História Follow me Down - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Jimin!top, Pwp, Yoongi!bottom, Yoonmin
Visualizações 566
Palavras 3.309
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá, tudo bem?~
entãokkkkkkkkkkkkkk vou só deixar isso aqui...

YOONGI BOTTOM, quem não gosta fica quietinho e não lê. paz.

Capítulo 1 - Único: I feel like I'm drowning.


Park Jimin sempre gostou de ser o centro das atenções.

Desde criança foi mimado por todos a sua volta, principalmente por ser filho único e o mais novo de seus primos. Era bom em tudo o que fazia e por isso todos conheciam o Park; era bom nos estudos, nos esportes, canto e dança, além de ser simpático e muito amigável.

No entanto, seu foco se foi no momento em que um primo distante, poucos anos mais velho e vindo do interior, passou a morar com seus pais. Jung Hoseok era verdadeiramente amoroso e preocupado com todos à sua volta, diferente de Jimin, que somente ostentava uma máscara de gentileza. Ao contrário do outro, o Park era falso, dissimulado e fazia qualquer coisa para se manter no topo.

Tudo começou quando o Jung, além de conquistar seus pais, ser um dançarino até melhor do que si e ter notas muito mais altas quanto as suas, passou a andar com seus amigos como se já os conhecesse há anos. O pior era que todos pareciam realmente gostar da presença do rapaz.

 

você: Banheiro da piscina.
Agora.

 

Enviou a mensagem e guardou o celular no bolso da calça em seguida, sem esperar por uma resposta. Estava irritado, extremamente irritado. Mesmo dentro do pequeno banheiro conseguia ouvir o barulho da festa onde anteriormente se encontrava; onde novamente Hoseok recebia toda a atenção que uma vez havia sido sua.

O primo estava comemorando cinco anos de casado no condomínio onde morava, reuniu amigos próximos e a família para mais uma vez jogar na cara do Park que ele ainda estava por cima, mesmo depois de tantos anos. Ambos trabalhavam com dança, porém o Jung era coreógrafo em uma grande produtora, enquanto o mais novo era somente um auxiliar em uma agência pequena e desconhecida.

Logo que o primo noivou, todos em sua família só sabiam falar o quão bom o noivo dele era. Bem sucedido, produtor musical reconhecido nacionalmente, aparentemente se conheceram em um grande evento. Era um homem sério, contido, mas sempre direcionava olhares amorosos e apaixonados ao Jung. Na concepção de Jimin, apenas um tapado.

Era como se toda a felicidade e glória destinada à si fossem para Hoseok. Como se ele, não satisfeito em lhe tirar a família e amigos, ainda lhe roubasse o sucesso que por direito deveria ser seu.

Duas batidas na porta fizeram o loiro despertar dos próprios devaneios. Não conteve o pequeno e malicioso sorriso ao ver o rapaz de cabelos negros em sua frente, ligeiramente ofegante como se tivesse corrido até ali.

— Por que aqui?

Sem responder sua pergunta, Jimin puxou-o com certa brusquidão e o encostou contra a porta enquanto a trancava, por precaução. Encostou o corpo no dele com toda a calma que sabia que ele não possuía, já que um de seus passatempos favoritos era tirá-lo do sério. E sempre que estavam assim, somente os dois, era como se fosse a primeira vez. O de cabelos negros ofegava em expectativa com toda a aproximação, ansioso em sentir os lábios carnudos, macios e doces - mesmo apesar da personalidade amarga. O Park gostava das reações que causava no mais velho, gostava de vê-lo sempre tão entregue à si, pronto para fazer todas as suas vontades.

— Você gosta disso, não gosta, Yoongi-hyung? Do perigo… — disse baixinho, deixando os lábios roçar sobre os dele brevemente.

Jimin abria os botões da camisa branca que o mais velho vestia por baixo do smoking preto enquanto encaixava o rosto na curva do pescoço alheio, onde depositava alguns selares demorados. O corpo de Yoongi estava extremamente quente e as mãos finas seguravam os ombros do mais novo com certa força.

— Você é um maldito de um sádico, Jimin. — fechou os olhos quando sentiu a pressão da boca alheia em seu pescoço, sugando a pele com certa gula.

A risada baixinha e sarcástica do loiro ecoou por todo o local e ele se afastou brevemente para olhar o Min nos olhos. Jimin então ergueu uma das mãos e usou o indicador para contornar os lábios rosados e finos do mais velho.

— Engraçado… Não me lembro de te ouvir reclamar quando meu pau desliza em você, hyung. — murmurou em um tom provocante, adorando ver Yoongi arfar e entreabrir os lábios em uma espécie de pedido mudo. Juntou o indicador e o médio antes de afundá-los na boca dele. — Muito pelo contrário. Tudo o que sabe fazer é pedir por mais, não é?

O Min estremeceu por inteiro ao ouvir aquelas palavras. Jimin sempre o deixava no limite de tudo, sempre testava sua vontade, fazia o que queria consigo. Mas ele não reclamava, principalmente porque gostava. Era excitante, perigoso, gostoso. Vicioso.

Estava viciado na droga que era Park Jimin. Nos toques, nas sensações, no prazer que jamais conseguiu com qualquer outra pessoa. Era sempre com ele… Com o rapaz alguns anos mais novo, que desde que conheceu só fazia lhe provocar.

— Você está chupando meus dedos com tanta gula. Me diz, hyung. Me diz o que você quer. — sorrindo de forma maliciosa, o loiro retirou os dedos da boca do mais velho, mas usou ambos para massagear os lábios do mesmo em seguida enquanto o observava atentamente.

Yoongi respirava ligeiramente ofegante e sentia a virilha queimar em puro tesão. Queria avançar sobre o Park, beijar sua boca até não aguentar mais, esquecer que estavam em uma festa importante e transar até o dia seguinte, até não sentir mais as próprias pernas.

— Eu quero te chupar, Jimin… — deixou escapulir em um sussurro. O coração batia feito louco dentro do peito por conta da adrenalina.

O loiro abaixou a tampa do vaso e sentou com as pernas abertas, vendo o mais velho se ajoelhar diante de si logo em seguida. Não tinha como negar que aquela era uma de suas visões favoritas: o corpo magro em sua frente, as mãos afoitas lhe abrindo a calça, o desejo estampado na face alheia. Suspirou quando se sentiu livre do aperto e precisou morder o próprio lábio para conter um gemido involuntário que insistiu em tentar escapulir quando a boca quente e úmida lhe acomodou por inteiro.

Os lábios deslizando por toda a sua extensão com rapidez enquanto lhe sugavam de forma intensa era de longe uma das melhores sensações que poderiam existir. Yoongi sempre o chupava com avidez e voracidade, usando a língua para esfregar o prepúcio com força, do jeitinho que o Park gostava.

— Ah, Yoon… Sempre tão bom nisso, tão guloso… — gemeu arrastado quando sentiu a boca dele encostando na base de seu pênis.

O Min gostava de observar o mais novo nesses momentos, ainda mais por ser uma das pouquíssimas vezes em que conseguia vê-lo afetado por si. As pernas do loiro estremeciam toda vez que o moreno recuava com a cabeça para em seguida engoli-lo ainda mais, até sentir a glande bater em sua garganta.

Jimin suspirava e mordia o próprio lábio com mais força, observando seu membro sumir por entre os lábios do mais velho…

— Mas eu tenho outros planos… — Jimin segurou a cabeça alheia com delicadeza e se retirou da boca dele. Levantou-se e puxou-o consigo, para que ele ficasse em pé também.

Yoongi enlaçou o pescoço do loiro ao mesmo tempo em que cobria os lábios carnudos com os próprios em um beijo voluptuoso. As línguas acariciavam uma à outra com certa gana, enquanto as mãos do mais novo se preocupavam em abrir a calça do smoking caro do Min. O Park estaria mentindo se não dissesse que quis beijá-lo daquela forma assim que o viu chegando na festa, mesmo na frente de toda sua família e amigos do primo.

Quis mostrar à todos que Min Yoongi era seu, de toda e qualquer forma.

Tão logo separaram as bocas em busca de ar, Jimin moveu o corpo do outro com agilidade e o virou de costas para si. Empurrou-o com força contra a porta e sorriu ao ouvi-lo resmungar de dor por conta da batida.

— Só é uma pena eu não ter trazido camisinha hoje, hyung. — disse contra a nuca quente do moreno.

O Min remexeu os quadris e rebolou devagar, esfregando-se contra a ereção do mais novo. Ia dizer que não se importava, mas logo teve a boca invadida pelos dedos que outrora chupava. Lambeu-os com empenho, os olhos fechados enquanto se concentrava no corpo alheio ondulando em si por trás.

Jimin beijou e chupou a nuca de Yoongi, adorando sentir a vibração de um gemidinho em seus dedos quando o mordiscou logo depois. Retirou-os da boca do mais velho e usou a outra mão para empurrar a cueca que ele usava para baixo.

— Jimin… — o mais velho gemeu baixinho, arrepiando ao sentir os dígitos alheios se posicionando por entre suas nádegas.

O loiro sabia o que ele queria. E exatamente por isso, afundou os dois dedos de uma só vez, devagar, mas com firmeza. Observou bem o rosto do moreno, notando suas bochechas avermelhadas e a camada fina de suor sobre a testa. Viu como ele apertava os olhos com força conforme o penetrava lentamente.

— Meus dedos são seus, pode fazer o que quiser… — murmurou contra a orelha direita de Yoongi, arrancando-lhe outro gemido.

O Min não demorou a se mover; rebolava e movia os quadris com certa urgência, sentindo cada pedacinho de si formigar em puro prazer. Precisava de mais, os dedos permaneciam parados, e somente eles não eram o suficiente. Vez e outra, podia ouvir alguns passos do lado de fora do banheiro, mas ao invés de ficar assustado, a situação só o excitava mais e mais.

Jimin agarrou o membro alheio com a mão livre, sentindo-o extremamente duro e pulsante. Além de melado, claro. Ele expelia pré-gozo em abundância, o que facilitava o deslizar. Não conteve o sorriso malicioso com o pensamento de que Yoongi estava mais uma vez consigo, movendo-se para fazer com que seus dedos o fodessem enquanto sua outra mão o masturbava.

O mais velho estava prestes a implorar para que o Park parasse com os joguinhos e fizesse o que sempre fazia, quando batidas na porta lhe assustaram.

— Yoongie, você está aí? — a voz soou incerta, mas próxima à porta.

O loiro apertou o membro alheio com um pouco mais de força ao mesmo tempo em que, lentamente, retirava os dedos de dentro dele. Com o susto, Yoongi havia parado de se mover.

Ia responder, mesmo sem saber ao certo o que dizer, mas sentiu os lábios serem cobertos pela mão do Park.

— Pessoa errada, hyung. — disse com um sorrisinho nos lábios antes de mordiscar a orelha avermelhada e extremamente quente do Min.

— Oh, Jimin, me desculpe… Ele disse que ia fumar e não voltou, estou procurando há minutos e não o encontro… Em breve vamos fazer o brinde, não demore você também ok?

Yoongi sentia seu coração batendo tão forte dentro do peito que temia que mais alguém além de si o escutasse. Ou melhor, temia que a pessoa do outro lado da porta descobrisse o que estavam fazendo ali.

Jimin, por outro lado, queria aproveitar um pouco mais da situação excitante na qual se encontravam.

— Espera, hyung! Acho que sei onde ele pode estar… — começou devagar, posicionando seu pênis contra o ânus do homem em seus braços. Sentiu o corpo alheio retesar de imediato e a forma como ele tremia demonstrava o quão assustado estava. — Eu cruzei com ele anteriormente enquanto vinha para cá… — empurrou os quadris com força, deslizando para dentro lentamente. Adorou ver que, apesar do medo, Yoongi revirava os olhos em puro deleite conforme seu membro o invadia centímetro por centímetro.

— Ele disse alguma coisa? — o rapaz do outro lado da porta perguntou.

— Ah… — o loiro precisou se conter para não gemer com a sensação gostosa que era ser esmagado pelo interior do Min. — Ele disse que estava um pouco nervoso… Ia dar uma volta para espairecer…

— Sério? Caramba, ele devia ter me avisado!

O Park riu baixinho, deslizando para fora até sair quase por completo, para então afundar mais uma vez, ainda bem devagar. Sentiu os dentes de Yoongi raspando em sua mão, ele estava inquieto, trêmulo e completamente assustado, apesar de totalmente entregue.

— Relaxa, Hoseok-hyung. — sua voz tremeu um pouco por conta do prazer que sentia. — Não é todo dia que se faz cinco anos de casado… Ele só precisa respirar um pouco.

Moveu os quadris novamente, iniciando um vaivém lento, afundando e retirando seu membro repetidas vezes em um ritmo gostoso. Sua intenção de início não era penetrá-lo, pois estava sem camisinha… Mas não podia perder aquele momento.

O momento de mostrar à Jung Hoseok que nem tudo o pertencia. Que seu querido esposo, por quem adorava se gabar, estava bem ali, bem empinado enquanto outro homem o fodia como ele tanto gostava.

— Ele te fode assim, Yoon? — cochichou para que só o moreno ouvisse.

— Obrigado, Jimin. Vou procurá-lo de novo.

Somente quando ouviu os passos dele se distanciando que Jimin descobriu os lábios de Yoongi. O Min arfava forte, extremamente ofegante, dividido entre o prazer e a raiva que cresciam dentro de si. No entanto, não eram somente os dois que dividiam o espaço em seu interior… O membro do mais novo ia e vinha em um ritmo tão absurdamente bom, que tudo o que não fosse relacionado ao que faziam no momento não tinha mais importância.

Tudo o que Yoongi queria, era mais. Mais Jimin, mais prazer, mais loucura. Estava completamente louco por deixá-lo fazer aquilo em sua festa de comemoração de cinco anos de casado. Em breve, teria que encarar seu esposo e refazer os votos de anos atrás, quando foram ditos pela primeira vez. Quando tinha convicção de seus sentimentos.

Quando um demônio Park Jimin não o atiçava e o controlava como fazia agora; quando não conhecia o êxtase que sentia ao ser tomado pelo primo mais novo de seu esposo…

— Me diz, hum? — pediu enquanto distribuía selares pela nuca e pescoço do mais velho, que se esforçava para não gemer muito alto a cada investida. — Ele sabe que você é viciado no meu pau, hyung?

Jimin aumentou o ritmo das estocadas, o barulho erótico do atrito entre os corpos ecoava pelo banheiro pequeno. O ar estava tão quente que parecia queimar ainda mais as peles suadas e fervorosas. Ambos entraram em um frenesi onde nada além dos dois existia. Yoongi somente conseguia pensar no quão excitado estava, no quanto gostava de ouvir a voz provocante e carregada em luxúria ecoando em sua orelha enquanto os quadris alheios batiam com força contra suas nádegas. O loiro não estava diferente… seu corpo entrava em combustão, na mente havia apenas a imagem do mais velho com as roupas bagunçadas, o corpo empinado em sua direção, seu membro sumindo entre as nádegas brancas e os gemidos que ele deixava escapulir vez e outra…

— Eu quero te ver… — o Min murmurou em um suspiro quase inaudível, e se o outro não estivesse tão perto não teria ouvido. — Por favor, me deixa te ver.

Respirando fundo ao mesmo tempo em que diminuía o ritmo dos movimentos até parar por completo, Jimin precisou se controlar para simplesmente não continuar até se satisfazer. Ouvir Yoongi pedir aquilo de forma tão manhosa o fez pulsar forte em desejo. Deslizou para fora com cuidado e, ainda arfante, deu alguns passos para trás até sentar sobre o vaso mais uma vez. Deixou as pernas bem abertas e desabotoou os botões da camisa que vestia.

Yoongi se virou devagar e mordeu o próprio lábio com a visão que teve: o loiro estava sentado, com o membro rijo e avermelhado pulsando levemente. Não se conteve ao deslizar o olhar por todo o corpo dele antes de se aproximar. Enlaçou o pescoço do mais novo com os braços ao mesmo tempo em que sentou em seu colo, encaixando-o em si novamente. Gemeu arrastado quando as mãos fortes seguraram seus quadris e puxaram seu corpo para baixo de uma só vez, fazendo-o afundar rapidamente.

Por alguns instantes, somente as respirações aceleradas preencheram o ambiente. Os olhares se encontraram e os dois se perderam na imensidão um do outro, vagaram livremente em si, aproveitando a conexão que tinham apenas para tentar desvendar todos os sentimentos envolvidos naquele momento.

No entanto, os corpos mais uma vez se atraíram e, sem pressa ou gula dessa vez, Yoongi cobriu os lábios do mais novo em um beijo intenso. Jimin subiu uma das mãos pelas costas alheias até segurá-lo pela nuca para puxá-lo a si e aprofundar um pouco mais o ósculo viciante.

Desde a primeira vez que beijou o Min, soube que jamais conseguiria viver sem beijá-lo repetidas vezes. E quando o teve em seus braços pela primeira vez, teve a certeza de que ele o pertencia e que, se quisesse, o teria de coração e alma.

— Rebola pra mim, Yoon, rebola… — sussurrou contra os lábios inchados e avermelhados do moreno assim que desfizeram o beijo em busca de ar. Incentivou-o com a mão que havia permanecido no quadril do mesmo, movendo-o com cuidado.

Yoongi começou a se mover devagar, ondulando o corpo seguidamente até estabelecer um ritmo. Ele movia os quadris em movimentos circulares, vez e outra alternava com um vaivém um pouco mais rápido. Seus olhos fitavam o rosto do mais novo, que expunha todo o prazer que ele estava sentindo.

Jimin deixava alguns gemidinhos se misturarem aos do Min, que ia aumentando o ritmo com o qual se movia conforme os corpos pediam, e em algum momento, as coisas se tornaram mais urgentes.

As peles ardiam e queimavam, e o ar ali dentro se tornava cada vez mais rarefeito. O êxtase que consumia ambos ao mesmo tempo fez com que os dois passassem a se mover rapidamente em busca de alívio. O moreno podia sentir, perfeitamente, o pênis do outro alcançando seu ponto, batendo contra o local repetidas vezes, e isso o enlouquecia de tal forma que precisava puxar os cabelos do mais novo enquanto gemia e se movia de forma desesperada, descontando nele todo o prazer que recebia.

Se alguém passasse ali, no momento em que os dois gritaram juntos e gemeram o nome um do outro enquanto gozavam, saberia com certeza o que estava se passando dentro daquele pequeno banheiro.

Não que isso importasse.

Os corpos continuaram a se mover, prolongando o orgasmo que incrivelmente alcançaram juntos. Mesmo cansados, os quadris ainda iam de encontro um ao outro, bem como os lábios, em beijos rápidos e afoitos.

— Acho que sujamos seu smoking caro, Yoongi-hyung.

Ambos riram baixinho ao mesmo tempo em que se encaravam. Jimin deixava um singelo carinho na cintura delgada do mais velho, que raspava as pontinhas dos dedos em sua nuca.

— Preciso me recompor. Ainda tenho votos a fazer… — o mais velho suspirou resignado, desviando o olhar brevemente.

Jimin segurou-lhe o queixo, fazendo-o olhá-lo novamente nos olhos.

— Não esquece de que mesmo casado com ele, você me pertence.

E mesmo que Yoongi quisesse contestar e negar o que havia sido dito, não conseguiria. Bastava só Jimin chamá-lo que ele estaria ali, pronto para recebê-lo mais uma vez.

O loiro sorriu quando viu o outro concordar em silêncio, balançando a cabeça de forma positiva.

— O que acha de deixar os votos para depois, hyung? — perguntou sugestivo ao mesmo tempo em que ondulou o quadril para que o outro sentisse sua extensão ainda rija e desejosa.

E mesmo que Jimin não tivesse mais todo o mimo e atenção que outrora recebia, ter o Min em seus braços todo entregue daquela forma era mais do que o suficiente. O precioso esposo de seu primo conseguia - e muito bem - preencher o vazio deixado quando o Jung apareceu.

— Você quer me ferrar, Jimin…

— Quero. Quero acabar contigo, Yoon… Da melhor maneira possível. Aqui e agora.

Jimin não precisou de uma resposta quando viu o outro morder os lábios.

Era o centro das atenções de Yoongi e, naquele momento, isso lhe bastava.

 


Notas Finais


e então? ~
perdoem os erros, não revisei ainda. <3


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