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História For Life - Kim Minseok, Xiumin (EXO) - Capítulo 64


Escrita por:


Notas do Autor


Boa noite, amorinhas 🥰

Como hoje é o aniversário do nosso líder Suhinho, trouxe um capítulo especial 🌚

Nosso casal Junji tá que tá nesse capítulo, aproveiteeeeeeem 😏

Boa leitura!

Capítulo 64 - Sixty Three


Fanfic / Fanfiction For Life - Kim Minseok, Xiumin (EXO) - Capítulo 64 - Sixty Three

Park Minji*

Coréia do Sul, Busan

Quinze de outubro de 2017

Domingo, 5:30 P.M


Fiquei com Suho até que começasse a escurecer. Acabamos subindo para o quarto dele e ficando deitados na cama, somente curtindo a companhia um do outro.

— Estava com saudade — beijou minha bochecha. Eu estava deitada com a cabeça em seu colo enquanto ele me fazia um cafuné.

— Mas nos vimos há três dias — brinquei e ele ergueu a sobrancelha. — De qualquer forma, tenho que admitir que também senti saudades.

Ele sorriu satisfeito.

— Tenho que te confessar uma coisa — o olhei curiosa. — Amei você ter dado uma lição na Seohyun.

Não aguentei e acabei rindo da sua cara culpada.

— Não conta para os meninos — pediu.

— Relaxa, amor, eu te conheço o suficiente para saber que no fundo, no fundo você tinha gostado — pisquei. — Continua — resmunguei quando ele parou o carinho.

— Desculpe, mandona — debochou voltando a fazer o carinho. — Quer ir buscar nossa pequena agora?

— Hmm, minha mãe disse que só vai devolver ela depois do jantar, porque estava morrendo de saudades da neta e tudo mais, então podemos ficar aqui juntinhos mais um pouco — falei manhosa me aconchegando em seu peito.

— Não nego que adoro saber disso — rimos. — Você é muito linda, sabia? — me olhava atento enquanto acariciava o meu rosto.

— Sei bem o que está querendo — provoquei e ele me olhou confuso. — Veio com esse papo na primeira vez que transamos e acho incrível que sempre que isso acontece, começa com essa mesma frase.

Ele me olhou sem palavras, parecia sem graça. Não aguentei e me desmanchei em risadas.

“Mentira que ele ficou com vergonha?!”

— Não ria — resmungou. — Acabo de perceber que sou um péssimo namorado.

— Do que você está falando? — perguntei parando aos poucos de rir.

— Aish, pandinha, eu não devo te elogiar apenas quando quero sexo. Que tipo de homem faz esse tipo de coisa com a namorada? — acalentou meu rosto enquanto olhava fixamente para a frente, parecia perdido em pensamentos. — Devia ter me dito antes, eu… Aish, não acredito nisso.

Mordi o lábio controlando a vontade de rir do quão fofo ele parecia com esse tipo de pensamento e me sentei em seu colo, segurando seu rosto entre as mãos. Ele levou as suas mãos às minhas costas como apoio.

— Amor, escuta — encarei seus olhos escuros. — Eu estava brincando, hm? Você não é um péssimo namorado, muito pelo contrário, é o melhor que eu poderia ter, e o melhor exemplo de homem que eu conheço.

Vi seus olhos brilharem com as lágrimas acumuladas e não deixei de sorrir.

— Você sabe bem o que o meu pai fez com a minha mãe, e por muito tempo, principalmente depois de ter sido forçada a me casar com o Junpyo, eu via os homens como monstros, ao ponto de sentir repulsa — ele mordeu o lábio, parecia irritado por eu ter passado por tudo aquilo.

“Tão fofo.”

— Mas então eu vi você e os meninos em um programa de variedades e me encantei — acariciei seu rosto. — Admito que no início tinha um fraco no Chanyeol, e pode tirar esse bico da cara, porque você sempre soube.

— Aish, me poupe dessa parte — resmungou e eu ri concordando.

— Enfim, acabei te conhecendo — sorri reparando encantada cada detalhe do seu rosto. — E nossa, fiquei mesmo surpresa em como você me cativou rápido, mesmo com todas aquelas investidas avulsas, como elogiar os meus olhos ou perguntar sobre a minha nacionalidade — brinquei.

— Você se lembra disso? — riu fraco enquanto algumas lágrimas desciam silenciosamente.

— Lembro de cada detalhe, Jun — limpei seu rosto. — E não me arrependo de nada. Sabe por quê? Você foi o meu milagre. Pensei que as coisas estavam bem, mas quando você chegou eu vi que podiam ser maravilhosas. Não diga nunca mais que é péssimo para mim, por favor. Promete?

Ele assentiu ainda com as lágrimas escorrendo.

— Você me salvou quando eu nem sabia que precisava ser salva — beijei seus lábios rapidamente. — Obrigada por tudo, mesmo.

— Você diz isso, mas foi você quem trouxe sentido para minha vida — acariciou minhas costas. — Sabe, por você eu faria coisas que antes julgava idiotice, como abrir mão de tudo.

— Acredite, isso é uma idiotice — rimos. — E eu não quero que abra mão de nada, hm? Apenas me ame.

— Ah, mas isso é muito fácil, considerando que você já me tem aos seus pés desde a primeira troca de olhares — inverteu nossa posição na cama, pondo-se sobre mim. — Tem certeza que não quer mudar o seu pedido? — brincou.

— Tenho, quero apenas acrescentar um detalhezinho — me olhou curioso. — Me ame, aqui e agora.

Ele piscou os olhos atordoado e se eu não estivesse falando tão sério, teria rido. Levei uma das mãos ao seu rosto e acariciei seus lábios com a ponta dos dedos.

— Por que o silêncio? — achei graça e ele me olhou se desviando dos seus pensamentos. — Pode fazer isso ou vai precisar de um incentivo?

Ele sorriu malicioso.

— Talvez eu precise.

“Era tudo o que eu precisava ouvir.”

Fiz força para derrubá-lo no outro lado da cama e me sentei em seu colo, não deixando de reparar a forma intensa que ele me olhava.

Me inclinei sobre ele e juntei nossos lábios, em um beijo profundo e cheio de segundas intenções.

Brinquei com seus cabelos enquanto me entregava cada vez mais àquele momento. Ele por outro lado, tinha as mãos em minhas costas, onde fazia uma espécie de massagem.

— E sobre o que você disse sobre o sexo — me afastei ofegante e vi seus olhos brilhando em um desejo visível. — Não é como se fosse necessário muito para que eu sinta desejo por você, mas pode continuar me elogiando, eu adoro.

Ele riu tirando o meu cabelo do rosto.

— Você é incrível, sabia? — assenti e seu sorriso se alargou. — Acho fantástica a forma como tudo parece tão intenso e certo com você. Não existem arrependimentos ou hesitações quando estamos juntos.

— Porque é assim que tem que ser. Nós dois, juntos — não esperei pela sua resposta e voltei a beijá-lo.

“Como é possível alguém beijar tão bem?”

Entrelacei os braços em seu pescoço em me encaixei em seu colo quando ele se sentou, levando as mãos paras as minhas pernas desnudas pelo short jeans e logo passando para a bunda.

Gemi baixinho contra os seus lábios quando ele a apertou sem delicadeza, apenas para que eu sentisse como ele deseja aquilo tanto quanto eu.

Resolvi provocá-lo remexendo o quadril lentamente sobre ele, sentindo aos poucos um volume considerável se formando.

— Você acaba comigo — se separou e me olhou enquanto acariciava meu rosto.

Não deixei de admirá-lo. Os lábios inchados, o cabelo uma bagunça linda e com uma chama mensurável queimando nos olhos.

— Não seja tão condescendente em momentos como esses — brinquei e ele riu.

— Não consigo evitar — me deu um selinho. — Você é perfeita demais para que seja possível evitar sentir tudo isso.

— Hm, adoro quando você é galanteador, mas seria demais pedir que usasse sua boca para fazer algo melhor que isso? — perguntei ousada e ele ergueu a sobrancelha.

— Mas o que é isso, dona Minji? — fingiu surpresa. — Por que você sempre fica tão mandona quando estamos sozinhos?

— Essa é uma ótima questão para um debate futuro — arranhei levemente a sua nuca. — Mas não agora, baby.

— Amo quando me chama assim — sorriu de lado. — Devia usar o apelido mais vezes.

— Talvez, se você fizer um bom trabalho hoje — provoquei.

— Está duvidando mesmo da minha eficiência? — me olhou incrédulo e eu sustentei um olhar desinteressado. — Está bem, você quem pediu.

Voltou a sua atenção aos meus lábios em um beijo ardente, ao mesmo tempo que explorava o meu corpo com as mãos deixando apertões e carícias.

“Assim que eu gosto.”

Levei as mãos à barra da sua camisa para tirá-la e ele me ajudou levantando os braços. Mal tive tempo de aproveitar a visão, porque ele logo se apressou em tirar a minha.

Notei o seu sorriso malicioso quando se deparou com o meu biquíni verde água.

Levou as mãos até as cordinhas e desfez os nós, me livrando rapidamente da peça.

— Não me canso de vê-los — sorriu largo tomando os meus seios em suas mãos.

Gemi quando ele deu uma leve apertada, logo se inclinando para levar um à boca, enquanto massageava o outro.

Puxei seu cabelo sem medir a força quando ele mordiscou o bico.

— Junmyeon — resmunguei.

Ele riu abafado contra o meu busto e levantou a cabeça à altura da minha.

— Quer que eu pare? — provocou e eu estreitei olhar.

— Pode parar com esse deboche, porque ele não te pertence — empurrei ele contra a cama e me inclinei para lamber seu abdômen de cima a baixo. — Minha vez — me afastei para passar a unha por toda extensão.

Me sentei em seu colo enquanto me distraía com o seu corpinho sarado. Foi inevitável não sentir o quanto ele estava excitado.

— Vamos pular as preliminares? — me olhou suplicante e eu com certeza provocaria, se não estivesse tão necessitada quanto ele.

— Faça valer a pena — provoquei e ele se apressou, se sentando para me pegar pela cintura. Me colocou sentada na cama e se levantou para se livrar da bermuda jeans.

Mordi o lábio involuntariamente quando vi o volume marcado em sua box preta.

Ele me olhou bem na hora e sorriu satisfeito com a minha reação.

— Dá para andar logo? — resmunguei.

— Quer me ajudar com isso? — provocou.

— Parece que eu tenho que fazer tudo mesmo — fui até ele e me ajoelhei em sua frente.

Puxei a cueca pelo cós e finalmente o livrei daquela peça, e como consequência seu membro bateu em meu rosto.

Não deixei de rir enquanto dava um selinho na glande. Me levantei e não aguentei quando vi aquela boca vermelha parecendo mais chamativa do que nunca. O puxei para mais um beijo e desci a mão para estimulá-lo por enquanto.

Ele gemeu manhoso e me guiou para deitar na cama.

O olhei curiosa quando aproximou as mãos do meu short jeans, desabotoando-o e abrindo o zíper em uma velocidade surpreendente.

Tirou o short do meu corpo e parou para me observar somente com a calcinha do biquíni com um sorriso malicioso pintado no rosto, antes de arrancá-la da mesma maneira.

— Linda — se abaixou e deixou um beijo em minha intimidade molhada. — Queria que tivéssemos tempo para aproveitar do jeito certo, mas os meninos podem aparecer a qualquer momento, então…

O observei pegar uma camisinha no criado-mudo e revestir seu membro extremamente excitado.

Ele separou as minhas pernas com o joelho e se encaixou entre mim, pincelando seu membro em minha entrada algumas vezes.

— Anda logo — resmunguei e ele riu me obedecendo.

Mordi o lábio com força para evitar um gemido muito alto quando ele me invadiu lentamente. Esperou um pouco quando penetrou seu membro até base, para que eu me acostumasse com o “invasor.”

— Pode ir — remexi o quadril gemendo com o contato.

Ele puxou meu cabelo para trás de forma que nossos olhares se encontrassem. Sorriu maroto e eu senti minha intimidade pulsar com aquela imagem extremamente provocativa.

Baby — reclamei me mexendo buscando qualquer fricção que fosse.

— Vou te obedecer, mas gema baixinho, hm? — se inclinou e juntou nossos lábios novamente, ao mesmo tempo em que começou a se mover, a princípio devagar, sem pressa, de forma que eu pudesse sentir cada centímetro de seu comprimento investindo contra mim.

“Que delícia, minha nossa.”

— Mais r-rápido — rompi o beijo e pedi ofegante.

Ele soltou um riso abafado enquanto aumentava a velocidade e intensidade do movimento.

Acabei soltando um gemido alto e ele sorriu, voltando a juntar nossas bocas, como forma de abafar todos os meus deleites.

Tinhamos nossos gemidos abafados contra a boca um do outro e uma das mãos entrelaçadas. A sua outra mão desceu até o meu clitóris que foi deliciosamente massageado e a minha outra castigava suas costas com apertões e arranhões.

— Porra, Minji — gemeu sôfrego quando foi apertado pela minha intimidade quase no limite. — Você é muito gostosa, sem condições.

Baby, vai mais f-forte — gemi. — Estou q-quase.

Ele obedeceu, soltando nossas mãos e segurando delicadamente meu pescoço com ela.

— Olha para mim enquanto goza, amor — obedeci e senti meu útero se revirar quando me deparei com aquele olhar escurecido por um desejo lívido.

— Junmyeon — gemi me entregando finalmente a um orgasmo avassalador.

Ele continuou me estocando até que fosse atingido igualmente pelo clímax do momento.

Gemi ainda sensível quando ele se levantou e foi ao banheiro se livrar da camisinha.

Deixei a cabeça tombar para trás. Esgotada e satisfeita.

“Esse homem acaba comigo, literalmente.”

— Está cansada? — voltou se deitando ao meu lado e me puxando para si.

— Hm, talvez um pouquinho — falei manhosa e ele beijou minha cabeça.

— Dorme um pouquinho, quando for umas sete horas eu te chamo.

— Está bem — me aconcheguei contra ele, me deliciando com o seu cheiro forte levemente cítrico por conta do suor.

— Ah, vai me chamar de baby agora? — o olhei com a sobrancelha erguida. — Fui eficiente o bastante?

Não deixei de rir.

Beijei seu pescoço e assenti por fim.

— Foi eficiente o bastante, baby — dei ênfase na palavra e ele riu. — Não acha constrangedor ser chamado assim em público? Os meninos com certeza vão te perturbar.

— Deixa eles, não ligo — me abraçou forte e mordeu meu pescoço. Resmunguei e ele riu. — Mas talvez não seja uma boa ideia, porque sempre que me chama assim eu acabo ficando excitado.

— Larga de ser tarado — belisquei se braço e ele gemeu.

— Fala a outra — colocou nossos narizes e eu olhei bem para o seu rosto, apreciando toda aquela perfeição. — Você consegue ser pior que eu.

— Mas é claro, é pedir demais que eu mantenha a minha sanidade mental namorando com você — pisquei e ele sorriu orgulhoso. — Nem vem se achando não, metido.

— Eu sei que sou gostoso, pandinha — beijou meu nariz e eu o olhei incrédula. — Mas sou todinho seu, para usar e abusar, quando quiser.

— Bom saber — apertei sua bunda.

— Aish, Minji — resmungou e eu ri.

— Tão durinha — ele revirou os olhos e eu continuei rindo. — Amo você, baby.

Ele me olhou encantado, beijou meu nariz mais um vez e sorriu largo enquanto dizia:

— Também amo você, minha pandinha

— Agora me deixa dormir — bocejei e ele riu fraco. — Me acorde, em.

— Pode ficar tranquila, vou ficar acordado, te observando dormir lindamente — acariciou meu rosto.

— Que medonho — brinquei e acabamos rindo. — Ok, só não perca a noção do tempo distraído com a minha beleza de outro mundo.

— Metida — mordeu minha bochecha.

— Por acaso você discorda? — resmunguei.

— Não ousaria — me deu um selinho. — Agora dorme.

Me aconcheguei mais contra ele e por fim obedeci, fechando os olhos e sentindo o sono me embalar, mais rapidamente do que eu esperava.

“Que dia...”


Notas Finais


GENTEEEEEEE

Esse hot... 🌚😏

Oq acham desse casal? 🙃

Acho o Suho um verdadeiro príncipe, mds 💕 Minji enganou geral com a carinha de anjo aiaiai 😏

Até o próximo capítulo 💕💕💕


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