História For love of you - Wincest - Capítulo 32


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Categorias Supernatural
Personagens Bela Talbot, Bobby Singer, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Dean Winchester, Jody Mills, John Winchester, Mary Winchester, Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Amorproíbido, Deanwinchester, Família, Gay, Samwinchester, Spn, Supernatural, Wincest
Visualizações 216
Palavras 3.842
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá gente.. Infelizmente não estou passando por uma fase boa, um parente próximo foi hospitalizado e isso fez com que a preocupação fizesse a minha paciência e vontade de escrever sumisse. Eu até tentei escrever mas em uma hora não saiu nem metade de uma folha, então eu peço paciência e infelizmente não tenho certeza se terá capítulo semana que vem D: por sorte esse cap já estava escrito pq eu gosto de deixar 1 ou 2 adiantados.
Eu prefiro esperar eu ficar bem do que postar um capítulo de qualquer jeito para vocês.. Prometo não abandonar a fic nem se eu tiver que terminar ela antes do planejado.
Boa leitura

Capítulo 32 - We need to know the truth


     Nós precisamos saber a verdade 


Amélia ficou praticamente metade da noite acordada fazendo questão de dar o melhor conforto para os meninos, já que aquele sofá duro não a ajudava muito com isso.

Não precisou de muito esforço para notar o cansaço no rosto deles e isso a fez ficar mais sentida. Odiava de todas as maneiras possíveis ver o sofrimento das pessoas, ainda mais de pessoas tão próxima, mas de uma coisa tinha certeza, faria o que fosse para ajudá-los a passar por isso tudo.

Já era quase sete da manhã quando sentiu sua mão, que estava descansando no cabelo de Sam, se mexer mostrando que ele estava acordando.

— Oi, dorminhoco. — sorriu fazendo o mínimo de movimento por causa de Dean ainda adormecido em seu ombro.

Sam se levantou esfregando os olhos e arrumou o cabelo tentando abaixar os fios rebeldes quando finalmente olhou para a amiga e viu o loiro dormindo numa posição desconfortável. No mesmo momento sua consciência pesou, pois sabia que Dean só estava ali por causa dele. 

— Me desculpa por fazer você bancar de babá para a gente, deve está cansada e querendo dormir.

— Deixa de ser bobo. Você sabe que eu fiz isso porque eu quis e também não precisa se preocupar que eu consegui cochilar um pouco.

— O que é isso? — perguntou pegando a sacola esquecida do seu lado.

— Dean trouxe ontem para você, mas como já estava dormindo, ele deixou aí.

Sam assentiu e começou a comer enquanto fitava o chão com seu olhar triste que não passou despercebido pela morena. 

— Você vai evitar ele até quando?

— Eu não estou evitando ele, só não é uma boa hora para conversar.

— E quando vai ser, Sam? Acho que você vai esperar o casamento de vocês descer pelo ralo e essa conexão linda que criaram se desgastar aos poucos.

— Para falar a verdade, eu acho que esse casamento nem existe mais.

— Por que está desistindo tão rápido? Deus.. cadê meu amigo que sempre luta por tudo? Que sempre que ver um problema, sobe até pelas paredes para achar uma solução?

— Isso é complicado, Amélia. Tem muita coisa acontecendo e eu só estou tentando fazer de alguma forma que essas coisas acabem logo. Não é tão fácil quanto parece, sabe? Se eu continuar a manter o contato com Dean, eu vou fazer coisas que eu não quero porque eu o amo demais e simplesmente não vou conseguir controlar minhas ações e eu já me sinto culpado demais para piorar isso.

Amélia bufou. 

— Qual o problema nisso? Já percebeu que você está criando muita coisa para pouco caso e quebrando a cabeça a toa? São duas pessoas que se amam, apenas tem amor para dar, o que tem demais nisso? Olha, você é meu melhor amigo e sabe que eu te amo muito, mas Sam, você está sendo burro.

— Eu só estou perdido. Estou com medo e confuso porque não tenho minha mãe para conversar, não tenho seus conselhos para seguir, eu não tenho nada. — comprimiu os lábios sentido as lágrimas ameaçarem cair — Eu sei que pareço um adolescente tendo essas atitudes e pensando essas coisas, mas você sabe como ela significa tudo para mim, não é?

— Eu sei que seu emocional está muito abalado, que a parte mais sensível ai dentro está machucada, mas agora você precisa ser forte por você mesmo, Sam. — segurou sua mão — Você pode não ter a Jody agora, mas eu estou aqui para fazer o trabalho dela, não tão perfeito, é claro, mas eu posso tentar.

Sam sorriu. 

— Então me diga que isso é só um teste para testar os meus limites e ver em qual momento eu começo a correr por aí com as mãos agarradas no cabelo totalmente em desespero.

Agora foi Amélia que não pôde segurar a risada. 

— Isso parece humor negro.

— Isso acontece quando você está tão triste que passa a brincar com a própria tristeza.

— Sabe de uma coisa? Se você pegasse agora toda essa sua situação e a visse como um caso e tentasse resolver ela como um advogado que você é, talvez nem estaria sofrendo desde jeito.

— Você está me dizendo indiretamente que não acredita em nada que foi dito?

Amélia assentiu um pouco hesitante. 

— Olha, Sam, talvez eu possa está errada, mas se você ver bem essa história toda, tem sempre algo faltando nela. Não sei bem, mas algumas coisas não se encaixam como deveriam.

— Exemplo? — se virou mais para a amiga interessado na conversa.

— É uma coisa tão simples que me deixa até um pouco surpresa saber que você deixou passar, mas veja, a mãe dele disse que acompanhou a sua vida de longe, certo? — o moreno assentiu — Como ela não percebeu que o próprio filho dela estava frequentando sua casa?

— Talvez pensou que nós éramos amigos e ele também não foi muitas vezes lá antes de divulgar nosso relacionamento.

— Mas foi o suficiente para ela ver o carro dele estacionado lá e como você explica ela ter deixado o casamento passar junto com todos aqueles meses que vocês namoraram, com ela já sabendo da sua existência por aquele vídeo? E não adianta me dizer que talvez ela não tenha visto, porque até na televisão passou.

— Então você está me dizendo que se ela acompanhasse mesmo minha vida desde pequeno, ela deveria ter se manifestado desde a primeira vez.

— Isso aí, você está me entendendo? — Amélia se mexeu empolgada com a conversa e acabou acordando Dean que levantou gemendo com a mão no pescoço.

— Deus.. que horas são? — perguntou piscando os olhos avermelhados repetidas vezes para se acostumar com a claridade.

— Ainda é bem cedo. — respondeu a morena. 

— Amélia, nossa, obrigada e me desculpa porque eu realmente pensei que ia dormir só por alguns minutos. — disse sem graça.

— Não precisa se desculpar. Se precisar de novo eu estarei aqui. — sorriu — E isso serve para os dois.

— E você está bem? — perguntou para Sam, que não tirava os olhos dele — Vi que finalmente comeu algo.

— É, estou fazendo o possível.

Dean assentiu. 

— Estou precisando de água. — se levantou — Se precisarem de mim, vou estar no mesmo lugar.

Dito isso, saiu e Sam o observou até virar o corredor antes de voltar o olhar para a amiga.

— Isso é uma merda. — bufou.

— Vai atrás dele.

— Não posso.

— Sam, uma hora ou outra vocês vão se agarrar pelos cantos. Vocês são casados! Se o seu problema todo é esse, de acabar fazendo coisas que "irmãos".. — fez aspas com os dedos dando ênfase na palavra — não fazem, saiba que você só está o magoando mais ainda. Não é só você que está sofrendo.

— Eu sei muito bem disso e não estou diminuindo a dor dele, se é isso que você está pensando. E não, nós não vamos se agarrar pelos cantos igual dois adolescentes.

— Ok. — revirou os olhos — Preciso esticar as pernas e se eu fosse você faria o mesmo. — apontou com a cabeça na direção que o loiro havia ido.

Após a morena sair, Sam ficou mais algum tempo pensativo sentado naquele sofá. Pensava se era certo ou não ir atrás de Dean, não queria fazer nada que se arrependensse mais ainda e se antes não foi atrás por falta de incentivo, agora não tinha mais essa desculpa para dar a si mesmo e no final acabou cedendo a vontade e em poucos segundos, se viu atrás do loiro que bebia sua água distraído.

Sam não sabia como começar, pois mesmo negando para si, o clima entre eles deu uma pequena balançada. Não sabia como agir ou até mesmo o que falar. Em sua mente só ficava se lembrando de medir as palavras por medo das consequências que elas poderiam trazer. Então, pigarreou para chamar atenção de Dean, que virou rapidamente em sua direção.

— Oi. — sorriu fraco — Está precisando de algo?

— Não precisa me tratar como se fosse uma vendedora de uma loja atrás do cliente.

— Me desculpa por isso.

— Acho que precisamos conversar.

— É, nós precisamos, mas sinceramente, Sam? Eu não quero.

— Não quer? — franziu a testa — Eu achei que..

— Eu sei do que você quer falar e o que eu menos quero agora é uma briga. É saber que essa conversa vai terminar com você falando da nossa separação. — desviou o olhar para um ponto aleatório mordendo os lábios enquanto deixava as lágrimas caírem livremente.

— Dean..

— Você me pediu para eu não te abandonar, lembra? E eu não vou, mesmo com você me evitando. Eu vou continuar com você, vou continuar cuidando de você mesmo que de longe e sabe por quê? Porque eu te amo e eu levo muito a sério o voto de na alegria e na tristeza. 

Sam não conseguiu dizer nada, apenas o abraçou o mais forte que conseguiu deixando que suas lágrimas caíssem também junto com as dele. 

— Só te peço para não me afastar de você, Sam. Por favor, vamos passar por isso juntos, vamos nos apoiar. 

— Eu queria muito isso, Dean, eu realmente queria, mas para mim as coisas não funcionam desse jeito. 

— Mesmo você não falando para mim, eu conheço os seus medos e acho que devemos tentar. Por favor, não acabe com isso que nós temos. — o apertou mais no abraço. 

— Eu prometo que não vou. Eu só estou perdido e precisando de espaço para organizar a minha mente. 

— Tudo bem, eu não vou ficar forçando a minha presença. — se afastou e olhou nos olhos de Sam — Só não me afaste por completo. 

— Não vou. — sorriu sem mostrar os dentes e deu um beijo na testa do loiro. 

                           *

O dia se passou lentamente. Jody continuou no mesmo estado, o que deixou Sam muito preocupado, mas o médico o tranquilizava dizendo que era normal por causa do ocorrido que a deixou desgastada e sem energia nenhuma.

Mary não apareceu no hospital deixando ambos aliviados, pois não estavam com muita paciência para mais discussões e confusões em suas cabeças. 

Desde a última conversa com Amélia, Sam não conseguiu deixar de pensar no que a mesma dissera. Tentou não envolver seus sentimentos no que estava acontecendo e ficou um pouco aturdido com algumas coisas que montou em sua cabeça com base nas histórias que Mary havia contado. 

Dean, mesmo entendendo que o moreno precisava de um tempo, se arriscou a se aproximar dele algumas vezes e nas primeiras vezes deu certo. Conseguiram ter algumas conversas que não envolviam mãe, irmãos e adoção, mas não durou muito tempo, pois logo Sam, mesmo que inconscientemente, arrumava um jeito de afastá-lo ou ficava frio de uma hora para outra, era algo automático. Claro que isso o machucava, mas não deixava transparecer porque sabia que o moreno já estava triste demais para ter que se importar com os seus sentimentos também.

Assim que a noite chegou novamente, Dean estava em um local mais afastado dentro do hospital, onde esteve basicamente metade do seu dia, quando viu o médico se aproximar pedindo para ele tentar convencer Sam a ir descansar em casa já que Jody estava fora de perigo. 

De início foi difícil, Sam relutava e se negava a todo custo a ir embora até que a mãe acordasse, dizendo que ela poderia acordar no meio da noite e precisar dele, mas depois de Amélia prometer que ficaria mais uma noite no hospital cuidando de Jody e revisando com Bella e Charlie, acabou se convencendo de ir embora. 

Chegando finalmente em casa, Dean tirou seu casaco fino sentindo o cheiro de hospital grudado na roupa subir direto para sua narina. Precisava urgentemente de um bom banho.

Percebeu o olhar desanimado do moreno rodear a casa e podia ter certeza que sabia exatamente os pensamentos que  se passavam pela sua cabeça.

— Quer que eu prepare algum congelado para você comer? — perguntou se aproximando, mas não muito, para não o assustar. Infelizmente havia aprendido uma maneira de conversar sem empurrá-lo para longe.

— Não precisa. Eu preparo algo bem rápido aqui.

— Tudo bem, vou tomar um banho. Você vai subir?

Sam assentiu.

— Não precisa esperar. Descanse um pouco também.

Dean foi para o banho e Sam preparou algo bem rápido e começou a comer mesmo sem vontade, pois a preocupação tirava todo seu apetite. Logo em seguida foi para o banho também que foi bem demorado. Deixou a água quente passear por todo seu corpo. Era muito mais do que relaxante sentir cada fio do seu cabelo ser molhado pela água e sua tensão ser levada embora pelo ralo. 

Quando terminou, vestiu seu pijama e subiu para o quarto abrindo a porta lentamente tomando cuidado para não acordar Dean se caso já estivesse adormecido. Caminhou até o armário e pegou de lá um travesseiro e um cobertor.

— Não precisa pegar, eu já separei aqui. — avisou o loiro.

— Eu.. eu não vou dormir aqui essa noite.

— O que? — perguntou confuso — Vai para onde?

— Para o quarto de hóspedes. — respondeu sem ter coragem de encarar Dean, pois sabia o olhar decepcionado que estava estampado em seu rosto.

— Sam.. — respirou fundo lembrando do tempo que o moreno disse que precisava — Ok, boa noite. — virou de costas se cobrindo até o pescoço.

Sam seguiu para o quarto que passaria a noite e se deitou de costas fitando o teto. 

Passou longos minutos assim, nessa mesma posição, apenas desejando estar ao lado de Dean. Já tinha se acostumado a dormir com o calor de seu corpo, com seus braços ao seu redor e até mesmo sua respiração quente na nuca e agora, dormir sozinho ali, sem nada para encostar e com o vazio do outro lado da cama, era diferente.

Mais alguns minutos impacientes assim, virando de um lado para o outro e apenas com seu desejo em mente, se levantou dobrando o cobertor de qualquer maneira e caminhou para o quarto que era seu e do loiro. 

Dean estava exatamente da mesma forma, sem sono e com algo faltando na sua cama e assim que viu Sam entrar no quarto, sorriu abrindo os braços e imediatamente ouviu a porta do quarto sendo fechada e o corpo quente do moreno se juntar ao seu.

Apenas o abraçou sentindo o cheiro do shampoo no seu cabelo úmido por causa do banho recém tomado invadir seu nariz.

— Eu também levo a sério o voto de na alegria e na tristeza. — Sam quebrou o silêncio fazendo Dean sorrir mais uma vez.

— Eu nunca duvidei disso e eu tenho tentado te entender, eu juro. Quero te dar o tempo que você precisar e só..

Sam, o calou colocando o dedo indicador em cima dos seus lábios carnudos.

— Eu só preciso de você agora. — beijou o loiro calmamente subindo sobre seu corpo sem pesar.

— Sam.. — sussurrou enquanto afundava os dedos no cabelo do moreno fazendo suas bocas grudarem mais uma vez, só que em um beijo mais profundo.

Quando precisaram de ar, Sam se afastou minimamente, apenas para observar os olhos de Dean e passear as costas da mão no seu rosto em um gesto de carinho.

— O que foi? — perguntou o loiro arqueando a sobrancelha — Por que está me olhando assim?

— Nada, eu só estou tentando entender o porquê te desejar se tornou algo tão errado.

— Eu não me importo se isso é errado ou se é certo. Você pode ser meu irmão, meu primo, meu tio ou até mesmo meu avô, eu vou continuar te amando na mesma intensidade e desejar todos os dias te ter do meu lado casado comigo. — disse olhando nos fundos dos olhos do moreno para não deixar nenhuma dúvida no que falava.

— Bom, isso seria estranho. — sorriu.

— Se for pensar por esse lado, ser meu avô seria mesmo estranho, mas você entendeu o que eu quis dizer. — sorriu de volta — Eu te amo mais do que qualquer coisa nesse mundo e não vou deixar destruírem isso nem que eu tenha que morrer. — o beijou novamente.

— Eu também te amo muito, Dean. Eu realmente espero que possamos passar logo por isso.

— Nós vamos.

Sam se aconchegou ao corpo de Dean com a cabeça apoiada em seu ombro. Ficaram em silêncio por alguns minutos apenas escutando um a respiração do outro até o moreno se remexer voltando a olhar para o marido.

— Faz amor comigo?

— O que?

— Faz amor comigo, Dean.

Dean sorriu e abriu suas pernas para acomodar Sam melhor entre elas enquanto tirava seu pijama em um curto período de tempo.

O beijou com pressa sentindo sua cueca ser invadida por uma mão grande que logo envolveu todo seu membro dando pequenas bombeadas.

— Hmm. — gemeu jogando seu quadril para frente — Me fode, Sam. Por favor me fode agora.

Após ouvir isso, Sam puxou a calça moletom de Dean juntamente com a cueca.

Subiu dando mordidas e beijos no interior da coxa e quando estava frente a frente com as bolas do marido, passou a língua entre as mesmas até chegar na ponta do membro que já vazava líquido pré seminal em abundância no seu abdômen.

— Sam.. — chamou manhoso — Eu te quero dentro de mim.

O moreno abocanhou todo o membro de Dean passando a língua pela extensão, focando grande parte do tempo na glande o ouvindo gritar de prazer, enquanto a parte que não conseguia alcançar, era masturbado.

Dean, pegou a mão de Sam, que estava descansada em cima do seu peito e começou a chupar seus três dedos com vontade.

Chupava de um jeito pornográfico sem tirar os olhos do moreno, que sentia seu pau fisgar preso na cueca. Precisava urgentemente de um alívio.

Sam largou o membro de Dean, que gemeu em protesto, escorregando um dedo para dentro de sua entrada e se ajoelhou na cama libertando seu pau de dentro daquele elástico apertado começando a estimulá-lo enquanto preparava o loiro.

Dean, sentia seu membro pulsando vendo o marido se masturbando daquela maneira bem na sua frente. Sua boca estava repleta de saliva desejando provar o seu gosto.

Afundou mais sua cabeça no travesseiro soltando um gemido alto após ter sua próstata tocada pela terceira vez seguida e segurou os joelhos junto ao corpo para dar ao moreno total acesso à sua entrada.

Sam já estava explodindo de tesão. Retirou os dedos do interior de Dean e tirou as roupas que ainda estavam no corpo voltando a se deitar sobre o loiro e segurou seu membro pela base o guiando para entrar no anel do marido.

— Sam, porra! — abriu mais as pernas.

— Você é tão gostoso.. Deus..

Sam começou a se movimentar lentamente, saindo por completo e voltando a entrar de novo com força. 

Quando viu que Dean já havia se acostumado com a invasão, as estocadas foram aumentando cada vez mais. A cama rangia freneticamente quase fazendo marcas na parede, os gemidos sem dúvidas algumas poderia ser ouvido até da esquina e os corpos se colidindo fazia um som que só tinha a função de fazer a excitação de ambos aumentar ainda mais.

— Ah! — gemeu Dean — Mais.. mais forte. 

Sam aumentou mais os movimentos e se abaixou beijando e chupando o pescoço do loiro, fazendo questão de deixar aquela região bem avermelhada antes de ir para a clavícula e deixar mais algumas mordidas lá também.

Após mais alguns minutos com as estocadas fundas e fortes tendo a próstata tocadas algumas vezes, Dean se derramou sobre sua barriga e a mão de Sam.

Com seu membro prensado e sendo praticamente sugado pela entrada de Dean depois do orgasmo, o moreno também não demorou muito para vir.

Demoraram alguns minutos para conseguirem regular a respiração e quando já estava normal, Sam gentilmente saiu do interior do loiro, que gemeu arrastado pela leve ardência que sentiu no local.

— Eu fui bruto demais lá..? — perguntou o moreno ainda sem sair de cima de Dean — Não foi minha intenção descontar todo meu estresse em você, sério. Me desculpa.

— Ei, você não fez nada de ruim, eu sei que nunca teria coragem de descontar algo em mim desse jeito. — colocou a mecha de cabelo que estava caindo sobre seu rosto atrás da orelha — Foi bom, ok?

— Hm.. Só bom? — o olhou desapontado e sorriu. 

Dean riu. 

— Eu te amo. — deu um selinho no moreno. 

Sam, pegou a coberta esquecida na beirada da cama e se deitou ao lado de Dean cobrindo os dois. 

Dean percebendo como o marido ficou pensativo olhando para o teto repentinamente, se aproximou mais um pouco chamando sua atenção. 

— Deixa eu adivinhar.. Já está arrependido do que fizemos. — disse com uma certa amargura na voz. 

— E eu deveria está? — virou minimamente o pescoço para encarar o loiro. 

— Não, porque nós somos casados e é isso que pessoas casadas fazem. 

— Então eu não estou. — sorriu. 

— Sabe, eu acho que.. 

— Eu quero fazer o exame de DNA. — o interrompeu. 

— Sério? 

— Tem algumas coisas que a sua mãe disse que não fazem muito sentido. — se sentou na cama virado para Dean. 

— Graças a Deus. 

— Se ela me acompanhasse mesmo desde sempre, porque ela não nos impediu de ficar juntos muito antes de casarmos? 

Dean se levantou um pouco apoiando sobre o cotovelo se mostrando interessado naquela conversa. 

— A Jody antes de desmaiar ela estava tentando dizer alguma coisa, Sam. Você percebeu isso? 

— Não. O que ela disse? — perguntou curioso — Eu não conseguia escutar nada eu estava tão.. tão desesperado. Eu não escutei.  

— Eu sei, olha calma. — sentou-se também na cama segurando a mão de Sam após ver que ele já estava começando a ficar nervoso — Eu não me lembro muito bem. 

— Então tenta lembrar de alguma coisa, alguma palavra, não sei. 

Dean, ficou por alguns segundos olhando o chão tentando formar alguma palavra que fazia sentindo, voltando outra vez para toda aquela confusão e se xingava mentalmente por achar naquele momento que o que ela falava não faria nenhuma diferença. 

— "Ela não é.." — disse ainda encarando o chão com a cena da confusão em sua mente. 

— Minha mãe disse isso? 

— Sim, também disse outra coisa quase igual a essa, algo como que "não é ela". — olhou novamente para Sam esperando uma resposta que faça sentindo. 

— Você.. você acha que ela estava falando da Mary? 

— Você não acha? 

— Eu não sei, Dean. Isso é a única coisa que faz sentindo agora. 

— Então com certeza ela estava tentando dizer algo sobre a minha mãe. 

— Nós temos que fazer logo esse exame. 

— Nós vamos, Sammy. Precisamos saber a verdade disso tudo. 

Dean beijou o moreno e o abraçou. Agora as coisas finalmente estavam caminhando para o lado certo e essa decisão era tudo que ele precisava para fazer as coisas andarem. 


Notas Finais


Comentem aí!!
Perdão por terminar o cap desse jeito e ainda sem nem ter previsão de quando vou postar o outro capítulo, mas tenho certeza que não irá demorar
Beijossss


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