História FOR IRONY OF DESTINY - Westallen - Capítulo 2


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Categorias The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Iris West
Tags Romance
Visualizações 31
Palavras 754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Um ponto final


Fanfic / Fanfiction FOR IRONY OF DESTINY - Westallen - Capítulo 2 - Um ponto final

POV BARRY(Minutos antes)
Porra! Mal a conheço e daria tudo para ter segundos de prazer com ela. Pode parecer tolice, mas essa mulher mexeu comigo como nenhuma outra. 
POV IRIS.
Quando nossos lábios selaram, tudo que estava ao nosso redor passou a deixar de existir. Por um momento, eu tive uma sensação incrível, que nunca tinha tido. Infelizmente, não durou nem 1 minuto, logo em seguida de nossos lábios se encontrarem, uma pessoa entrou pela porta e aparentava não estar nada feliz com a situação.
-Patty: O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?
Paro
o beijo rapidamente ao ver quem havia entrado pela porta.
\Não... Não! Patty acaba de me flagrar a traindo e eu não sabia o que fazer. Por mais que eu não me arrependa, nem um pouco, de ter beijado Iris, me sinto mal por ter feito isso com Patty./
-Patty, eu...

Ela me interrompe, sem deixar eu continuar.
-Patty: O QUE FOI? Vai esfregar na minha cara que acaba de plantar um pé de chifres em mim? Barry, eu estava tão preocupada com você que, fiquei procurando desesperadamente, aplicativos para rastrear chamadas. Quando eu consigo achar um útil, que não é mais um dos vinte que eu tinha testado e não funcionava, ele me faz o favor de me levar até um hospital, cujo meu namorado, está me traindo com uma vagabunda!
Ao Patty dizer isso, suas palavras acabam despertando o sentimento de raiva em Iris, que a faz sair da cama e ir até Patty, levantando um dedo em sua cara. 
-Iris: Vagabunda? Quem você pensa ser para achar que tem o direito de me chamar de vagabunda!? Em hipótese alguma eu beijaria um homem sabendo que o mesmo namora. Antes de me chamar de vagabunda, procure se certificar das coisas. (Diz, ainda apontando o dedo na cara de Patty.)

POV BARRY.
Eu estava lá, vendo tudo aquilo, algo que eu poderia interferir, mas não sabia como.
Patty enfurecida, encara Iris. Logo, desvia seu olhar e olha fixamente para mim.
-Patty: E você? Não vai dizer nada? Só vai ficar aí, observando o conflito que criou?
Eu abro a boca para falar, mas novamente sou interrompido, dessa vez por Iris.
-Iris: Nem precisa! Bom, pelos menos para mim. Por favor, vão se resolver fora daqui, pois, estou começando a ficar com dor de cabeça.
Eu ia ficar, porque eu queria falar com a Iris, me explicar, mesmo sem a obrigação; mas sou praticamente arrancado para fora do quarto, por Patty me puxando pelo braço.
-Patty: Vamos para a casa, AGORA!
 Fico em silêncio.
-Patty: Você tá me ouvindo? (Ainda me segurando pelo braço.)
-Eu não sou surdo... eu estou te ouvindo! (Digo, com pequenas pausas, mas com bastante clareza.) Só não sou obrigado a deixar você me tratar como se eu fosse seu filho. ( Digo, soltando meus braços das mãos de Patty.) 
Saio dali, deixando Patty sem chão.
\Ok, eu não devia ter dito aquelas palavras com tanta frieza. Sinto que eu disse aquilo atribuindo o que Patty havia falado para Iris, foi horrível ouvir um "vagabunda" dirigido á ela./

1 SEMANA DEPOIS.

Se passou 1 semana, desde aquela confusão toda. Eu estava passando as noites em um hotel e a última vez que vi Patty, foi no dia seguinte do ocorrido, porque fui pegar minhas roupas; nós nem sequer trocamos duas palavras.
Nem vi mais a Iris, mas sei que ela já está em casa, porque após os nossos carros saírem da oficina, eu levei seu carro até a sua casa; sim, eu sei onde ela mora, mas só porque eu estava passando pelo lado de fora do hospital e ouvi seu pai dizendo o seu endereço, para uma recepcionista do hospital./

Pensando na Iris, me lembro que eu tenho o número dela. Por impulso, acabo mandando uma mensagem.
MENSAGEM:
"Oi, eu sei que já se passou um tempo, mas eu queria muito conversar com você. Por favor, venha até o hotel xxxxxxx, quarto xx..."
-BARRY.

\Será que foi uma boa ideia ter mandado? E por que diabos, eu coloquei três pontos no final da mensagem? Eu não devia ter colocado, agora ela não vai vir por pensar que eu tenho outras intenções. Bom, não que eu não pense em umas coisas... MAS ENFIM, espero que ela venha!/
Deito no sofá do hotel, fico a espera de Iris, mesmo sabendo que uma grande possibilidade dela nem aparecer
Quando eu estou quase perdendo as esperanças, ouço uma batida na porta.
 Corro até a porta e abro.
-XXX: ....



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