História For All Time - Capítulo 13


Escrita por:

Postado
Categorias Michael Jackson
Visualizações 20
Palavras 2.964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então, depois de um pouco mais de 1 ano, aqui estou com essa história que me enche de amor e orgulho. Quero dizer que estou aqui para dar continuidade como prometido, eu disse que não as deixaria sem um final, e não deixarei. Espero que possam vir e apreciar comigo cada momento dessa história e vivenciar as fortes emoções que cada personagem transmite.

Então, vamos lá…
Sigam-me os bons. <3

Capítulo 13 - Quem é ele?


Fanfic / Fanfiction For All Time - Capítulo 13 - Quem é ele?

 

Mais tarde naquela mesma noite, eu estava em meu quarto perdida entre os pensamentos que não me deixavam dormir. Era tão forte em minha mente sua imagem, suas palavras, suas maneiras, meu coração disparava, meu corpo aquecia, um frio intenso cortava-me o peito. Eu sorria, mordia os lábios, suspirava, tudo por tê-lo em meus pensamentos, lembrando cada momento ao seu lado. Intrigada, emocionada, feliz e amada, eu me permitia sentir tudo, tudo o que Michael me fez conhecer desde sua chegada.

Ouvi batidas na porta do quarto.

- Evey. - Era minha mãe que batia antes de se recolher para dormir.

- Entre, mamãe.

Delicadamente, ela entrou. Eu estava sentada ao lado da janela, perdida em minhas lembranças enquanto observava o céu sem brilho tomado por nuvens negras. Ela caminhou até mim, pousou suas mãos sobre os meus cabelos e deslizou seus dedos pelos fios compridos.

- Então era isso... Está apaixonada, minha querida.

Sorri olhando-a.

- Sim, mamãe. Mais do que isso... Eu sinto aqui, em meu coração que, jamais pertencerei a outra pessoa a não ser ele.

E ela sorriu.

- Compreendo-a. E não imagina como me alegro em vê-la tão feliz. Assim como seu pai e seus irmãos.

- Como posso agradecer pela família que tenho?

- Sendo apenas quem você é, sempre. - E me abraçou. Aquele abraço mais carinhoso e amoroso, aquele abraço de quem te cuida e te quer bem.

- Obrigada, mamãe. Eu amo você.

- Durma bem, querida. E seja sábia. Eu também amo você.

Fechou a porta atrás de si, e partiu.

Em toda a minha vida, eu jamais me sentira tão feliz, tão completa e realizada. Eu senti que nada no mundo poderia abalar aquela felicidade incessante em meu peito.

***

 

Já estava tarde, eu precisava descansar mas minha mente não queria repousar, a lembrança vívida de Michael era tão recorrente que até de olhos abertos eu sonhava com ele. Porém, depois de algum tempo contemplando a noite pela janela resolvi me deitar, lembro-me nitidamente de fechá - la pois  o vento soprado do oceano, naquela noite, estava extremamente frio.

Acordei na madrugada com o vento rebatendo as cortinas que cobriam minha janela, o quarto inteiro estava tomado por uma espécie de neblina, e tão frio que até minha respiração impelia fumaça. Como era possível a janelar estar aberta se eu a tinha fechado? Aquilo me deixou confusa, porém o que mais me causou espanto foi quando me aproximei da janela para fechá-la e do lado de fora, na rua quase toda tomada pela névoa, alguém caminhava lentamente com as mãos enfiadas nos bolsos de um sobretudo preto e chapéu de mesmo tom sobre a cabeça, era um tipo esguio, alto e de cabelos longos, na altura dos ombros, senti um arrepio percorrer a minha espinha, então percebi seus passos cessaram e em seguida ele se virar-se em minha direção mirando seus olhos precisamente em mim na janela, o meu coração disparou e minha reação instântanea foi lançar-me para trás, um forte sentimento de terror me cobriu e eu não entendia o porquê daquela figura me causar tanto temor.. Quem era aquele estranho? Não era o Michael, era tudo o que eu sabia. De onde ele vinha? Para onde ia? E como sabia que eu estava exatamente ali, observando-o? Me movi bem devagar escondendo-me entre as cortinas e aproximei outra vez da janela, quando olhei o lado de fora, na rua já não havia ninguém, nem mesmo a névoa era mais tão densa quanto antes. Tomei um longo suspiro, minhas mãos tremiam, fechei a janela e pela fresta da mesma observei ainda o lado de fora, no entanto, tudo continuava calmo e normal. Voltei para minha cama aturdida, naquele instante  eu senti  tanta vontade dos braços do Michael que me encolhi entre os meus lençóis, eu precisava da segurança que seus braços me proporcionavam, dos seus olhos sobre mim e o sussurro de sua voz acalmando o meu coração, mas eu não tinha e não poderia ter, não até aquele momento. Depois de todo acontecido, lembro-me apenas de acordar com os cantos dos pássaros do lado de fora, como acontecia toda manhã.

- Bom dia, querida. Ajude-me com os pães, sim? Estão sobre o fogão. - Minha mãe havia feito alguns pães e já coava o café enquanto eu presa num tipo de transe ainda parecia adormecida.

- Aiii! - Resmunguei ao pegar na fôrma quente.

- Evey, cuidado. Está quente!

- Eu não percebi.

- Como está distraída. Queimou-se?

- Não, não foi nada demais. - Falei juntando um pano nas mãos.

- Você está bem, querida?

- Sim, mamãe. - Confirmei com um sorriso. - Estou sim.

- Tudo bem. Leve estes pães para a mesa, seu pai já deve estar descendo.

- Sim. - Peguei os pães e levei para a mesa. Bem ao lado da mesma, olhando através da janela a mesma rua em que aquele homem havia desaparecido em meio a névoa me distraí. Ainda que nada ruim tivera acontecido naquela noite, havia um sentimento diferente corroendo em meu interior desde sua aparição, sentimento o qual eu não conseguia definir, haviam muitas coisas acontecendo dentro de mim, e embora houvessem inúmeras perguntas sem respostas, acerca daquele estranho e de meu próprio Michael que sempre agia de maneira misteriosa e inigmática, eu ansiava por vê-lo o mais breve possível.

- Evey... Toc, toc... - Meu pai brincou tentando me chamar atenção.

- Sim. - Respondi despertando.

- Tão distante, querida.

- Oh, perdão, papai. Não o ouvi chegar.

- Eu percebi. - Ele sorriu. - Você está bem?

- Sim, eu... Eu estou ótima. - Respondi não conseguindo manter um contato visual com ele. Papai me conhecia muito bem, não precisava olhar nos meus olhos para perceber quando algo não ia tão bem quanto eu dizia.

- Sabe que sempre estarei aqui para ouvi-la, não sabe?

- Sim, eu sei que sim, papai. - Falei me aproximando e o abraçando com força.

- Tudo bem, quando você quiser... - Ele tinha suas maneiras indiretas de insistir. Mas nem mesmo eu sabia ao certo o que estava sentindo.

- Eu não sei, papai. - Decidir dizer algo, afinal, não queria ser mais uma preocupação para ele além das milhares que ele já vinha enfrentando. -  Acho que deve ser por causa dessa maldita guerra. A cada dia mais próximos estamos de ter de enfrentá-la frente a frente.

- Não se preocupe, meu bem... Há um aviso de tropas aliadas vindo para cá. E mesmo assim, nossa ilha não é grande, há boas chances de passarmos despercebidos.

Olhei para ele, bem fundo em seu par de olhos profundos e cercados de rugas já feitas pelo tempo.

- As ilhas podem ser que sim, mas e o senhor e Edward? Podem ser convocados a qualquer momento. Eu não suportaria que...

- Shiiiiu... - Ele me interrompeu. - Não pense em tais coisas. Nós estamos bem. E vai ficar tudo bem, OK?

- Sim.

- OK?

- Sim, papai.

- Estamos combinados? - Ele repetiu divertido, erguendo seu dedo mindinho para entrelaçar no meu e selarmos nosso compromisso. Aquele era o nosso ato, nosso pequeno elo, nosso trato de confiança e cumplicidade, desde sempre e para sempre.

- Estamos combinados. - Respondi sorrindo firmando o nosso comprisso.

Naquela manhã tomamos café juntos, todos reunidos em volta da grande mesa como era costume, meu pai, minha mãe, meus irmãos e eu, porém desde as últimas notícicas sobre a guerra, ninguém mais estava tão remanso. Papai era o líder de nossa ilha e sempre estava a frente de tudo que acontecia ali, todas as notícias que chegavam era ele a receber e repassar para o restante do pessoal. E como tal, haviam muitos momentos interrompidos, Edward, meu irmão mais velho que estava com a data de seu casamento marcada também estava sempre com ele, era o seu braço direito.

Por volta das 16:00h daquele mesmo dia, enquanto ajudava minha mãe com as costuras, senti um aperto em meu coração, já era quase hora de encontrar meu amado Michael, porém havia algo mais inquietante dentro de mim, suspirei tão profundamente que despertei a atenção de minha mãe.

- Querida?

- Sim, mamãe?

- Você está bem?

- Eu estou com saudade do Michael.

Ela sorriu. - Ora, querida! Está apaixonada. E te digo, não há sentimento mais agradável e ao mesmo tempo mais angustiante que a paixão.

Eu sorri. - Isso é tão estranho. É como se houvesse algo dentro de mim que me adormece sempre que penso nele, isso me tira o sono, a fome, até mesmo os pés do chão... E, é tão recorrente porque eu não consigo parar de pensar nele.

- Isso é bom, meu amor, aproveite, mas tome cuidado com esses sentimentos pois às vezes nos leva a fazer coisas sem pensar em suas consequências.

Eu olhei para ela, mas nada respondi, desviei os olhos para os tecidos que estavam sobre minhas pernas, estaria ela falando sobre eu me entregar a ele da maneira como eu já havia me rendido? Mas não fora a primeira vez, enquanto estive fora estudando houve um rapaz, éramos amigos, mas ele nutria por mim outros sentimentos além de amizade, numa noite depois de um baile da faculdade nos permitimos irmos além e aconteceu, foi estranho para mim, nos beijamos e depois lembro-me apenas da dor que senti, ele parou de forçar-se contra mim e percebeu que eu estava chorando. Ele foi gentil, pediu desculpas e disse que esperaria até eu estar preparada, porém eu nunca mais estive preparada, não para ele. Foi nos braços do Michael que eu finalmente conheci o significado da entrega real entre dois corpos, dois corações e alma.

Chegada a hora tão esperada por mim, já quase não suportava mais esperar para vê-lo, estava pronta para ir até a praia encontrá-lo.

- Está tão linda. Vai a praia, querida?

- Sim, mamãe. Como sempre. Precisava de mim para algo?

- Não, vá com cuidado.

- Eu irei. - Respondi depositando um beijo sobre a testa dela.

Na praia, achei estranho que o Michael já não estivesse lá, ele sempre chegava primeiro e aguardava por mim. Me sentei sobre a areia de frente para o oceano, ventava muito e o sol ainda brilhava no céu, contudo já baixo e ameno. Estiquei os meus braços para trás, sobre a areia, com minhas pernas para frente eu enfiava os pés na areia e a jogava para cima remexendo os dedos. Michael tinha se tornado a maior razão pela qual eu ia a praia, mas ainda sim, eu amava estar ali, entre a terra e oceano com todos os seus segredos, os ventos uivantes vindos de lugares distantes, a areia branca em meus pés e o saudoso som das ondas... Ali era o meu lugar,

Embora eu estivesse distraída com a beleza do sol quase se pondo no horizonte, começava ficar preocupada com a ausência de Michael. Eu esperei, esperei e esperei... Mas ele não apareceu. Triste pensei em voltar para casa, mas eu não sabia o que tinha acontecido com ele, e se tivesse acontecido algo ruim? Meu coração naquele dia estavava tão alvoraçado, e se fosse um aviso? Ele jamais me deixaria esperando. Tomei o caminho contrário a minha casa, em direção a dele, o brilho do sol no horizonte já não existia, apenas nuvens em tom de ouro derretido se desfaziam em um tom mais escuro sobre minha cabeça, o vento soprava mais violento e batia com força contra as árvores, as copas mais altas balançam e contorciam como se fossem se quebrar e cair, seus sons eram tão altos que nada mais além se ouvia.
De longe eu vi a casa, as luzes estavam apagadas e não era comum já que escurecia. Quando me aproximei, toquei a maçaneta da porta para entrar mas ela se moveu sozinha, estava entreaberta, me senti mais animada deduzindo que Michael estaria por ali, procurei-o em sua sala, depois no quarto, passei pela cozinha até a varanda onde ele adorava passar o tempo, mas também não havia nenhum sinal dele ali. Saí da varanda buscando-o do lado de fora, mais perto da praia, e mais uma vez sem encontrá-lo voltei a casa e passei a procurar por ele do outro lado onde havia uma garagem com frente para uma floresta densa. Aquelas árvores altas e cheias de galhos me davam arrepios, era muito mato para um espaço tão pequeno de terra, por serem tão numerosas, transformavam aquele bosque um lugar assustador por ser escuro e sombrio mesmo durante o dia pois os raios do sol mal penetravam seus galhos e folhas. Entretando, os sons que vinham de seu interior muitas vezes era encantador por haver uma enorme quantidade de passaros vivendo ali, mas aquela era a primeira vez que eu estava tão próxima àquela floresta sem a companhia do Michael e, ao anoitecer. Espreitando o pequeno corredor bem pisado sobre o chão que adentrava aquele santuário e sumia sob as sombras, chamei-o pelo nome algumas vezes, mas tudo o que ouvia eram cantos distantes das aves noturnas, um em especial era lindo, mas naquela situação causava-me calafrios. Sem resposta, imaginei que ele poderia ter ido a praia, só havia se atrasado e pelo caminho se desencontrado de mim. Decidi que faria o caminho de volta até a praia, porém assim que dei as costas para sair, um som semelhante a passos sobre galhos secos vindo do interior da floresta me fez parar, contemplei todo o território até onde alcançavam os meus olhos mas nada consegui ver.

- Michael... - Chamei, e nem mais os passos eu conseguia ouvir. - Você está aí? -  Aguardei esperando ouvir uma resposta, mas tudo estava em silêncio novamente. Outra vez me virei para sair, e o barulho de pegadas voltou a se fazer presente, não eram os meus, percebi que sempre que eu me movia, os passos me acompanhavam. Eu parei e apenas ouvi, de repente o que eram apenas passos passaram a algo semelhante a alguém correndo e se escondendo entre arbustos pois havia o som de algo se chocando contra eles.

 Michael está tentando me assustar, logo eu concluí. Então adentrei aquela penumbra. Se ele queria me ver assustada iria se frustrar. Caminhei sobre o trieiro para dentro da floresta e voltei os olhos para a direção de onde eu tinha vindo, a pequena entrada de luz tinha ficado tão distante que eu já estava me arrepedendo de ter ido tão longe, a minha frente tudo o que os meus olhos viam eram sombras de galhos tortos que se fechavam acima de minha cabeça e bloqueavam quase toda a luz externa por causa do excesso de vegetação. Há poucos metros de mim algo se moveu sobre o chão, e antes que minha visão pudesse identificar o que era, ouvi um grito, assustada dei um passo para trás e tropecei num amontoado de galhos secos que haviam ali, eu caí sobre o chão e pude perceber logo a minha frente, escondido entre os arbustos a pequena ave responsável por aquele som que me fez gelar por dentro, observando-o sorri aliviada e me levantei limpando as mãos.

- Mas o que eu estou mesmo fazendo aqui? - Falei para mim mesmo achando graça na situação inusitada na qual eu tinha me metido. Mas em segundos outro som mais assustador me fez parar e arregalar os olhos mais além daquela penumbra, era um uivo, porém um pouco distante, eu sabia que haviam lobos por ali, o que esforçou a monha idéia de que eu realmente não tinha nada para fazer ali, resolvi voltar e enquanto andava de cabeça baixa tentando arrancar algumas folhas secas que tinham grudado em minha roupa, parei ao ouvir novamente o som daquelas pisadas logo a minha frente, levantei os olhos e vi o vulto de algo se afastar, tinha mesmo alguma coisa ali, e para mim aquilo já bastava, tinha perdido a graça. Quando dei um próximo passo em direção a saída, senti uma breve passagem de vento gelar um lado inteiro do meu rosto, e junto daquele sopro o som de uma voz sussurrando o meu nome. Eu me arrepiei e senti medo como poucas vezes já havia sentido. Cerrei os meus punhos na barra do meu vestido e comecei a caminhar bem rápido sobre os ramos secos no chão, percebi que além dos meus passos, também havia outro logo atrás de mim e na mesma velocidade que eu. Sem olhar para trás comecei a correr, meu coração batia acelerado, minhas pernas trêmulas pulavam os galhos caídos pelo caminho e meus braços vez ou outra se enrolavam nos enormes cipós que desciam das árvores. Quando finalmente alcancei a entrada da floresta olhei para trás e o que vi fez meu coração quase parar, aquela roupa e aquele chapéu ficaram em minha lembrança, aquela silhueta era do mesmo homem que eu tinha visto na névoa na noite anterior. Acabei tropeçando em algo sobre o chão e teria caído se naquele instante os braços de Michael não tivessem me amparado.

- Evey... - Ele me apertou em seus braços enquanto ainda assustada eu olhava para trás, para o meio da floresta. - Evey, olha pra mim.

- Michael... - Sussurrei enterrando o meu rosto coberto por lágrimas em seu peito.

- Evey, você está bem?

- Me leva pra longe daqui, por favor. - Falei com a voz trêmula.

Michael me abraçou forte enquanto por cima do meu ombro mirava o interior escuro daquela floresta, e quando me soltei de seu abraço e olhei em seus olhos, vi em sua face algo que eu jamais havia contemplado; era raiva o que ele sentia, mas não por mim, mas por aquilo que se arrastava entre as sombras daquele lugar.
 

...


Notas Finais


E então, minhas pequenas? Espero que tenham gostado desse capítulo. E que ainda estejam vindo por aqui. Um grande beijo no coração de cada uma de vocês.


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