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História For All Eternity - DAMON SALVATORE - Capítulo 3


Escrita por: wwwhtpn

Capítulo 3 - The part where everything went wrong



part. two »


Callie já tinha suas malas arrumadas escondidas embaixo do grande lençol de sua cama junto com as coisas de sua mãe. Já estavam com tudo pronto para a fuga, faltava apenas Bill sair de casa como o combinado e então as duas fugiriam.

A garota foi obrigada a descer para a sala de jantar para comer junto de sua família, de acordo seu pai, todas as refeições deveriam ser feitas na mesa, se não quisesse se juntar a mesa não comia. Ela não se opôs pois, seria sua última noite na casa e não queria causar uma briga com seu pai que o fizesse não sair de casa, ou ele lhe dar algum castigo que interferisse em sua fuga.

Então a loira contra sua vontade se senta na primeira cadeira da fileira, enquanto seu pai se senta na ponta e sua mãe de frente para ela do outro lado da mesa.

Callie come lentamente as verduras cozidas e o pedaço de carne que sua mãe colocou em seu prato.

Bill já tinha terminado quando Callie chegou a metade do prato e anunciou que sairia para o conselho e bateu a porta pouco tempo depois.

Assim que o barulho foi ouvido ela e sua mãe se levantaram e correram para concluir os últimos preparativos para a fuga.

Callie desceu com as bolsas enquanto sua mãe ajeitava a sela no cavalo de da mais nova. A loira sabia que o grande garanhão branco um dia lhe traria sua liberdade.

A mãe amarrou as malas no cavalo e deu impulso para a mais nova subir e montou no cavalo logo depois.

Não foi difícil para que Clay pulasse a pequena cerca nos fundos da casa onde ele ficava.

Seguiram caminho por uma estrada pouco usada pelos moradores para garantir que ninguém as visse e partiram galoupando a toda velocidade.

Callie sentia o vento balançar seus cabelos e finalmente sorriu. Respirando aliviado por finalmente estar livre. Livre de seu pai violento. Livre de seus castigos, suas surras. Longe dele.

Sentiu seu coração pontear quando se lembrou de Damon, mas logo sorriu outra vez quando pegou o pingente entre os dedos. Sabia que Damon poderia fichar chateado, mas entendia seus motivos.

Antes que passassem pela barreira que mostrava onde a cidade começava Clay se assusta derrubando Callie e sua mãe no chão.

As duas caíram com uma grande distância uma da outra. Callie viu que sua mãe bateu a cabeça na queda e estava meio desnorteada antes que Clay passasse correndo por ela voltando para a vila.

Callie engatinha até a mãe e pega em seu rosto.

- Mamãe? Fala comigo. - pede a garota enquanto chacoalha o corpo da mãe. Ela não respirava mais e seu corpo começava a esfriar. - Mamãe?

- Oh querida ela já não está mais aí. - fala a voz dos pesadelos de Callie. atrás dela a assustando.

Ela vira na direção da voz e ali diante dela está a imagem de Bill Decker completamente sujo de sangue e se apavorar ainda mais.

Se afasta rastejando para trás cada vez mais rápido enquanto Bill se aproximava dela caminhando calmamente.

- Achou mesmo que poderia fugir de mim garota? - pergunta ele agarrando em seus cabelos em uma velocidade que surpreendeu Callie. - Achou que você e sua mãe passariam a perna em mim? - ele grita em seu ouvido.

Callie chorava enquanto se lamentava clamando por misericórdia.

- Oh Callie, eu terei muita misericórdia em te machucar. - fala com um sorriso que arrepia a garota dos pés a cabeça. Enquanto ela se lamenta pelo ocorrido.

Bill a arrasta para mais próximo de onde o corpo de sua mãe jazia no chão e a joga em cima mulher.

- Olha aí o que você fez Calliope. - aponta para o corpo da mulher morta. - Você fez isso com ela.

- Não! Você fez isso. Se não fosse por você não teríamos porque fugir daqui! - grita com coragem para o homem que se surpreende, Callie nunca tinha o enfrentado.

- Acho bom abaixar o tom Callie, ou seu castigo vai ser bem mais doloroso. - ameaça e a garota não se deixa abalar.

- Não tenho medo de você. - grita e então ele avança para cima da loira que se esquiva sem muito sucesso.

Ele a acerta com alguns socos antes dela conseguir pegar uma pedra e acerta-lo na cabeça. A loira estava tão furiosa que perdeu a conta de quantas vezes acertou o homem com a pedra, mas só parou quando o aperto em seus braços afrouxaram e viu que em não se movia mais.

Jogou a pedra pra longe e tirou o corpo do homem de cima do seu.

Ao encarar a volta a loira finalmente percebeu a tragédia que havia acontecido.

Não pode pensar em mais nada quando começou a ver as pessoas se aproximando com tochas na mão. A gritaria deve ter chamado a atenção das pessoas.

Então sem nem pensar a garota correu para a mesma direção que seguia com a mãe. Não parou um segundo antes de sair dos limites da cidade. Deixando tudo para trás. Sua mãe. Seu pai. Damon. Sua vida.

Callie não percebeu mas correu por horas e quando seus pés clamaram por descanso ela parou e se encostou em uma árvore pegando fôlego, não ficou muito tempo parada e logo voltou a caminhar.

A cabeça da garota não conseguia focar em nada no momento, apenas dizia que ela deveria continuar seguindo.

Já havia amanhecido e ela caminhava sem parar. Sua barriga reclamava pedindo por alimento, mas nem abalou a loira.

Quando chegou em uma encruzilhada ela se confundiu. Não havia passado todas as rotas com sua mãe, e não sabia qual caminho deveria seguir, então apenas escolheu um e seguiu.

Callie caminhava com a mesma determinação que tinha em não pensar em nada do que deixou para trás e estava se saindo bem.

O sangue seco de seu pai colado em sei corpo começava a encomoda-lá, mas também não a fez sair do rumo.

Callie apressou os passos quando viu uma carruagem passando por ela e parando alguns metros mais a frente.

Ela com medo se virou para trás e começou a caminhar na mesma direção que vinha e logo ouviu a porta da carruagem se abrindo.

Callie olha pra trás e vê um homem de aproximando e quando volta deu olhar para frente e começa a correr da de cara com algo, ou melhor, alguém.

- Vai a algum lugar? - fala o homem. Ela dá passos para trás se afastando do homem. - Está perdida?

- Não. - reponde apenas.

- Então sabe falar. - ela revira os olhos sem se controlar com a provocação. - Você está ferida senhorita? - pergunta e ela nega.

- Então esse sangue é de outra pessoa? - pergunta e ela assente. - De quem?

- Meu pai. - responde se sentindo intimidada com a proximidade do homem.

- Me chamo Niklaus Mikaelson, muito prazer. - se apresenta tirando o chapéu e se curvando para cumprimentá-la formalmente.

- Calliope Decker. - ela estende a mão e ele deixa um leve beijo sobre ela.

- Bom Calliope posso lhe dar abrigo se quiser. - propõe e a loira revisa gentilmente. - Eu insisto. Minha casa não fica muito longe daqui, pelo menos por essa noite? - Callie repensa e relamente seria bom ter um lugar para ficar essa noite.

- Tudo bem. O senhor tem família? - pergunta.

- Sim, moro com meus irmãos. - responde acompanhando a garota até sua carruagem e então avisa ao cocheiro que podem seguir viagem.

Em Místic Falls, todos que se aproximavam de chocavam com a atrocidade.

Damon caminhava entre as pessoas de mal humor, seu pai tinha o obrigado a vir com ele para verem o tamanho da tragédia que as pessoas comentavam pelas ruas.

Ass que chegou e viu o corpo da mãe se Callie seu coração disparou, e quase saiu pela boca ao ver o corpo de Bill estirado no chão com um ferimento aberto na cabeça. Olhou em volta e não viu Callie e suspirou aliviado.

Enquanto seu pai estava entretido interrogando as primeiras pessoas a chegarem, Damon caminhava entre os dois corpos no chão e viu algo em baixo de Bill.

Se baixou e puxou a corrente preta e viu quando o pingente de ferro bateu sob sua mão. Na mesma hora seu peito se apertou e olhou para a estrada que saia da cidade.

- Onde você foi Callie? - sussurrou para si enquanto guardava o colar em seu bolso e voltava para junto de seu pai.

Callie assim que entrou na casa extremamente grande se encantou com a beleza do lugar. Era tudo muito branco, achou. Mas bonito.

- Não disse que morava com seus irmãos? - pergunta para Nicklaus quando vê que a casa está silenciosa.

- Sim, eles estão viajando no momento. Acredito que cheguem amanhã de manhã. - fala e Callie assente. - Venha, vou pegar algumas roupas de Rebekah para você tomar um banho. - chama e a loira o segue.

Depois de um bom banho, Callie viu que relamente estava precisando tirar aquele odor de sua pele, e agradeceu por poder.

- E então não vai me contar a sua trágica bakroeia familiar? - pergunta Nicklaus depois que se sentaram na cozinha para comerem.

- É uma longa história... - a loira responde tentando evitar o assunto.

- Temos tempo. - ele fala.

Então Callie explica toda a história, sem muitos detalhes, mas o bastante para que ele compreenda os acontecimentos.

- Eu lamento por sua mãe. - ele diz sincero e ela agradece com um leve sorriso. - Se eu puder fazer algo pra ajudar.

- Já está fazendo muito, obrigada! - agradece e ele sorri para ela.

- Toma. Beba isso, vai te fazer melhor.- entrega uma taça com um líquido viscoso dentro e Callie torce o nariz, mas aceita. Não faria desfeita com o homem que estava sendo tão gentil com ela.

- Obrigada. - fala e então vira a taça. Callie podia jurar que sentiu garoto de ferro, mas virou a taça mesmo ass tomando um grande gole com dificuldade e então engoliu.

Coloco a taça de volta na mesa e sorriu para Niklaus que estava a encarando esse tempo todo.

- Bom Callie, eu sinto muito. - ele diz e a fica confusa. - Mas estou planejando a coisa e você pode me ajudar em muitas delas. - fala e então se aproxima da garota em uma velocidade sobrenatural e quebra o pescoço da mesma que antes de cair no chão é amparada por Niklaus.




Notas Finais


foi isso galera, espero que tenham gostado!
part dois do antes concluída, agora os próximos capítulos se passarão em tempo real.

um beijo 💋
até a próxima!

não esqueçam de favoritar e comentar o que estão achando! Obrigada! 💛


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