História For love of you - Wincest - Capítulo 28


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Categorias Supernatural
Personagens Bela Talbot, Bobby Singer, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Dean Winchester, Jody Mills, John Winchester, Mary Winchester, Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Amorproíbido, Deanwinchester, Família, Gay, Samwinchester, Spn, Supernatural, Wincest
Visualizações 252
Palavras 3.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hmmm, olha só, um capítulo dois dias adiantado hein?
A verdade é que eu estou de férias e tá tendo obra na minha casa aí a Internet tá desligada (para a minha tristeza) aí pensei "hm pq não escrever??" aí saiu isso aí!! Só Deus sabe que horas vai da pra postar esse cap
Provavelmente está com mais erros do que o comum pq eu reli assim que acabei de escrever, mas de madrugada eu vou reler novamente e corrigir tudo. Então sorry ok???
Boa leituraaaa
OBS: mais fotos tiradas tudo do Google

Capítulo 28 - Happiness


Fanfic / Fanfiction For love of you - Wincest - Capítulo 28 - Happiness

              Felicidade


Sam e Dean ficaram exato um mês em Hawaii, na lua de mel. Aproveitaram tudo o que tinham para aproveitar e como planejaram, mal ficaram dentro do quarto, exceto pelos dias de chuvas que ainda tiveram, mas foram poucos, e quando queriam se amar.

Sabiam que quando voltassem, a responsabilidade com o trabalho iria voltar também e só conseguiriam se ver pela manhã e pela noite, e com isso, se amaram todos os dias no quarto de hotel vencendo até mesmo o cansaço. 

Sam deixou tudo registrado no seu celular, é claro. Estourou seu cartão de memória só com fotos das paisagens e com as dele e Dean juntos. Sua vontade era de revelar e pôr todas em um quadro para a decoração da futura casa deles. Se lamentava por não poder fazer isso, não com todas, mas com certeza guardaria com muito carinho em um pen-drive ou um CD. 

Dean se desligou totalmente do mundo. No último mês, se dedicou, literalmente, só para o marido e Sam, não podia ter amado mais essa exclusividade. Manteve seu celular desligado durante todos os dias e não sentiu nenhuma falta, pois estava muito ocupado para se lembrar que ainda tinha uma vida fora daquele paraíso.

Mas infelizmente o dia de ir embora havia chegado mais rápido do que eles esperavam, mas as coisas sempre eram assim, os momentos bons sempre arrumava um jeito de passar voando.

Claro que estavam tristes por terem que partir, mas as boas lembranças que levavam dali amenizavam esse sentimento, e também a saudade que sentiam das pessoas que mais conviviam no dia a dia. 

Já de volta à cidade que nasceram, arrumaram as malas no porta-mala do taxi com um pouco de dificuldade pelo excesso de coisas que compraram e tiveram que enfiar até caber tudo e acabou as deixando mais pesadas. 

— Você vai querer passar na casa da sua mãe primeiro? — perguntou Dean após se sentar ao lado do moreno.

— Por que é tão estranho se referir a minha casa como se fosse só da minha mãe? 

— É estranho mesmo, mas com o tempo você vai começar a se acostumar. — sorriu. 

— Seria muito ruim da minha parte querer ver primeiro a nossa casa? 

— Claro que não, amor. Tenho certeza que ela vai entender. — entrelaçou a mão com a do marido as apoiando na coxa — Você está mesmo ansioso, não é? 

Sam assentiu. 

— Você me deixou ansioso durante o mês todinho. Tive que lutar muito para não ficar pensando só nisso. 

— Mas agora essa ansiedade vai acabar. Preparado, Samuel Winchester? — deu um beijo em sua bochecha. 

Sam sorriu ao ouvir como Dean havia dito seu sobrenome. Mesmo fazendo um tempo de casado, ainda não tinha se acostumado com essa nova realidade que amava de todo coração. Uma vez ou outra, cansava de se pegar chorando de felicidade ao pensar em que situação sua vida se encontrava e desejava não acordar tão cedo desse sonho. Parecia uma verdadeira criança ou uma mulher grávida com os hormônios a flor da pele, tudo era motivo para chorar. 

— Se eu estou preparado? — repetiu a pergunta — Venho me preparando para esse momento já tem um bom tempo.

Dean sorriu. 

— Então vamos lá. — colocou o cinto de segurança.

Durante todo o percurso, Sam ficou inquieto. Mesmo tentando de controlar, suas pernas o desobedeciam e continuavam balançando sem parar. 

Dean, o vendo nesse estado, já podia deduzir que seu coração estava palpitando e que o moreno estava sentindo uma leve pontada na boca do estômago. Segurou mais forte sua mão e disse diversas coisas para acalmá-lo, que no primeiro momento pareceu que deu um bom resultado.

Dean, era um ótimo ator. Por fora estava em um estado normal, cheio de paciência e com pouca preocupação, mas a realidade era bem diferente, estava igual ou até pior que Sam. Sentia as mesmas coisas e a cada esquina que o carro virava, sabia ficava cada vez mais próximo. 

Além de tudo, estava inseguro. Mesmo dizendo que decorou a casa pensando nos gostos do marido, isso não fazia ele ficar mais tranquilo. Ainda existia grandes possibilidades dele ter criado muita expectativa e chegar na hora não ser nada do que imaginou. Comprimiu os lábios e afastou esses pensamentos.

Mais alguns minutos e lá estava o táxi estacionado em frente a uma linda casa toda branca rodeada de árvores e lindas flores. 

Sam, imediatamente saiu do veículo sendo acompanhado por Dean e parou na calçada a admirando enquanto uma das mãos passeavam pelo cabelo e a outra pelo rosto. 

— Eu não sei o que dizer, amor. — olhou para cima após sentir seus olhos começarem a ser coberto pelas lágrimas. 

— Não é preciso falar nada. — sorriu vendo a reação de Sam — Vem. — o puxou pela mão levando para dentro. 

No quintal havia uma enorme piscina com algumas espreguiçadeiras de frente para a mesma e, não muito longe, um pequeno espaço com churrasqueira e mesa para uma boa reunião em família em baixo de uma cobertura. 

Subindo as escadas, que não tinha mais do que quatro degraus, dava para uma varanda simples com dois sofás bem confortáveis e uma mesinha com um vaso e uma planta delicado. 

Dean tirou a chave do bolso e deu para Sam. 

— Vá em frente. 

Sam colocou a chave na porta e abriu lentamente revelando cada detalhe da entrada, cada detalhe da decoração que de primeira, já tinha amado. 

A sala era de bom tamanho, com um sofá para três pessoas e outro para duas. Na parede, uma televisão moderna embutida e abaixo, um rec com mais alguns vasinhos de flores como decoração. 

Já na mesa central, podia-se ver quadros com fotos do casamento, com Dean e Sam sorrindo olhando um para o outro completamente apaixonados e outros dois com seus melhores amigos.

Uma grande estante recheadas de livros fez com que os olhos de Sam brilhassem. Estava bem cheia, mas mesmo assim ainda sobrava espaço suficiente para colocar o quanto ele quisesse lá. E por fim, não podia faltar uma lareira na parede entre a televisão e o sofá, que para Dean, dava um ar super romântico. 

A cozinha americana tinha uma visão ótima para a sala com a separação apenas por balcões, que estavam acompanhados por quatro banquetes.

A mesa de jantar tinha lugares para seis pessoas, tendo um recipiente logo ao meio cheio de frutas bem maduras e dois lustres com a luz quente e centralizada na mesma. 

Ainda no primeiro andar da casa, Dean pediu para montar um escritório para ele, pois tinha planos de trabalhar em casa quando não quisesse deixar Sam sozinho. Lá havia uma mesa grande com seu computador em cima e ao lado dos papéis e cadernos que pediu para levarem para lá, não podia faltar pelo menos três porta retratos de seu marido dando o sorriso que tanto amava. Escolheu uma cadeira não muito simples, já que não passaria poucas horas sentado, e como também gostava de ler, colocou outra estante no cômodo, porém menor do que a da sala, acompanhado por um sofá para três pessoas pensando em tirar um tempo para a leitura. 

Indo para a parte de cima da casa, na primeira porta era o banheiro e as outras três eram quartos, sendo que um era a suíte do casal. Então juntando com os banheiros que tinha também na parte de baixo, dava o total de três.

— Não acha muito grande só para duas pessoas, Dean? É quase uma mansão.

— Isso aqui ainda vai ficar muito apertado quando adotarmos nossos filhos, você vai ver. Mas e aí? Gostou? Eu acho que pode nos comportar junto com as crianças por um bom tempo.

— Eu já disse como eu amo ver você falando do nosso futuro assim? Eu amei tudo, não tem como ficar melhor.

— Eu acho que tem como sim. — Sam arqueou a sobrancelha — Fiz mais uma coisa para você.

— Fez? — perguntou descendo as escadas atrás de Dean e foram para os fundos da casa.

— Eu tenho quase certeza que você vai passar o dia todo aqui dentro. — disse com a mão na maçaneta da porta pronto para abrir.

— O que tem aí? — olhou para a janela tentando ver algo.

Dean abriu a porta e deu passagem para o moreno entrar.

Sam entrou e ficou boquiaberto com o que viu. Agora ele tinha sua própria academia e dentro da sua própria casa e era toda completa, com tudo o que ele precisava para treinar e ainda com uma TV na parede de brinde para passar o tempo. 

— Você é mesmo cheio de surpresas. — foi até Dean sorrindo e o beijou com todo amor.

— Bem legal, não é? Sabia que iria gostar.

— Esse lugar é definitivamente o meu lugar preferido da casa toda.

— Bom, o meu continua sendo a cozinha, mas talvez eu passe a vim treinar com você aqui alguns finais de semana.

— Eu sei um jeito de te fazer treinar a semana inteira. — se aproximou mais e apertou a bunda de Dean ouvindo um gemido abafado.

—  Se for assim, eu venho treinar a semana inteira mesmo. — sorriu maroto e Sam gargalhou.

Após colocarem todas as malas para dentro da casa, Sam e Dean se deitaram para assistir algo na TV e descansar as pernas, mas acabaram pegando no sono. 

Horas mais tarde acordaram e já era o começo da noite, como não tinham nada para fazer, arrumaram as roupas da mala, separando as sujas das limpas e colocaram no closet que possuíam no quarto. 

Sam aproveitou para ligar para Jody e, mesmo sabendo que ela entenderia, fez questão de explicar o por quê não tinha ido direto para a casa ver ela, e claro, a conversa rendeu bastante. 

Jody queria saber de tudo da lua de mel, dos lugares, das comidas e até do serviço do hotel. Sam lhe contou tudo com muita empolgação e com um pouco de dor no coração por lembrar de todas as coisas boas que teve que deixar para trás. 

Dean não ficou de fora, muito pelo contrário, sentou ao lado do marido e contou as histórias mais engraçadas que passaram lá fazendo todos caírem na risada. 

Já estava claro a felicidade que ambos estavam sentindo. Agora mais do que nunca, se sentiam muito mais que completos. Conseguiram ter a vida que sempre sonharam e o mais importante de tudo, ao lado do amor verdadeiro. 

Amélia, que ficou sem falar com amigo desde o dia do casamento, claramente estava com muitas saudades igual aos outros e assim que soube por Sam que já estava na cidade de volta, não esperou muito tempo para enviar uma mensagem juntando todos os amigos para matar a saudade do jeito clássico deles, em um bar com bastante bebidas e músicas. 

Sam, não pensou muito antes de aceitar. Precisava mesmo desse tempo só para ele e seus amigos, de sentar em um lugar e passar horas e horas jogando papo fora e rindo das besteiras que falavam. Isso era uma das coisas que mais dava prazer e valor na vida. 

Dean, após tomar seu banho, saiu enrolado em uma toalha direto para o closet e encontrou lá, Sam todo arrumado com uma calça jeans e blusa social azul clara na frente do espelho arrumando seu cabelo. 

— Minha nossa, mas que gato é esse dentro da minha casa? — brincou parando do lado do moreno e o olhou de cima abaixo pelo reflexo do espelho. 

Sam sorriu. 

— Eu estou? 

— Sem dúvidas. Para onde vai? 

— Amélia me chamou para ir no bar curtir um pouco com ela e os outros. 

— Vai chegar muito tarde? 

— Pretendo chegar em casa antes das três, mas não precisa me esperar. 

— Tenha cuidado, ok? — Sam arqueou a sobrancelha. 

— Está parecendo minha mãe falando desse jeito. 

— E você um adolescente fazendo essa cara. — riu. 

— Posso pegar seu carro emprestado? 

— Não precisa nem pedir. A chave está na mesa do meu escritório. 

Sam segurou o pescoço de Dean e puxou para perto beijando seus lábios lentamente. 

— Vai ficar bem? — acariciou o rosto do loiro com o polegar. 

— Quem está parecendo a mãe agora? — sorriu — Claro que eu vou, amor. Nada melhor que sua própria companhia, um filme e pizza. 

— Tá bom. — deu um último beijo — Vou lá. 

— Divirta-se. 

                        *

Sam chegou no bar e a primeira coisa que fez foi pedir sua bebida favorita antes de ir até seus amigos na mesa. 

Foi recebido com bastante abraços e por um segundo pensou que ficou fora por mais tempo que o planejado. Não estava reclamando, amava mais do que tudo o amor e carinho que recebia de seus amigos e não achava nenhum pouco exagerado. Demonstração de carinho era algo que prezava muito. 

— Eu só quero ver o dia que eu morrer como é que vocês vão ficar. — brincou o moreno.

— Nesse dia, iremos todos juntos com você. — respondeu Bella.

— Não parece que ele cresceu mais gente? — dessa vez foi Amélia que se pronunciou.

— Vira essa boca para lá, Amélia. Já sofro o bastante com essa altura aqui. — riram.

— Nós estávamos pensando em passar na sua casa mais cedo.

— Não estou morando mais com a minha mãe. Tenho minha casa agora. — anunciou orgulhoso — Com o Dean.

— É sério? — perguntou surpresa — Isso é muito legal, Sam. Lá tem quarto sobrando, né? Já me vejo passando a semana com vocês.

— O Dean vai te odiar para sempre, Amélia. — disse Bella rindo.

— Ele não vai odiar ela não. Ele não é assim, e se quiser pode passar mesmo.

— Eu não sei não, eu não me arrisco. O Dean é um cara muito legal, mas a cara séria dele me assusta ainda.

Sam riu. 

Chuck, que até agora estava calado, começou a falar. 

— Quando ele começou a trabalhar na empresa todos também tinham um certo medo dele. Na maioria das vezes que tinha coisas que precisavam ter a permissão dele, no caso quase tudo,  era empurrado para mim porque segundos eles, Dean simpatizava mais comigo do que com eles e não era nada disso. — riu com a lembrança.

— E ainda são assim? — perguntou Bella.

— Não, com o tempo viram que eles inventaram um Dean que não existe dentro da cabeça deles e viram quem ele realmente é e perderam esse "medo" — fez aspas com os dedos — Se hoje todos fazem as coisas que ele manda sem reclamar é por respeito ou porque sabem que Dean é amigo de todos lá, bem diferente do pai, bem diferente.

— Ele só tem a cara fechada, mas é um amor de pessoa e não falo isso por ser o marido dele, mas agora chega de falar do Dean, quero ser atualizado das fofocas e novidades.

— Não contou para ele que está namorando com o Adam ainda? — perguntou a morena para a Amélia.

— Não tem como falar isso por telefone, Bella.

— Espera. A Amélia está namorando o Adam? — Sam olhou surpreso — Adam Miligan?

— É, estou. — disse animada — Não esperava, né?

— Definitivamente não.

— Pois é, sinto que a próxima a se casar sou eu.

— Já está pensando em casamento?

— Mas é claro, não estou morta e muito menos enterrada. Não posso deixar a oportunidade passar. Claro que não é algo como, comecei a namorar hoje e vou me a casar amanhã e morar junto semana que vem, mas não vai demorar.

— Eu fico fora por alguns dias e já sou recebido com uma bomba dessas? O que mais me espera? Tem mais alguma coisa? 

— Tem. — afirmou Bella — O Chuck se assumiu gay também.

— Como é que é? — perguntou mais surpreso ainda e viu o amigo cuspir praticamente toda a bebida.

 — Eu fiz o que?

Bella riu levando o copo de bebida até a boca. 

— Relaxa, eu só estava brincando, mas agora falando bem sério. — olhou para o moreno — Sam, eu realmente estou feliz que você esteja aqui com a gente, apostei tudo que depois que casasse você mal sairia com a gente de novo ou só iria sair se pudesse trazer o Dean junto.

— Que coisa horrorosa. Eu me casei e estou dividindo minha vida com outra pessoa, mas eu não nasci grudado com ele. Ele tem a vida dele e eu tenho a minha ainda.

— Ainda bem, porque ninguém merece. — revirou os olhos sorrindo.

Ficaram por mais algumas horas conversando sem ter a noção de quantas garrafas estavam desvaziando em poucos minutos. Todos já estavam bêbados rindo e falando mais alto do que deveriam. 

Quando faltava poucos minutos para as três da manhã, se despediram e cada um foi para suas respectivas casa com outro encontro marcado, mas sabiam que quando acordassem, não iriam se lembrar nem de terem tido essa conversa. 

                         *

Sam chegou em casa e pelo reflexo do vidro do carro, pôde ver o quão desalinhado e cheio seu cabelo estava. Tentou lembrar em que momento passou tanto a mão no cabelo para fazê-lo chegar naquele ponto, mas fracassou, pois sua mente mal conseguia terminar uma linha de pensamento simples. 

Abriu a porta com todo cuidado com medo de acordar Dean, mesmo o seu cuidado sendo entrando e chutando a porta de todas as maneiras possíveis causando um barulho não muito baixo. 

Dean, que ainda estava jogado no sofá no seu quinto filme e com a caixa de pizza só com um pedaço jogado de lado, olhou em direção a porta sem se assustar, pois sabia que era Sam. 

— Pensei que estivesse dormindo. — disse com a voz um pouco enrolada se jogando no meio das pernas do loiro. 

— Você dirigiu nesse estado, Sam? — perguntou desapontado. 

— Que estado, meu amor? — se inclinou para dar um selinho em Dean — Eu não bebi muito, foi só um pouquinho assim. — junto o dedo indicador com o polegar. 

— Ah claro, bebeu sim, eu posso ver. Mais tarde quando acordar vamos conversar sobre isso. 

Sam jogou a cabeça para trás deitando no encosto do sofá com a mão na barriga. 

— Está com fome? — perguntou Dean. 

— Fez alguma coisa para comer? 

— Eu pedi uma pizza de frango. Vem cá. — se levantou ligando a luz e foi para a cozinha colocar a fatia de pizza no prato para o moreno — Só sobrou essa, não sabia que você iria chegar com fome. 

Sam se sentou no balcão e começou a comer, estava mesmo com muita fome. 

Dean o observava enquanto tomava sua água e não conseguiu deixar de sorrir vendo seu cabelo rebelde apontados para os lados contrários e o tom de pele totalmente avermelhado lhe dando um ar infantil, mas seu sorrindo morreu quando notou que Sam estava chorando. 

— O que foi, Sammy? 

— Eu sou uma pessoa horrível, Dean. 

— Por que está dizendo isso? 

— A família desse frango deve está esperando a mãe ou o pai voltar para eles, mas ele está aqui morto nessa pizza sendo devorada por mim. 

Dean se segurou para não rir. Sabia que esse era o efeito da bebida que deixava o moreno mais sentimental do que já era e achou tudo muito fofo. 

— Amor, a vida é assim mesmo. Isso é triste e não há nada o que fazer. — pensou um pouco — Na verdade há, mas eu não vou explicar porque você já sabe e provavelmente nem vá se lembrar da explicação de manhã. 

Depois de mais alguns minutos ali consolando o marido, Dean lavou a pouca louça que sujou e subiu para o quarto. 

Sam, quase não se aguentava em pé, o efeito da bebida se misturou com o cansaço e com isso, nem sequer percebeu quando o loiro tirou sua roupa, deixando apenas a cueca, e o jogou na cama. Apenas virou para o lado e apagou em questão de segundos. 


Notas Finais


Me fala o que acharam desse capítulo bbsss!!
Ansiosa demais para escrever o próximoooo aaa
Beijos


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