧

— Senhora Tsunade, desculpa termos estragado a sua foda, mas né, é a vida. — Diz a rosada para Tsunade, no minimo uns quinze metros de distância pois a raiva da loira estava a mil pelo acontecimento. — Falando nisso quem é você? — Ela fala se referindo a o albino que está ao lado de Tsunade.

— Eu sou Jiraya. — Diz o albino simpático.

— Você tem um cheiro horrível. — Diz Sakura. — É um vampiro né?

— Sou. — Ele cheira o próprio sovaco. — Tsunade veja aqui para ver se eu estou fedendo mesmo. — Ele abre o braço e aproxima de Tsunade, que impede a aproximação colocando a palma da mão no peito dele.

— Não é isso, não está fedendo nesse sentido. — A loira dá duas cafungadas. — Na real está bem cheiroso, posso arriscar que sexy. — Ela morde os lábios e ele dá um sorrisinho malicioso.

— Olha estamos aqui, não quero participar do canibé não. — Fala a Rosada e Tsunade a encara.

— Bom meninas o que vieram fazer aqui? — Pergunta a loira.

— Eu queria saber se tem o meu remédio. — Diz a perolada e a loira não faz uma cara boa.

— Pois então…— A loira enrola. — Não querida, a Scarlet destruiu todo aquele estoque, e não havia feito mais, no mínimo un mês para eu preparar outro. — Com as palavras da loira, a ansiedade de Hinata se manifesta e faz com que suas pequenas e claras mãos trema.

— Entendo. — Ela diz fingindo que está calma. — Um mês…— Ela fala baixo. — Só um mês. — ela respira fundo.

— Hinata, tenho certeza que dará tudo certo. — Tsunade tenta conforta-la.

— E se não der. — Diz Hinata. — A Scarlet dominou meu corpo e quase matou o papai, meu pai que assinou um contrato para me salvar. — Tsuande e Sakura ficam desesperadas, aquilo era ruim. A Hinata após a fala de Sakura havia concluído que Hiashi havia aceito o contrato por conta dela.

— É Hinata sobre isso… — Iria começar Sakura, mas é interrompida.

— Olha se não é o Ero-Sennin e a velhota. — Diz Naruto e assusta todos pois não haviam notada a sua presença.

— Casete, de onde você apareceu. — Diz Sakura.

— Liberaram os vampiros para dar uma voltinha, ai senti uma presença familiar, só fui a seguindo e parei aqui. — Diz o loiro como se fosse a coisa mais normal do mundo. — Eu sabia que você tinha um casa com uma loba, droga estou devendo cinquenta reais para a Tenten.

— Naruto, quer calar a boca, deixa baixo isso. — Diz Jiraya.

— E quem você chamou de velhota muleque? — Fala Tsunade irritada.

— Se acalma aí, até parece, eu sempre te chamei assim. — Fala Naruto.

— Vocês se conheciam já? Como pelo o que eu sei estavamos em guerra com ele a uma semana atrás. — Diz a rosada.

— Sakura longa história que não estou com vontade de contar agora. — Diz Tsunade. — E Hinata é melhor você e a Sakura voltarem, o alfa deve estar esperando você. — Dizendo isso o loiro olha para Hinata e vai em sua direção. Em um piscar de olhos estava em sua frente. Ele se inclina um pouco para encara-la de perto.

— Vejo que você acordou. — Ele diz e repara nos olhos perolados que estão muito abertos. — Minha cachorrinha. — Ele novamente em um piscar de olhos de afasta de Hinata e fica na porta. — Bom, eu também já vou indo, já passou a minha hora e o alfinha de merda vai querer todos os mestiços lá. — Ele fala e sai daquela cabana.

Hinata estava estática no lugar, aquela aproximação repentina deixou ela com uma sensação estranha, mas aquele cheiro, o cheiro citrico e quente fazia aquilo ser incrivel, a voz suave e sexy que falou com ela a deixou nervosa, mas ao mesmo tempo não sentia nervosa. Era um sentimento tão complicado e diferente, que nem mesmo ela conseguia distinguir.

Naruto agora estava indo para o centro da alcatéia. Agora com a perolada na cabeça, o jeito estranho que ela o intrigava o fazia sentir raiva e ao mesmo tempo gostar daquele sentimento. Querendo ou não agora ela era a cachorrinha dele, e a futura esposa. Quando o contrato foi assinado, o destino dos dois foi se encontrando. Em pensar que antes a mulher dos olhos perolados era só no sonho dele. Não que ele estivesse apaixonado, mas quando alguma coisa faz um magest ficar intrigado, não é algo que se pode deixar para lá.

⟦….⟧

Na alcatéia todos estavam reunidos na frente do Bunest. Hiashi a frente de todos, ele ira falar sobre o acordo de paz com os vampiros.

— Boa tarde a todos. — Diz Hiashi. — Como bem sabem nos fomos ameaçados de instição, junto de nos os vampiros. Mesmo nos sendo rivais a seculos, precisávamos fazer algo. Nos sozinhos não conseguiremos vencer esse grupo terrorista. Então foi proposto com acordo de paz onde nos lobos e eles vampiros vamos trabalhar juntos. — Varios lobos e lobas começaram a questionar isso, dizendo que não iriam aceitar conviver com vamoiros. — Já chega! — Diz Hiashi com um tom ameaçador para conter as falas. — Não temos como não concordar, na real estamos sem escolha. Agora se calem e me deixem continuar a minha fala. Para unirmos os dois povos faremos um casamento entre os dois herdeiros, minha filha Hyūga Hinata e o filho do rei Minato, Uzamaki Naruto. Bom vampiros podem vir aqui. — Os vampiros que estavam escondidos atrás do bunest, rápido aparecem a frente do lado de Hiashi. — Esses cinco jovens ficaram aqui para ver como será o convívio, sendo eles Mitsashi Tenten, Nara Shikamaru, Uzumaki Naruto, Uchiha Sai e Atõ Sai. — Os lobos ficam descontentes com aquilo, mas ficam calados, não iriam confrontar o alfa. — Agora podem se retirar. — Assim todos os lobos saem, só ficando as cachorrinhas. — Bom Hinata ainda bem que não morreu, isso seria um problema. — Diz ele frio e serio. — Você só me dá problema, não consegue fazer nada direito para variar. Nem ao menos não morrer. — As palavras intristessem Hinata. — Bom mas depois eu converso com você, agora, vocês mostrem a alcatéia para eles, cada um para um lado para ser mais fácil, de preferência cada um com quem você dará sangue.

Indo em direção a cada um, os lupinos foram para lado opostos junto com os vampiros. Temari e Shikamaru foram para o lado leste, no começo da alcatéia, passando pela entrada da alcatéia indo para o lugar onde tinha as casas.

— Aqui é onde a maioria dos moradores mora. — Temari fala sem nem um pouco de vontade.

— Eu tenho mesmo que fazer um tur com você , loba problemática? — Shikamaru á provoca.

— O vampiro tarado, se me chamar de problemática de novo, te faço voar lá para puta que pariu. — Diz temari. — E sim, tem que fazer o tur, o alfa falou então eu tenho que respeitar.

— Que saco, estou com preguiça de andar tudo isso. — Diz Shikamaru que para de andar e senta no chão.

— Tá de brincadeira né!? — Exclama Temari ao ver que ele se sentou no chão.

— Eu não, até que aqui é confortavel. — Ele diz e se deita.

— O ccasete se levanta dai! — Ordena Temari. — Estou mandando!

— Eu não, ainda mais que não recebo ordens de lobas problemáticas. — Ele a provoca novamente.

— IDIOTA! Levanta dai caralho! A vai a merda, idiota, imbecil, tarado do caralho! — Ela o espragueja.

— Já disse que não sou tarado. — Ele diz.

— É sim, imbecil! — Ela diz e ele ri.

— Se quiser loirinha posso mostrar o meu lado tarado de verdade. — Ele diz e se senta.

— Sai de mim, meu em, levanta de uma vez porra! — Diz Temari.

— Só se você pedir com jeitinho. — Provoca novamente Shikamaru.

— O muleque se tá muito abusado pro meu gosto, levanta esse cu dai, anda. — Ele se deita novamente. — A quer saber fica ai, vou pra casa, muleque chato, meu em. — Temari começa andar em direção a casa dela, Shikamaru então levanta e já aparece do lado dela, fazendo ela se assustar. — O casete que susto! — ela coloca a mão no peito. — Se fizer isso de novo de vai ficar ai. Bom vamos continuar….— Ela para de falar quando sente um cheiro muito familiar e que ela odiava.

[…]

Aonde estava Neji e Tenten, o perolado foi para o lado norte para mostrar daquela parte. O lugar a saida da alcatéia, perto tinha a área da mata e também onde casavam.

— Aqui é o lado norte da alcatéia, onde casamos. — Neji diz.

— Vocês casam é? — Diz Tenten. — Desculpe, não quis parecer indelicada, mas achei que isso só os antigos faziam, os antigos lobos.

— É uma maneira pouco usada, mas quando lobos estão no cio ficam muito agressivos e precisam casar para ficar mais calmos. — Explica Neji. — Mas também tem outros que optam pelas culturas antigas e gostam de casar.

— Você fica agressivo no cio Neji? — Pergunta Tenten, deixando Neji sem graça.

— Não necessáriamente. Só a noite que eu fico mais agitado. — Ele diz.

— O quê seria agitado? — Pergunta Tenten.

— É…. — Ele fica sem graça. — Podemos mudar de assunto?

— Ta bom, outra hora você me responde. — Ela diz e para de andar. — Eu não quero ver a alcatéia, eu e o resto já conhecemos ela toda, só vamos perder tempo fazendo isso, tem coisas bem mais interessantes que podemos fazer.

— Que tipo de coisas?— Neji pergunta sem ter entendido a indireta.

— É… — Ela pensa em coisas mais quentes, mas não fala a ele. — Podemos conversar, você é meu cachorrinho agora. — Ela se aproxima dele. — E bom, quero conhecer melhor meu cachorrinho.

— É…— Ele fala nervoso. — O quê quer saber?

— Bom… — Ela para de falar quando ambos vêem um grande tornado se formando.

— Droga, preciso ir lá. — Neji diz e começa a correr e Tenten curiosa vai junto.

[…]








Notas Finais


Bom esse vou o capitulo, espero que gostem e falem se querem capítulos longos.


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