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História Fool For You - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


voltei com mais um capítulo galera, cheio de emoções, ou nem tanto kkkk

espero que gostem, tenham uma boa leitura! :)

Capítulo 8 - Winter Prom


Julio Peña

Já fazia cinco semanas desde da minha conversa com Isabela e durante todo esse tempo, parecia que nem nos conhecíamos. Era estranho estar no mesmo canto que ela e não poder chama-la para conversar em um canto, separados de nossos amigos. E a coisa mais estranha nisso tudo, é o vazio que se instalou no meu peito, não me sentia completo. Com certeza, aquela foi a pior decisão que tomei em toda minha vida, nem mesmo a vez que deixei com que André e Guido dirigissem o meu carro novo, me causou tanto arrependimento. Bom, pelo menos diante disso tudo, eu já havia tirado o gesso do braço. Aquilo incomodava tanto.

Estacionei a Hyundai HV-R, preta, em uma vaga qualquer, desligando o motor e me livrando do cinto de segurança, estiquei-me na direção do banco traseiro, pegando uma caixa de papelão. Abri a porta do veículo, saindo do mesmo, empurrei a porta com o pé, ativando o alarme depois. Com a caixa em mãos, segui para dentro da escola, indo para o ginásio.

— Até que enfim! – a loira falou, quando me viu entrar no ginásio — Pensei que tinha batido em um poste novamente.

— Giulia! – Daniela repreendeu a amiga, que deu de ombros — Obrigada por ter vindo ajudar, Peña.

— Tudo graças ao Guido. – pus a caixa no chão, olhando a decoração — Aliás, cadê ele?

— Tentando por aquela faixa, já faz bem uma hora que ele tá ali. – Giulia apontou para o namorado — Agora eu tenho que ir, nunca pensei que ser do comitê estudantil iria dar tanto trabalho!

Ela pegou na mão da morena, que estava distraída conversando com uma menina, andando apressada para o outro lado do ginásio. Fiquei observando a decoração por alguns instantes, Giulia Guerrini havia se superado, não que eu fosse fã de bailes, mas o local estava impressionante. Como o nome do evento já dizia, a decoração toda era sobre o inverno, havia neve artificial espalhada pelo chão e alguns flocos de neve pendurados em árvores também cobertas pela neve falsa, na entrada principal, tinha uma espécie de ponte pequena que dava acesso total ao local. O palco improvisado no meio do ginásio, também estava decorado de acordo com o tema. A única coisa que estava faltando, era a faixa que Guido tentava pendurar, agora tendo a ajuda de André. Resolvi me aproximar deles, rindo dos pulinhos que o argentino dava para tentar colocar a faixa, enquanto André fazia sua parte com a maior tranquilidade do mundo.

— Eu te ajudo, Guidinho. – falei, atraindo a atenção dos dois, então abracei Guido por trás, erguendo-o do chão — Meu Deus, você engordou?

— Claro que não, agora vai mais pra direita – pediu e eu obedeci, vendo ele pregar a faixa, que mesmo assim ficou torta — Ninguém fala disso pra Giu, okay?

— Que você é nanico e não conseguiu botar uma faixa? – André riu, fazendo Guido se manifestar ainda nos meus braços.

— Me solta, Julio! – ele se remexeu, tentando ir pra cima do brasileiro — Vou mostrar quem é o nanico.

Coloquei ele no chão e não demorou muito para que Guido acertasse um pouco de neve na cara do loiro, que falou alguma coisa em português, rindo em seguida.

— Eu já disse que tô em fase de crescimento!

— Ninguém disse que não estava. – gargalhei junto com André — Tá bom, a gente parou com o bullying.

— Enfim, vocês vão vim hoje a noite? – Guido questionou, olhando de mim para André.

— Eu tenho que vim de qualquer jeito. – dei de ombros, pondo as mãos no bolso — A sua namorada pediu para que eu fosse o fotógrafo.

— Coragem. – André riu — Você tira ótimas fotos, porém tem um defeito.

— Defeito?

— Sim. – Guido falou entediado — Você não envia as fotos, parece até que as esqueceu no churrasco.

— Eu odeio vocês. – falei rindo.

...

A parte que eu mais odiava em vestir smoking, era a parte da gravata, nunca conseguia dar o nó corretamente e dessa vez, nem meu padrasto estava em casa para me ajudar com essa tarefa. Suspirei derrotado, tirando a gravata de meu pescoço, jogando-a sobre a cama. Meu visual estava apresentável, vestia uma calça social azul escuro, acompanhada de uma camisa social preta. É, uma gravata não iria fazer falta. Peguei a bolsa com a câmera, pondo sua alça sobre meu ombro, saindo de meu quarto, indo na direção da escada e descendo os degraus de madeira em seguida. Ia pegar as chaves de casa e do carro, quando notei a presença da minha mãe na sala de estar, peguei as chaves e as coloquei no bolso da calça, me aproximando dela.

— Ei. – toquei em seu ombro, assustando-a um pouco — Tudo bem?

— Tá sim, meu amor. – sorriu, pausando o filme — Meu Deus, você está tão lindo!

— Tive a quem puxar. – pisquei para ela, que riu dando um tapinha em meu braço — Acho que é melhor eu ir, ou então a Giulia vem me buscar espumando de raiva.

— Vá com cuidado. – beijou a minha bochecha, sorrindo depois — E nada de bebidas alcoólicas ou drogas.

— Mãe, eu tô indo pra um baile escolar! – rolei os olhos rindo, abrindo a porta de casa — Eu vou me cuidar.

Acenei em despedida, saindo de casa e indo até a HV-R, entrando no veículo logo depois. Pus a chave na ignição, dando partida, seguindo caminho para escola. Enquanto dirigia, sentia minhas mãos suarem frio contra o volante, mesmo com o aquecedor estando ligado. Mas, no fundo, eu sabia o motivo para aquele nervosismo evidente. Ela ia estar lá.

Não demorou muito para que eu chegasse na escola, enquanto saía do carro, podia ouvir a música alta vinda do ginásio. E julgando pela quantidade de carros no estacionamento, todos vinheram aproveitar essa noite. Ativei o alarme do veículo, guardando a chave no bolso e seguindo para dentro do colégio, sendo seguido por alguns alunos. Quando entrei no ginásio, observei todo o local, na procura de meus amigos, achando eles perto da mesa de bebidas. Conforme me aproximava, sentia meu coração bater forte contra meu peito, minhas pernas bambas e o motivo disso tudo estava ali, parada ao lado do irmão. Usando um vestido preto, que ia até o meio das suas coxas, realçando ainda mais suas curvas tão perfeitas. Ela estava linda, como sempre e provavelmente, eu estaria babando agora.

— Eu já volto. – pude ouvi-la dizer, antes de se distanciar.

— Aproveitando que nosso fotógrafo chegou. – Alan sorriu, passando um dos braços sobre meus ombros — Que tal umas fotos do seu grupo de garotos favorito?

— Se for pra tirar fotos deles, eu vou cobrar, Guerrini!

— Tira logo a foto, Peña! – Giulia riu — Espera, falta a Isabela.

— Ah, ela vem depois. – André falou, terminado de beber o ponche — Agora tira uma foto desse brasileiro gostosão aqui.

— Se no Brasil tiver homens assim. – Agustina apontou para ele, com o deboche estampando seu rosto — Prefiro não ir.

— Ih, os papéis se inverteram agora? – Guido questionou, rindo — Antes era a Isabela e o Julio que brigavam por qualquer coisa, agora são esses dois ai.

Ia protestar, mas fui interrompido pela risada de Isabela, que chegou por trás de mim, parando ao lado de Guido. Beijando-lhe a bochecha, em forma de cumprimento. É errado eu sentir ciúmes disso? Claro que é, nós dois não temos nada e sem contar que, o Guido é completamente apaixonado pela Giulia. Que tipo de pensamentos são esses, Julio? Balancei a cabeça, voltando a realidade, tirando a câmera da bolsa.

— Sorriam!

Apontei a câmera para eles, que se abraçaram de lado, todos sorridentes, mas um sorriso em específico chamou minha atenção. Era impressionante a forma como ela conseguia ficar linda em qualquer situação. Sorri fraco, ajustando o foco e depois capturando aquele momento, em seguida, apertei no botão que me levava até a galeria, para ver como a foto tinha saído.

— Ficou boa. – dei de ombros, mostrando a foto a eles — Mesmo tendo o André, Guido e Alan.

— Se essa foto ficou boa, é porque não tem você! – Alan fingiu jogar o cabelo para o lado.

— Não diga isso com ele, Madanes! – Daniela falou, pegando a câmera de minhas mãos e parando uma pessoa qualquer — Tira uma foto da gente, por favor.

O menino assentiu, pegando a câmera das mãos da garota, que me puxou para perto do grupo. Por ironia do destino, acabei ficando ao lado de Isabela, que nem se importou com a minha presença ali. Suspirei derrotado, desviando minha atenção para o garoto, sorrindo para a foto.

— Valeu. – peguei o objeto de suas mãos, pendurando a alça em meu pescoço — Vejo vocês daqui a pouco.

Olhei uma última vez para Isabela, tentando decifrar sua expressão, mas foi em vão, não consegui tirar nada, como nas outras vezes. Derrotado, me afastei, indo tirar fotos dos outros alunos. Já havia tirado centenas de fotos, inclusive do diretor Avery, que me fez fazer um book dele com o corpo docente.

Aproveitei a pequena folga, indo para perto de André e Alan, e obviamente, me escondendo do diretor, só faltava ele me pedir pra tirar fotos da construção inteira. Arregacei as mangas da camisa, pondo as mãos no bolso depois, observando a aglomeração se formar em frente ao palco. Ah, claro, a coração de rei e rainha do baile. Guido se juntou a gente, já que Giulia estava no palco, iria anunciar os coroados. E, não sei porque, mas uma sensação estranha perambulava pelo meu peito, era como se fosse tristeza. Não era a primeira vez que eu sentia isso, talvez isso tenha alguma ligação com Isabela, desde que me afastei dela, me sinto assim. Passei a mão pelo cabelo, bagunçando os fios, enquanto olhava atentamente para a loira sorridente em cima do palco, até que, o sorriso de Giulia murchou quando ela abriu o envelope que Dani entregou a ela.

— Ah, não. – Guido sussurou — Lá vem merda.

— Olá meus queridos Eagles! – ela começou, ainda com um sorriso fraco — Espero que estejam curtindo esse baile, porque deu um trabalhão, inclusive pro Guido, que passou meia hora pra pendurar a faixa e mesmo assim, pendurou torta.

Foi impossível não ri com esse comentário, até porque eu havia presenciado toda a cena e ainda ajudei meu amigo, que agora estava mais vermelho que um tomate ao meu lado.

— Então vamos deixar de enrolação e ir logo ao que interessa, não é mesmo? – ela abriu o envelope novamente, fazendo uma careta — O rei do baile de inverno desse ano, é o nosso querido, mas nem tanto, Dylan Coleman!

O canhão de luz mirou no rapaz, fazendo-o sorrir, como se já esperasse por aquilo. Alguns alunos bateram palmas, enquanto outros, amigos dele, gritavam seu nome em forma de comemoração. Eu e os meninos, estávamos no grupo que não fez nada, apenas observamos a coração daquele imbecil.

— Ai, Peña. – ouvi sua voz soar no microfone, chamando minha atenção — Não vai vim tirar uma foto do seu rei?

— Alguém quer trocar de lugar comigo? – os meninos negaram com a cabeça — Acabou a amizade.

— Vai logo, caralho. – André riu, me empurrando na direção do palco, vindo logo atrás com Guido e Alan.

Liguei a câmera, apontei na direção de Dylan, focando nele e em seguida, tirando a foto. Ele sorriu, convencido. Giulia pegou o microfone das mãos dele, rolando os olhos e abrindo um sorriso amarelo.

— E a nossa rainha é ninguém mais, ninguém menos que... – fez uma pausa, atiçando a curiosidade e aumento o suspense — Nossa querida brasileira, Isabela Souza!

Novamente, uma onda de gritos e aplausos inundou o ginásio, enquanto Isabela subia ao palco, pela sua expressão, ela parecia estar tão surpresa quanto eu ou, os meninos. Giulia pegou a coroa, pondo-a na cabeça da amiga, que sorriu e a abraçou, falando algo em seu ouvido. Peguei a câmera, registrando a brasileira, recém coroada rainha do baile. E em seguida, registrando os dois, focando principalmente na garota ao lado daquele idiota.

— Vem cá. – André falou, apontando para os dois, que se abraçaram — A gente por acaso voltou no tempo?

— Tô começando a achar que sim. – Agustina disse, surgindo no lado do brasileiro.

— Agora, seguindo a tradição. – Giulia retornou a falar — O rei e a rainha, devem dançar uma música lenta. Então vamos logo com isso, porque eu quero a minha amiga, Coleman!

Ele falou algo, certamente alguma coisa idiota, já que as meninas rolaram os olhos. Dylan estendeu sua mão para Isabela, que aceitou, descendo juntos do palco e indo para o meio do círculo formado pelos alunos e professores ali presentes. A música começou a tocar, assim como os dois começaram a dançar, ele com as mãos envolta da cintura dela e ela com seus braços envolvendo o pescoço dele. Acho que agora eu tinha entendido o porquê daquele sentimento estranho em meu peito, vendo a forma que eles dançam, parecendo um perfeito para outro, percebo que errei feio em afasta-la. Despertei de meus pensamentos, quando Alan balançou a mão em frente ao meu rosto, olhei para ele.

— Tá tudo bem? – perguntou baixo, provavelmente para nossos amigos não ouvirem — Sei que tava rolando algo, mas você acabou pisando na bola e como diz o André, azedou o caldo.

— Não pisei na bola, Alan! – falei, vendo que o cartão de memória já estava lotado — Só não queria magoa-la, não como esse panaca aí.

— Então a solução pra isso não acontecer, foi você se afastar dela? – ele riu, balançando a cabeça.

— Se afastar de quem? – André perguntou, olhando de mim para Alan.

— De ninguém, aliás, eu preciso pegar outro cartão de memória. – ergui a câmera no ar, mudando de assunto — Acho que deixei alguns no carro.

Ele me olhou por mais alguns segundos, alternando seu olhar para Alan, porém Giulia chegou junto com Daniela, atraindo sua atenção. Relaxei os ombros, seguindo para fora do ginásio, já que de certa forma, eu precisava de outro cartão de memória. Aposto que a maioria dessas fotos aqui são do senhor Avery, acho que a carreira de seus sonhos era ser modelo e não diretor de uma escola. Tirei a chave do carro de meu bolso, desligando o alarme, assim que cheguei ao estacionamento. Abri a porta, adentrando no veículo, indo procurar por mais um cartão de memória. Revirei todo o porta luvas, na busca pelo cartão, até que acabei encontrando uma carta. Tinha o nome da minha mãe escrito no envelope, provavelmente deve ser do meu padrasto, então isso não é da minha conta. Coloquei a carta onde ela estava e só então, notei uma fotografia caída no chão do carro, estiquei o meu braço, pegando-a. Era minha mãe com o meu pai, ambos com sorrisos de orelha a orelha, sentados em um banco de madeira, provavelmente de algum parque da cidade. Virei o verso da fotografia, lendo a pequena dedicatória escrita pelo meu pai.

"Esse foi o dia que você me contou a melhor notícia do mundo! Vamos ter um lindo filho e eu tenho certeza absoluta, que ele irá se parecer mais com você, do que comigo.

Te amo, Michael."

Balancei a cabeça rindo, guardando a foto no porta luvas e finalmente encontrando um cartão de memória, fazendo a troca dos cartões. Chegava a ser inacreditável a forma com que esse cara, mesmo estando à milhares de quilômetros de distância, conseguia estragar a minha noite. Ou melhor, o resto dela. Sai do carro, batendo a porta com força, odiava aquele cara, preferia mil vezes ter o Charles como meu pai do que a ele.

Ia voltar para dentro do ginásio, quando reconheci a garota sentada sobre a grama, observando o céu, com um olhar vago. Pus as mãos nos bolsos, me aproximando dela, que nem pareceu notar minha presença quando eu parei ao seu lado.

— O que faz aqui? – ergui a sobrancelha, sorrindo sem mostrar os dentes — Não deveria estar aproveitando o seu reinado?

— Precisava tomar um ar. E você? – ergueu seu olhar para mim — Não deveria estar tirando fotos?

— É, eu deveria. – cocei a nuca, rindo — Mas, eu vim pegar outro cartão de memória, já que o senhor Avery fez questão de encher o outro.

Ela riu, apontando para o espaço vazio ao seu lado, entendendo o recado, me sentei ao seu lado, olhando as estrelas também.

— Com a claridade da cidade, não dá pra ver nada. – ela falou baixo, ainda olhando para o céu sobre nós — Sem contar, que o céu daqui vive quase todos os dias nublados.

— No campo de futebol, quando os refletores estão apagados – cruzei os braços sobre os meus joelhos — É possível ter uma bela vista do céu noturno.

— Vou guardar essa informação, Peña. – ela sorriu sem mostrar os dentes, levantando-se da grama — É melhor eu voltar lá pra dentro, já que não é aconselhável estarmos tão perto um do outro.

— Isabela, espera. – levantei, entrando na frente dela — Eu queria falar com você sobre isso.

— Você já falou tudo, e eu não quero ouvir mais nada, Peña! Agora sai da minha frente, por favor. – confirmei com a cabeça, a obedecendo.

A observei se afastar, caminhando para dentro da escola, porém, a mesma parou, virando-se para mim. Engoli em seco, ao notar o olhar cheio de mágoa e outro sentimento que não pude descrever, que Isabela tinha sobre mim.

— Sabe, eu nunca pensei que um dia ia chegar a derramar uma lágrima por você, que ia chorar por estar magoada com você. – ela riu, balançando a cabeça — Mas, eu chorei e, sabe de outra coisa? Você tem razão, é melhor estarmos afastados.

— Eu não queria ter dito aquilo.

— E por que falou?

— Porque eu não queria magoar você, caramba! – me aproximei dela — Eu não sou uma pessoa totalmente perfeita, tenho medo de fazer alguma coisa e acabar magoando você, assim como o idiota do Coleman!

— Ninguém é perfeito, Julio! – Isabela desviou seu olhar para meus olhos e nesse momento, senti um calafrio na nuca — Você disse que não queria me magoar, mas acabou magoando de qualquer jeito.

Fiquei calado, absorvendo suas palavras, ela tinha razão. No final, eu acabei magoando-a.

— Eu sinto muito, Isabela. – falei baixo, ainda olhando em seus olhos castanhos escuro.

Ela sorriu fraco, voltando a caminhar para dentro da escola, me deixando sozinho ali. Suspirei cansado, passando as mãos pelo cabelo, ainda olhando na direção que ela foi. A burrice já foi feita, agora só me resta aceitar. Talvez em alguns dias, eu possa superar essa parte da minha vida, ela só é mais uma garota que não deu certo. 


Notas Finais


Desde já, desculpa pelo capítulo e pelo final kkkkk

Eu fiquei triste enquanto escrevia, isulio tava tão pertinho de acontecer, mas o caldo azedou!

Já tô escrevendo o próximo capítulo, postarei assim que terminar, belezinha?

Queria agradecer a todos pela divulgação e pelo engajamento que a fanfic tá tendo, vocês são foda! 💖💖💖


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