História For Guk - taekook - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Bts, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Suga, Taehyung, Taekook, Top!tae, Vkook, Yaoi
Visualizações 550
Palavras 1.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cara ahsjshshsjs

Peço paciência pra quem está lendo isso, a fase é bem atrevida, mas não começa do nada. Dei um ossinho pra taekook brincar. Vamos lá.

Capítulo 3 - 1: V


Fanfic / Fanfiction For Guk - taekook - Capítulo 3 - 1: V

Balancei a cabeça pra cena a alguns metros de mim, tomando da minha cerveja no bico e mantendo um sorriso pro que via no palco. Digo, não era uma ideia arriscada e inusitada? Normalmente você encontrava mulheres bonitas e arrumadas no palco, fazendo strip-tease e seduzindo com seu corpo. Mas um homem fazer isso, usando poli-dance e contando contos eróticos ao mesmo tempo, pra mim era uma novidade. Você já viu algo parecido?

E lá estava Taehyung, ou melhor V. Mostrando sua faceta que com certeza poucos que o  conheciam fora daqui haviam visto, ou talvez, eu seria o único. Pelo menos nesse lugar eu era o único que sabia seu nome de verdade. E um dos poucos que já havia visto seu rosto além das meninas. Suas expressões por baixo da máscara não eram fáceis de perceber, uma máscara de tigre que parecia de um gato. Taehyu-V era ilegal. A forma que usava sua língua, seu timbre, e fazia sua voz soar impecável junto com a história que proferia era ilegal. Um homem, contando um caso hétero e surpreendentemente tendo efeito nas pessoas que prestavam atenção, lhes deixando ansiosas... inquietas. Pessoas essas que ou procuravam álcool depois de seu breve show, ou uma das garotas pra ocupar um dos quartos. Resumindo, V era meu pequeno orgulho. Trazia lucro demais pra mim e era fantástico.

Lhe vi usar o poste como apoio, se jogando pra frente sensualmente, deixando os lábios entreabertos, a língua pendendo dos lábios, e luxúria nos olhos que enxergava da última mesa. Rodou no poste, e parou sentado de lado, o metal prateado subindo no meio das suas pernas, e tinha a cabeça jogada pra trás, numa expressão pornográfica e pesada - Naquela noite - moveu as pernas, e ficou de quatro encarando um dos caras lá na frente, que tomava sua bebida, mas parou com ela nos lábios quando viu que Taehyung lhe encarava -  os dois resolveram tentar algo diferente" deu um sorriso ilegal, e se levantou indo de volta pro poste, rodando casualmente nele com a música instrumental que dava vontade de fazer sexo de fundo.

Balancei a cabeça mais uma vez, fazendo a mesma coisa que todos ali faziam: Secar o Taehyung.

Percorri meu olhar por todo seu corpo, vendo como a cueca apertada ficava nele, marcando sua bunda e seu pau, que assim como o meu começava a ficar duro, assim como o de todos.

Antes de aceitar esse cara na minha boate, como a primeira atração masculina do lugar, não imaginei que tanta gente fosse gostar do que fazia. Agora, sempre saio do meu lugar e venho checar seu show. Por motivos... profissionais.

Não imaginei que tantos homens que vinham aqui em busca de uma mulher pra transar, se excitariam com um cara, e que jogariam tanto dinheiro pra já ir no ponto pra uma transa nos fundos.

Mas entendia. Depois de ver Taehyung tirar sua roupa e ficar naquela cueca na minha frente, tampando a cara pra não arruinar sua verdadeira reputação, seja qual fosse, se apoiando no chão com os braços, levantando o quadril e rebolando ao simular alguém que estava prestes a se tocar antes de se levantar, eu entendi pra cacete.

Taehyung era aquele tipo de cara pelo qual um cara hétero seria gay. Nem que fosse por uma vez.

Pelo qual eu com certeza faria uma exceção se tivesse a oportunidade.

E por mais que isso arruinaria a masculinidade da maioria dos homens, por mais que grande porcentagem dos homens héteros se recusariam subir num palco e fazer strip-tease num bar pra ficar na frente de dezenas de pessoas de cueca apertada, fora dali, fora do palco, Taehyung era muito hétero.

Digo, o que sei sobre caras gays?

Os que conheci andavam de forma diferente, ou falavam diferente, ou agiam diferente, ou já entregavam na cara que gostavam de pau.

Já deu de perceber que não entendo muito do assunto.

Mas pro meu conhecimento, Taehyung não era gay.

E nem eu.

Mas novamente, eu faria uma exceção.

-

"Fez um bom trabalho" ri, me esquecendo a partir de agora até chegar em casa que um cara tinha me deixado duro, o mesmo cara pela quinta vez seguida.

"Devo agradecer?" Arqueou as sobrancelhas pra mim, colocando um anel no dedo médio e fechando a porta atrás de si vindo até a cadeira ao meu lado.

"Não, foi só um comentário" ri, me levantando e tirando três latas de cerveja do balde de gelo, já que Taehyung dizia que vinho era pra ocasiões especiais, e que bebidas fortes pra decepções e-

"Já falou com a Yun? Ela estava chateada no bar" ouvi, e caminhei até seu lado lhe estendendo a cerveja, que ele pegou já lhe abrindo sem perder tempo, enquanto me sentava na sua frente na poltrona e colocava a cerveja extra na mesinha no nosso meio.

"Avisei apenas. Dei uma chance pra ela salvar o emprego" falei, abrindo a minha e colocando num copo que tinha na mesa.

"Afinal, o que ela fez?" Apreciei a bebida, e subi meus olhos pros seus confuso.

"Pensei que não queria se envolver na vida das meninas" tirei o copo dos meus lábios, pousando meus braços nos da poltrona preta, e Taehyung sorriu bebendo sua cerveja.

"Não quero, estou puxando assunto pra não ficarmos só olhando pra cara do outro como da última vez" tirou o copo dos lábios, e ri tirando dos meus também.

"Ela se envolveu com um cliente, se apaixonou por ele. Agora não quer atender aos pedidos dos outros caras, quanto menos quer sair da boate" falei, pousando meu copo na mesa e voltando a olhar pra Taehyung, que processava o que disse.

"Mas o cara ainda paga ela?" Assenti. "Então qual o problema? Não está perdendo dinheiro, tem muitas outras garotas pra satisfazer seus clientes" falou, como se fosse simples. Ri.

"E quer que faça o quê? Torne ela numa prostituta exclusiva pro amor da vida dela? Que ela saia logo e o satisfaça fora daqui" falei, pegando meu copo novamente e o enchendo com o resto da cerveja. Vi Taehyung revirar os olhos.

"Não é simples, já imaginou que ela precisa desse emprego? E conta com o chefe pra tornar isso menos pior?" Gargalhei.

"Acha que sou tão boazinho assim? Desculpa Taehyung, mas espero que note logo que as coisas não funcionam assim" balancei a cabeça, tomando minha cerveja num gole. Peguei a extra na mesa, e vi que Taehyung terminava a sua também. Servi nossos copos, e me levantei pegando mais três.

"Certo. Sua vez de puxar assunto e não me fazer morrer de tédio" ouvi do moreno, e sorri suavizando a carranca na minha testa, pensando no que dizer. Mordi meu lábio, escondendo meu divertimento com o que viria.

"Só por curiosidade, aqueles caras todos que jogam dinheiro pra você nunca pensaram que você fosse um prostituto?" Escondi a risada, e Taehyung revirou os olhos, bebendo sua cerveja e encarando o líquido lá dentro. Esperei que me respondesse.

"Alguns, não vou mentir. Quase esmurrei um cara que me tocou uma vez" falou, e fiz uma cara surpresa.

"A sério? Digo, você devia esperar que isso fosse acontecer. Olha o lugar que estamos" inclinei a cabeça, não esquecendo de beber minha cerveja, e Taehyung assentiu.

"É, mas nunca me acostumei com essa ideia na verdade. Eu me divirto, mas ao mesmo tempo ainda é muito pra mim digerir" falou, passando o dedo nos lábios.

E não podia deixar de comentar: o cara sem máscara e com roupa casual na minha frente não era menos interessante que o do palco.

Assenti, voltando o olhar pro meu copo, passando o dedo pelo plástico gelado e azul, que deslizava gotas pela condensação.

"Minha vez?" Subi meus olhos pros seus, e estive confuso por alguns segundos, antes de me lembrar, fazendo uma careta esclarecida que fez Taehyung sorrir. Pedi que fosse em frente. "Já transou com alguma das meninas?"

Mordia o copo levemente, sem beber o líquido que restava, e tinha os olhos nos meus, e um sorriso disfarçado.

"Oh" A pergunta me pegou desprevenido. Sabia que no fundo era só pra não ficarmos sem nada pra falar, mas me senti naqueles jogos que começamos a jogar na adolescência, e que se estendem até você já ter feito de tudo. Taehyung riu com minha cara.

"Não se comporta como se nunca tivessem te feito essa pergunta" riu, bebendo a cerveja no copo. Lambi meus labios, e me encostei propriamente na poltrona.

"É, já" falei meio desanimado, pois não era algo muito legal de se falar. Não porque eram praticamente atrizes que você nunca vai saber se fingiram prazer, mas porque já não era um assunto que me interessava. Falar sobre as transas que você já teve. Não é cansativo?

"Talvez eu seja um idiota de perguntar isso, mas tem umas que são bonitas pra caramba. Principalmente a Kemi" arregalou os olhos pro copo, deixando claro que achava ela muito gata.

Apenas assenti, servindo mais cerveja pra mim.

"O que? Você não acha? Porque ela definitivamente faz meu tipo" riu, e lambi meus lábios antes de subir meu olhar pro seu.

"Ela é gata sim" dei um meio sorriso, e Taehyung me lançou um olhar entediado.

"Você é estranho" fez uma careta, tomando da sua cerveja, e dei um sorriso disfarçado pro meu copo.

"Por que? Quer comer ela? Ela é cara, mas acho que você consegue pagar" cornetei, e Taehyung jogou o resto da sua cerveja em mim, que mal me molhou, mas nos fez rir.

"Obrigado pela oferta Jeongguk, mas acho que conseguiria fazer essa proeza sem que lhe pagasse" me piscou e revirei os olhos.

"Se acha tanto assim? Nem eu consegui, quero ver você" e seus lábios entreabriram pra mim.

"Isso é um desafio? Você acha que não consigo a Kemi?" Ri, e neguei.

"Não costumo apostar dinheiro em mulheres Taehyung, mas se fizer essa proeza, eu vou reconhecer que você é pauzudo" ri, e Taehyung fechou os olhos reprovando meu comportamento.

"Se eu ganhar isso, você vai deixar que eu pare de usar cueca apertada " apontou pra mim, e arregalei os olhos.

"Mas é isso que prende a atenção dos clientes!"

"Não, quem prende a atenção deles sou eu. De cueca apertada ou não, eu ainda sou gostoso" me deu um sorriso cínico, e revirei os olhos. Me encostei na poltrona, pensando na sua proposta.

Analisei o cara na minha frente, que mantinha um sorriso desafiador pra mim, e calculei seu potencial comparando com o meu.

É, talvez ele fosse um adversário de alto nível, mas nunca vou esquecer quando recebi o primeiro fora da minha vida pela Kemi. Ela é durona.

"Okay" retornei seu sorriso desafiador. "Você tem o prazo de uma semana" Taehyung assentiu, e bebemos nossa cerveja.

Na verdade Taehyung tinha dois dias. Pois era o tempo dentro de uma semana que ele passava aqui.

Dois strips por semana. Duas vezes em sete dias que minha masculinidade era abalada por um cara.

Por V.  


Notas Finais


Essa fase é um risco, inusitada e às vezes surpreendente. Estamos no segundo capítulo, a ação começa no próximo. Kemi vai dar uma ajudinha pra taekook... sem querer mas vai.


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