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História For my flower - imagine Renjun (NCT) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Fiz essa one shot em comemoração ao niver do nosso menino de ouro, vulgo Huang Renjun. Sei que está um pouco atrasada mas é pq eu tive algumas inseguranças com ela enquanto escrevia então nsei se vai agradar muita gente kk mas espero do fundo do coração que vcs gostem

Espero que gostem e boa leitura ♡

Capítulo 1 - One


Fanfic / Fanfiction For my flower - imagine Renjun (NCT) - Capítulo 1 - One

— Por que está fazendo isso?! – Renjun fala com raiva, mas na realidade a sua vontade era de chorar

— Porque é divertido. Você deveria prestar mais atenção com quem se mete, Huang. – sua ex namorava falava com um sorriso debochado

— Mas você disse que gostava de mim! Por quê não me rejeitou logo? – Renjun fala com raiva e deixando uma lágrima escapar

— Pelo simples fato de que isso é muito divertido! – ela gargalha e logo é acompanhada por vários alunos

O sinal havia tocado, sinalizando que o intervalo tinha acabado e os alunos deveriam voltar para as suas salas. Enquanto todos prestavaram atenção no sinal Renjun aproveitou para correr dali.

Renjun sentia sua cabeça doer. Ele não conseguia tirar essa dolorosa cena da sua cabeça e a única coisa que ele conseguia fazer era chorar, chorar e chorar. Ele corria sem rumo algum até até sem perceber acabou encontrando um jardim.

Apesar de conhecer sua cidade, Jilin, como ninguém ele não se recordava de ter visto esse local. Aproveitou que não tinha ninguém e começou a chorar mais ainda, ele sentia algo preso em sua garganta e se sentiu melhor após dar um grito. Ele não sabia se alguém ouviu seu grito mas não estava nem aí, só queria ficar sozinho.

Após alguns minutos ali ele escutou alguns galhos quebrando e ao se virar viu uma garota. Ela a olhava com preocupação e Renjun a olhava assustado

— Não saia daí, vou buscar água e lenços. – a garota se vira e some no meio de algumas árvores

Ele não sabia o que fazer mas também não se atreveu a sair dali. Ela pareceu realmente preocupada, ele não iria deixar a garota esperando. Ele fechou seus olhos e a cena repetia várias vezes em sua cabeça. As gargalhadas, o olhar de ódio da sua ex sobre ele, e as palavras horríveis que ela falou sobre ele.

— Bebe um pouco, vai te ajudar a se acalmar. – a garota lhe entregou a garrafa e botou os lenços do lado dele

Renjun bebeu alguns goles de água e depois usou os lenços para enxugar o seu rosto. O silêncio de matinha, ninguém ousava falar uma palavra, ele por vergonha e ela por medo de o deixar desconfortável

— Precisa de mais alguma coisa? Minha casa é depois dessas árvores, se precisar posso ir lá buscar. – a garota lhe mostra um sorriso gentil

— Obrigado mas não precisa se preocupar. – Renjun tenta mostrar um sorriso

E mais uma vez o silêncio se fez presente. Dessa vez não parecia ser tão desconfortante mas mesmo assim não deixava de ser um pouco estranho

— Esse jardim é seu? – Renjun pergunta admirado com o local

— Não. – a menina olha para o céu e depois volta a olhar para ele — Era da minha avó mas antes dela falecer passou esse jardim para mim. – ela mostra um sorriso doce para Renjun enquanto se lembrava da sua queria avozinha

— Me desculpe. Não sabia que esse jardim tinha dono, bom, no caso dona. – ele fala envergonhada

Renjun se desculpava apressadamente, o que fez a garota rir

— Não se desculpe. Dava para ver que você passou por um momento difícil, fico feliz que esse jardim te ajudou a se acalmar

Renjun estava envergonhado. Fugiu da escola, "invadiu" o jardim da garota e de bônus fez ela se preocupar com ele. Renjun se sentia um verdadeiro idiota.

— Meu convite ainda está valendo, vai aceitar? – ela olha para Renjun com um olhar divertido

Ele apenas assentiu e e começou a andar ao lado da garota que gentilmente lhe mostrava o jardim.

[...]

A garota mostrou cada canto daquele jardim para Renjun. Apesar dele ainda estar com o rosto oinchado e com os olhos meio vermelhos ainda ela sabia que seu humor agora estava melhor. Era nítido o sorriso dele toda vez que ela mostrava algumas flores ou quando falava algo engraçado, ela o conhecia a apenas algumas horas mas já era o suficiente para saber que ele era um bom garoto, que não merecia chorar como chorou mais cedo.

— Você percebeu que nós estávamos conversando sobre várias coisas e em nenhum momento perguntamos o nome um do outro? – a garota se senta em um balanço pendurado em um galho de árvore

Renjun fungou e riu logo depois. Ele achava engraçado, dois estranhos passando uma tarde quase inteira conversando sobre gostos, colégio, roupas e até mesmo comida mas nenhum dos dois sabiam o nome um do outro.

— Me apresento agora como Huang Renjun. – ele pisca para ela enquanto senta no outro balanço da árvore

— Prazer em te conhecer, Renjun. – ambos riram — Me chamo Manuela, mas pode me chamar de Manu. – e ela novamente mostra aquele sorriso doce de menina inocente

Renjun poderia conhecer a menina, agora denominada Manu, a poucas horas mas sabia que seu sorriso tinha sido uma das coisas mais bonitas e sinceras que ele já tinha tido o prazer de ver.

— Fico feliz em te conhecer, Manu. – ele lhe mostra um sorriso

Ambos ficaram em silêncio apenas aproveitando a companhia um do outro, a brisa do vento batendo em seus rostos e o ótimo cheiro das flores que entravam por suas narinas.

— Acho melhor eu ir embora. Já está escurecendo. – Renjun sai do balanço

— Verdade. – ela Renjun passaram das árvores dando de cara com um quinta relativamente grande e em seguida uma grande casa, obviamente a casa de Manu, passaram por ela finalmente chegando a calçada — Espero que meu jardim tenha te ajudando hoje. – ela lhe mostra um sorriso

Renjun achava incrível o fato dela estar sempre sorrindo, e a sensação que ele tinha toda vez que ela sorria era de querer apertar as suas bochechas. Ela tinha aquela aura de menina doce e inocente, que sempre está com um sorriso no rosto não importa o que aconteça, a deixando mais fofa ainda.

— De fato ele me ajudou bastante. Mas agora eu realmente preciso ir, muito obrigado, Manu! – ele sorriu para ele e se virou para ir embora quando de repente escutou seu nome sendo chamado por ela

— Renjun, antes de ir quero que saiba que todas as vezes que você se sentir frustado, triste, com raiva ou até mesmo sozinho meu jardim estará te esperando de braços abertos, e eu também. – dessa vez seu sorriso era mais tímido mas não deixava de ser fofo

Ele não sabia o que dizer, ele era muito grato por tudo o que Manu estava fazendo por ele, queria poder retribuir mas não sabia como por isso aceitou a sua oferta e seguiu caminho até a sua casa. Após andar uns 15 minutos ele percebeu que sua casa não ficava tão distante da de Manu, o que facilitava quando ele quisesse vê-la. Não que ele tinha se interessado por ela mas achou ela uma boa pessoa, de certa forma ele queria se aproximar dela.

Ele chegou na porta de casa e tocou a campainha. Ele sabia que iria levar uma bronca, e com certeza não seria pequena. Sua mãe abriu a porta assustada e ao ver Renjun se tranquilizou.

— Renjun, meu filho, por onde você esteve? Eu estava tão preocupada com você! – a mãe dele o puxa para um abraço acolhedor. Ela conhecia seu filho, sabia muito bem que para ele ter fugido da escola e ter passado a tarde toda sem dar notícias é por quê algo sério aconteceu. A senhora Huang puxou seu filho para dentro de casa e o levou até o sofá para conversarem

—O que aconteceu Renjun? – sua mãe perguntava preocupada

Ele não aguentou e sem querer começou a chorar, não do mesmo jeito de mais cedo, mas não deixavam de ser lágrimas. Sua mãe não falou nada apenas o abraçou forte, ela tinha suas suspeitas do que tinha acontecido mas ela queria que o filho falasse.

Alguns minutos depois ele contou a sua mãe tudo o que tinha acontecido, desde a sua ex namorada até conhecer Manu. Sua mãe não iria lhe dar uma bronca ou bota-ló de castigo, ela sabia que aquele relacionamento não iria acabar bem, ela sabia que um dia isso iria acontecer mas não de uma forma tão horrível quanto essa. Por um lado sua mãe queria era ir atrás da garota que fez seu filho sofrer e falar umas verdades na sua cara mas por outro ela queria ir atrás de Manu, queria agradece-lá por tudo o que tinha feito pelo seu filho.

Depois dessa conversa Renjun subiu para sei quarto, ele queria ficar sozinho por um tempo e sua mãe o entendia completamente por isso não insistiu, apenas pediu para que ele não deixasse de jantar.

Ele entrou no banheiro e ligou o chuveiro, a água estava quente e era disso que ele precisa, um banho quente para poder botar a sua cabeça no lugar. Toda vez que fechava seus olhos podia ver a imagem da sua ex mas ela sempre sumia quando os seus pensamentos iam parar em Manu, o quanto ela foi gentil, prestativa e atenciosa, o fez rir e até mesmo ofereceu seu jardim para quando precisasse. Ela sim era um tipo de garota que Renjun admirava. Sem querer ele se pegou sorrindo ao lembrar das coisas engradaças que ela contava, sendo sobre ela ou sobre qualquer outra pessoa, era incrível o quanto Manu, mesmo em pensamentos, o fazia sorrir.

Ao afastar todos esses pensamentos, Renjun desligou o chuveiro, se enxugou e foi se trocar. Ligou o ar condicionado de seu quarto e desceu, iria apenas fazer comer para poder ir dormir.

[...]

Já se fazia uma semana desde do término de Renjun e das idas ao jardim. Ele ia todas as tardes após o colégio fazer uma visita a Manu e o seu jardim, acabou que ambos viraram amigos, coisa que para Manu era novidade

A menina era brasileira mas a família de sua mãe era chinesa e após algumas complicações ela e sua família vinheram para a China. Sua mãe trabalhava com moda e seu pai era dono de uma das empresas mais influentes de toda a China, então podia se dizer que ela tinha uma vida boa e sem preocupações.

Manu apesar de ter crescido com tudo do bom e do melhor ela não tinha amigos, todos que já tentaram se aproximar dela era por mero interesse e ela odiava esse tipo de gente. Sua avó era sua melhor amiga, desde que se lembra ela estava lá para ajudar, brincar e cuidar dela. Após a morte da avó a única coisa que a tranquilizava era o esse jardim, por isso ele tem uma grande significado para Manu.

Quando ela viu Renjun chorando e sofrendo ela sabia que não podia deixá-lo assim, a garota também já tinha passado por isso na morte de sua avó e sabia o quanto era horrível, e que apesar de não conhecê-lo queria ajudar, por isso lhe ofereceu o jardim para quando precisasse.

Ela já tinha se acostumado com as visitas diárias de Renjun, ele sempre vinha após o colégio e passava a tarde toda lá, seja jogando conversa fora ou apenas apreciando as flores do jardim, coisa que ambos tinham em comum.

— Oi Renjun! – a menina tira a atenção do seu livro e o põe de lado ao ver que seu amigo se aproximava

— Oi Manu! – ele sentou ao lado garota

— Como foi o colégio? – ela perguntava animada. Manu não frequentava a escola, tinha aulas em casa, de acordo com seu pai seria melhor assim pois evitaria distrações. A menina nunca contrariou a idéia, apesar de querer saber como é a sensação de estudar junto a várias pessoas, principalmente quando são pessoas da faixa etária

— Foi tranquilo, apesar de escutar algumas besteiras, nada demais. – ele mostra um sorriso fraco. Ela sabia, ele não estava bem, estava triste e ela não gostava disso

Manu agora pensava em um jeito para deixá-lo mais alegre. Ela não sabia exatamente o que tinha acontecido a uma semana atrás, Renjun ainda não tinha comentando nada sobre o assunto e ela também não iria perguntar.

Renjun agora estava pensativo, ele sabia que deveria contar o que aconteceu para Manu, ele ainda se doía só de pensar naquela cena. Ele sabia que não iria superar aquilo em apenas uma semana ou um mês mas não iria deixar sua vida parar por causa da sua ex

— A uma semana atrás eu terminei com minha ex... – Renjun suspirou fundo vendo a garota ao seu lado ficar um pouco surpresa e pensativa — Eu sempre fui apaixonado por ela, daí um dia eu criei coragem e a pedi em namoro. Foram longos 6 meses de namoro, mas naquela relação eu era o único que se esforçava para durar. Basicamente era um amor unilateral. – Renjun agora olhava direto para os olhos de Manu

— Sinto muito. Mas veja pelo lado bom... – ele a olhou curioso — Você agora está livre, não precisa ter mais um peso desse em suas costas. Se a relação de vocês não durou significa que ela não é a tampa da sua panela. – Manu o olhou divertindo vendo que conseguiu tirar um sorriso do seu rosto

— Senhorita Manu, está aí? – uma mulher entra no jardim dando de cara com Renjun e Manu conversando

— Oi Marcela. – Manu acena para a mulher

Marcela era a cozinheira de sua casa, e veio atrás de Manu para saber se ela queria comer um pedaço de bolo de chocolate, que por sinal era seu favorito

— Por quê não me disse que teríamos visita? – Marcela olha para Manu que sorri tímida

— Se eu disse que esqueci? – Manu a olha sapeca o que faz Renjun e Marcela rirem

— Marcela esse é o Renjun. Renjun essa é a Marcela, a nossa cozinheira.

— Muito prazer. – Renjun fala

— Igualmente. Acabei de tirar o bolo de chocolate do forno, por quê não entram e comem um pedaço? – Marcela os olha com simpatia

Os o dois se levantam e acompanham Marcela até a casa, mais especificamente a cozinha. Novamente eles passaram a tarde toda juntos mas dessa vez com a Marcela, que por sinal também era uma boa companhia. Mais uma vez o dia chegava ao fim. Os dois amigos se despedem e cada um vai para a sua casa.

[...]

Já tinha se passado 8 meses desde daquele dia e se podia dizer que sim, Renjun já estava muito melhor. Ele não ligava mais para as piadinhas ou provocações e muito menos não ligava mais para a sua ex e boa parte dessa melhora vinha de Manu

Nesses 8 meses os dois jovens se aproximaram bastante tanto é que Manu já tinha apresentado ele para seus pais e Renjun não demorou muito para fazer o mesmo. A data de hoje era 22 de março, próximo do aniversário de Renjun, e Manu estava em poço de nervosismo.

De um tempo para cá Manu começou a ter sentimentos a mais por Renjun, ela não conseguia vê-lo como um melhor amigo, ela queria mais que isso mas tinha medo, medo dele não sentir o mesmo que ela, de não ser recíproco. Ela já não aguentava mais esse aperto em sua garganta, ela estava decidida, iria se declarar para ele.

Seu aniversário iria cair em dia de domingo, dia que geralmente eles não se vêem, mas os seus pais teriam que viajar para resolver alguns problemas de trabalho, por isso resolveu chama-ló para passar o dia com ela, conversar, comer e se divertir.

A situação de Renjun também não era muito diferente, de uns tempos para cá ele percebeu que queria Manu como namorada, ele não estava satisfeito apenas com o título de melhor amiga, ele queria mais que isso.

Domingo finalmente havia chegado. Seus pais tiveram que viajar e só voltavam na segunda por isso iria passar seu aniversário com Manu. Ele acordou, fez suas higienes e comeu, olhou suas redes sociais, alguns amigos e principalmente pessoas da família lhe mandavam textos e fotos o parabenizando, ele não podia deixar de ficar feliz com isso.

Ele passou a manhã em sua casa e depois foi para casa de Manu onde lançou junto a sua família. Apesar dos pais dela parecerem sérios e frios era totalmente o contrário disso, faziam graça, contavam piadas e se divertiam, com certeza se dariam bem com os pais dele.

Pós o almoço os dois jovens ficaram por ali mesmo jogando alguns jogos e conversando até que Manu o chamou pata irem até o jardim, onde ela finalmente poderia se declarar

— Está tudo bem, Manu? Parece tensa. – desde do almoço Renjun tinha percebido que ela estava estranha

— Estou bem sim, só alguns pensamentos, nada demais. – ela sorri tentando o tranquilizar

Renjun sabia que ela escondia algo mas não iria insistir, sabia que uma hora ou outra ela iria falar.

Marcela tinha preparado uma espécie de piquenique para eles no meio do jardim. Eles se sentaram no pano e começaram a comer mais algumas besteiras. Manu não estava mais conseguindo se segurar, ela sabia que Renjun já havia notado seu comportamento estranho.

— Manu, tem certeza de que está tudo bem? Sabe que pode contar comigo para qualquer coisa não é? – Renjun a olha

— Sim, Renjun, eu sei! Mas é complicado. – ela se levanta do pano e começa a caminhar até o balanço da árvore

Renjun não entendendo o comportamento repentino da amiga vai até ela e a segura pelo braço.

— Você me ajudou quando eu mais precisei, me deixe te ajudar também. – Renjun falava quase que implorando

Manu não se segurou e puxou Renjun para um beijo. Foi o primeiro beijo dela, não sabia se estava indo certo mas ficou feliz por Renjun não ter parado o beijo. Aos poucos eles foram se afastando mas sem deixar de olhar para o outro.

Renjun se sentia feliz, se ela o beijou é porque gosta dele, agora ele entendia perfeitamente o motivo pelo qual ela estava estranha.

— Manu, eu... – Renjun foi interrompido por Manu

— Renjun eu te amo! Sei que pode parecer loucura mas eu realmente gosto de você. Você foi o meu primeiro amigo, meu primeiro melhor amigo e a minha primeira paixão. Sei que esse sentimento pode não ser recíproco, até por quê à 8 meses você teve seus problemas, eu não queria me apressar nem nada mas eu já não estava conseguindo me controlar, eu precisava fazer algo, Renjun por favor não me diga que isso vai influenciar na nossa amizade. – apesar de Manu ter ficado desesperada e ter falado muito rápido, Renjun a compreendia e não seria um beijo que iria estragar a amizade deles, até porque Renjun queria mais

Antes que ela falasse mais alguma coisa Renjun a beijou novamente e após alguns segundos ele separou o beijo

— Eu também te amo, Manu. Você é a tampa da minha panela. – ele rir fazendo Manu sorrir também

— Então isso quer dizer que... – Manu poderia sentir borboletas em seu barriga

— Manu, quer namorar comigo? – Renjun fala alegre

— Claro que sim! – Manu o abraça fortemente

Renjun acaricou o rosto, agora, da nova namorada e a beijou novamente. Os lábios da garota eram macios e cheinhos, com certeza ele iria se viciar. Aos poucos eles foram e separando do beijo mas deixaram suas testas juntas

— Feliz aniversário, Renjun!


Notas Finais


Espero que tenham gostado, foi a minha primeira one shot e pretendo fazer mais algumas. Bye bye


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